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Batalhão de Artilharia 1914
“Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma”
(Do Padre António Vieira, no "Sermão da Terceira Quarta-Feira da Quaresma", na Capela Real, ano 1669. Lembrado pelo ex-furriel milº Patoleia Mendes, dirigido-se aos ex-combatentes da guerra do Ultramar.).
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"Ó gentes do meu Batalhão, agora é que eu percebi, esta amizade que sinto, foi de vós que a recebi…"
(José Justo)
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“Ninguém desce vivo duma cruz!...”
"Amigo é aquele que na guerra, nos defende duma bala com o seu próprio corpo"
António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente
referindo-se aos ex-combatentes da guerra do Ultramar
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“Aos Combatentes que no Entroncamento da vida, encontraram os Caminhos da Pátria”
Frase inscrita no Monumento aos Heróis da Guerra do Ultramar, no Entroncamento.
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"Tite é uma memória em ruínas, que se vai extinguindo á medida que cada um de nós partir para “outra comissão” e quando isso nos acontecer a todos, seremos, nós e Tite, uma memória que apenas existirá, na melhor das hipóteses, nas páginas da história."
Batalhão de Artilharia 1914, Tite/Guiné
Não
voltaram todos… com lágrimas que não se veem, com choro que não se ouve… Aqui
estamos, em sentido e silenciosos, com Eles, prestando-Lhes a nossa Homenagem.
Ponte de Lima, Monumento aos Heróis
da Guerra do Ultramar
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quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
Poemas , enviados pelo José Costa
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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
O Pica à conversa com as netas...
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domingo, 16 de fevereiro de 2014
Mais uma etapa na vida deste blog!
170.000
É certo que de passo em passo, mas cá vamos andando nesta nossa vontade de ir contribuindo para a aproximação entre amigos e a descoberta de muitos outros, jovens que passaram dois anos na guerra colonial, em tite, na guiné/bissau - amigos na guerra, amigos para sempre!
esperamos que no próximo almoço em maio, apareçam mais alguns.
O Marinho faz hoje anos
Para o Marinho um grande abraço de parabens neste dia do seu aniversário, com votos de boa saude, junto dos seus.
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
S. Valentim, Dia dos Afectos e dos Namorados
domingo, 9 de fevereiro de 2014
Os editores deste blog - lista revista e actualizada, para que conste...
Aqui fica o registo, por ordem alfabética, acompanhado da respectiva foto actual:
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Seus calaceirotes!
Leram?
Cá para mim, o big puxou-nos as orelhas.
E, com muita razão!
Andam na galfarrice e blog nicles . . .
Eu já os tinha irradiado e entregue ao governo.
Hipólito
sábado, 8 de fevereiro de 2014
Uma vergonha nacional - o abandono dos ex-combatentes
1 - a poderosa Grã-Bretanha, com frentes na Malásia (a 9.300 km, de 1948 a 1960), no Quénia (a 5.700 km, de 1952 a 1956) e em Chipre (a 3.000 km, de 1954 a 1959) -
2 - e o pequenino Portugal, com frentes na Guiné (a 3.400 km), Angola (a 7.300 km ) e Moçambique (a 10.300 km), de 1961 a 1974 - 13 anos seguidos.
Estes especialistas chegaram à conclusão que Portugal, dadas as premissas económicas, as dificuldades logísticas para abastecer as 3 frentes, bem como a sua distância, a vastidão dos territórios em causa e a enormidade das suas fronteiras, foi o que melhores resultados obteve. Consideraram, por último, que as performances obtidas por Portugal, se devem sobretudo á capacidade de adaptação e sofrimento dos seus recursos humanos e à sobrecarga exigida a um grupo reduzido de quadros dos 3 Ramos das Forças Armadas, comissão atrás de comissão, com intervalos exíguos de recuperação física e psicológica. Isto, são observadores internacionais a afirmá-lo.
Conheci em Lisboa oficiais americanos com duas comissões no Vietname. Só que ambos com 3 meses em cada comissão, intervalados por períodos de descanso de outros 3 meses no Havai. Todos os que serviram a Pátria Portuguesa e principalmente as gerações de Oficiais, Sargentos e Praças dos 3 Ramos das Forças Armadas que serviram durante 13 anos na Guerra do Ultramar, nos 3 Teatros de Operações, só pelo facto de aguentarem este esforço sobre-humano que se reflectiu necessariamente em debilidades de saúde precoces, mazelas para toda a vida, invalidez total ou parcial, e morte, tudo ao serviço da Pátria, merecem o reconhecimento da Nação, que jamais lhes foi dado."
Reforço e sublinho, por ser de extrema IMPORTÂNCIA, e uma verdadeira BOFETADA SEM MÃO aos poderes constituídos deste país... a parte final do citado texto: -
"Todos os que serviram a Pátria (...) MERECEM o RECONHECIMENTO da Nação, que JAMAIS lhes foi DADO."
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
Ex-combatentes sem abrigo - um trabalho AVI/SIC
As várias associações de ex-Combatentes dizem que, em miséria extrema, serão entre 200 a 400.
Foram Homens obrigados a lutar em nome da Pátria, que regressaram para um Portugal que já não os recebia de braços abertos.
Jovens traumatizados pelo que viram e viveram, nos piores cenários da Guiné, Angola e Moçambique.
Mais de 30 anos depois, o Estado assume que muitos Veteranos, ex-Combatentes, estão a viver na rua…
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Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma...
Manuel Patoleia Mendes
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
Ex-combatentes sem abrigo - VIAGEM AO FUNDO DA NOITE EM LISBOA - os locais de pernoita e os voluntários - um trabalho de ESDC2009
- Marquês de Pombal (Parque Eduardo VII)
- Saldanha
- Santa Apolónia
- Ribeira
- Martim Moniz













