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“Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma”


(Do Padre António Vieira, no "Sermão da Terceira Quarta-Feira da Quaresma", na Capela Real, ano 1669. Lembrado pelo ex-furriel milº Patoleia Mendes, dirigido-se aos ex-combatentes da guerra colonial.).

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"Ó gentes do meu Batalhão, agora é que eu percebi, esta amizade que sinto, foi de vós que a recebi…"

(José Justo)

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“Ninguém desce vivo duma cruz!...”

"Amigo é aquele que na guerra, nos defende duma bala com o seu próprio corpo"

António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente

referindo-se aos ex-combatentes da guerra colonial

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Eles,
Fizeram guerra sem saber a quem, morreram nela sem saber por quê..., então, por prémio ao menos se lhes dê, justa memória a projectar no além...

Jaime Umbelino, 2002 – in Monumento aos Heróis da Guerra Colonial, em Torres Vedras
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“Aos Combatentes que no Entroncamento da vida, encontraram os Caminhos da Pátria”

Frase inscrita no Monumento aos Heróis da Guerra Colonial, no Entroncamento.


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EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

RECONHECIMENTO

ESTES SÃO OS EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART. FALTAM AQUI OS EMBLEMAS DAS UNIDADES DA ARMADA E DA FORÇA AÉREA QUE TANTAS VEZES FORAM AO ENXUDÉ, A TITE, A NOVA SINTRA E OUTROS AQUARTELAMENTOS, PARA ENTREGA E LEVANTAMENTO DE CORREIO, O SPM, REABASTECIMENTOS DE GÉNEROS E MATERIAL BÉLICO E OUTRO DIVERSO, OU PARA EVACUAÇÃO DE MORTOS E FERIDOS E TAMBÉM PARA FLAGELAÇÃO DO IN. E AINDA VÁRIAS UNIDADES DE INTERVENÇÃO RÁPIDA TAIS COMO PARAQUEDISTAS, FUZILEIROS, COMANDOS E OUTRAS COMPANHIAS, PELOTÕES OU SECÇÕES, PARA AJUDA EM MOMENTOS MAIS DIFICEIS, NÃO ESQUECENDO AS ENFERMEIRAS PARA-QUEDISTAS.
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quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Informação aos Camaradas e Visitantes do Blog

Nestes tempos de crise, o corpo redactorial deste blog foi convocado como Tropas de Reserva, a prestar de novo serviço militar, para o que já iniciaram treinos de tiro.

É espectante que por uns tempos estes militares estejam desaparecidos devido ao secretismo das missões para que foram nomeados.

A Bem da Nação

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Amigos
A Aldinha espetou com o téléle no chão e o cérebro do dito-cujo ficou feito num molho !!
Só hoje vimos a vossa simpática msg que muito nos sensibilizou.
É bom saber que falam em mim...faço ideia...os directores Blogueiros devem ter-me desancado...mas eu mereço, e tenho bom corpito para aguentar umas brodoadas !!
Gostei de vos ver mais uma vez de volta dos discos e tintos...e o Costa, conseguia abrir os olhos, depois da noitada que ele anunciou ?
Está-me a sair cá um macacão o safado...tem mais rotação que uns discos de 78 que ainda por cá ponho a cantar !!
Rapaziada,
Pica, Cavaleiro, Guedes, Contige, Hipólito, Reguila, Costa, Zé Manel, Correia e Monteiro,
de novo um obrigadão pela vossa lembrança.
Este SMS levou-me a recordar com os meus, alguns episódios passados na vossa companhia, por terras de além mar, e voltar ao album de fotos do antigamente na Terra Vermelha !!
XXXcorações e tudo de bom, como vocês merecem.
Justo

quinta-feira, 9 de abril de 2009

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Acidentes auto...impressionante !! http://www.wreckedexotics.com/newphotos/videos/028.shtml Descrição: Este video foi considerado como contendo as melhores cenas de filme crash históry. As cenas são tão envolventes e realistas ao longo do filme, que o torna bastante dramático. Todo mundo morre de uma maneira horrível. YouTube - Google Zé Justo

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Fernando Santiago Mendes de Assis Pacheco
Nasceu em Coimbra, 1 de Fevereiro de 1937
Faleceu em Lisboa, 30 de Novembro de 1995.
Foi um jornalista, crítico e escritor português. Licenciado em Filologia Germânica pela Universidade de Coimbra, viveu nesta cidade até iniciar o serviço militar, em 1961. Filho de pai médico e de mãe doméstica, era seu avô materno galego (e casado com uma lavradeira da Bairrada) e seu avô paterno roceiro em São Tomé. Enquanto jovem, foi actor de teatro (TEUC e CITAC) e redactor da revista Vértice, o que lhe permitiu privar de perto com o poeta neo-realista Joaquim Namorado e com poetas da sua geração, como Manuel Alegre e José Carlos de Vasconcelos. Cumpriu parte do serviço militar em Portugal entre 1961 e 1963, tendo seguido como expedicionário para Angola, onde esteve até 1965. Inicialmente integrado num batalhão de cavalaria, viria a ser reciclado nos serviços auxiliares e colocado no Quartel-General da Região Militar de Angola.
Zé Justo
Google

sábado, 27 de setembro de 2008

Um T-6 e uma situação insólita !! O T-6 que se vê na foto, aterrou de "papo" ??!! Aconteceu em Angola em 1969 e foi-me narrado pelo meu maior amigo. Soldado na altura, sempre foi estudante esforçado, acabou o 5ª ano em Luanda, continuou os estudos, e é hoje um prestígiado advogado. É um excelente conversador e recordamos muitas vezes histórias daqueles tempos de guerra. Por tal, que me perdoem, mas não resisti a este pequeno intróito. Ora este T-6 fez-se ao aérodromo da Companhia onde estava o meu amigo, e como habitualmente o pessoal deslocou-se para manter segurança. No entanto todos ficaram espantados ao ver que o aparelho se fazia à pista, voando cada vez mais baixo, mas...COM OS TRENS DE ATERRAGEM RECOLHIDOS !! Todos pensaram que seria uma aterragem de emergência, por avaria nos sistemas, e apressaram-se para o avião. Quando chegaram junto, viram o piloto no cockpit muito branco e quase em estado de choque. Questionado sobre o sucedido, explicou um pouco incrédulo: - Andei toda a manhã com uma DO (Dornier de trem fixo) e não é que mentalmente bloquiei e nem me lembrei que estava a pilotar um T-6 (trens retráteis) !! Já não recordo como foi resolvido o caso, mas ainda hoje quando me lembro e revejo esta foto, não deixo de pensar que, até, talvez não seja tão impossível de acontecer, e quantos de nós de outra forma não vivemos situações semelhantes. Zé Justo
Em 1976 frequentei uma "colónia de férias" na Praia de Mira, uma localidade simpática algures entre a Figueira da Foz e Aveiro. Lembro-me muito bem de assistir a frequentes passagens dos T-6 que estavam estacionados na base de S. Jacinto, cerca de 30 km a norte da Praia de Mira. Quase sempre voavam junto à linha de costa e, muito melhor do que isso, voavam bem baixo. Na altura tinha 7 anos e, apesar da paixão pelos aviões já existir, ainda não sabia o nome do avião, facto que me deixava imensamente aborrecido pois queria dizê-lo aos colegas da colónia, mostrando-lhes que para além de gostar dos aviões, sabia coisas sobre eles, sobretudo os seus nomes. Não foi fácil de saber. Talvez só mais tarde, 3 ou 4 anos depois é que fiquei a saber que eram os T-6. Curiosamente, obtive essa informação de um familiar através da explicação do barulho do T-6. Disse eu, desconhecendo totalmente a veracidade da designação, que "são uns aviões cinzentos com o nariz vermelho, a hélice e que quando passam, fazem um ronco". Na mouche. Dito isso, o meu interlocutor afirmou, sem rodeios e com um largo sorriso "são os T-6 e são conhecidos precisamente pelo seu característico ronco!" Posto isto, é sempre com uma enorme emoção que vejo/revejo os T-6 nos festivais aéreos, seja em exposição, seja em voo e o seu ronco, ainda hoje me causa um arrepio de emoção! Missão cumprida por: António Luís às 11:50 Notam: , , ,

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Concerto do Coro Russo "Credo", em Torres Vedras

DIA INTERNACIONAL DA MÚSICA
Camerata Vocal de Torres Vedras em actuação conjunta com o
Coro de Câmara "Credo", da Russia
dia 1 de Outubro de 2008 – 21.30h
Igreja da Misericórdia - Torres Vedras
Entrada Livre
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segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Chapas de Identificação Militar Distríbuidas a todos os militares em teatros de guerra, tinham gravado o número mecanográfico e o apelido. Em caso de morte em combate, e sendo impossível remover o corpo, a chapa era partida pelo picotado, ficando a metade com a corrente ao pescoço do militar (ou metia-se na boca) e sendo levada a outra para posterior identificação. Outros modelos de chapas de identificação: Americano, composto por duas placas protegidas com borracha antiruidos. Russo e Alemão que era gravado a laser. Google

domingo, 14 de setembro de 2008

...salta...salta...Piriquito !! Era o "grito de guerra" dos "velhinhos" quando chegavam as tropas que os iriam render. Ainda recordo o quanto me custou esta recepção do pessoal do Batalhão que fomos render quando chegamos a Tite. No inverso, foi óptimo, quando fomos nós a dar as boas-vindas, passados os penosos 24 meses. Zé Justo

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Apêlo...

Meus amigos Ao consultar o contador de visitas recentes ao nosso blog, verifica-se que existem entradas de vários pontos do globo: - Estados Unidos, - Brasil, - Sao Tome e Principe - Africa do Sul - Moçambique - Espanha - Alemanha - Polónia - Noruega - Suécia Além de Portugal.
E algumas destas visitas com uma permanencia igual ou superior a cinco minutos. Será que a nossa gente está espalhada por todos estes lugares? O apêlo que faço é que cada um deles dê sinal de si e escrevam para o nosso blog ou mandem emails para Leandro Guedes - leandro.guedes@pluricanal.net
Raul Pica Sinos - raulpsinos@netcabo.pt
José Justo - hrjusto@sapo.pt
Ficamos todos à vossa espera. Abraços
Leandro Guedes

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Traduzir qualquer Blog em Inglês

Carissimos Amigas e Amigos Fiz uma descoberta acidental, mas que é bastante interessante !!Os Blog's em Português, podem ser traduzidos automáticamente para o Inglês.- clic com o botão direito do rato em qualquer zona do Blog.- clic "Page Info"- clic "Translate Page into English"e pronto...milagre, aparece todinho na lingua de Shakespeare !!Façam o teste: http://www.comoze.blogspot.com/ Beijos e Abraços Zé Justo

sexta-feira, 13 de junho de 2008

A manifestação dos camionistas

Como nem só de tropa vive o homem e para inicio de conversa eu não alinho no pensamento imanado dos politicos do governo ou da oposição, sejam eles quem forem e muitos menos de comentadores papagaios "que quando não sabem, explicam" nem tão pouco de jornalistas a maior parte das vezes mal informados e impreparados para as matérias que abordam nos seus longos telejornais.

Nos ultimos dias tem sido chique desancar nos camionistas - porque são incultos, porque não têm formação, porque se julgam com força suficiente para pararem o país.
E eles têm essa força, não se esqueçam!
Mas eu não o sendo, toda a minha vida profissional trabalhei de perto com camionistas, uns sendo patrões tendo empregados para conduzirem os camiões, outros sendo patrões trabalhadores, ou seja conduzindo as próprias viaturas.
E a ideia que tenho desta gente é de simpatia generalizada e de muito respeito pelo seu trabalho. Trabalham normalmnente em condições dificeis, a concorrencia é muita, são sugados diariamente pelos impostos do Estado e pela fiscalização da Policia, os preços que praticam são esmagados ao máximo não só pelos colegas que se "comem" uns aos outros, mas também pelos próprios clientes que sabendo da sua fragilidade, são eles mesmos a fazerem os preços dos fretes ou mesmo dos materiais a fornecer para não falar dos prazos médios de pagamento que impôem muitas vezes a rondar os 180 dias. Se falta cimento passam noites a fio à porta das cimenteiras. Se falta ferro passam horas a fio à porta das siderurgias. Se falta tijolo e telha, horas a fio à porta das ceramicas. Se o gasóleo está caro têm que ir a Espanha abastecer os camiões e os clientes não deixam actualizar os preços.
A sua dificuldade em andar nas estradas ditas nacionais é muita e só há meia duzia de anos a esta parte os restantes automobilistas, tendo mais consciencia do que é a dificuldade de conduzir um camião, são mais simpáticos para com os camionistas dando-lhes passagem, ajudando-os muitas vezes na procura de endereços em terras que eles desconhecem.
No entanto, há meia duzia de dias, para surpresas dos bem falantes, dos jornalistas e dos governantes e dos politicos em geral, os camionistas uniram-se, mostrando uma grande capacidade de reeinvidicação.
Não fizeram mais que aderir aos pedidos dos Presidentes da Republica para que O POVO NÃO SE RESIGNE E MANTENHA O SEU DIREITO À INDIGNAÇÃO.
Há sempre excessos, como em todas as profissões, só não há excessos naqueles que ganham ordenados milionários ou têm reformas douradas. Mas para estes excessos contribuem sempre as televisões que, sabe-se lá com que objectivos e a mando de quem, insistem na recolha de imagens violentas o que provoca mais violencia e até um certo apetite para a "cena"
Mas este acto dos camionistas provocou aquilo que o primeiro ministro disse - QUE O ESTADO ESTEVE VULNERAVEL.
O alerta que faço é que agora foram os camionistas, mas já se fala nos taxis e nos agricultores. Todos terão as suas razões. O pior será quando chegar à alimentação.
O que não pode continuar é o facto de as petroliferas estarem a sugar todo um povo, no seu trabalho, no seu suor, provocando-lhe as lágrimas duma vida desfeita e eternamente hipotecada.
E não pode o Sr. Presidente da Republica assistir a tudo isto, sem aparentemente mexer uma palha.
Prevejam o tsunami enquanto é tempo, mas prevejam-no tomando as precauções próprias para desafogar a vida do povo português, principalmente dos mais desfavorecidos e não como é costume, favorecendo e acautelando os bolsos dos ricos e poderosos.
Porque não sei se se lembram que há idosos em Portugal a receber 130 €uros por mês... (26 contos na moeda antiga)
Leandro Guedes

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Camerata Vocal de Torres Vedras - Concerto duma noite de Verão


Caros amigos,

A Camerata Vocal de Torres Vedras vai, encerrar as actividades 2007/2008 com um Concerto a que chamamos "CONCERTO DE UMA NOITE DE VERÃO" e que irá ter lugar nos Clautros da Igreja da Graça em 21/06/2008.Este é um convite pessoal que dirijo aos meus amigos. Porém, como todos temos amigos, ele será extensivo também aos vossos amigos que apreciem este tipo de música.Assim, se acharem por bem, divulguem por eles este evento da CVTV. Todos serão Bem-Vindos.Eu sou suspeito para o afirmar mas penso que irá ser BOM!!
Tomem nota na vossa Agenda.
António Rodrigues

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Noruega e Portugal. Vamos comparar?


O Raul Soares mandou este texto interessante, como ele diz, para pensar...


Noruega... para pensar
'Na Noruega, o horário de trabalho começa cedo (às 8 horas) e acaba cedo (às 15.30). As mães e os pais noruegueses têm uma parte significativa dos seus dias para serem pais, para proporcionar aos filhos algo mais do que um serão de televisão ou videojogos. Têm um ano de licença de maternidade e nunca ouviram falar de despedimentos por gravidez.'
'A riqueza que produzem nos seus trabalhos garante-lhes o maior nível salarial da Europa. Que é também, desculpem-me os menos sensíveis ao argumento, o mais igualitário. Todos descontam um IRS limpo e transparente que não é depois desbaratado em rotundas e estatuária kitsh, nem em auto-estradas (só têm 200 quilómetros dessas «alavancas de progresso»), nem em Expos e Euros, nem nas chorudas reformas milionárias de alguns, nem nos altos salários de quadros e gestores publicos e privados que nada gerem a não ser os seus bolsos.' 'É tempo de os empresários portugueses constatarem que, na Noruega, a fuga ao fisco não é uma «vantagem competitiva». Ali, o cruzamento de dados «devassa» as contas bancárias, as apólices de seguros, as propriedades móveis e imóveis e as «ofertas» de património a familiares que, em Portugal, país de gentes inventivas, garantem anonimato aos crimes e «confundem» os poucos olhos que se dedicam ao combate à fraude económica.'
'Mais do que os costumeiros «bons negócios», deviam os empresários portugueses e seus gestores pôr os olhos naquilo que a Noruega tem para nos ensinar. E, já agora, os políticos e os gestores publicos. Numa crónica inspirada, o correspondente da TSF naquele país, afiança que os ministros não se medem pelas gravatas, nem pela alta cilindrada das suas frotas. Pelo contrário, andam de metro, e não se ofendem quando os tratam por tu. Aqui, cada ministério faz uso de dezenas de carros topo de gama, com vidros fumados para não dar lastro às ideias de transparência dos cidadãos. Os ministros portugueses fazem-se preceder de batedores motorizados, poluem o ambiente, dão maus exemplos e gastam a rodos o dinheiro que escasseia para assuntos verdadeiramente importantes.' 'Mais: os noruegueses sabem que não se «projecta o nome do país» com despesismos faraónicos, basta ser-se sensato e fazer da gestão das contas públicas um exercício de ética e responsabilidade. Arafat e Rabin assinaram um tratado de paz em Oslo. E, que se saiba, não foi preciso desbaratarem milhões de contos para que o nome da capital norueguesa corresse mundo por uma boa causa.' 'Até os clubes de futebol noruegueses, que pedem meças aos seus congéneres lusos em competições internacionais, nunca precisaram de pagar aos seus jogadores 400 salários mínimos por mês para que estes joguem à bola. Nas gélidas terras dos vikings conheci empresários portugueses que ali montaram negócios florescentes. Um deles, isolado numa ilha acima do círculo polar Árctico, deixava elogios rasgados à «social-democracia nórdica». Ao tempo para viver e à segurança social.' 'Ali, naquele país, também há patos-bravos. Mas para os vermos precisamos de apontar binóculos para o céu. Não andam de jipe e óculos escuros. Não clamam por messias nem por prebendas. Não se queixam do «excessivo peso do Estado», para depois exigirem isenções e subsídios.
É tempo de aprendermos que os bárbaros somos nós. Seria meio caminho andado para nos civilizarmos.

Catando disparates...


Meus amigos

Venho hoje convidar-vos a darem de vez em quando uma voltinha por este interessante blog, que tem como função sublime, digo eu, a de procurar disparates na imprensa.
Vão lá encontrar coisas do arco da velha. Vale a pena.
Passará a fazer parte da nossa coluna de blogs simpácticos.

Encontrei este blog quando navegava num outro blog também muito simpáctico
Um abraço

Leandro Guedes

domingo, 8 de junho de 2008

Porque não nacionalizar?...

Com a devida vénia, transcrevemos a seguir um artigo de Mário Crespo, no JN, que o José Costa enviou, porque interessa a todos nós: "Por que não nacionalizar? Mário Crespo, Jornalista Se o mercado não consegue disciplinar os preços, os lucros nem o selvático prendar dos recursos empresariais com os vencimentos multimilionários dos executivos, então por que não nacionalizar os petróleos e tentar outros modelos? Quem proferiu este revolucionário comentário foi Maxine Waters, Democrata da Califórnia, durante o inquérito conduzido pelo Congresso, em Washington, às cinco maiores petrolíferas americanas. Face à escalada socialmente suicidária dos preços dos combustíveis, o órgão legislativo americano convocou os presidentes para saber que lucros tinham tido e que rendimentos é que pessoalmente cada um deles auferia. Os números revelados deixaram os senadores da Comissão de Energia e Comércio boquiabertos. Desde os 40 mil milhões de dólares de lucro da Exxon no ano passado, ao milhão de euros mensais do ordenado base do chefe Executivo da Conoco-Phillips, às cifras igualmente astronómicas da Chevron, da Shell e da BP América. Esta constatação do falhanço calamitoso do mecanismo comercial, quando encarada no caso português, ainda é mais gritante. Digam o que disserem, o que se está a passar aqui nada tem a ver com as leis de oferta e procura e tem tudo a ver com a ausência de mercado onde esses princípios pudessem funcionar. Se na América há cinco grandes empresas que ainda forçam o mercado a ter preços diferentes, em Portugal há uma única que compra, refina, distribui e vende. É altura de fazer a pergunta de Maxine Waters, traduzindo-a para português corrente- Se o país nada ganhou com a privatização da Galp e se estamos a ser destruídos como nação pela desalmada política de preços que a única refinadora nacional pratica, porquê insistir neste modelo? Enunciemos a mesma pergunta noutros termos - Quem é que tem vindo sistematicamente a ganhar nestes nove anos de privatização da Galp, que alienaram um bem que já foi exclusivamente público? Os espanhóis da Iberdrola, os italianos da ENI e os parceiros da Amorim Energia certamente que sim. O consumidor português garantidamente que não. Perdeu ontem, perde hoje e vai perder mais amanhã. Mas levemos a questão mais longe houve algum ganho de eficiência ou produtividade real que se reflectisse no bem-estar nacional com esta alienação da petrolífera? A resposta é angustiantemente negativa. A dívida pública ainda lá está, maior do que nunca, e o preço dos combustíveis em Portugal é, de facto, o pior da Europa. Nesta fase já não interessa questionar se o que estamos a pagar em excesso na bomba se deve ao que os executivos da Galp ganham, ou se compram mal o petróleo que refinam ou se estão a distribuir dividendos a prestamistas que exigem aos executivos o seu constante 'quinhão de carne' à custa do que já falta em casa de muitos portugueses. Nesta fase, é um desígnio nacional exigir ao Governo que as centenas de milhões de lucros declarados pela Galp Energia entrem na formação de preços ao consumidor. Se o modelo falhou, por que não nacionalizar como sugeriu a congressista Waters? Aqui nacionalizar não seria uma atitude ideológica.Seria, antes, um recurso de sobrevivência, porque é um absurdo viver nesta ilusão de que temos um mercado aberto com um único fornecedor. Se o Governo de Sócrates insiste agora num purismo incongruente para o Serviço Nacional Saúde, correndo com os existentes players privados e bloqueando a entrada de novos agentes, por que é que mantém este anacronismo bizarro na distribuição de um bem que é tão essencial como o pão ou a água? Como alguém já disse, o melhor negócio do Mundo é uma petrolífera bem gerida, o segundo melhor é uma petrolífera mal gerida. Na verdade, o negócio dos petróleos em Portugal, pelas cotações, continua a ser bom. Só que o país está exangue. Há fome em Portugal e vai haver mais. O negócio, esse, vai de vento em popa para o Conselho de Administração da Galp, para os accionistas, para Hugo Chávez e José Eduardo dos Santos. Mas para mais ninguém. A maioria de nós vive demasiado longe da fronteira espanhola para se poder ir lá abastecer. Mário Crespo escreve no JN, semanalmente, às segundas-feiras

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Carta ao Serafim...


Casino do Estoril

Carta ao Serafim...do “Incendiário do Casino”

Meu caro amigo, gostei bastante de ver nas fotos do almoço 2008, o ar bastante jovem e um pouquinho mais “largo” que nos idos tempos de Guiné.

Folgo saber que a grande maioria dos antigos companheiros de armas e hoje amigos, estão com um looking de invejar.

Chamou-me a atenção os vossos anos de trabalho e as referências ao Casino do Estoril, tanto do Serafim como do saudoso “Porto”.

Tenho três histórias sobre o Casino, e aqui vai a primeira:

Será que o Serafim se recorda deste episódio, que embora tenha ocorrido nos aos 70 e poucos, pelas suas repercussões, é provável que ele tenha registado.

Tinha à época o Casino, bastantes montras do tipo fechado e eu decorava duas para a firma J.Paulo.
Uma delas ficava do lado esquerdo de quem entrava para a antiga zona dos jogos de mesa - conheci o enorme salão de jogos principal...mas durante o dia, pois ao tempo, ainda não tinha nem idade nem “cabedais” para ser habitué de tais ambientes.

Ora tinha que decorar uma delas com puxadores e acessórios para portas em porcelanas e latões de bastante requinte.
Fiz uns blocos enormes em esferovite, coloridos e dourados, e para realçar enchi-os de lâmpadas também nos tons da pintura.
O único ponto de luz extra a iluminação da montra, era uma banalíssima tomada de parede, e feita a ligação em série das luzes, tudo ficou muito lindo.

Estive práticamente um dia inteiro no Casino, e na realidade a montra ficou bastante sujestiva.
Se nessa época o Serafim ou o “Porto” já lá estariam, é muito provável que nos tivesse-mos cruzado !!.
No dia seguinte recebo a noticia que A “MINHA” MONTRA TINHA ARDIDO TOTALMENTE !!
Fiquei para cair...dirigimo-nos de imediato para o Casino, eu e o gerente da firma, e o espectáculo era assustador.
Quase não se percebia que aquele buracão todo negro, tinha sido uma montra repleta de bonitos acessórios.

Resumindo...como a montra era totalmente fechada, e não tinha nenhuma saída de ar, o calor concentrado das cerca de 20 lâmpadas coloridas, começou a derreter a esferovite, e pegou ao forro de papel-veludo.

Não posso deixar de referir, que o responsável pela parte das montras e exposições de pintura temporárias do Casino foi impecável, assumindo os prejuizos, mas claro o material estragado...kaput !!
Foram também bastante eficientes ao debelar rapidamente o sinistro, embora com todos aqueles materiais inflamáveis pouco houvesse a fazer.

Amigo Serafim, será que já lá estarias neste tempo 73/74 ?? e se sim, recordas este episódio ?
As outras duas histórias, narrarei em breve.
Um grande abraço
Zé Justo

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Calma.... Relaxa que dia 10 de Junho TEMOS OUTRO FERIADO!


Não sei porquê mas nós, os reformados, damos muito valor aos feriados, sábados e domingos. Porque será?
E nunca temos tempo para nada!
Um abraço Pica Sinos pela tua lembrança.