As minha duas mamãs mais queridas!!
José Justo
“Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma”
(Do Padre António Vieira, no "Sermão da Terceira Quarta-Feira da Quaresma", na Capela Real, ano 1669. Lembrado pelo ex-furriel milº Patoleia Mendes, dirigido-se aos ex-combatentes da guerra do Ultramar.).
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"Ó gentes do meu Batalhão, agora é que eu percebi, esta amizade que sinto, foi de vós que a recebi…"
(José Justo)
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“Ninguém desce vivo duma cruz!...”
"Amigo é aquele que na guerra, nos defende duma bala com o seu próprio corpo"
António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente
referindo-se aos ex-combatentes da guerra do Ultramar
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“Aos Combatentes que no Entroncamento da vida, encontraram os Caminhos da Pátria”
Frase inscrita no Monumento aos Heróis da Guerra do Ultramar, no Entroncamento.
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"Tite é uma memória em ruínas, que se vai extinguindo á medida que cada um de nós partir para “outra comissão” e quando isso nos acontecer a todos, seremos, nós e Tite, uma memória que apenas existirá, na melhor das hipóteses, nas páginas da história."
Não
voltaram todos… com lágrimas que não se veem, com choro que não se ouve… Aqui
estamos, em sentido e silenciosos, com Eles, prestando-Lhes a nossa Homenagem.
Ponte de Lima, Monumento aos Heróis
da Guerra do Ultramar
Nem era preciso o calendário reforçar a ideia do dia
dedicado à Mãe...os 365 dias do ano são todos seus....mas sabe bem....FELIZ dia
para as "minhas" ...filha e nora, familiares, amigas e filhas, etc
etc -q o desempenho do cada vez mais importante papel de Mãe , seja coroado de
valores de q os núcleos familiares e não só tanto necessitam...bem hajam 🌹🌹❤🌹🌹
Feliz Dia para todas as Mães dos nossos amigos, companheiros, familiares e visitantes.
A nossa homenagem para as que jâ partiram, principalmente
aquelas que perderam os filhos em combate.
Não há dor maior que perder um filho.,
Feliz Dia da Mãe, que hoje comemoramos com este belo poema do Luis Manuel Dias. Obrigado Luis. Um abraço.
DIA DA MÃE - o soneto: ''ÀS ESTRELAS-MÃES'' !
Celebrámo-lo, como é sabido, em cada primeiro Domingo de
Maio.
Assim, deixei correr a pena em versos porventura toscos, ao
jeito de soneto, em mui modesta mas fundamente sentida homenagem à minha (que
já lá está!) e a todas as Mães do Mundo.
Aí tendes, para lerdes e avaliardes a provável valia, Amigos
do coração:
ÀS ESTRELAS-MÃES!
Suplico-vos, em verso curto, simples, oh, luminares belas,
que as palavras fúteis não tomeis por lantejoulas
e, dentro em breve, derramai em mim chuvas de estrelas,
enquanto figas faço às pragas de velhas mouras!
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Oh, vós, que no denso, espavorido frio sincelo
das pardas, tristes noites, nevoentas,
me fostes pôr, desarremediado e a descoberto,
longe de querido abrigo, sem mantas!
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Dai-me, vos requeiro, total sossego, da alma paz,
surripiai brilho às vossas irmãs estrelas
para mo dardes, Mães, com vibrantes cores belas!
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Então, sim, dotado já em pleno da luz,
armado do acutilante, dourado dardo-cintilo delas,
me levai da Terra, enebriadamente aflux!
LMD, 01.0521.