Ao nosso amigo Viana, de Pedras Rubras, enviamos um forte
abraço de parabens e os votos de boas melhoras.Batalhão de Artilharia 1914
“Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma”
(Do Padre António Vieira, no "Sermão da Terceira Quarta-Feira da Quaresma", na Capela Real, ano 1669. Lembrado pelo ex-furriel milº Patoleia Mendes, dirigido-se aos ex-combatentes da guerra do Ultramar.).
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"Ó gentes do meu Batalhão, agora é que eu percebi, esta amizade que sinto, foi de vós que a recebi…"
(José Justo)
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“Ninguém desce vivo duma cruz!...”
"Amigo é aquele que na guerra, nos defende duma bala com o seu próprio corpo"
António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente
referindo-se aos ex-combatentes da guerra do Ultramar
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“Aos Combatentes que no Entroncamento da vida, encontraram os Caminhos da Pátria”
Frase inscrita no Monumento aos Heróis da Guerra do Ultramar, no Entroncamento.
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"Tite é uma memória em ruínas, que se vai extinguindo á medida que cada um de nós partir para “outra comissão” e quando isso nos acontecer a todos, seremos, nós e Tite, uma memória que apenas existirá, na melhor das hipóteses, nas páginas da história."
Batalhão de Artilharia 1914, Tite/Guiné
Não
voltaram todos… com lágrimas que não se veem, com choro que não se ouve… Aqui
estamos, em sentido e silenciosos, com Eles, prestando-Lhes a nossa Homenagem.
Ponte de Lima, Monumento aos Heróis
da Guerra do Ultramar
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segunda-feira, 29 de janeiro de 2018
sábado, 27 de janeiro de 2018
O Pires passa hoje mais um aniversário
quinta-feira, 11 de janeiro de 2018
O Monteiro está hoje de parabéns
quarta-feira, 10 de janeiro de 2018
Assentar Praça há 52 anos . algumas memórias do Leandro Guedes
Daqui para a frente são algumas recordações da Guiné.
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| Bilhete de Identidade Militar, já como furriel milº. |
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| Louvor atribuído pelo Comandante de Batalhão, em 27 de Setembro de 1968. Neste mesmo dia foi também atribuído louvor ao António Cavaleiro e ao Carlos Marinho. |
Este era o meu canto, onde estava a minha cama e uma pequena mesa. Aqui dormia, escrevia, lia a correspondência. Nesta cama passei nove penosos dias, com uma crise de Malária que me ia levando desta para melhor. Nestas fotos destaco três - Mireille Mathieu, cantora francesa da época, um post da minha cidade do Porto e uma tartaruga, animal simpático.
Bela foto de Tite - do Correia dos Santos
Nota - se fizerem zoom em cima da fotografia, vão reparar que no fim das árvores, ao longo da estrada, do lado esquerdo, vê-se um telhado de "duas águas". Esse era o telhado da pequena capela católica, local de culto que estava aos cuidados do nosso capelão alferes Luis Costa e Silva e do sacristão Hipólito de Almeida e Sousa e cuja imagem está, salvo erro, ao cuidado do BART 6520.
As memórias do José da Costa.
José da Costa".





























