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Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma! (Patoleia Mendes ).

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"Ó gentes do meu Batalhão /

Agora é que eu percebi /

Esta amizade que sinto /

Foi de vós que a recebi…"

(José Justo)


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quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Facebook


Companheiros.
A partir de agora está neste blog, na secção do lado direito, uma coluna de acesso direto ao facebook de cada um de nós.

Para aceder ao facebook basta clicar em cima do nome pretendido.
Quem não quiser que o seu nome esteja visível, agradeço que me diga para ser retirado.




Na página do facebook do Francisco Costa e Silva, das transmissões, (França), aparece a indicação de que o seu facebook foi desativado no servidor.
Já lhe mandei um email a perguntar se está tudo bem com ele e família, mas até agora não me respondeu.
Aguardo noticias.
Abraço a todos.

Leandro Guedes.

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Eu, Joaquim Nunes Caldeira, apresento-me...

   
Joaquim Caldeira
21/8 às 15:36
ORA BEM. PARECE QUE NÃO ME FICA MAL FAZER A APRESENTAÇÃO.
NASCIDO EM 1944, PERTENÇO A GERAÇÃO SACRIFICADA COM AS GUERRAS ULTRAMARINAS.
Depois de 17 meses de treino e instrução, tendo passado pelos comandos e por minas e armadilhas, embarquei para a Guiné em Janeiro de 1968. desembarcado em Tite, vivi as aventuras de Bissássema, Nova Sintra e estagnei por Fulacunda para acabar em Tite por dois meses antes de regressar a Portugal em finais de Novembro de 1969.
Para trás ficaram muitas recordações, más, muito sofrimento e um conjunto de amizades para a vida.
Uma punição por perda de homem em combate - imaginem se ele tinha morrido em combate - eu iria para a cadeia. No final, um louvor. E assim a pátria sentiu que tinha cumprido para comigo, sem ter tido o encardo do caixão. Sempre ficava mais caro.

Actualmente, na reforma, passo os dias a conferir tudo o que fiz na véspera. E vivo angustiado num país de ladrões e malfeitores.

É assim. Está feita a minha apresentação. Falta referir que mantenho uma página no feice que intitulei de " REVIVER GUINÉ".

Bom domingo.

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

PEDRO HOMEM DE MELO - DO BLOG ROINES XXI, DE JOÃO GODIM.

Com a devida vénia, publicamos a seguir um interessante artigo da autoria de João Godim no seu blog ROINES XXI, a quem agradecemos com a devida vénia.

"MEMÓRIA DE PEDRO HOMEM DE MELLO

Onde estão os nossos poetas e escritores que deixaram prodigiosa obra mas que, no presente, caíram no esquecimento? Quem está na moda, logo se identifica com os prémios, as publicidades e as mediatizações às catadupas. 
Nunca como agora, se publicou tanto... mas quantidade não significa qualidade e torna-se cada vez mais difícil distinguir os bons autores dos simplesmente "autores". Num país como o nosso, com uma baixa taxa de leitores, editar uma média de 25 mil novos títulos/ano, no último quinquénio, é garantidamente lixo a mais. 
Resultado de imagem para pedro homem de melo   
Ser escritor não é escrever (...) um livro, como ser agricultor não é plantar uma árvore. Invocar o poeta lírico e autor de uma vasta obra como Pedro (da Cunha Pimental) Homem de Mello, nascido na cidade do Porto em 1904, no mês de setembro, e falecido aos 80 anos de idade, é homenagear um autor com letras maiúsculas. Formado em Direito pela Universidade de Lisboa, cedo se notabilizou como poeta original e fiel intérprete do sentimento português.
Amália Rodrigues imortalizou alguns dos seus versos, particularmente os títulos “Povo que lavas no rio”, “O rapaz da camisola verde”, “Havemos de ir a Viana” e “Fria Claridade”, temas incontornáveis do Fado; ou ainda Camané, com o poema "Sei de um rio".
   Resultado de imagem para pedro homem de mello livros 
Ainda que seja um autor pouco divulgado, Pedro Homem de Mello assume o lugar distinto no panorama da cultura nacional, como testemunham os vários prémios que recebeu: Prémio "Antero de Quental" (1939), Prémio "Ocidente" (1964), e o Prémio "Nacional de Poesia", em 1972."



sábado, 20 de agosto de 2016

2ª Guerra Mundial.

Importante documento histórico e fotográfico, sobre a 2ª. Guerra Mundial, enviado pelo nosso amigo Siragusa Leal, a quem agradecemos.
Para ver na integra:


quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Acerca do filme A GUERRA" - Carla Costa




"A Lanterna de Pedra Filmes estreia, no dia 14 de Julho, o filme

A GUERRA, nomeado para o Óscar de melhor filme estrangeiro em 2016, do argumentista e realizador Tobias Lindholm, aclamado por filmes como A HIJACKING e THE HUNT (co-argumento).

Neste âmbito, estamos a promover uma campanha especialbilhetes a 4,50€, para grupos de, no mínimo, 10 pessoas. O filme vai estar em exibição no Cinema City Alvalade e no Cinema City Leiria, na sessão das 19h.

Sinopse
O comandante Claus M. Pedersen e o seu pelotão estão em missão numa província do Afeganistão. Na Dinamarca, Maria, a mulher de Claus, prossegue a vida de todos os dias, com o marido na guerra e três filhos que sentem a falta do pai. Um dia, durante uma missão de rotina, o grupo de soldados é apanhado num fogo cruzado. Claus, para o salvar, toma uma decisão, com consequências profundamente transformadoras para si e para a sua família.

Trailer
  
Para mais informações e reservas, contactar:

o   Lanterna de Pedra Filmes | 21 933 21 75 | geral@lanternadepedrafilmes.com
o   Cinema City Leiria |  244 845 071 | leiria@cinemacity.pt
o   Cinema City Alvalade | 218413040 | alvalade@cinemacity.pt

Bom filme!

Lanterna de Pedra Filmes

MADRINHAS DE GUERRA





Rescaldo do almoço com o Pedro, nas Minas de S.Domingos, Mértola.



OS VÍDEOS...

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sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Almoço nas Minas de S. Domingos, Mértola, Alentejo


Na próxima terça-feira, o Costinha, Mestre, e moi-même, iremos almoçar com o Pedro, na Mina de S. Domingos.
Se algum dos artilheiros se quiser associar, é só aparecer, por volta do meio dia.
Depois, não digam que nunca organizo nada . . .

Hipólito

sábado, 6 de agosto de 2016

HOMENAGEM AOS COMBATENTES MORTOS NO ULTRAMAR - MOLEDO, LOURINHÃ

Monumento em Moledo, Lourinhã.

 No dia 14 de Agosto, será comemorado o 5º. aniversário da Associação dos Veteranos Combatentes do Oeste.
 Programa:
 - 9,30 - concentração dos antigos Combatentes junto à Igreja Paroquial.
 - 10,15 - Missa.
 - 11,15 - Homenagem junto ao Monumento de Moledo, Lourinhã, aos antigos Combatentes falecidos.
 - 12,30 - lançamento de para-quedistas (entrada livre).
 - 13,00 - almoço convívio.

 Reservas pelos telefones 926588254 e 231469457.

quarta-feira, 27 de julho de 2016

o nosso coronel João Trabulo faz hoje anos


O nosso coronel João Manuel Trabulo (ex-alferes da CCAÇ 2314, que esteve estacionada em Tite connosco), passa hoje mais um aniversário.
Receba de todos nós um grande abraço de parabens com votos de boa saúde junto dos seus familiares e amigos.
Leandro Guedes.

terça-feira, 26 de julho de 2016

segunda-feira, 25 de julho de 2016

sábado, 23 de julho de 2016

A SARDINHADA EM PENICHE.


E como estava previsto, o repasto aconteceu. Estiveram presentes 13 guerreiros - Capitão Paraiso Pinto, Hipólito, Pires, Guedes, Monteiro, Barros, Carlos Leite, Contige, Zé Manel, Costa, dois primos do Pica, e o Pica e ainda o organizador, o Henriques. E também algumas senhoras e até o neto do Zé Manel. No total fomos 22 pessoas. As sardinhas estavam deliciosas, bem como os carapaus e algumas dietas encomendadas, porque este povo de vez em quando tem que obedecer às ordens dos médicos. Havia por lá uma salada de pimentos que estava de estalo. O vinho muito bom e para finalizar o banquete uma aguardente caseira de medronhos e uma outra deliciosa. Ambos trazidas pelo nosso capitão. Foi um almoço bem passado, lembrando os que faltaram, como é costume. Aguardam-se as fotos do evento, pelos fotógrafos de serviço, Pica Sinos e Hipólito. De realçar que houve amigos que embora adoentados, fizeram questão de estar presentes. Por outro lado realçar também que outros houve que vieram de bem longe fazendo mais de 300 kms ou a rondar essa meta. Um verdadeiro almoço de guerreiros.
Abraços a todos e um obrigado sincero ao Henriques e à equipa que nos proporcionou este agradável almoço.
Leandro Guedes.

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Viagem aos Bijagós - continuação

"Numa corrida de cerca de vinte quilómetros feitos de táxi até ao “24 de Setembro”, o nosso hotel, o meu sócio pôde sentir o bafo de África. O sol a pique, uns amenos trinta graus e a humidade na casa dos cem por cento, tiram o alento a qualquer branquelas que por ali se atreva. O trânsito é infernal e pauta-se por regras de algum código não aplicáveis noutro continente. Não descortino porque é que em Portugal não se faz a troca automática de uma carta de condução guineense por uma nacional. Quem consegue mexer-se naquele caos, está apto a conduzir em qualquer parte do mundo. Ali, vale tudo, menos colidir. O que só não acontece mais vezes graças aos bons espíritos. Mas quando a batidela acontece, é a vítima que sai do carro, pede desculpa ao atrevido que lhe amolgou o guarda lamas e convida-o a seguir viagem!
Para meter conversa e saber as últimas da politiquice doméstica, instalo-me ao lado do condutor do velho Mercedes 200 pintado a azul e branco. Marca e modelo dominam o mundo dos carros de aluguer na cidade, condenados à canibalização logo que deixam de estar aptos ao serviço.
Sinto a camisa numa sopa, colada às costas do assento. Através do vidro aberto, o meu camarada vai sorvendo o cheiro de África e da cachaça de caju, transportado em lufadas de ar quente e muito pó. Para mim, esta curta viagem é sempre uma romagem de saudade. Brá, depósito de adidos, quartel dos comandos, antigo aeroporto e base aérea, o hospital militar … quantas recordações para os milhares e milhares de jovens que, tal com eu, cumpriram uma parte do serviço militar naquele território.
A chegada ao Bandim marca a entrada na cidade de Bissau. É um mercado de rua, ao ar livre portanto, onde tudo se vende, onde tudo se pode comprar. Frutas, legumes e cereais, carne e peixe com e sem moscas, mobílias e electrodomésticos, ouro, prata, jóias e moeda estrangeira, vestuário, calçado e material escolar, artigos a preços simpáticos para a carteira do cliente, pobre na maioria das vezes. A sua ala principal ocupa várias centenas de metros ao longo da artéria que liga a capital ao aeroporto. Do lado poente, ficam os bastidores deste grande mercado equivalente ao Roque Santeiro de Luanda, constituídos por um labirinto de ruas e ruelas invariavelmente sujas e malcheirosas, onde se apertam como sardinhas em lata, representantes das quarenta e tal etnias do país. As mulheres são o retrato de África, terra-mãe da humanidade. Trajando as cores do arco íris, exprimem-se nas línguas de Babel. Carregam o essencial para alimentar a família e muitas transportam vida nova no ventre, às costas ou pela mão. Pode dizer-se que no Bandim pulsa o coração do povo guineense.
Dentro da cidade, ruas largas embora em mau estado, bordejadas a mangueiras, deixam fluir um trânsito menos caótico permitindo-nos chegar ao Hotel sem dificuldade. Na recepção, um staff primoroso auxilia nas formalidades e encaminha-nos até aos alojamentos. Estes são constituídos pelo que resta de um vasto complexo de edifícios de apoio ao antigo clube de oficiais, uma espécie de barracões cobertos a lusalite e ventilação natural, onde se acomodava o pessoal de passagem. Eram tão medonhamente quentes e desconfortáveis que os residentes temporários lhes chamavam ”o Biafra”. Hoje, depois de algumas obras de remodelação, oferecem aceitável nível de conforto tendo em conta os padrões do país. Impera o nacionalíssimo banho balanta de púcaro e alguidar, suprindo as falhas de água na torneira. Pelas paredes acima a necessitarem de rolo e tinta, bicharada exótica dá as boas vindas aos recém-chegados. Móveis desconjuntados e o ar condicionado cheio de ressonâncias e a debitar calorias, completam um quadro indubitavelmente tétrico para o turista, familiar e aconchegante para o viajante, amante destas paragens.
Depois de uma borrifadela rápida para retirar o salitre do suor agarrado à pele, desfazem-se as malas à procura da vestimenta adequada, roupas leves de algodão, calções, T shirt e sandálias. Em poucos minutos estamos a caminho de Quinhamel na região do Biombo, a cerca de 40 Km de Bissau. O nosso destino é o restaurante da D. Henriqueta e seu marido, o Ti Aníbal. Um barraco situado na margem de uma bolanha, rodeado de frondosas e centenárias mangueiras sob as quais se alinham mesas e bancos corridos, este é o melhor local para saborear as deliciosas e fresquíssimas ostras da bolanha. Passadas pela chapa quente e servidas em quantidade industrial, são uma entrada forte para o menu que se segue; peitos de rola e bifinhos de gazela grelhados aux épices. A noite termina em beleza com uns drinques na Baiana, no centro da cidade, e uma visita a um dancing bem frequentado!
Fim da primeira parte e conclusão: Não é preciso muito para um homem ser feliz. Já as mulheres , não sei...
Juan"

sexta-feira, 8 de julho de 2016

António Luis Reis Traquino




Falei há pouco com o nosso companheiro Traquino, que me disse que continua em tratamentos, na esperança de que a sua saúde vá melhorando.
Para ti amigo enviamos-te um forte abraço com os desejos muito sinceros de que continues com boas melhoras. 
Leandro Guedes.

VIAGEM À ILHA DE BUBAQUE.


Do blog

"Kurt": Amizade, Viagens, Aventura e muito mais ... !



 publicamos este interessante artigo sobre uma viagem à Ilha de Bubaque, nos Bijagós, Guiné/Bissau.Para a semana publicaremos o restante.
Mas ficamos à espera da conclusão da viagem que ainda não está visível naquele blog.
Obrigado aos autores.
"Viagem à Ilha de Bubaque, arquipélago dos Bijagós.
Há viagens e viagens e há aquelas que ficam registadas na nossa memória. Pelos bons ou maus motivos, ou por ambos, como foi o caso desta deslocação aos Bijagós.
O arquipélago dos Bijagós é constituído por cerca de uma centena de ilhas e ilhotas situadas no oceano Atlântico, ao longo da costa da República da Guiné-Bissau de cujo território fazem parte integrante. Dado o estado de “pureza” em que se encontram, a Unesco classificou-as como Reserva Ecológica da Biosfera em 1996. Entre as ilhas mais importantes, salientam-se a Caravela, Formosa, Galinhas, Maio, Orango, Roxa e Bubaque, tendo sido esta última, o destino da minha viagem.
No seu conjunto, haverá pouco mais de uma dúzia de ilhas habitadas. As outras, ou são visitadas sazonalmente ou possuem mistério ( feitiço), e como tal, são consideradas sagradas pelos Bijagós, etnia que dá o nome ao arquipélago. Estas ilhas possuem uma riqueza natural excepcional, tanto a nível de recursos naturais como a nível cultural. Praias virgens, de águas cristalinas, cálidas brisas agitando palmeirais a perder de vista e a riqueza da sua fauna e flora, fazem delas um lugar paradisíaco, destino de sonho para qualquer viajante.
Numa passagem anterior pela Guiné, enquanto militar em serviço naquela antiga província ultramarina portuguesa, ouvira falar da ilha de Bubaque por ser muito frequentada por camaradas que ali gozavam a sua licença, por vezes na companhia das esposas que para o efeito se deslocavam desde a metrópole. Com o tempo, a povoação de Bubaque tornou-se numa requintada estância de férias que passou a acolher também, para além da hierarquia militar, altos dignitários ligados ao governo provincial bem como o jet set da colónia. Ali não faltava nada, desde um excelente hotel tiporesort, o Hotel Bijagós, que teve a sua época áurea no final da década de sessenta, altura em que foi ampliado com diversos bungallows, tal era a procura, uma danceteria anexa para mais de mil pessoas, um soberbo bar-esplanada debruçado sobre a praia e um conjunto de outras estruturas vocacionadas para o turismo. Havia também alguns edifícios administrativos de grande porte, vilas ao estilo colonial e residências de abastados comerciantes de origem europeia. De tudo isto, o que podemos encontrar hoje são apenas vestígios.
Os abastecimentos faziam-se através de ferry com o que de melhor e mais fresco chegava da Europa. Para maior comodidade e conforto dos turistas e visitantes, um aeródromo situado próximo do extremo sul da ilha transportava-os desde Bissau e outras localidades do território continental. O transfer para o hotel, fazia-se em autocarro próprio, cujos restos mortais ainda por lá sobrevivem.
Como se adivinha, os aliciantes para visitar os Bijagós eram muitos e a vontade, imensa e antiga.
Com o Rui Pedro, meu companheiro nesta viagem, planeei um itinerário em que numa primeira etape seguiríamos até Bissau num voo da Tap, deixando para segundas núpcias o esquema da deslocação até às ilhas, dada a falta de elementos informativos.
Embarcámos em Lisboa numa sexta feira tendo viagem decorrido sem acontecimento digno de registo. Excepto à chegada, quando o Rui não foi dentro por um triz! Mal acabara de pôr o pé em terra, rapou da filmadora e toca a captar umas vistas do aeroporto e material por ali estacionado. Foi quanto bastou para, uns metros à frente, ter uma comissão de boas vindas a aguardá-lo. Valeu-nos um amigo que nos acompanhava, o Manuel Neves, pessoa muito conceituada no meio policial local que rapidamente sanou a situação."
jUAN
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De José Luis Patricio, um amigo e ex-combatente, alferes em Bolama, recebemos o seguinte email:
Li a mensagem na madrugada de sexta-feira (hoje) e fiquei a pensar se tinha sonhado quando andei por Bubaque (e Bijagós em geral). Fui lá algumas vezes em patrulhamentos de acção psicológica (contacto com as populações, distribuição de algumas coisas que pediam: tabaco, árvores...). Havia uma realidade chamada Estância, composta por habitações ao estilo da terra, cobertas de colmo e redondas, se me não engano. Aquilo a que o nosso Duarte Pacheco Pereira no Esmeraldo... chama «casas palhaças», isto é, com cobertura de palha ou colmo. Muito agradável, com o fundão, o canal a separar Bubaque da ilha de Rubane, em frente.
Não guardo memória da realidade descrita, na dimensão apontada:
Com o tempo, a povoação de Bubaque tornou-se numa requintada estância de férias que passou a acolher também, para além da hierarquia militar, altos dignitários ligados ao governo provincial bem como o jet set da colónia. Ali não faltava nada, desde um excelente hotel tiporesort, o Hotel Bijagós, que teve a sua época áurea no final da década de sessenta, altura em que foi ampliado com diversos bungallows, tal era a procura, uma danceteria anexa para mais de mil pessoas, [...] 
E mais.
Continuação de boas férias
Um abraço

JL

quinta-feira, 7 de julho de 2016

O Júlio Garcia, furriel da CCAÇ 2314, fez anos

O Júlio Garcia fez anos no passado dia 4.
Embora atrasados daqui lhe enviamos o nosso abraço de parabens, com votos de boa saúde junto dos seus familiares e amigos.
Leandro Guedes.

segunda-feira, 4 de julho de 2016

filme "CARTAS DA GUERRA"

Recebemos o seguinte email:

Boa tarde

Vi que têm um blog Bart1914 (http://bart1914.blogspot.pt/) que escreve sobre as vivências da Guerra Colonial.

Contacto-vos porque o filme CARTAS DA GUERRA de Ivo M. Ferreira, apresentado em estreia mundial na Competição Oficial da Berlinale 2016, terá estreia comercial em Portugal no dia 1 de Setembro 2016, e achamos que o filme é do interesse dos ex-combatentes do Ultramar.

Gostaria de saber se posso contar com a vossa colaboração para divulgar o filme, no vosso blog e página facebook?

O filme estará em várias salas pelo país fora.

Deixo-vos abaixo todas as informações sobre o filme:


Sinopse:

CARTAS DA GUERRA adapta uma obra do escritor António Lobo Antunes, composta por cartas que este escreveu à mulher, Maria José, durante o período em que esteve em serviço na Guerra Colonial.

Longe de tudo que ama, escreve cartas à mulher à medida que se afunda num cenário de crescente violência. Enquanto percorre diversos aquartelamentos, apaixona-­se por África e amadurece politicamente.

A seu lado, uma geração desespera pelo regresso. Na incerteza dos acontecimentos de guerra, apenas as cartas o podem fazer sobreviver.

Link do trailer e imagens do filme:

http://www.osomeafuria.com/films/3/70/


Agradeço desde já a vossa atenção e fico a aguardar o vosso feedback. Se tiverem alguma dúvida ou alguma sugestão, por favor, não hesitem em contactar-me.

Cumprimentos,

Marta Léon

sábado, 2 de julho de 2016

Homenagem Póstuma ao nosso Capelão



Hoje dia 02 de Julho pelas 11h30, estes oito “guerreiros” depuseram na campa do nosso Capelão Luís Azevedo da Costa e Silva, em São Pedro da Torre – Valença, uma singela placa de reconhecimento do homem que nos acompanhou naqueles 23 meses com as suas preces, para que a maioria dos combatentes do BART1914 e de outros elementos das Companhias ali presentes em TITE, na GUINÉ/BISSAU, regressassem ao seio dos seus familiares sãos e salvos. Bem haja!
José da Costa



Sardinhada em Peniche - dia 22 de Julho



sexta-feira, 1 de julho de 2016

GUINÉ/BISSAU - A Região de Quinara


REGIÃO DE QUINARA

A região de Quinara, com uma superfície de 3 138,4 Km² é composta pelos setores de Buba, Empada, Fulacunda e Tite.  Encontra-se no centro da Guiné-Bissau e aqui predomina a etnia Beafada. Se Buba tem grande potencial turístico em termos naturais, já Empada, Tite e Fulancunda não têm atualmente relevância turística digna de se assinalar. São regiões que se dedicam essencialmente à agricultura e pesca artesanal.

A CIDADE DE BUBA , CAPITAL DA REGIÃO DE QUINARA

A cidade de Buba, capital de região, fica a 223 Km de  Bissau, percorridos numa estrada alcatroada e em boas condições. Com 744,2 Km² e uma população estimada em 17 123 habitantes, Buba é habitada pelas etnias Beafada e Mandinga, existindo em menor percentagem Fulas, Balantas, Manjacos e Papeis.

A cidade fica na margem do rio Grande de Buba e vive essencialmente da pesca, da agricultura e do comércio. a cultura é essencialmente de arroz, amendoim e milho e é praticada a agricultura itinerante que recorre às queimadas, uma prática que ameaça a floresta endémica desta região, última mancha da floresta primária da Guiné-Bissau.

A cidade de Buba merece uma visita rápida e geral, sem nada de especial a assinalar que justifique uma paragem.  Serve, no entanto, de ponto de partida para uma visita ao Parque natural das Lagoas de Cufada, a poucos quilómetros da cidade ou para um passeio de barco no rio Grande de Buba.  A cerca de duas horas de carro de Buba fica São João onde é possível apanhar uma piroga motorizada que numa curta travessia nos transporta até à ilha de Bolama. Saindo de são João, também podemos encontrar a 2 Km a bonita praia de Colónia.

(IN GUIA TURISTICO À DESCOBERTA DA GUINÉ-BISSAU, de Joana Benzinho e Marta Rosa, com a devida vénia)

quarta-feira, 29 de junho de 2016

O Pedro faz hoje 71 anos





O Pedro faz hoje anos.
Para o Pedro o nosso abraço de parabens, que continue com saúde no seio da sua famila dos Montes Altos.
Um abraço de todos nós.
Leandro Guedes.
-
A este respeito transcrevemos aqui parte dum artigo que reproduz o primeiro encontro que tivemos com o Pedro em 2010, após o regresso. Foi um verdadeiro momento histórico:
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"Os 65 anos do Pedro (em 2010)
Ainda não eram nove horas e já o Guedes, Pica, Carlos reguila, esposa e a "Dona Tom Tom", estavam a caminho dos Montes Altos.

Mas mal sabíamos a caloraça que aí vinha - 43 graus no seu pico máximo.
...
Por voltas das 11:30 chegamos ao ponto de encontro com o Mestre, na rotunda de Mértola.
Logo aí levamos um ralhete porque devíamos ter vindo por aquele lado e não pelo outro e porque passamos por ele e não o vimos… etc etc etc.
Já na companhia do Mestre e da esposa D.Conceição e depois de termos dado duas voltas à rotunda de Mértola, não sei se para despedida ou se porque o Mestre tinha saudades, lá seguimos rumo à Mina de São Domingos ao encontro do Ramos.
Quando lá chegamos, mais outro ralhete – então vocês vieram por baixo, deviam ter vindo direitos a Serpa, poupavam 30 ou 40 kms. (feitas as contas no fim da viagem poupamos uns 2 ou 3 kms apenas. ...)
O Mestre mete a colherada – não ligues o Ramos não sabe o que está a dizer… Não poupam quilómetros nenhuns e o caminho é mau.
Dois alentejanos castiços, cada um puxando para seu lado sem dar abébias ao outro. Mas às vezes as coisas roçam o azedo…
Quando chegamos à Mina estava também lá o Traquino e esposa, que é mais um dos recuperados, que já não víamos há muitos anos e que vive em Silves.
Mostrou-nos, orgulhoso, uma foto da sua bela e pequenina netinha com seis anos.

Por volta do meio dia chegamos aos Montes Altos. E lá estava o Pedro que, sem saber que nós íamos ao seu aniversário, como bom algarvio que é estava meio desconfiado. E mal viu o carro do Ramos e do Mestre, logo apercebeu que estavam ali os seus amigos.
Foi uma alegria. Toda a gente a dar-lhe os parabéns, tendo vindo ao nosso encontro o Sr. Diogo Sotero, excelente orientador de toda aquela equipa que trabalha naquela maravilhosa casa e que tanto bem tem feito ao nosso amigo Pedro.

Não esquecemos que o Pedro vivia no cartão, no Algarve, trabalhava sem que lhe pagassem, não tinha nada e foi encaminhado pelo jovem Mário para os Montes Altos, onde o Pedro adquiriu dignidade, conforto e bem estar, dando agora, verdadeiro valor à vida. Melhor das noticias – até já toma banho sozinho. Diogo Sotero, ao contar isto era, é, um homem feliz.

Bem mas veio o almoço, depois de cumprimentarmos todos os funcionários que naquela altura estavam nos Montes Altos.
E o almoço, confeccionado pelas senhoras dos Montes Altos, foi uma delicia – cozido de grão. E o que é o cozido de grão, isto para os ignorantes que não puderam lá ir?. É estufado de grão cozido, massinhas tipo cotovelo, carnes de diversas qualidades, hortelã, chouriço, muito bem temperado e apurado sem estar salgado.
Para a malta do norte, este prato é uma espécie de “Rancho”.
Uma maravilha. Foi de comer e chorar por mais. Parabéns à equipa da cozinha.
A rematar, sobremesas várias e o bolo de aniversário regado com champanhe delicioso, tendo-lhe sido cantados os parabéns.
O Pedro teve direito a beber um pouco de vinho e a fumar o seu cigarrinho.
No fim foi a abertura das prendas e aí o Pedro discursou um pouco e chorou de alegria.
Falta dizer que almoçamos ao ar livre – numa mesa estávamos nós (Diogo Sotero, Guedes, Ramos, Mestre e esposa, Pica, Pedro, Carlos Reguila, esposa, Traquino, esposa, noutra estavam as senhoras funcionárias e numa outra os funcionários.
Tínhamos aceite este convite para os anos do Pedro, combinando com o Sr. Diogo Sotero, comparticiparmos nas despesas do almoço.
Não quis nada. Disse que a despesa estava paga e o melhor pagamento foi nós estarmos lá, naquele dia especial para o Pedro e para os Montes Altos.

Entretanto houve os telefonemas daqueles que não podendo vir, não esqueceram o acontecimento – Hipólito, Contige, Cavaleiro, Victor Barros, Amador. Peço desculpa se me esqueço de alguém.

Ao encetarmos os preparativos para a despedida, começou a outra saga – o Mestre queria que fossemos lanchar a sua casa. Dizia a esposa que tinha lá um alguidar de carne à nossa espera.
Mas nós tínhamos prometido uns aos outros, ao partir de Setúbal, que vínhamos a tempo de ver o futebol em casa e por isso tivemos que recusar a boa vontade do casal Mestre.
Mas também, quem é que depois dum almoço daqueles nos Montes Altos, tinha barriga para uma alguidarada de carnes? Impossível.

Voltamos a ouvir os ralhetes do Mestre e do Ramos – vai por aqui que é melhor, vai por ali que é mais perto. Em que ficamos? - Óh Guedes não ligues ao Ramos. Óh Pica não ligues ao Mestre.
Resolvemos ir por outro caminho diferente da ida e assim seguir o conselho do Ramos, contra a vontade do Mestre. Fomos atrás dele até Moura e depois seguimos o nosso caminho.

Ao fim e ao cabo acho que Portugal perdeu com a Espanha, como castigo por não termos ido lanchar com o Mestre, mas desculpa amigo, fica para a próxima.

Bebemos uma aguinha num tipico café alentejano de beira da estrada, onde fiz o meu euromilhões e chegamos a bom porto, em Setúbal.

Reiteramos por fim os nossos agradecimentos eternos à equipa dos Montes Altos na pessoa do Sr. Diogo Sotero, ao jovem Mário que o encaminhou na vida, às funcionárias/funcionários que tudo fazem para que o Pedro e os outros utentes, se sintam melhor ali do que estavam nas suas próprias casas ou a viver no cartão.

Como nota queremos apenas dizer, que em conversas entre nós temos valorizado imenso o gesto do jovem Mário, que apesar da sua pouca idade se preocupou com um idoso sem abrigo, um deserdado da vida e o encaminhou para aquela casa que tem sido a salvação do Pedro. Não é comum este comportamento de gente jovem em relação aos mais velhos desamparados.
Bem hajam todos!
Muito e muito obrigado.
________________________________
dos Montes Altos recebemos este email:
Caros amigos do Batalhão de Artilharia 1914-Tite, a vossa vinda a Montes Altos, é daqueles gestos que já não se vêem nos dias de hoje, pois deslocarem-se de tão longe para vir ao aniversário de um companheiro de guerra de há 40 anos, revela um grande espirito de equipa e seguramente de horas amargas que passaram juntos numa guerra estupida que fiquei certo ao ouvi-los deixou marcas para toda a vida.
Por isso foi com muita amizade que vos recebemos a vós e outros amigos que aqui se deslocam por esta ou outra razão. Aqui se tratou tão bem o Senhor Presidente da República como tratamos os sem abrigo, como é o caso do" Pedro das vacas" ou o tio Zé como nós chamamos.
É esta a nossa divisa tratar e receber todos bem, desde que venham por bem.
Recebam um abraço deste amigo.
Diogo Sotero

sexta-feira, 24 de junho de 2016

PLATAFORMA SALVAR O TUA









PLATAFORMA SALVAR O TUA
A Plataforma Salvar o Tua tem por missão proteger o Vale do Tua, um dos rios mais belos de Portugal, alertando para a incompatibilidade da construção da Barragem de Foz Tua com os vários valores protegidos pela classificação do Alto Douro Vinhateiro como Património Mundial. Defendemos a suspensão imediata das obras antes de serem cometidos danos irreparáveis sobre um património natural de valor social, ecológico e económico inestimável, que é parte da nossa herança cultural e identidade nacional.
Com a construção da barragem de Foz Tua, está iminente a destruição do Vale do Tua e da sua centenária linha ferroviária que integram o Alto Douro Vinhateiro, Património Mundial classi­ficado pela UNESCO.
A Plataforma Salvar o Tua tem por missão proteger e valorizar este património e impedir a construção da barragem que o irá destruir.
Veja no site seguinte, aquilo que está em causa.

               Clica aqui:



GUINÉ/BISSAU - Cultura e Desporto

CULTURA
A Guiné-Bissau possui uma herança cultural bastante rica e diversificada, com uma multiplicidade de ritmos, instrumentos musicais, danças e manifestações culturais.
O folclore guineense é muito rico e varia muito entre etnias, não só pela expressão corporal, como nos trajes ou sons e instrumentos que acompanham esta manifestação cultural riquíssima que está muito presente no quotidiano guineense, como em dias festivos, funerais ou nas cerimónias de iniciação como o Fanado. o grupo “os netos do Bandim” permite-nos, nas suas atuações, viajar pela grande diversidade folclórica das etnias do país.
A arte na Guiné-Bissau assume grande importância pelo papel que desempenha na religião e nos ritos animistas, tendo uma relação muito próxima com o sobrenatural, pois permite a comunicação com os irãs (Deuses) e os antepassados. a arte guineense mais valiosa e mais rara é a arte Bijagó mas as etnias nalu, Papel e Manjaca são também conhecidas pelas suas esculturas. estas esculturas são normalmente máscaras de animais (como tubarões, touros, vacas, hipopótamos) e são usadas durantes os ritos ou danças tradicionais. a cestaria, os panos de tear (pano de pente) e tingidos ou a olaria são também algumas das manifestações culturais típicas da Guiné-Bissau.
A música faz parte do quotidiano na Guiné-Bissau, estando muito presente nos momentos duros da lavoura, nos tempos de ócio, em cerimónias como casamento, de iniciação, batizados ou funerais. o género mais conhecido na Guiné-Bissau é o Gumbé, uma mistura de diversos estilos musicais. ocorrem durante o ano vários festivais de música, sendo o mais conhecido o Festival de Bubaque que se realiza no fim-de-semana da Páscoa em Bubaque, arquipélago dos Bijagós, e que reúne ali os melhores músicos da atualidade.
O músico de maior referência na Guiné-Bissau, por ser um símbolo da resistência ao colonialismo e autor dos poemas musicados mais conhecidos, é José Carlos schwartz, já falecido. na cena musical contemporânea, podemos referir os super Mama Djombo, tabanca Djaz, Dulce neves, Bidinte, issabary, Justino Delgado, Kaba Mané, ramiro naka,  zé Manel, Karyna Gomes, eneida Marta, Klim Mota, atanásio atchuem, Binhan Quimor , Charbel Pinto, iragrett tavares, Manecas Costa, Miguelinho nsimba, Demba Baldé ou Patche di rima.
De salientar três instrumentos musicais característicos da Guiné-Bissau: o Kora (instrumento musical Mandinga, constituído por uma cabaça com adaptação de uma viola, estando a parte aberta forrada com couro de cabra, atravessada de lado a lado por um pau redondo que forma o braço principal do instrumento. este liga-se às 21 cordas que estão dispostas verticalmente). O Balafon (xilofone com lamelas de madeira  pau-de-sangue dispostas paralelamente sobre 4 suportes de cana de bambu) e a tina (trata-se de um recipiente cilíndrico com água onde se coloca uma cabaça oca virada para baixo a boiar), também conhecida por tambor de água e muito utilizada na música guineense.
Na literatura, saliente-se, Amílcar Cabral, poeta e autor de importantes ensaios políticos e discursos nacionalistas, abdulai silá (romancista, poeta), Agnelo regala (poeta), Carlos-Edmilson Vieira, tony Tcheca (poeta), Félix siga, Hélder Proença, Vasco Cabral, António Baticã Ferreira (poeta), Odete Semedo, Julião de sousa (historiador), Francisco Conduto de Pina, Carlos Lopes, Filinto de Barros ou saliatu da Costa.
No que respeita aos artistas plásticos podemos destacar augusto trigo, Ismael hipólito Djata, Sidney Cerqueira, Lemos Djata, João Carlos Barros, Anselmo Godinho, Malam Camara,  Manuel ou Fernando Júlio.
Na sétima arte mencione-se Flora Gomes, cineasta guineense diversas vezes premiado e reconhecido internacionalmente pelo seu trabalho ou o jovem cineasta Filipe Henriques.
DESPORTO
O futebol é o desporto rei na Guiné-Bissau e as equipas mais conhecidas são o sport Benfica e Bissau e o sporting Clube de Bissau. Vários são os futebolistas guineenses a jogar em equipas internacionais. a Guiné-Bissau tem igualmente tido algum destaque nas modalidades de Judo e Luta a nível internacional.
 (IN GUIA TURISTICO À DESCOBERTA DA GUINÉ-BISSAU, de Joana Benzinho e Marta Rosa, com a devida vénia)

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Homenagem ao Gentil







Caros amigos
Fomos hoje à campa do Gentil Félix Lourenço, em Vila Verde dos Francos, concelho de Alenquer, a terra por onde passou Camões, entregar à família a placa de homenagem ao nosso companheiro falecido, bem como um ramo de flores, tendo ambos ficado depositados na campa, conforme fotos.
Estiveram presentes a Esposa, Filha e Filho, a quem agradecemos.
Que o nosso amigo Descanse em Paz!
Leandro Guedes.

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Homenagem ao Gentil Félix Lourenço


Caros companheiros
Conforme estava combinado, vamos na próxima 4ª. feira, dia 22 de Junho, pelas 11 horas da manhã, ao cemitério de Vila Verde dos Francos, no extremo oeste do concelho de Alenquer, entregar à família do Gentil Félix Lourenço, uma placa de homenagem ao nosso amigo falecido.
Quem puder e quiser, pode lá ir ter às 11 h ou então vem ter a Torres Vedras e vai comigo. A vila fica a cerca de meia hora de Torres Vedras.
Quanto à placa do amigo Arrabaça, terá que fic
ar para Setembro, uma vez que a campa ainda não está pronta.
Um abraço.

Leandro Guedes

domingo, 19 de junho de 2016

PARABENS AO HIPÓLITO.









O nosso companheiro Hipólito passa hoje mais um aniversário.
Homem de muitos ofícios - desde as actividades eclesiásticas e respectivas provas do vinho, especialista em aerogramas e todos os assuntos afins, comandante de Bombeiros, agricultor/sulfatador, cavaquista (tocador de cavaquinhos), organizador de almoços anuais bélicos, além das actividades profissionais que teve durante a sua vida profissional - é este o homem multifacetado que hoje festeja o seu 71º. aniversário.
Para ti companheiro, o nosso abraço de parabens, com os votos de que contes muitas com saúde junto dos teus familiares.
Leandro Guedes