Batalhão de Artilharia 1914
“Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma”
(Do Padre António Vieira, no "Sermão da Terceira Quarta-Feira da Quaresma", na Capela Real, ano 1669. Lembrado pelo ex-furriel milº Patoleia Mendes, dirigido-se aos ex-combatentes da guerra do Ultramar.).
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"Ó gentes do meu Batalhão, agora é que eu percebi, esta amizade que sinto, foi de vós que a recebi…"
(José Justo)
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“Ninguém desce vivo duma cruz!...”
"Amigo é aquele que na guerra, nos defende duma bala com o seu próprio corpo"
António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente
referindo-se aos ex-combatentes da guerra do Ultramar
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“Aos Combatentes que no Entroncamento da vida, encontraram os Caminhos da Pátria”
Frase inscrita no Monumento aos Heróis da Guerra do Ultramar, no Entroncamento.
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"Tite é uma memória em ruínas, que se vai extinguindo á medida que cada um de nós partir para “outra comissão” e quando isso nos acontecer a todos, seremos, nós e Tite, uma memória que apenas existirá, na melhor das hipóteses, nas páginas da história."
Batalhão de Artilharia 1914, Tite/Guiné
Não
voltaram todos… com lágrimas que não se veem, com choro que não se ouve… Aqui
estamos, em sentido e silenciosos, com Eles, prestando-Lhes a nossa Homenagem.
Ponte de Lima, Monumento aos Heróis
da Guerra do Ultramar
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quarta-feira, 28 de agosto de 2013
Presidenta, essa grande descoberta...!!!
terça-feira, 27 de agosto de 2013
A lingua portuguesa - pelo Luis Dias
SABE O QUE É UM PALÍNDROMO? NÃO?!
Um palíndromo é uma palavra ou um número que se lê da mesma maneira nos
dois sentidos, normalmente, da esquerda para a direita e ao contrário.
Exemplos: OVO, OSSO, RADAR. O mesmo se aplica às frases, embora a coincidência seja tanto mais difícil de conseguir quanto maior a frase; é o caso do conhecido: SOCORRAM-ME, SUBI NO ONIBUS EM MARROCOS. Diante do interesse pelo assunto (confesse, já leu a frase ao contrário), tomei a liberdade de seleccionar alguns dos melhores palíndromos da língua de Camões... ANOTARAM A DATA DA MARATONA ASSIM A AIA IA A MISSA A DIVA EM ARGEL ALEGRA-ME A VIDA A DROGA DA GORDA A MALA NADA NA LAMA A TORRE DA DERROTA LUZA ROCELINA, A NAMORADA DO MANUEL, LEU NA MODA DA ROMANA: ANIL É COR AZUL O CÉU SUECO O GALO AMA O LAGO O LOBO AMA O BOLO O ROMANO ACATA AMORES A DAMAS AMADAS E ROMA ATACA O NAMORO RIR, O BREVE VERBO RIR A CARA RAJADA DA JARARACA SAIRAM O TIO E OITO MARIAS ZÉ DE LIMA RUA LAURA MIL E DEZ E já agora E sabe o que é tautologia? É o termo usado para definir um dos vícios, e erros, mais comuns de linguagem. Consiste na repetição de uma ideia, de maneira viciada, com palavras diferentes, mas com o mesmo sentido. O exemplo clássico é o famoso ' subir para cima ' ou o ' descer para baixo ' . Mas há outros, como pode ver na lista a seguir: - elo - acabamento - certeza - quantia - nos dias 8, 9 e 10, - juntamente - - em duas metades - sintomas - há anos - vereador - - detalhes - a razão é - anexo - de sua - superávit - - conviver - facto - encarar - multidão - amanhecer - criação - retornar - empréstimo - surpresa - escolha - planear - abertura - - a - - comparecer - gritar - propriedade - - a seu critério - exceder Note que todas essas repetições são dispensáveis. Por exemplo, ' surpresa inesperada ' . Existe alguma surpresa esperada? É óbvio que não. Devemos evitar o uso das repetições desnecessárias. Fique atento às expressões que utiliza no seu dia-a-dia. Luis Dias. |
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
Aniversário do Monumento aos antigos Combatentes, da Lourinhã
domingo, 18 de agosto de 2013
Pensamentos (III)... por Luis Manuel S.Dias
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
Considerações (II)... por Luis Manuel S.Dias.
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
Acções de apoio à Guiné-Bissau...
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Pensamentos/Considerações (I)... por Luis Manuel S.Dias
terça-feira, 13 de agosto de 2013
MUSEU DA GUERRA COLONIAL - V.N.Famalicão
Caros amigos
Venho informá-los de que em Vila Nova de Famalicão, está instalado o MUSEU DA GUERRA COLONIAL.
Diz quem visitou, que é digno de se ver.
Mais abaixo transcrevemos um excerto da página deste Museu e que descreve a maneira como o mesmo está organizado.
O endereço electrónico do Museu é o seguinte:
1.Portugal Continental, Insular e Ultramarino – informações gerais.
2.O itinerário do combatente:
2.1.O embarque – Através de imagens, documentos e objetos dá-se a conhecer a envolvência do embarque, os meios de transporte e as condições vividas nas viagens até ao destino reservado a cada militar;
2.2.O Dia a dia – Retratam-se os momentos da não operacionalidade: os convívios, o tratar da higiene e das roupas, a caça, os passatempos e os momentos de desporto;
2.3.As operações militares – A operacionalidade: situações de guerra, obstáculos, contextos geográficos, os meios de transporte e apoios utilizados e o armamento;
2.4.Os nativos – O relacionamento com as populações e a curiosidade pelas suas culturas. Aqui podem ser observadas fotografias que retratam todos estes aspetos;
2.5.A ação social e psicológica – Observam-se apoios às populações ao nível do ensino básico, construções diversas e no apoio médico. Dá-se a conhecer as comunicações murais entre militares e os panfletos de ação psicológica do exército português para os movimentos de libertação e as populações e dos movimentos de libertação para as tropas portuguesas e populações;
2.6.A religiosidade – As influências da igreja e do capelão militar no contexto de guerra bem como a cultura e as crenças religiosas de cada combatente;
2.7.Os horrores da guerra – Memórias fotográficas e iconográficas;
2.8. Os ferimentos de Guerra. Formas de comunicação com a família. Hospitais e centros de recuperação militar na metrópole e no estrangeiro;
2.9.A morte – Formas de comunicação com a família. O impacto das linguagens. O processo de morte;
2.10.A correspondência – Os postais, as cartas, os aerogramas;
2.11.As madrinhas de guerra – o seu papel e a sua importância;
3.O fim do império – O 25 de Abril de 1974.
4.As consequências da guerra:
4.1.A Associação dos Deficientes das Forças Armadas -ADFA;
4.2.O Anexo Militar;
4.3.O stress de guerra.
Este Museu é e será a memória de um período da Nossa História recente que devemos conhecer, respeitar para Compreender e valorizar a geração de jovens portugueses que se sacrificaram e morreram pela Pátria."
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
Alberto Sousa
Se és a mesma pessoa, tenho pena que não tenhas comparecido no ultimo almoço na Figueira da Foz.
Mas lembro-te que para o ano será nas Caldas da Rainha, em local a anunciar.
Lembro-te ainda que temos um blog já há cinco anos e cujo endereço é o
http://bart1914.blogspot.com/
e temos também uma página no facebook.
Eu sou o Leandro Guedes que trabalhava nos reabastecimentos com o cap. Vicente e o Marinho.
O meu email é lg.tvedras@gmail.com ou o email do bart é bart1914@gmail.com
Como vês não faltam contactos para não nos perdermos uns dos outros.
Um abraço
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UM ABRAÇO.
Sousa
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
Um militar recebe um louvor...!!!
VIDEO DA SIC, a quem agradecemos com a devida vénia
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