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“Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma”
(Do Padre António Vieira, no "Sermão da Terceira Quarta-Feira da Quaresma", na Capela Real, ano 1669. Lembrado pelo ex-furriel milº Patoleia Mendes, dirigido-se aos ex-combatentes da guerra colonial.).
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"Ó gentes do meu Batalhão, agora é que eu percebi, esta amizade que sinto, foi de vós que a recebi…"
(José Justo)
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“Ninguém desce vivo duma cruz!...”
"Amigo é aquele que na guerra, nos defende duma bala com o seu próprio corpo"
António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente
referindo-se aos ex-combatentes da guerra colonial
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“Aos Combatentes que no Entroncamento da vida, encontraram os Caminhos da Pátria”
Frase inscrita no Monumento aos Heróis da Guerra Colonial, no Entroncamento.
RECONHECIMENTO
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Amigos
quinta-feira, 9 de abril de 2009
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Acidentes auto...impressionante !!
http://www.wreckedexotics.com/newphotos/videos/028.shtml
Descrição:
Este video foi considerado como contendo as melhores cenas de filme crash históry.
As cenas são tão envolventes e realistas ao longo do filme, que o torna bastante dramático.
Todo mundo morre de uma maneira horrível.
YouTube - Google
Zé Justo
sábado, 25 de outubro de 2008
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Fernando Santiago Mendes de Assis Pacheco sábado, 27 de setembro de 2008
Um T-6 e uma situação insólita !!
O T-6 que se vê na foto, aterrou de "papo" ??!!
Aconteceu em Angola em 1969 e foi-me narrado pelo meu maior amigo. Soldado na altura, sempre foi estudante esforçado, acabou o 5ª ano em Luanda, continuou os estudos, e é hoje um prestígiado advogado.
É um excelente conversador e recordamos muitas vezes histórias daqueles tempos de guerra.
Por tal, que me perdoem, mas não resisti a este pequeno intróito.
Ora este T-6 fez-se ao aérodromo da Companhia onde estava o meu amigo, e como habitualmente o pessoal deslocou-se para manter segurança.
No entanto todos ficaram espantados ao ver que o aparelho se fazia à pista, voando cada vez mais baixo, mas...COM OS TRENS DE ATERRAGEM RECOLHIDOS !!
Todos pensaram que seria uma aterragem de emergência, por avaria nos sistemas, e apressaram-se para o avião.
Quando chegaram junto, viram o piloto no cockpit muito branco e quase em estado de choque.
Questionado sobre o sucedido, explicou um pouco incrédulo:
- Andei toda a man
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Concerto do Coro Russo "Credo", em Torres Vedras
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Chapas de Identificação Militar
Distríbuidas a todos os militares em teatros de guerra, tinham gravado o número mecanográfico e o apelido.
Em caso de morte em combate, e sendo impossível remover o corpo, a chapa era partida pelo picotado, ficando a metade com a corrente ao pescoço do militar (ou metia-se na boca) e sendo levada a outra para posterior identificação.
Outros modelos de chapas de identificação:
Americano, composto por duas placas protegidas com borracha antiruidos.
Russo e Alemão que era gravado a laser.
Google
domingo, 14 de setembro de 2008
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Apêlo...
segunda-feira, 21 de julho de 2008
Traduzir qualquer Blog em Inglês
sexta-feira, 13 de junho de 2008
A manifestação dos camionistas
Como nem só de tropa vive o homem e para inicio de conversa eu não alinho no pensamento imanado dos politicos do governo ou da oposição, sejam eles quem forem e muitos menos de comentadores papagaios "que quando não sabem, explicam" nem tão pouco de jornalistas a maior parte das vezes mal informados e impreparados para as matérias que abordam nos seus longos telejornais.E eles têm essa força, não se esqueçam!
Mas eu não o sendo, toda a minha vida profissional trabalhei de perto com camionistas, uns sendo patrões tendo empregados para conduzirem os camiões, outros sendo patrões trabalhadores, ou seja conduzindo as próprias viaturas.
E a ideia que tenho desta gente é de simpatia generalizada e de muito respeito pelo seu trabalho. Trabalham normalmnente em condições dificeis, a concorrencia é muita, são sugados diariamente pelos impostos do Estado e pela fiscalização da Policia, os preços que praticam são esmagados ao máximo não só pelos colegas que se "comem" uns aos outros, mas também pelos próprios clientes que sabendo da sua fragilidade, são eles mesmos a fazerem os preços dos fretes ou mesmo dos materiais a fornecer para não falar dos prazos médios de pagamento que impôem muitas vezes a rondar os 180 dias. Se falta cimento passam noites a fio à porta das cimenteiras. Se falta ferro passam horas a fio à porta das siderurgias. Se falta tijolo e telha, horas a fio à porta das ceramicas. Se o gasóleo está caro têm que ir a Espanha abastecer os camiões e os clientes não deixam actualizar os preços.
A sua dificuldade em andar nas estradas ditas nacionais é muita e só há meia duzia de anos a esta parte os restantes automobilistas, tendo mais consciencia do que é a dificuldade de conduzir um camião, são mais simpáticos para com os camionistas dando-lhes passagem, ajudando-os muitas vezes na procura de endereços em terras que eles desconhecem.
No entanto, há meia duzia de dias, para surpresas dos bem falantes, dos jornalistas e dos governantes e dos politicos em geral, os camionistas uniram-se, mostrando uma grande capacidade de reeinvidicação.
Não fizeram mais que aderir aos pedidos dos Presidentes da Republica para que O POVO NÃO SE RESIGNE E MANTENHA O SEU DIREITO À INDIGNAÇÃO.
Há sempre excessos, como em todas as profissões, só não há excessos naqueles que ganham ordenados milionários ou têm reformas douradas. Mas para estes excessos contribuem sempre as televisões que, sabe-se lá com que objectivos e a mando de quem, insistem na recolha de imagens violentas o que provoca mais violencia e até um certo apetite para a "cena"
Mas este acto dos camionistas provocou aquilo que o primeiro ministro disse - QUE O ESTADO ESTEVE VULNERAVEL.
O alerta que faço é que agora foram os camionistas, mas já se fala nos taxis e nos agricultores. Todos terão as suas razões. O pior será quando chegar à alimentação.
O que não pode continuar é o facto de as petroliferas estarem a sugar todo um povo, no seu trabalho, no seu suor, provocando-lhe as lágrimas duma vida desfeita e eternamente hipotecada.
E não pode o Sr. Presidente da Republica assistir a tudo isto, sem aparentemente mexer uma palha.
Prevejam o tsunami enquanto é tempo, mas prevejam-no tomando as precauções próprias para desafogar a vida do povo português, principalmente dos mais desfavorecidos e não como é costume, favorecendo e acautelando os bolsos dos ricos e poderosos.
Leandro Guedes
quinta-feira, 12 de junho de 2008
Camerata Vocal de Torres Vedras - Concerto duma noite de Verão

quarta-feira, 11 de junho de 2008
Noruega e Portugal. Vamos comparar?

'Na Noruega, o horário de trabalho começa cedo (às 8 horas) e acaba cedo (às 15.30). As mães e os pais noruegueses têm uma parte significativa dos seus dias para serem pais, para proporcionar aos filhos algo mais do que um serão de televisão ou videojogos. Têm um ano de licença de maternidade e nunca ouviram falar de despedimentos por gravidez.'
'A riqueza que produzem nos seus trabalhos garante-lhes o maior nível salarial da Europa. Que é também, desculpem-me os menos sensíveis ao argumento, o mais igualitário. Todos descontam um IRS limpo e transparente que não é depois desbaratado em rotundas e estatuária kitsh, nem em auto-estradas (só têm 200 quilómetros dessas «alavancas de progresso»), nem em Expos e Euros, nem nas chorudas reformas milionárias de alguns, nem nos altos salários de quadros e gestores publicos e privados que nada gerem a não ser os seus bolsos.' 'É tempo de os empresários portugueses constatarem que, na Noruega, a fuga ao fisco não é uma «vantagem competitiva». Ali, o cruzamento de dados «devassa» as contas bancárias, as apólices de seguros, as propriedades móveis e imóveis e as «ofertas» de património a familiares que, em Portugal, país de gentes inventivas, garantem anonimato aos crimes e «confundem» os poucos olhos que se dedicam ao combate à fraude económica.'
'Mais do que os costumeiros «bons negócios», deviam os empresários portugueses e seus gestores pôr os olhos naquilo que a Noruega tem para nos ensinar. E, já agora, os políticos e os gestores publicos. Numa crónica inspirada, o correspondente da TSF naquele país, afiança que os ministros não se medem pelas gravatas, nem pela alta cilindrada das suas frotas. Pelo contrário, andam de metro, e não se ofendem quando os tratam por tu. Aqui, cada ministério faz uso de dezenas de carros topo de gama, com vidros fumados para não dar lastro às ideias de transparência dos cidadãos. Os ministros portugueses fazem-se preceder de batedores motorizados, poluem o ambiente, dão maus exemplos e gastam a rodos o dinheiro que escasseia para assuntos verdadeiramente importantes.' 'Mais: os noruegueses sabem que não se «projecta o nome do país» com despesismos faraónicos, basta ser-se sensato e fazer da gestão das contas públicas um exercício de ética e responsabilidade. Arafat e Rabin assinaram um tratado de paz em Oslo. E, que se saiba, não foi preciso desbaratarem milhões de contos para que o nome da capital norueguesa corresse mundo por uma boa causa.' 'Até os clubes de futebol noruegueses, que pedem meças aos seus congéneres lusos em competições internacionais, nunca precisaram de pagar aos seus jogadores 400 salários mínimos por mês para que estes joguem à bola. Nas gélidas terras dos vikings conheci empresários portugueses que ali montaram negócios florescentes. Um deles, isolado numa ilha acima do círculo polar Árctico, deixava elogios rasgados à «social-democracia nórdica». Ao tempo para viver e à segurança social.' 'Ali, naquele país, também há patos-bravos. Mas para os vermos precisamos de apontar binóculos para o céu. Não andam de jipe e óculos escuros. Não clamam por messias nem por prebendas. Não se queixam do «excessivo peso do Estado», para depois exigirem isenções e subsídios.
Catando disparates...

domingo, 8 de junho de 2008
Porque não nacionalizar?...
sexta-feira, 6 de junho de 2008
Carta ao Serafim...

Carta ao Serafim...do “Incendiário do Casino”
Meu caro amigo, gostei bastante de ver nas fotos do almoço 2008, o ar bastante jovem e um pouquinho mais “largo” que nos idos tempos de Guiné.
Folgo saber que a grande maioria dos antigos companheiros de armas e hoje amigos, estão com um looking de invejar.
Chamou-me a atenção os vossos anos de trabalho e as referências ao Casino do Estoril, tanto do Serafim como do saudoso “Porto”.
Tenho três histórias sobre o Casino, e aqui vai a primeira:
Será que o Serafim se recorda deste episódio, que embora tenha ocorrido nos aos 70 e poucos, pelas suas repercussões, é provável que ele tenha registado.
Tinha à época o Casino, bastantes montras do tipo fechado e eu decorava duas para a firma J.Paulo.
Uma delas ficava do lado esquerdo de quem entrava para a antiga zona dos jogos de mesa - conheci o enorme salão de jogos principal...mas durante o dia, pois ao tempo, ainda não tinha nem idade nem “cabedais” para ser habitué de tais ambientes.
Ora tinha que decorar uma delas com puxadores e acessórios para portas em porcelanas e latões de bastante requinte.
Fiz uns blocos enormes em esferovite, coloridos e dourados, e para realçar enchi-os de lâmpadas também nos tons da pintura.
O único ponto de luz extra a iluminação da montra, era uma banalíssima tomada de parede, e feita a ligação em série das luzes, tudo ficou muito lindo.
Estive práticamente um dia inteiro no Casino, e na realidade a montra ficou bastante sujestiva.
Se nessa época o Serafim ou o “Porto” já lá estariam, é muito provável que nos tivesse-mos cruzado !!.
No dia seguinte recebo a noticia que A “MINHA” MONTRA TINHA ARDIDO TOTALMENTE !!
Fiquei para cair...dirigimo-nos de imediato para o Casino, eu e o gerente da firma, e o espectáculo era assustador.
Quase não se percebia que aquele buracão todo negro, tinha sido uma montra repleta de bonitos acessórios.
Resumindo...como a montra era totalmente fechada, e não tinha nenhuma saída de ar, o calor concentrado das cerca de 20 lâmpadas coloridas, começou a derreter a esferovite, e pegou ao forro de papel-veludo.
Não posso deixar de referir, que o responsável pela parte das montras e exposições de pintura temporárias do Casino foi impecável, assumindo os prejuizos, mas claro o material estragado...kaput !!
Foram também bastante eficientes ao debelar rapidamente o sinistro, embora com todos aqueles materiais inflamáveis pouco houvesse a fazer.
Amigo Serafim, será que já lá estarias neste tempo 73/74 ?? e se sim, recordas este episódio ?
As outras duas histórias, narrarei em breve.
Um grande abraço
Zé Justo
quarta-feira, 4 de junho de 2008
Calma.... Relaxa que dia 10 de Junho TEMOS OUTRO FERIADO!




