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“Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma”
(Do Padre António Vieira, no "Sermão da Terceira Quarta-Feira da Quaresma", na Capela Real, ano 1669. Lembrado pelo ex-furriel milº Patoleia Mendes, dirigido-se aos ex-combatentes da guerra do Ultramar.).
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"Ó gentes do meu Batalhão, agora é que eu percebi, esta amizade que sinto, foi de vós que a recebi…"
(José Justo)
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“Ninguém desce vivo duma cruz!...”
"Amigo é aquele que na guerra, nos defende duma bala com o seu próprio corpo"
António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente
referindo-se aos ex-combatentes da guerra do Ultramar
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“Aos Combatentes que no Entroncamento da vida, encontraram os Caminhos da Pátria”
Frase inscrita no Monumento aos Heróis da Guerra do Ultramar, no Entroncamento.
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"Tite é uma memória em ruínas, que se vai extinguindo á medida que cada um de nós partir para “outra comissão” e quando isso nos acontecer a todos, seremos, nós e Tite, uma memória que apenas existirá, na melhor das hipóteses, nas páginas da história."
Não
voltaram todos… com lágrimas que não se veem, com choro que não se ouve… Aqui
estamos, em sentido e silenciosos, com Eles, prestando-Lhes a nossa Homenagem.
Ponte de Lima, Monumento aos Heróis
da Guerra do Ultramar
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terça-feira, 1 de junho de 2010
Bodas de Ouro de Sacerdócio do nosso Capelão, Padre Luis Silva.
Como assistente eclesiástico, é meu dever, ex oficio, dar-vos conhecimento do convite que me chegou.
Obviamente, para vós militantes apostólicos romanólicos de última geração, o convite é, unicamente, extensivo à parte litúrgica (de que estais necessitados, como de pão para a boca como até um cego vê).
Um abraço
Hip.
Carvalho - enfermeiro (falecido)
Foi um dos primeiro camaradas que conheci e convivi na Parede. Lembro-me que ele já tinha algum tempo de militar porque o fardamento que ele usava, estava algo coçado pelo uso. Algumas vezes alguns de nós, fomos com ele almoçar ali nos arredores atravessando uns campos que ele conhecia bem.
Uma das noites, fui com ele a uma casa que ele me disse ser a da avó, penso que ele morava lá. Esperei cá fora e de seguida fomos para o centro do Estoril. Ali ao que me apercebi, ele era muito conhecido naqueles cafés. Lembro-me que jogamos “Snooker” em vários cafés… em todos os lados ele movimentava-se com á vontade, sinal que ele era do Estoril.
Ele era enfermeiro, e penso que já o era na vida civil. Recordo-me que fumava bastante e sempre muito rebelde o falecido Heitor não fazia vida com ele.Ele era natural de S Pedro do Estoril. Era conhecido por CARVALHO
José Costa
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Salvo erro o Carvalho trabalhou com o Serafim no Casino Estoril.
Só ele poderá tirar esta dúvida.
Esperemos que diga alguma coisa, pois vou mandar-lhe um email.
Abraços.
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Herculano Ferreira
Recebemos há pouco do Hipólito o seguinte email:
"Compinchas:
Telefonou-me, mesmo agora, o n/companheiro, Eduardo Abranches, a comunicar que o também n/companheiro e ex-fur. Herculano Ferreira, de Lisboa e que trabalhava na CGD, faleceu.
O funeral realiza-se hoje. "
O Ferreira era furriel no Conselho Administrativo e andava sempre de cachimbo.
Lamentavelmente não tenho nenhuma foto dele nem de Tite nem actual. Se alguem tiver agradeço que ma envie por email ou correio.
A nossa homenagem ao Ferreira e que descanse em paz!
domingo, 30 de maio de 2010
Mais uma crónica do ex-alf. Moreira da CART 1690
Mais uma crónica do ex-alferes Moreira da CART 1690, que transcrevemos na integra, com a devida vénia ao autor e ao jornal Badaladas, de T.Vedras.
Nesta crónica o "nosso alferes" chama novamente a atenção para as condições de extrema pobreza em que vivem milhares de ex-combatentes. A certa altura diz "conhecer casos de ex-soldados, dos melhores do mundo, alguns que há quarenta anos teve o privilégio de comandar, nos campos de batalha da Guiné, a viver tão pobremente que têm vergonha de comparecer nos convivios anuais da sua unidade, porque nem sequer têm dinheiro para comprar uma camisa e umas calças para comparecerem decentemente nesses convívios."
E interroga-se - "Como podem dormir descansados os sucessivos comandantes das Forças Armadas?"
Dá que pensar.
Esta semana foi noticia
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Hipólito Sousa
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Galeria de fotos - parte lateral esquerda do blog
Uma carta escrita, talvez em 1966... quem sabe!
Este jovem, quando soube que ia ser mobilizado para Tite, na Guiné-Bissau, escreveu esta hilariante carta ao sr. ministro da defesa. É uma "obra" do Pica Sinos. Ora vejam:
"ExmoSr. Ministro da Defesa,
Venho deste modo explicar-lhe uma situação delicada que tem vindo a ocorrer, de maneira a poder obter um eventual apoio vindo de VossaExa;
Tenho 24 anos, e fui esta semana chamado para ir à tropa. Sou casado com uma viúva de 44 anos, mãe de uma jovem de 25 anos, da qual sou padrasto. O meu pai, por seu lado, casou-se com esta jovem em questão.
Neste momento, o meu pai passou a ser o meu genro, uma vez que se casou com a minha filha.
Deste modo, a minha filha, ou chamemos-lhe, enteada, passou a ser a minha madrasta, uma vez que é casada com o meu pai A minha esposa e eu tivemos, no mês passado, um filho.
Esse filho tomou-se o irmão da mulher do meu pai, portanto o cunhado do meu pai.
O que faz com que seja o meu tio, uma vez que é o irmão da minha madrasta.
O meu filho é, portanto, o meu tio...
A mulher do meu pai teve no Natal um rapaz, que é ao mesmo tempo o meu irmão, uma vez que ele é filho do meu pai, mas o meu neto por ser o filho da minha enteada, filha da minha esposa.
- Desta maneira sou o irmão do meu neto! !...
E como o marido da mãe de;uma pessoa é o pai da mesma, verifiquei que sou o pai da minha esposa, e o irmão do meu filho.
Resumindo: sou o meu avô!!!
Deste modo, Sr Ministro, peço-lhe que estude pacientemente o meu Caso, porque a lei não permite que o pai, o filho, e o neto sejam chamados à tropa na mesma altura. Agradecendo antecipadamente a sua atenção, mando-lhe os meu melhores cumprimentos.
Fulano de tal"
Do Hipólito para o Justo.
terça-feira, 25 de maio de 2010
O SPM, na guerra colonial
Em homenagem ao Hipólito, o nosso SPM em Tite, transcrevemos com a devida vénia, este artigo do site da RTP "Guerra colonial".
O Correio durante a Guerra Colonial
José Aparício
Com a deslocação para África de grandes efectivos militares a partir de 1961, as Forças Armadas Portuguesas foram confrontadas com a necessidade óbvia de fazer chegar "O Correio" a todos os locais onde estivessem estacionadas unidades militares.
Naturalmente, a grande maioria das forças do exército encontrava-se dispersa no mato em grandes áreas, onde não havia estações dos correios normais, muitas vezes em locais isolados e inóspitos, alguns de muito difícil acesso.
Do antecedente o Exército Português tinha a experiência vivida na Flandres durante a 1ª Grande Guerra, quando foi criado, aprovado, e posto em execução o "Regulamento do Serviço Postal do Corpo Expedicionário Português - CEP" que serviu as tropas portuguesas em França em 1917 e 1918.
No final dos anos 50 início da década de 60, houve necessidade de tornar operacional a Chefia do Serviço Postal da Divisão quando o Exército constituiu e tornou operacional a divisão "Nuno Álvares" integrada no SHAPE. O activar deste serviço nas grandes manobras que então ocorriam durante todo o mês de Setembro em Santa Margarida, e que envolviam cerca de 10,000 militares, aconteceu nas manobras de 1960. Para exercer as funções de chefia desse serviço postal, o Estado Maior do Exército requisitou aos serviços dos Correios um seu funcionário qualificado que graduou em Capitão, e que desempenhou com toda a eficiência a sua missão. Terminadas as manobras este quadro dos CTT regressou à sua anterior situação.
Quando em 23Jun61 foi decidido criar um serviço de correios militar, o general Câmara Pina, Chefe do Estado Maior do Exército, requisitou de novo aos CTT o mesmo funcionário a quem, depois de graduar de novo em capitão, encarregou expressamente de organizar e pôr em funcionamento um Serviço Postal Militar no Ultramar.
Nasceu assim o Serviço Postal Militar (SPM) tendo sido o seu primeiro responsável e Chefe do Serviço o capitão miliciano graduado ERNESTO LOURENÇO DIAS TAPADAS, que até ao fim desenvolveu um trabalho notabilíssimo.
Aproveitando a experiência adquirida pelo Exército português na 1ª Grande Guerra, adaptou o que achou por conveniente, percebeu rapidamente todo a problemática envolvente, e estabeleceu o seu plano de acção eliminando com muita habilidade e diplomacia todas as dificuldades que foram surgindo com os 2 colossos monopolistas, que eram os CTT Continentais e os CTTU do Ultramar, e também com os serviços de Alfandega metropolitanos e ultramarinos.
A definição dos códigos de endereços foi a tarefa imediata a que a Chefia do SPM se dedicou e que se tornou determinante para o lançamento do serviço.
Esses códigos eram constituídos por 4 dígitos, dos quais os primeiros 3 definiam a unidade militar, e o ultimo a província ultramarina. Assim, inicialmente o digito 1 correspondia à Índia, o 2 a S Tomé, o 3 a Macau, o 4 a Moçambique, o 5 a Timor, o 6 a Angola, o 7 a Cabo Verde, o 8 à Guiné, e o 9 à Metrópole.
Devido ao cada vez maior número de unidades em Africa, o critério inicial teve de ser rapidamente alterado, e a atribuição dos IP (indicativos postais) passou a ser feita, pelo EME para as unidades mobilizadas no continente, e pelos respectivos Comandantes Militares nos diferentes territórios para as unidades ali organizadas, mantendo-se sempre o ultimo digito definidor do território de destino.
Um problema entretanto surgido foi com os navios da Armada que quando saíam das suas localizações iniciais, e navegavam para outros territórios, e de e para a metrópole, recebiam a correspondência com atraso. Para resolver o problema, o 4º digito 1, que inicialmente dizia respeito a Índia, passou a ser atribuído aos navios da Armada, em substituição dos dígitos recebidos inicialmente conforme os locais onde se encontravam
Após algum tempo, a atribuição de todos os IP foi atribuída a Chefia do SPM.
Entretanto em Agosto de 1961, depois de difíceis e complicadas reuniões entre o Secretariado Geral da Defesa Nacional , a Administração Geral dos Correios, Telégrafos e Telefones (CTT) e os Correios Telégrafos e Telefones do Ultramar (CTTU), foi aprovado o celebre "aerograma", considerado um impresso-carta, isento de porte e de sobretaxa aérea, e que era constituído por 1 folha de papel com o peso máximo de 3 gramas, dobrável em 2 ou 4 partes, mas de forma que as suas dimensões depois da dobragem não excedessem os limites máximos de 150x105 mms, e mínimos de 100x70 mms.
As regras estabelecidas para o endereço a colocar em toda a correspondência a enviar para as unidades expedicionárias obrigavam a que dele apenas constasse o nome, posto, e numero e o indicativo de SPM atribuído.
A organização geral do SPM consistia numa Chefia em Lisboa, pelo menos uma Estação Postal Principal em cada território, e dentro destes tantas Estações Postais Secundarias quantas as que se revelaram necessárias face ao respectivo movimento postal, e ao numero de PMCs (Posto Militar de Correio), cada um destes apoiando ate 2500 homens. No fim da cadeia, havia em cada unidade um (EDPU) Encarregado da Delegação Postal da Unidade normalmente o(s) cabo(s) escriturário(s) da(s) unidade(s), que recebiam formação especifica para essas funções.
Em 21Jul61 entrou em funcionamento em Luanda a Estação Postal Militar Principal nº 6, menos de um mês depois da criação do SPM! Quando se iniciaram as hostilidades na Guine e em Moçambique já ali se encontrava completamente operacional o SPM.
O SPM foi um serviço totalmente constituído por milicianos, nele tendo servido 202 oficiais e 504 sargentos. O seu quadro foi constituído inicialmente apenas por funcionários dos CTT e CTTU, graduados em oficiais e sargentos conforme a sua posição hierárquica nos seus serviços. A partir de 1966 o recrutamento passou a fazer-se entre oficiais e sargentos milicianos da metrópole a quem era dado um curso específico no Centro de Instrução do SPM no Forte do Bom Sucesso em Lisboa.
O serviço prestado pelo SPM foi notável. Muito para além dos números impressionantes de milhões de aerogramas, cartas, encomendas, vales do correio e valores declarados, por eles tratados e enviados; durante os anos de guerra a expedição média diária foi de 10 toneladas de correio(!!!) para um total transportado de 21 mil toneladas.
É que nunca falhou, mesmo nos locais mais perigosos difíceis e isolados, e os prazos médios entre a expedição e a recepção eram mínimos.
Só quem ali viveu esses tempos pode testemunhar o alvoroço e a alegria da chegada do correio, o conforto e ajuda que todos sentíamos pelas noticias da família e dos amigos.
O SPM foi extinto em 10 de Julho de 1981, cessando toda a sua actividade em 31 de Dezembro de 1981.
Com a discrição com que iniciaram os seus trabalhos, assim os terminaram, como se nada de especial tivessem feito, naturalmente sem reconhecimento público assinalável.
O SPM que escolheu como divisa do seu guião "A vida por uma mensagem" bem a honrou ate ao fim.
Ao Capitão Miliciano ERNESTO TAPADAS, e a todos os que integraram o SPM durante toda a sua existência, é devida uma enorme gratidão por milhões de portugueses; por todos os que, de 1961 a 1975, serviram na Índia, em Africa, em Macau e em Timor, e também por todas as suas famílias que em Portugal mitigavam as saudades e as suas angustias com as noticias dos seus filhos tão longe.
Os que estiveram na guerra nunca os esquecem!
Nota:
A informação relevante acima descrita foi retirada do livro "Historia do Serviço Postal Militar" de Eduardo Barreiros e Luís Barreiros, ISBN 972-9119-65-1
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Hipólito disse...
Assim, sim . . .
Isto é que é transcendência . . .
Não vos dizia que, há muito, merecia uma medalha e o "néctar" ?!!!
25 de Maio de 2010 23:12
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raulpsinos disse...
Eu nunca tive dúvidas da importância do SPM e sobretudo do trabalho do Hipólito em Tite.
"Como eu o recordo de sacola às costas e na bicicleta quando da distribuição do correio pelos diversos serviços em Tite"
"E era vê-lo todo vaidoso, direito em tal velocípide, acompanhando com a cabeça o resultado da sua entrega ao soldadito"
Agora a sério. Vi alguns camaradas a criticar o amigo, sem qualquer culpa, por não chegado atempadamente o correio que tanto esperavam da família.
Aquele abraço Hipo
Pica Sinos
Cristo-rei
segunda-feira, 24 de maio de 2010
As Farpas de Eça de Queirós, em 1872.
"...nós estamos num estado comparável sómente à Grécia: mesma pobreza, mesma indignidade política, mesma trapalhada económica, mesmo abaixamento de caracteres, mesma decadência de espírito. Nos livros estrangeiros, nas revistas, quando se fala num país caótico e que pela sua decadência progressiva, poderá ...vir a ser riscado do mapa da Europa, citam-se a par, a Grécia e Portugal".
Eça de Queirós, em 1872, no seu livro As Farpas
(pelo Pica Sinos)
Capelão Luis Silva e Capitão Paraiso Pinto
O Luis Traquino já deu sinal de vida.
Já recebi a vossa mensagem e aproveito para deixar o meu número de telemóvel para que me possam contactar quando necessário:
916 728 815.
Cumprimentos.
Luis Traquino
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Traquino
É bom saber de ti.
Se quiseres podes mandar algumas fotos tuas por email para
bart1914@gmail.com
e as mesmas serão publicadas.
Um abraço para ti e votos de boa saúde.
A foto do cabeçalho.
domingo, 23 de maio de 2010
UMA DAS MUITAS EMBOSCADAS NA GUINÉ
Em 1969, Spínola convidou uns jornalistas franceses para acompanharem um grupo numa saída, na zona de Teixeira Pinto (Canchungo). Era de rotina e Spínola queria demonstrar que estava tudo controlado. Azar. Caíram numa emboscada. São cerca de 13 minutos de filme.
Se queres ver o filme copia o endereço electrónico em baixo e coloca no Google ou clica no vermelho e espera que abra.
Demora uns segundos
http://www.ina.fr/playlist/sport/ma-premiere-selection.248492.fr.html
http://www.ina.fr/playlist/sport/ma-premiere-selection.248492.fr.html
Pica Sinos
sábado, 22 de maio de 2010
Um miminho do Justo para o Gentil...
Os burros, o mercado de acções e a crise... Só do Hipólito...
Os burros, o mercado de acções e a crise:
Certo dia, numa pequena e distante vila, apareceu um homem a anunciar que compraria burros a 5 euros cada. Como havia muitos burros na região, todos os habitantes da pequena vila começaram a caça ao burro. O homem acabou por comprar centenas de burros a 5 euros. Quando os habitantes diminuiram o esforço na caça, o homem passou a oferecer 10 euros por cada burro.
Toda a gente foi novamente à caça, mas os burros começaram a escassear e a caça foi diminuindo.
É então que o homem aumenta a oferta para 25 euros por burro, mas a quantidade de burros ficou tão reduzida que já não compensava o esforço de ir à caça.
O homem anunciou então que compraria os burros a 50 euros. Mas que teria que se ausentar por uns dias e deixaria o seu assistente responsável pela compra dos burros.
É então que, na ausência, do homem o assistente faz esta proposta aos habitantes da pequena vila:
- Sabéis os burros que o meu patrão vos comprou? E se eu vos vendesse esses burros a 35 euros cada? E assim que o meu patrão voltar vós podeis vende-los a ele pelos 50 euros que ele oferece, e ganhais uma pipa de massa!!! Que acham?
Toda a gente concordou. Reuniram todas as economias e compraram as centenas de burros ao assistente por 35 euros cada um.
Os dias passaram e eles nunca mais viram o homem nem o seu assistente - somente burros por todo o lado !
Entendeste agora como funciona o mercado de acções e porque apareceu a crise?
Hipólito.
A presença feminina no nosso almoço em Penafiel
O Luis Silva e o João Braga - pelo José Justo.
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Fotos do almoço em Penafiel - 1ª. parte de muitas partes...
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Gentil está livre...
O nosso companheiro Gentil Félix Lourenço, está definitivamente livre da doença que teimosamente o apoquentava há algum tempo, tendo-o obrigado a algumas semanas de internamento hospitalat. Após tratamentos de alguma violência, próprios desta doença e depois de vários exames muito especificos, teve hoje a boa noticia de que já não tem nada que o possa preocupar. Continuará a fazer exames periódicos que ajudarão a verificar que tudo continuará bem. Desejamos que assim continues companheiro e acredita que todos nós ficamos contentes com esta boa noticia. Um abraço.
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quarta-feira, 19 de maio de 2010
À procura de noticias de Tite
[ http://carlosilva-guine.i9tc.com/site/index.php?option=com_content&view=article&id=75&Itemid=101 ]
que foi substituir o Pel de Morteiros 19 (este o que recebeu o embate do início da Guerra na Guiné)
[ http://carlosilva-guine.i9tc.com/site/index.php?option=com_content&view=article&id=33&Itemid=56 ]
, ”vivi” a Ilha do Cômo (uns 9 meses), depois Cufar(4 meses) e só pelo final fiquei a acumular Armas Pesadas e Operações, com o BCaç 1860
[ http://www.carlosilva-guine.i9tc.com/site/index.php?option=com_content&view=article&id=76&Itemid=102 ]
mas apenas até aos últimos dias do ano de 1965. Fui requisitado para ficar ás Ordens do CEM (como Ranger). O Pelotão 912 esteve de Outubro de 63 a Out 65 e eu (rendição individual) de meados de 64 a Setembro de 66. Do que ficou construído, vós mesmos fostes os beneficiários. Como usaram, o que edificaram, geriram ou o destruíram, V. o sabeis. Acerca do Pós BArt 1914 , tomei conhecimento, com alguma tristeza, da destruição do Muro/Monumento, destinado a proteger o Hastear e Arrear da Bandeira e cuja decoração era (foi) emblemática e também tinha a “minha mão” Do que foi estudado sobre Tite, é praticamente nulo. O que escrevi acerca de Tite (http://blogueforanadaevaotres.blogspot.com/2009/05/guine-6374-p4401-quartel-de-tite.html)
é tão só a evolução da fixação das povoações naquele período de tempo que mediou o BCa237/599 e o BCaç 1860, que Vos antecedeu, por haver conseguido a sensibilizar o CMDT de Batalhão e o 2º CMDT, respectivamente o Ten Cor Costa Almeida e o Major Jasmins de Freitas, que acederam em Ordenar ao Furriel Mil SAM José Soares fosse efectuado aquele levantamento que se vê. Não existe, na prática, História dos Batalhões e demais Sub Unidades (excepção do Pel Mort 912 e CCaç 797 - http://carlosilva-guine.i9tc.com/site/index.php?option=com_content&view=article&id=82&Itemid=110 ]
que V antecederam, com excepção do BCaç 1860, Relatório Final que V posso remeter. Do Pel de Morteiros 912, além do Relatório do CMDT, existe o que escrevi apenas sobre a Secção (reduzida) que Comandei. Os demais elementos do Pel Indep de Mort 912, querem que apareça escrito, mas não querem tomar iniciativas, mesmo orais, para que tal possa ser feito. Estas as Unidades que consegui coligir Docs para publicação. Vós, como eu, também andam na busca das Memórias. Como compreendo! Procura no Bat Cav 2867
( http://carlosilva-guine.i9tc.com/site/index.php?option=com_content&view=article&id=117&Itemid=160&showall=1 )
que Vos procedeu. Acerca do Mail, por onde foste guiado pelo Marques Lopes, é destinado aos passatempos habituais e ele sabe, porque é beneficiário. Por outro lado tu mesmo podias clicar neste teu seguidor e lá tenho o Contacto. Se entenderes ou necessitares algo mais relacionada, por favor usa este (para assuntos sérios). Já vi que o (este) apelo já lá consta no Blogue, mas só amanhã é que terias esta resposta.
Abraços, do Santos Oliveira

























