Camaradas e amigos
Faltam dez dias para o nosso almoço.
Inscrevam-se
34º almoço em 2025 - Figueira da Foz - Quinta da Salmanha.
“Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma”
(Do Padre António Vieira, no "Sermão da Terceira Quarta-Feira da Quaresma", na Capela Real, ano 1669. Lembrado pelo ex-furriel milº Patoleia Mendes, dirigido-se aos ex-combatentes da guerra do Ultramar.).
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"Ó gentes do meu Batalhão, agora é que eu percebi, esta amizade que sinto, foi de vós que a recebi…"
(José Justo)
-
“Ninguém desce vivo duma cruz!...”
"Amigo é aquele que na guerra, nos defende duma bala com o seu próprio corpo"
António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente
referindo-se aos ex-combatentes da guerra do Ultramar
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“Aos Combatentes que no Entroncamento da vida, encontraram os Caminhos da Pátria”
Frase inscrita no Monumento aos Heróis da Guerra do Ultramar, no Entroncamento.
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"Tite é uma memória em ruínas, que se vai extinguindo á medida que cada um de nós partir para “outra comissão” e quando isso nos acontecer a todos, seremos, nós e Tite, uma memória que apenas existirá, na melhor das hipóteses, nas páginas da história."
Não
voltaram todos… com lágrimas que não se veem, com choro que não se ouve… Aqui
estamos, em sentido e silenciosos, com Eles, prestando-Lhes a nossa Homenagem.
Ponte de Lima, Monumento aos Heróis
da Guerra do Ultramar
O falecido alferes António Júlio Rosa também escreveu um livro sobre este cativeiro, intitulado "MEMORIAS DE UM PRISIONEIRO DE GUERRA", que muitos de nós têm em seu poder.
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Ex-Combatentes do Ultra-mar , "Veteranos de guerra
" ·
AB Neves
PORQUE ESTE É UM GRUPO DE EX-COMBATENTES.
ANTÓNIO LOBATO - O MAIS LONGO CATIVEIRO DA GUERRA
Com o subtítulo "O mais longo cativeiro da
guerra", este impressionante documento humano relata os longos anos em que
o António Lobato esteve prisioneiro na Guiné Conakry, após ser capturado pelas
forças do PAIGC, durante a Guerra do Ultramar.
Ao longo de 200 páginas, o livro refere o drama físico e
psicológico vivido por um jovem militar português, que durante mais de sete
anos foi capaz de suportar um isolamento extremo num cubículo de dimensões
exíguas, em condições sub-humanas, mas sem perder a esperança de alcançar de
novo a liberdade. Aliás, por três vezes se evadiu, tendo a última escapadela
durado ainda uma curta semana, mas tão longa para quem durante dias e meses a
fio permanecia confinado numa fortaleza sombria e claustrofóbica.
Mas o aspecto talvez mais saliente neste testemunho heróico
tem a ver com a reflexão interior que o protagonista deste drama nos dá a
conhecer, durante as longas horas que era obrigado a permanecer quase estático
num espaço acanhado de quatro por dois passos, na medida do próprio autor. Sem
a vastidão ilimitada do céu por onde se habituara a voar, Lobato é forçado,
para sobreviver psiquicamente a essa provação extrema, a explorar uma outra
dimensão: a do seu próprio ser interior do qual vai aprender a conhecer os
limites ou, melhor ainda, a sua infinita transcendência.
Recusando-se a desistir da vida e escudado na promessa que
fez à sua jovem esposa, nos oito meses que ambos passaram na Guiné "Se
algum dia desaparecer não te preocupes, voltarei sempre." o Lobato
estabelece consigo próprio um diálogo interior que lhe conserva a lucidez e o
vai ajudar a passar os dias sufocantes e sempre solitários.
Ao mergulhar nesta outra dimensão, comum afinal a todos nós,
o prisioneiro revela não apenas a força inabalável do seu carácter, moldado
também na dura disciplina militar, mas dá-nos sobretudo uma lição de
sobrevivência e da admirável capacidade que o Ser Humano tem de se adaptar às
condições mais inóspitas e adversas. Deste modo, e como ele próprio afirma, foi
esta vitória sobre si próprio que o salvou e simultaneamente enriqueceu como
Pessoa, fazendo jus às palavras milenares de Buda, que a proclamou como "a
maior de todas as vitórias".
O livro baseia-se não só nas recordações do seu autor, mas
também nos apontamentos que ele escreveu durante o cativeiro, quando outro
preso importante de uma cela contígua lhe forneceu papel e lápis, o que
permitiu inclusive o envio clandestino de algumas cartas para a família, e até
informações sobre a prisão e várias outras de carácter militar. Parte destes
documentos, incluindo desenhos da topografia local e um esboço do Forte de
Kindia, encontram-se reproduzidos nas 26 páginas do anexo final do livro.
E é só em Novembro de 1970, que a operação secreta "Mar
Verde", durante muito tempo não admitida oficialmente pelo governo
Português, põe fim ao longo cativeiro de Lobato e outros jovens militares
portugueses, entretanto capturados pelo PAIGC. O regresso à Pátria e à família
é apenas ensombrado por essa obrigação de não revelar o "modus
operandi" da libertação, a qual é apresentada como uma fuga bem sucedida,
já que o segredo de Estado assim o determina. Em suma, trata-se de um relato
empolgante pela sua veracidade e que nos revela a faceta oculta da nossa
própria humanidade, quando confrontados com situações limite em que apenas nos
podemos valer de nós mesmos e de mais ninguém. Uns desistem e abandonam-se ao
desespero e à negação, mas outros sempre acalentam o eterno sonho da liberdade
recuperada, se não nos espaços exteriores, pelo menos na ampla vastidão do
querer indómito de uma alma que não se verga a nenhuma adversidade, porque em
si a Vida sabe!
É impossível entender-se de uma só vez todo o muito que está
escrito neste livro. À primeira vêz, devido ao ritmo e emoção dos
acontecimentos relatados, somos tentados a ler rapidamente sem parar.
Inevitávelmente velocidade da leitura tende a fazer-se perder a brilhante
mensagem que vai nas “entre linhas”.
Já tinha a 1ª Edição, a qual tinha lido pelo menos umas 4
vezes nestes últimos anos, donde foi óptimo relembrar tudo outra vêz nesta 5ª
leitura. Especialmente relevante nesta edição é o novo Capítulo VII –
“Post-scriptum” (pag. 233) no qual o António Lobato demonstra uma ilimitada
grandeza ao perdoar os seus carcereiros. Leiam!
𝗗𝗶𝗮 𝗜𝗻𝘁𝗲𝗿𝗻𝗮𝗰𝗶𝗼𝗻𝗮𝗹 𝗱𝗼𝘀 𝗠𝘂𝘀𝗲𝘂𝘀 ✨
Os Museus de
Famalicão estão em festa! - o Museu da Guerra Colonial
Entre os
dias 18 e 23 de maio, celebramos o Dia Internacional dos Museus com uma
programação especial, pensada para todas as idades.
Serão dias
repletos de visitas gratuitas, oficinas criativas, teatro, música, exposições,
atividades interativas e muito mais. Uma oportunidade única para redescobrir os
nossos espaços culturais e conhecer novas formas de viver o património.
Marque na
agenda, convide a família e os amigos, e venha celebrar connosco a riqueza e
diversidade dos museus famalicenses!
Fundação Calouste Gulbenkian
18 abr – 21
jun 2026
10:00 –
18:00 sex, sáb e dom, 10:00 – 21:00 Encerra Terça
Local -
Galeria Principal
EXPOSIÇÃO
ARTE E MODA
Fundação
Calouste Gulbenkian
Praça de
Espanha - Lisboa
Preço
8,00 € –
12,00 €
Incluído no
bilhete All-inclusive
Descontos
Feitoria Inglesa
Bem-vindo à
Feitoria Inglesa, o berço do Vinho do Porto.
Durante mais
de dois séculos, este edifício extraordinário foi território reservado aos
mercadores britânicos de Vinho do Porto — um lugar de portas fechadas,
diplomacia silenciosa e rituais que resistiram ao tempo. Hoje, essas portas
abrem-se ao público. Convidamo-lo a explorar salas onde a história se sente em
cada pormenor: dos mapas pintados à mão ao mobiliário requintado, dos livros
antigos ao eco dos almoços de quarta-feira. Descubra uma das histórias mais
exclusivas da cidade do Porto.
Rua do
Infante D. Henrique, 8
Porto
4050-296
info@thefactoryhouseoporto.com
+351 223 392
980
+351 934 087
247
É com profundo pesar que vos informamos, que faleceu D. Leopoldina Costa Ribeiro Esposa do saudoso Jose Narciso Costa, de Sequeira, Braga.
Esta noticia foi-nos dada pelo nosso companheiro Ilidio Matos, que
era amigo da familia.
A Esposa do Narciso sempre acompanhou o marido nos almoços
do BART 1914, e era uma entusiasta por este tipo de encontros.
QUE DESCANSE EM PAZ!
Não se sabe ainda a que horas é o velório nem quando é o
funeral.
À familia enlutada expressamos os nossos profundos
sentimento.
O funeral será no próximo dia 7, pelas 15 horas, na Igreja de Sequeira, Braga.
Leandro Guedes.
Meu caro amigo Cap Paraiso Pinto
Hoje celebra mais um aniversário, o 92º se não me engano.
Todos nós ficamos felizes por ter partilhado, muitos destes anos na nossa companhia, dois deles em cenários bem difíceis. Obrigado por todos estes anos.
Que a vida lhe continue a sorrir como merece, na companhia da sua Exma Esposa e restante familia.
Pode contar conosco Comandante, para o que der e vier. Que não lhe falte paz, saúde e boa disposição.
AMIGOS NA GUERRA, AMIGOS PARA SEMPRE.
Parabéns velho e querido amigo.
O nosso abraço sincero e fraterno.
Leandro Guedes.
Que tenhas muita saúde e boa disposição.
Passa um excelente dia junto dos teus familiares e amigos.
Um grande abraço.
Leandro Guedes.
Amigos.
Dia 23 deste mês realiza-se o nosso
almoço anual.
Ainda só há 20 inscrições...
Vamos lá dar corda aos sapatos.
É
importante fazer a marcação do almoço, porque para a outra semana os
organizadores têm de combinar com o restaurante.
Please!
Bart 1914, Tite - Guiné
1967/1969
Companheiros, temos de organizar o próximo almoço anual de
2O27, em Famalicão para irmos ver o MUSEU DA GUERRA COLONIAL.
O que acham? A malta daquela zona que se prepare -
Famalicão, Fafe, Baltar, etc etc.
"Como vi e assisti ao 25 de Abril de 2026 – MÊDA
Este ano, o 25 de Abril, na minha terra natal, foi cheio de
“emoções”… Foi diferente!
As recordações do 25 de abril de 1974 vieram à memoria e o de esta ano de 2026
sensibilizaram-me. Sensibilizaram-me não só pela dignidade, mas,
essencialmente, pelo simbolismo nas palavras dirigidas pelo Exmº. Presidente da
Câmara nas suas referências aos Combatentes e na sua representividade.
Fizeram-me sentir orgulhoso por fazer parte do Núcleo de Combatentes da cidade
de Mêda.
A dignidade das cerimónias estiveram bem presente em cada
componente. O hastear das Bandeiras no Município e na Sede do Núcleo, a
homenagem e recordação no Monumento dos Combatentes dos militares, em especial
de Abril, na Sessão Solene no Salão Nobre dos Paços do Concelho, enriquecida
pelas intervenções, em particular, do Convidado de Honra, Ten-General Lemos
Pires, na participação do Orfeão, do Centro de Formação Musical e no concerto
de Guitarras com a participação dos alunos e professores do Centro de Formação
de Mêda no auditório da Casa de Cultura.
Momentos para não esquecer… Obrigado ao Município e a todos
que participaram nas Cerimónias do 25 de Abril de 2026, na cidade de Mêda.
25 de Abril de 2026.
JT"
Dia 25 de Abril👉 Portugal🇵🇹 celebra o dia da Liberdade🌹
Há 47 anos, em Santarém, o Cap. Salgueiro Maia, falava assim
aos seus soldados...
"Meus senhores, como todos sabem, há diversas
modalidades de Estado: os Estados sociais, os corporativos e o estado a que
chegámos. Ora, nesta noite solene, vamos acabar com o estado a que chegámos! De
maneira que, quem quiser vir comigo, vamos para Lisboa e acabamos com isto.
Quem for voluntário, sai e forma. Quem não quiser sair, fica aqui!"
📷 Alfredo Cunha
Parabéns ao nosso amigo Francisco Ramos, que é de Moura no Alentejo e que hoje completa mais um aniversário.
Que contes muitos amigo com saúde e boa disposição, junto
dos teus familiares e amigos.
Um grande abraço e que passes um excelente dia.,
Leandro Guedes.
O nosso companheiro Luis Manuel Dias, completa hoje mais um aniversário
Que contes muitos mais amigo, com muita saúde, junto do teu irmão gémeo e restante familia e amigos.
Muitos Parabéns.
Um grande abraço.
Leandro Guedes.
O nosso amigo Alfredo Alves, completa hoje mais um aniversário.
Que contes muitos mais com saúde, na companhia de Esposa e restantes familiares.
Desejamos que passes um excelente dia.
Muitos parabéns.
Um grande abraço
Leandro Guedes.
Há 59 anos atrás, a 8 de Abril de 1967, partimos para a Guiné no UIGE, rumo ao mato em Tite, donde só saimos 23 meses depois.
Tanta coisa se passou entretanto...
Descanso eterno para os que já partiram... -
Muita saúde para aqueles que ainda por cá andam.
Leandro Guedes
Que dia triste....as mães, as jovens companheiras ...algumas já com
crianças, os homens aparentemente mais resistentes nas lágrimas...os lenços a
acenar...e qdo o barco é desamarrado e o apito é insistente é a certeza q
fica....vão mas não sabemos SE e COMO voltam...ainda hoje me arrepio...perdi 3
amigos 1 dos quais nosso amigo de infância...
Natercia Leite é
verdade, foi um momento que não esquecemos, nem para os que ficaram e nem para
os que partiram…
Foi o início duma nova vida que trouxe ansiedades, tristezas, sofrimento e
imagens inimagináveis de dor e tragédia que ficaram gravadas.
Ficou a amizade que continua a unir estes homens.
Beijinhos. Obrigado.
Bart Tite - Guiné Amizade
sem ódios de vingança ou ódios de estimação...fizeram-se homens, homens de bem
, marcados duramente por uma guerra q não era deles...com uma revolta contida
mas viva...bj
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A minha partida no mesmo navio e para o mesmo local foi a 10 de janeiro de
1968. E por lá nos encontramos, poucas vezes, e convivemos muito pouco. Mas foi
o suficiente para deixar raízes. Abraço aos camaradas.
Bom dia JUVENTUDE..... Eu embarquei a 22 de Julho/1967 e fomos colocados em
TITE, Bart 1914. Chamaram-nos de piriquitos.... Deram uns tiritos para nos
amedrontar. Foi o sinal de BOAS VINDAS. E por lá andamos Tite, Enxudé, S. João,
Jabadá, Bissássema e NOVA SINTRA e para terminar em beleza a comissão, saÍmos
de Nova Sintra, para Bissau em 3 de Março de 1969 e fomos passados poucos dias
para a OPERAÇÃO LANÇA AFIADA. A saída de Bissau foi a 7 de Março, para o XIME e
depois a 8 de madrugada para o terreno.... Neste dia ouvi o silvo das balas.
Estávamos emboscados e tentamos apanhar á mão uns individuos que vinham na
Mata. Não conseguimos e de imediato, via rádio, entrei em contacto do o
Capitão, uma vez que estávamos detectados, levantei-me e fui aí que houve fogo.Abraço
a todos os combatentes.
Raúl Soares lança
afiada lembrome como se fosse hoge(e as abelhas) ?
Raúl Soares Camaradas
fiz patrulha e Ronda Cais de Alcântara embarques vi muitos embarques para o
Ultramar Camaradas nossos algumas Chegadas a Alcântara Eu de serviço era uma
desgraça Pais Mães Irmãos com os lenços Ar aos Gritos a Chorar Fazia Arrepiar
Eu era P .M.tambem calhou me Á minha Pessoa Mas fui para Cabo Verde Ilha de
Santiago Cidade da Praia Pelotão 1171ano1966 ,1968 foi umas Férias mas era
Triste nós jovens atrasaram nossas vidas infelizmente mas já Passou mas á muito
Camaradas ficaram por lá meu irmão mais velho que eu Foi para Moçambique era
Condutor Carros de Combate mato Arrebentou uma Mina Morreram uns7 Camaradas meu
irmão foi único sobrevivente com o corpo cheio de istelhasses ficou cego de uma
das vistas. Sofreu Bastante com problemas de saúde mental Camaradas tudo de Bom
muita Saúde. Felicidades nosso tempo está acabando mais dia menos Dia vamos nós
tudo de bom
Raúl Soares viva
grande camarada!
Obrigado pelo que fizeram em Nova Sintra.
Porque quando lá cheguei em junho de 1972, tinha um bunker onde dormir mais
descansado!
Foram 25 meses de Guiné,24 no mato,com muitos ataques.
Mas a união faz a força.
E quase todos voltamos apesar de mortes e vários feridos.
Hoje penso que deveríamos ter mais atenção dos políticos, dos betinhos que
nem sequer foram a tropa!
O ministro da defesa,que é um deles,devia ter consideração pelos Veteranos!
Mas ele só quer agradar aos EUA e a UE.
Aumento da despesa para a defesa é um roubo a todos os portugueses!
Um abraço e saúde!
Eu fui Furriel de TMS.
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Por esta altura já tinha quase 12 meses de Tite com bons e maus momentos
Um abraço para todos os camaradas do meu pai António Alves Heitor
Agradeço a todos aqueles que mostrem estas imagens ou contem sobre esta
guerra colonial que parecia não ter acabar como acabou, para que estes jovens
que navegam na net possam saber uma das causas do 25 de Abril há que contar a
história onde muitas vidas se perderam e outras tantas ficaram traumatizadas
devido aos acontecimentos são memórias que não se podem nem devem apagar
Nosso batalhão 1913 formado na pesada 2 em V. N. De Gaia e saímos a 25 de
maio 1967 no UIGE destino a Guiné onde
fomos dispersos em várias zonas , regressamos a 09 de Março 1969 depois de
passar 22 meses e meio regressamos no UIGE , destino a nossas famílias ,
descanse em paz camaradas falecidos
Tambem me levou para a Guiné em Agosto de 1971.
Eu também parti para a Guiné:em
Julho de 69 no Uíje com destino a S. Domingos Norte, onde estive um ano.
Depois fui transferido para o vosso batalhão que estava emTite . Mas eu fui
para a companhia que estava em Jabadá. Lá estive até vocês terminarem a vossa
comissão. Depois fui para Aldeia Formosa
Onde fiquei até ao final da comissão Setembro de 71.Ali
Já caíam mísseis! Um grande abraço para todos !!! Saúde e muita paz!!!
Ze Mario Silva estive
em Jabadá 66 68 grande abraço
Parte inferior do formulário
Estive também em Tite com o BART 2924. Parti em 23 OUT70 e regressei em
21OUT72
Pois o meu Batalhão veio no Uíge em Abril de 1967, desembarcámos em
Alcantara e rumo ao Quartel de Infantaria 1 na Amadora para fazer o espólio.
Quando chegamos a Angola ao cais de Luanda, estava lá á nossa espera a PM e
muitos militares e civis, todos batiam palmas, saímos e entramos de imediato no
comboio com destino ao Grafanil,
Eu saí do inferno(Guiné, Mansaba) em fins de 66.A minha companhia era a 644
os Águias Negras Um abraço.
Eu estive de 65 a 67 em Buba e Guilége companhia 1438
Excelente dia para as pessoas que hoje têm saudades do salazarismo /
caetano.
Guiné 64_66 bula
Era arrepiante quando o cordão da polícia militar que separava as
mães,filhos e irmãos do cotigente era rebentado pelas famílias e tentar abraçar
seus entes queridos mais uma vez. É uma sena inesquecível. Eu passei por isso
quando parti no Uige em Novembro de 68 .
Eu fui em 1968 no Vera Cruz para
Moçambique Cabo Delgada Mueda
um abraço--
PARTI UM ANO ANTES. CORRI VARIAS TERRAS POIS A COMP 1614 ERA DE TROPA DE
INTERVENÇÃO E ESTIVE 11 MESES EM CABEDU
Estive na Guiné 67 69
Adérito Martins tambem
estive la' 67/69, Bart.1913 , Cart 1687 Cufar e Catio'. Abraco a todos os
combatentes.
Parte superior do formulário
Foi o meu navio de angola para Portugal a dormir nos porões mas nós
queríamos era chegar a casa um abraço.
Foi esse mesmo ke me levou para Angola em 1970 xeguei a luanda em junho
Eu ém Mansoa 64/66.
Eu desde que o meu marido foi para a Guiné.
Era só trabalho trabalhar.
Não queria ver mais nada.
Churei muito.
Estou casada á 62 anos.
Foi um período da minha vida.
Muito difícil
Ainda dizem bem do homem que mandava esta juventude para a guerra?Mas ele
não foi Maldito homem onde quer que esteja não tenha sossego E para quê????
tanto sofrimento sacrifício mágoa morte......para os traidores vendidos
peões lacaios de interesses obscuros e grandes potências.......
Eu sou 1970/72 Guiné Bissau Bolama Catio Cabedu abraço a todos vocês
A geração dos Anos sessenta e setenta ! resiliência ! coragem ! humildade !
seriedade ! espirito de sacrifício ! abnegação pelos deveres a cumprir ! só
depois os direitos , que ficaram por cumprir, por parte de quem nos governava,
e tem governado ! Pátria que não reconhece seus servidores ! é uma Pátria
madrasta. Cumprimos os nossos deveres ! os direitos ficaram esquecidos ! as
gerações futuras, quando os governantes precisarem dos seus serviços !
lembrem-se do que os governantes fizeram, com os Ex. Combatentes em África nas
EX.Colonias. resignados entregues ás suas recordações de um dever cumprido sem
retorno a um carinho, pelos serviços prestados á Nação. Da História só nos
resta as recordações . Abraço a todos que como eu, passou pela guerra de
África.
deus esteija com voses todos
Eu comando agrupamento 16.
Águias Negras pertenciam ao nosso comando assim como toda a zona do Oio.
Foi neste barco que fiz a viagem para luanda em 71.
Quando vejo estas imagens.
Me dá vontade de chorar
É AQUILO QUE FAZ FALTA A ALGUNS DELES, OS DO CHEGA É UM EXEMPLO.
A opção
selecionada é "Mais relevantes", por isso, alguns come