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“Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma”


(Do Padre António Vieira, no "Sermão da Terceira Quarta-Feira da Quaresma", na Capela Real, ano 1669. Lembrado pelo ex-furriel milº Patoleia Mendes, dirigido-se aos ex-combatentes da guerra colonial.).

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"Ó gentes do meu Batalhão, agora é que eu percebi, esta amizade que sinto, foi de vós que a recebi…"

(José Justo)

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“Ninguém desce vivo duma cruz!...”

"Amigo é aquele que na guerra, nos defende duma bala com o seu próprio corpo"

António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente

referindo-se aos ex-combatentes da guerra colonial

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Eles,
Fizeram guerra sem saber a quem, morreram nela sem saber por quê..., então, por prémio ao menos se lhes dê, justa memória a projectar no além...

Jaime Umbelino, 2002 – in Monumento aos Heróis da Guerra Colonial, em Torres Vedras
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“Aos Combatentes que no Entroncamento da vida, encontraram os Caminhos da Pátria”

Frase inscrita no Monumento aos Heróis da Guerra Colonial, no Entroncamento.


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EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

RECONHECIMENTO

ESTES SÃO OS EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART. FALTAM AQUI OS EMBLEMAS DAS UNIDADES DA ARMADA E DA FORÇA AÉREA QUE TANTAS VEZES FORAM AO ENXUDÉ, A TITE, A NOVA SINTRA E OUTROS AQUARTELAMENTOS, PARA ENTREGA E LEVANTAMENTO DE CORREIO, O SPM, REABASTECIMENTOS DE GÉNEROS E MATERIAL BÉLICO E OUTRO DIVERSO, OU PARA EVACUAÇÃO DE MORTOS E FERIDOS E TAMBÉM PARA FLAGELAÇÃO DO IN. E AINDA VÁRIAS UNIDADES DE INTERVENÇÃO RÁPIDA TAIS COMO PARAQUEDISTAS, FUZILEIROS, COMANDOS E OUTRAS COMPANHIAS, PELOTÕES OU SECÇÕES, PARA AJUDA EM MOMENTOS MAIS DIFICEIS, NÃO ESQUECENDO AS ENFERMEIRAS PARA-QUEDISTAS.
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quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Lembrando uma caldeirada em Peniche

Companheiros
Porque vale sempre a pena lembrar, rever, reviver as coisas boas, aqui publicamos novamente um video feito pelo Pica, sobre uma bem festejada caldeirada em Peniche, organizada pelo Henriques e que aconteceu há dois anos atrás.
LG.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

O almoço em Peniche, organizado pelo Henrique

O Henrique

Amigos!Nunca o significado de: “Mais vale um pássaro na mão que dois a voar” se aplica tão bem neste caso que agora passo a narrar. Ontem de dia 8, fui encontrar-me com alguns amigos de armas dos tempos da guerra colonial que prestaram serviço em TITE-Guiné-Bissau. O encontro foi na linda cidade piscatória de Peniche. O anfitrião como não podia deixar de ser é o Henrique. Este amigo nado e criado nesta linda Cidade, recebeu-nos com toda a cortesia e amizade de mais de 40 anos no colo das suas gentes.Depois de um belo repasto, onde meteu sardinhas assadas na brasa, diga-se de passagem estavam uma delícia. Eu falo por experiência própria não fosse um “Vareiro” também nado e criado em Ovar. Já agora vejam este vídeo que fiz de umas fotos de minha autoria dos anos 80 na “minha” praia do Furadouro:


Sobre o repasto deixo para o Pica pois ele sabe bem descrever e com humor por vezes, o que se passou á volta da mesa.De regresso ao centro de Peniche, o Henrique falou que havia ali uma “tasquinha” que confeccionava uma das mais conhecidas especialidades de Peniche, os “S” doce típico da região. Lá chegados e perguntando á comerciante se tinha os famosos “S” logo disse que sim. Feito os pedidos pela rapaziada de umas tantas caixas, a senhora disse que o que havia não chegava mas, que ia arranjar mais. Para não ficarmos ali á espera, dissemos que ela preparasse uns tantos que mais tarde passaríamos por ali. Fomos dar uma espreitadela a outra confeitaria para adquirir os “amigos de Peniche” e demos com eles esgotados! Não desarmamos, sim porque de armas percebemos nós.

O Costa

Fomos a outra confeitaria e compramos os ditos “amigos de Peniche”. Pelo sim, pelo não, pedi á menina que colocasse dentro da caixa uns tantos “S”. E foi o que me valeu. Então de regresso á “tasquinha” para levantar a encomenda, cruzamo-nos com uns amigos do Henrique que vinham da direcção contrária á nossa com umas caixinhas de “S”. Na brincadeira até dissemos: Essas são as nossas caixas! Seguindo-se longas risadas de todos nós. Mas o último riso foi amarelo. Então na “tasquinha” estava a dita comerciante, nada simpática a confeccionar para ainda serem colocados no forno os “nossos S” pois aqueles que nos pertenciam e que tinham sido colocados de lado pra nós, os amigos do Henrique levaram! Daí, aquela máxima que a nossa comerciante colocou em prática. “Mais vale um pássaro na mão que dois a voar”.Resultado, não fosse eu ter pedido á menina de outro estabelecimento que me aviou os “amigos de Peniche” para colocar uns “S” misturados eu ainda hoje estaria augado!É caso para dizer: Que amiga (comerciante) de Peniche heim!

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Tropa fandanga


Caro "furriel" Guedes. Não sei se recorda o nome e a pessoa...Justo...era um dos operadores de Cripto do BART 1914...eu o Pica Sinos e Cavaleiro...recorda-se ??Foi o Cavaleiro que me deu a conhecer o seu Blog, que já consultei, mas com pena só consigo ver a msg de abertura, e nada mais...devo estar a fazer burrada ?? É com prazer que sei de mais um "guerreiro" dos tempos da guerra, que é feito de si ? Para já fico por aqui, até muito breve com mais noticias.Um grande abraço e gostei de saber de si. Zé Justo hrjusto@sapo.pt