O Centro Social dos Montes Altos, celebrou ontem o Dia da Espiga. Este é o video que regista parte do acontecimento. Obrigado Senhor Diogo Sotero.
Batalhão de Artilharia 1914
“Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma”
(Do Padre António Vieira, no "Sermão da Terceira Quarta-Feira da Quaresma", na Capela Real, ano 1669. Lembrado pelo ex-furriel milº Patoleia Mendes, dirigido-se aos ex-combatentes da guerra do Ultramar.).
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"Ó gentes do meu Batalhão, agora é que eu percebi, esta amizade que sinto, foi de vós que a recebi…"
(José Justo)
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“Ninguém desce vivo duma cruz!...”
"Amigo é aquele que na guerra, nos defende duma bala com o seu próprio corpo"
António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente
referindo-se aos ex-combatentes da guerra do Ultramar
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“Aos Combatentes que no Entroncamento da vida, encontraram os Caminhos da Pátria”
Frase inscrita no Monumento aos Heróis da Guerra do Ultramar, no Entroncamento.
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"Tite é uma memória em ruínas, que se vai extinguindo á medida que cada um de nós partir para “outra comissão” e quando isso nos acontecer a todos, seremos, nós e Tite, uma memória que apenas existirá, na melhor das hipóteses, nas páginas da história."
Batalhão de Artilharia 1914, Tite/Guiné
Não
voltaram todos… com lágrimas que não se veem, com choro que não se ouve… Aqui
estamos, em sentido e silenciosos, com Eles, prestando-Lhes a nossa Homenagem.
Ponte de Lima, Monumento aos Heróis
da Guerra do Ultramar
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sexta-feira, 27 de maio de 2022
quinta-feira, 26 de maio de 2022
Dia da Espiga, Quinta-feira da Ascensão
Dia da espiga ou Quinta-feira da Ascensão
é uma celebração
portuguesa que ocorre no dia da Quinta-feira da Ascensão com um passeio
matinal, em que se colhe espigas de vários cereais, flores campestres e
raminhos de oliveira para formar um ramo. Segundo a tradição o ramo deve ser
colocado por detrás da porta de entrada, e só deve ser substituído por um novo
no dia da espiga do ano seguinte.
O dia da espiga era também o "dia da hora" e
considerado "o dia mais santo do ano", um dia em que não se devia
trabalhar. Era chamado o dia da hora porque havia uma hora, o meio-dia, em que
tudo parava, "as águas dos ribeiros não correm, o leite não coalha, o pão
não leveda e as folhas se cruzam". Era nessa hora que se colhiam as
plantas para fazer o ramo da espiga e também se colhiam as ervas medicinais. Em
dias de trovoadas queimava-se um pouco da espiga no fogo da lareira para
afastar os raios.
