Batalhão de Artilharia 1914
“Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma”
(Do Padre António Vieira, no "Sermão da Terceira Quarta-Feira da Quaresma", na Capela Real, ano 1669. Lembrado pelo ex-furriel milº Patoleia Mendes, dirigido-se aos ex-combatentes da guerra do Ultramar.).
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"Ó gentes do meu Batalhão, agora é que eu percebi, esta amizade que sinto, foi de vós que a recebi…"
(José Justo)
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“Ninguém desce vivo duma cruz!...”
"Amigo é aquele que na guerra, nos defende duma bala com o seu próprio corpo"
António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente
referindo-se aos ex-combatentes da guerra do Ultramar
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“Aos Combatentes que no Entroncamento da vida, encontraram os Caminhos da Pátria”
Frase inscrita no Monumento aos Heróis da Guerra do Ultramar, no Entroncamento.
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"Tite é uma memória em ruínas, que se vai extinguindo á medida que cada um de nós partir para “outra comissão” e quando isso nos acontecer a todos, seremos, nós e Tite, uma memória que apenas existirá, na melhor das hipóteses, nas páginas da história."
Batalhão de Artilharia 1914, Tite/Guiné
Não
voltaram todos… com lágrimas que não se veem, com choro que não se ouve… Aqui
estamos, em sentido e silenciosos, com Eles, prestando-Lhes a nossa Homenagem.
Ponte de Lima, Monumento aos Heróis
da Guerra do Ultramar
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quinta-feira, 2 de janeiro de 2025
O Natal - de João Caldeira Heitor
De João Caldeira Heitor:
“O Natal é um período em que algum dos valores mais nobres
da essência humana são recordados e relançados para o íntimo de cada pessoa.
O convívio das famílias (livres de dogmas e repletas de
imperfeições terrenas) consubstancia a relação mais pura e próxima que, ano
após ano, mesmo entre distâncias e proximidades geográficas, se valorizam os
momentos que a vida lhes proporciona.
Vivemos um período em que a guerra na Ucrânia ou no Médio
Oriente leva a que milhões chorem a dor da perda e do sofrimento. Ao mesmo
tempo que outros (que têm a sorte de viver num país com paz, segurança) trocam
prendas e participam em festas.
O tempo de valorizar o melhor que temos e podemos dar,
sempre foi, é e continuará a ser uma atitude inteligente só ao alcance de
homens e mulheres livres, de bons costumes.
Que a luz e a clarividência nos permitam ver sempre mais
além, no tempo e no espaço, em cada ação que tomanos em mãos
A acompanhar esta reflexão deixo uma fotografia de um amor
perfeito: que tem tanto de perfeito, como de imperfeito e mesmo assim não deixa
de ser uma flor tão sensível... tal como o Homem...”
De João Caldeira Heitor.
