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“Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma”


(Do Padre António Vieira, no "Sermão da Terceira Quarta-Feira da Quaresma", na Capela Real, ano 1669. Lembrado pelo ex-furriel milº Patoleia Mendes, dirigido-se aos ex-combatentes da guerra colonial.).

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"Ó gentes do meu Batalhão, agora é que eu percebi, esta amizade que sinto, foi de vós que a recebi…"

(José Justo)

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“Ninguém desce vivo duma cruz!...”

"Amigo é aquele que na guerra, nos defende duma bala com o seu próprio corpo"

António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente

referindo-se aos ex-combatentes da guerra colonial

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Eles,
Fizeram guerra sem saber a quem, morreram nela sem saber por quê..., então, por prémio ao menos se lhes dê, justa memória a projectar no além...

Jaime Umbelino, 2002 – in Monumento aos Heróis da Guerra Colonial, em Torres Vedras
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“Aos Combatentes que no Entroncamento da vida, encontraram os Caminhos da Pátria”

Frase inscrita no Monumento aos Heróis da Guerra Colonial, no Entroncamento.


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EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

RECONHECIMENTO

ESTES SÃO OS EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART. FALTAM AQUI OS EMBLEMAS DAS UNIDADES DA ARMADA E DA FORÇA AÉREA QUE TANTAS VEZES FORAM AO ENXUDÉ, A TITE, A NOVA SINTRA E OUTROS AQUARTELAMENTOS, PARA ENTREGA E LEVANTAMENTO DE CORREIO, O SPM, REABASTECIMENTOS DE GÉNEROS E MATERIAL BÉLICO E OUTRO DIVERSO, OU PARA EVACUAÇÃO DE MORTOS E FERIDOS E TAMBÉM PARA FLAGELAÇÃO DO IN. E AINDA VÁRIAS UNIDADES DE INTERVENÇÃO RÁPIDA TAIS COMO PARAQUEDISTAS, FUZILEIROS, COMANDOS E OUTRAS COMPANHIAS, PELOTÕES OU SECÇÕES, PARA AJUDA EM MOMENTOS MAIS DIFICEIS, NÃO ESQUECENDO AS ENFERMEIRAS PARA-QUEDISTAS.

sábado, 4 de julho de 2020

Parabéns Julio Garcia


Parabéns Julio Garcia por mais um aniversário.
Que contes muitos com saúde.
Um abraço e que tenhas um dia bem passado.
Leandro Guedes.

quinta-feira, 2 de julho de 2020

Fotos inéditas - os pilões

Bart Tite Guiné Bissau
18 de maio de 2016 ·

FOTOS INÉDITAS DE ALFREDO ALVES - nesta foto está o Alfredo e o Costa a pilarem arroz, na tabanca de Tite. Estas fotos são inéditas, porque não fazem parte de nenhum album de fotografias dos nossos companheiros, até agora mostrados.
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José da Costa -- Exatamente. Eu desconhecia esta foto. O Alfredo Alves fez o favor de me mostrar neste último convívio. Não estarei errado em dizer que esta foto foi feita nas primeiras semanas da chegada a Tite!

Os pilões são peças em madeira, parecidas com tacos de basebol e que servem para descascar arroz, dentro duma peça também de madeira.


terça-feira, 30 de junho de 2020

Parabéns Santos Oliveira



O nosso amigo Santos Oliveira, passou ontem mais um aniversário.
Para ti companheiro um grande abraço de parabéns com votos de boa saúde junto dos teus familiares e amigos.
Leandro Guedes.

segunda-feira, 29 de junho de 2020

João Caldeira Heitor


O João Heitor, filho do nosso saudoso amigo Heitor, continua a sua carreira de sucesso.
O João é também um dos nossos.
Parabéns ao João Heitor. Um forte abraço.
Leandro Guedes.

João Caldeira Heitor está com Miguel Varela e Teresa Do Rosário Damásio.
26 de junho às 19:16
Há 1 ano iniciámos este ambicioso projeto. Hoje, a Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior aprovou a licenciatura em Gestão do Turismo, para o Instituto Superior de Gestão.

Assumo, com orgulho e elevado sentido de responsabilidade, a Coordenação desta Licenciatura, que visa a formação de quadros de excelência para o setor do turismo.




Contamos com uma parceria com o Grupo Pestana (a maior cadeia hoteleira portuguesa, presente em 15 países, detentor das marcas Pestana Hotels & Resorts, Pestana Pousadas de Portugal, Pestana Collection Hotels, Pestana CR7) para a partilha de conhecimentos e desenvolvimento de projetos com os nossos alunos.

Iniciaremos o 1.º ano já em setembro de 2020. Mais informações em: 

https://bit.ly/2ZbXgUW

#isg #institutosuperiordegestao #ensino #educação #education #portugal

Ilhéu do Rei - Bissau


ILHÉU DO REI – BISSAU
O ilhéu que existe no rio Geba, em frente do cais do Pidjiguiti, em Bissau, chama-se Ilhéu do Rei. Pertenceu ao rei nativo Ondotô, rei de Bissau, até que, a 22 de Novembro de 1838, Portugal o adquiriu, sendo o Tenente-coronel, Honório Pereira Barreto, Governador da Guiné Portuguesa. Diz-se que ambos foram sepultados no ilhéu.
O auto de Cessão foi assinado na Praça de Guerra de São José de Bissau, Quartel do Governo e escrito por José António Silves, encarregado de Secretaria do Governador Geral da Província, a 30 de Fevereiro de 1839: “Cedia à Nação Portugueza para ali fazer um Estabelecimento, à excepção da parte onde tem a árvore para elles sagrada, e de um terreno suficiente para fazerem suas libações, devendo dar ao rei Ondotô o valor de, oito escravos (por ser esta a única maneira de contar dos Gentios) da parte do Governo e mais dois que da sua parte lhe offerta.”


O Ilhéu do Rei tem uma largura máxima de 3,18 quilómetros com uma atitude máxima de 37 metros. É habitado e guarda as ruínas do que ter sido uma antiga fábrica de óleo de palma. A ilha tem 493 habitantes de 50 famílias da etnia papel que sobrevivem basicamente da pesca e enfrentam grandes dificuldades.
Não têm luz, água potável, nem sequer um posto de saúde. Já teve escola pública que se chamava ‘14 de Novembro’ com ensino da 1ª. à 4ª. classe.
O acesso ao ilhéu é feito de barco que, por vezes, enfrenta as águas agitadas do rio Geba, o ‘macaréu’.
Embora o português seja a língua oficial do país, poucos o entendem ou falam, comunicando entre si pelo dialeto próprio da sua etnia papel ou pelo crioulo.
A chegada dos portugueses à Guiné deu-se entre 1445 e 1447 e é atribuída a Nuno Tristão que terá morrido numa destas primeiras investidas num ataque perpetrado pelas tribos locais no rio Geba. Outros historiadores atribuem-na a Álvaro Fernandes que, pela mesma altura, terá chegado à praia de Varela.
No Ilhéu do Rei, encontra-se uma construção em avançado estado de degradação, daquela que foi uma unidade industrial de excelência na segunda metade do século XX, saqueada após a Independência por senegaleses e alguns bissau-gueneenses para venderem metal e bronze. Aqui se descascava a mancarra (amendoim), produzia-se óleo de amendoim, óleo de palma, descascava-se o arroz e, com as cascas e desperdícios, produzia-se a energia que alimentava a ilha. Os produtos aqui transformados eram escoados por via marítima para outros pontos da Guiné e para exportação. Hoje, restam as ruínas e um encarregado da fábrica que guia os raros visitantes por carreiros reconquistados pelas ervas altas e mostra a Tabanca dos que ali ficaram após o encerramento da fábrica.
É uma Tabanca muito pobre que vive essencialmente da seca do Bagre (peixe) que as mulheres vão vender diariamente em Bissau e constituída por uma enorme multiplicidade étnica, o que se deve ao facto de ser uma comunidade criada com base na classe operária recrutada para trabalhar na unidade fabril.
Gouveia, 28/06/2020.
João Trabulo

Parabéns Pedro

Neste dia do teu aniversário, enviamos-te um grande abraço de parabéns com votos de boa saúde, junto da tua familia que são os teus amigos, pessoal e direcção dos Montes Altos.
Leandro Guedes.



quarta-feira, 24 de junho de 2020

Parabéns Hospital de São João


O Hospital de São João no Porto, faz hoje 60 anos.
Situa-se na Asprela, freguesia de Paranhos e demorou 15 anos a ser construído.
Parabéns e muito obrigado a todos os seus Médicos, Enfermeiros e restantes profissionais.
Leandro Guedes.



terça-feira, 23 de junho de 2020

Parabéns Manuel Flores


Parabéns ao nosso amigo Manuel Flores, que passa hoje mais um aniversário.
Que tenhas um dia feliz e com saúde, junto dos teus.
Um abraço.
Leandro Guedes.





sexta-feira, 19 de junho de 2020

Parabéns Hipólito de Almeida e Sousa


O Hipólito passa hoje mais um aniversário - o 75º.
Para ti amigo um forte abraço de parabéns e que passes um dia muito feliz, com votos de boa saúde.
Leandro Guedes.

Serviço Religioso

Aerogramas - serviço postal


O famoso Vinho de Missa - aconchego próprio...

terça-feira, 16 de junho de 2020

A Saída dos Portugueses de Nova Sintra e Tite, em 1974.


Caros amigos
Em conversa com o nosso coronel Trabulo, foi tema a entrega do aquartelamento de Nova Sintra em 1974. E também o de Tite.
Este assunto já foi aflorado no nosso blog em 2010, num contacto entre o Pica Sinos e o alferes milº Fernando Teixeira da CCAV 6520, que foi, juntamente com o seu comandante, dos últimos portugueses a saírem de ambas as localidades - de Nova Sintra em Julho de 74 e de Tite em Outubro de 74…
Em 2015 estes textos voltaram a ser publicados, dado o seu relevante interesse.
Quem os quiser consultar, e dado que são extensos, pode clicar nos endereços abaixo.
Entretanto informa-se que está na fase final de elaboração um livro de “MEMÓRIAS DO BART 1914”, com relatos que estão publicados no blog e outros de que alguns de nós se vão lembrando. Quando estiver pronto se dará nota.
Os companheiros que tiverem algum assunto interessante, jocosos ou de outra natureza, podem enviar por email para o bart1914@gmail.com , para depois serem avaliados pelo nosso capitão Paraíso Pinto. Obrigado.
Leandro Guedes.

Trabalho do José Justo





segunda-feira, 15 de junho de 2020

Estatística do Blog


Estatistica do Blog, hoje:

Visualizações de página de ontem - 135
Visualizações de páginas no último mês - 4 047
Histórico total de visualizações de páginas - 472 971

sexta-feira, 12 de junho de 2020

Monumento aos Heróis da guerra colonial,do concelho de Torres Vedras


O Monumento está implantado no jardim da Várzea em Torres Vedras, mesmo em frente ao Tribunal e ao quartel dos Bombeiros Voluntários. Nesta estátua está gravada a seguinte frase de Jaime Umbelino: 
"Eles,
Fizeram guerra sem saber a quem, 
morreram nela sem saber por quê..., 
então, por prémio ao menos se lhes dê, 
justa memória a projectar no além..."
Jaime Umbelino, 2002 – in Monumento aos Heróis da Guerra Colonial, em Torres Vedras.Um abraço. Leandro Guedes.


quarta-feira, 10 de junho de 2020

10 de Junho, Dia de Portugal e dos Herois mortos em combate.


A nossa Homenagem a todos quantos morreram na guerra colonial, principalmente aos 3046 Heróis que faleceram na Guiné e duma maneira especial aos que tombaram na região de Quinara, nomeadamente os que pertenciam ao 
BART 1914, 
CART 1743, 
CCAÇ 2314, 
CCAÇ 1802, 
PEL MORT 1039 e 1208, e 
PEL DAIMLER 1131 e 2044. e ainda 
COMP MILICIAS nº 7 e 
PELOTÃO BOINAS VERDES (ALF. CARVALHO).
Que descansem em Paz!



segunda-feira, 8 de junho de 2020

NOVA SINTRA - O pão que o diabo amassou...!


Publicamos novamente este excelente texto do Pica Sinos, sobre a dramática morte do nosso saudoso Ramiro Neto, cuja campa foi encontrada pelo Hipólito Sousa, tendo falado com os familiares do falecido. Brevemente o Hipólito vai escrever um artigo sobre a morte e o luto da familia do Ramiro Neto:
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"NOVA SINTRA – O PÃO QUE O DIABO AMASSOU
O saudoso Ramiro Neto, destacado na cozinha do nosso Batalhão, dias antes da partida, disse: - …Meu Capitão Paraiso Pinto, eu tenho muito medo, não me deixe ir para N.Sintra, tenho um mau pressentimento… -
…Não sei? Vou falar com o Comandante, logo te digo…respondeu-lhe o Capitão. –
…Então meu Capitão já tem resposta para mim? –
…Tenho! O Comandante não abre excepções. Vão todos. Ninguém fica para trás…olha que insisti bastante…não consegui demovê-lo!
Aquando da flagelação IN, 7 dias depois de estacionadas as NT em Nova Sintra, o nosso bravo camarada morreu. Morte originada pelo estilhaço do rebentamento de uma granada de morteiro. Pensava ele estar protegido pela tampa da chapa de bidão, que colocou na vala-abrigo construída. O fragmento entrou pelo único buraco que deixou aberto. Foi a 13 de Maio de 1968.
Quem esteve por lá sabe que, na zona operacional do comando do Bart 1914, a tabanca de Tite, que ladeava a sul e a norte o aquartelamento das NT, era (a seguir a Bissássema com dimensão para além do triplo), o maior agregado populacional desta área, seguindo-se os das regiões de Jabadá e Fulacunda.
Também é do conhecimento que esta dispersão populacional, contornada por rios, bolanhas e matas, rica no cultivo orizícola, em pecuária (bovino) e na suinicultura (suínos), possibilitava, ao IN, grande mobilidade no desencadear acções de guerrilha, para flagelação aos nossos aquartelamentos, para controlo demográfico e político-administrativo das populações. Consequentemente, ainda permitia sacar, das populações, farto abastecimento em géneros e roupas (panos), e elevado recrutamento de carregadores. Com vistas a desencadear as já citadas flagelações, com armas pesadas, às nossas posições aquarteladas na região, nomeadamente em Tite, Enxudé, posto avançado e porto fluvial de Tite, Jabadá, Fulacunda, Empada e ainda em S. João, destacamento avançado de Bolama. Assim como na montagem de emboscadas, colocação de minas e armadilhas com vistas a barrar ou mesmo anular o avanço no território das NT. Toda esta magnificência operacional do IN, obrigava, no ponto de vista militar, a implementar um vasto e variado conjunto de operações, que foram em número de 117, até à ocupação do terreno de N. Sintra, visando desobstruir estradas e caminhos há muito emaranhados por denso matagal, possibilitando fácil acesso das NT ao patrulhamento, batidas, emboscadas e outras acções de confronto, com vistas ao enfraquecimento e despejo do IN da região.
Desobstruídas as estradas de terra batida, reparados, reconstruídos ou mesmo construídos os pontões, permitiu utilizar outros meios, até aí impossibilitados, nomeadamente os carros de combate – Daimlers – (jeeps blindados) e de transportes das tropas em viaturas ligeiras e pesadas, concludentemente a uma mais rápida ligação aos aquartelamentos implantados na região, proporcionando eficazes controlos territoriais e populacionais, fixar tropas e materiais de engenharia no terreno, nomeadamente em Nova Sintra, visando a construção de um novo quartel.

Dos nossos opositores, todas estas acções não podiam ficar sem resposta. Detentores do território, organizados, bem armados e municiados, procuravam, energicamente, impedir a progressão das NT, montando, por efeito de nomadização, várias emboscadas, colocando dezenas de minas no terreno e granadas accionadas por fio de tropeçar. Destruíram, por várias vezes, os pontões já implantados, colocavam abatizes armadilhados, obstáculos constituídos por grossos ramos de árvores, fortemente ligados ao solo com as extremidades aguçadas, tudo obviamente com vistas ao impedimento da progressão das NT.
Cumulativamente desencadearam, aos diversos aquartelamentos e posições agrupadas nas regiões afectas (exemplo Bissássema), 47 flagelações, com destaque para Fulacunda e Tite, causando às NT, até ao final de Março de 1968, 8 mortos (2 por afogamento) cerca de meia centena de feridos, alguns de muita gravidade e com necessidade de serem evacuados para o continente, e ainda 3 capturados.
Sabemos que as moedas têm duas faces, as guerras também. Até ao começo da implementação do quartel em Nova Sintra, – Maio de 1968 – nas operações, de diverso tipo, desencadeadas pelas companhias aquarteladas em Tite, Jabada, Fulacunda, Empada, pelo destacamento de S.João e por Companhias de Pára-quedistas (2 vezes), estima-se que foram mortos 128 guerrilheiros, feridos, mais do dobro, presos ou capturados 117, dos quais foram soltos por falta de interesse estratégico/militar 112. Destruído 3 de acampamentos militares, 12 canoas e capturadas várias toneladas de material de guerra, pesado e ligeiro, onde se inclui 1 canhão s/recuo.
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Meu Caro Guedes
Faz o favor de ler o artigo que eu escrevi sobre Nova Sintra Vem lá referidas datas de quem é quem. Atenção os movimentos e as respectivas datas foram copiadas de sitrepes. O algodão não engana...
Podes puxar por Nova Sintra – O Pão que o diabo amassou
São 2 artigos ou então republica-los.
Dizer ainda que eu vejo na fotografia o Vaz Alves e não creio Que a fotografia fosse tirada noutra “estância de férias” na Guiné.
Uma coisa te garanto quem não este lá fui eu (e tu também não...) e ainda hoje tenho Pena de quem lá esteve a passar todo aquele horror
Tem um bom dia Pica Sinos
_______________
O aquartelamento de Nova Sintra, durante o mês de Maio, foi flagelado 7 vezes, causando 1 morto (a 13/05) e 19 feridos graves que, muitos destes, foram evacuados, nessas mesmas noites, por helicópteros directamente para Bissau. Do lado contrário as mortes confirmadas foram em número de 26 e feridos 31.
A 05/06/68 o aquartelamento de Nova Sinta foi visitado pelo CMDTChefe acompanhado pelo CMDT do Bart.
A 11/07/68 foi inaugurada a iluminação exterior e, a
19/07/68 foi inaugurada a pista de aterragem por uma avioneta, um Dornier 27.
A luta, essa, estupidamente tinha que continuar causando continuadamente mortes e feridos de ambos os lados, estragos e desgraças bem ao gosto daqueles que as fomentavam.
Pica Sinos"

Foi encontrada a campa do Neto


“Porque alguns artilheiros demonstraram interesse, após várias diligências, consegui localizar a sepultura do Neto, Adelino Ramiro Dias Neto, falecido no dia 13/5/1968, em Nova Sintra.
Foi sepultado no cemitério da freguesia de Penamacor, concelho de Paços de Ferreira, onde, ainda, tem irmãos vivos, com uma das quais estabeleci contacto pessoal.
Hipólito Sousa.”




nota - O Neto foi aquele companheiro que faleceu em Nova Sintra.

sábado, 6 de junho de 2020

A história final da Imagem da capela de Tite


ESTE EMAIL ONTEM RECEBIDO DIZ QUE AFINAL A IMAGEM DE FÁTIMA DA CCAV 2482, FOI COMPRADA POR ELES NA METRÓPOLE ANTES DA IDA PARA A GUINÉ E SEMPRE OS ACOMPANHOU, TANTO EM TITE COMO EM FULACUDA, ATÉ TER DESAPARECIDO EM BISSAU:
-
"Boa noite, amigo Leandro Guedes.
Aqui vai o que me é possível transmitir-lhe sobre a imagem de Nossa Senhora de Fátima dos "Boinas Negras" (CCAV2482), reproduzindo o testemunho hoje telefonicamente facultado pelo, então, nosso comandante de companhia, hoje Coronel de Cavalaria (reformado) Henrique de Carvalho Morais:
«Antes de partir para a Guiné, o então Major Diogo de Brito e Faro (já falecido), casado com uma irmã do atual General Carlos Azeredo, ofereceu uma imagem de Nossa Senhora de Fátima ao seu amigo, na altura capitão de cavalaria, Henrique de Carvalho Morais, imagem que sempre nos acompanhou enquanto estivemos na Guiné, fosse em Tite ou, depois, em Fulacunda. Quando regressámos a Portugal, nos depósitos de material em Lisboa, a imagem não se encontrava na caixa em que tinha sido embalada. A que atualmente temos e nos acompanha nos convívios foi oferecida por uma anónimo, que, por definição, não quer ser identificado».
Falei também com o amigo Seara Fernandes (que foi furriel de transmissões e acompanhava muito o 1.º sargento que assistia administrativamente o capitão) e ele só se lembra que, em Tite, era a nossa imagem de Nossa Senhora (vinda connosco de Lisboa) que estava presente nas missas, como a de Páscoa, que foi celebrada em Tite, no dia 6 de abril de 1969, celebrada pelo padre Farinha, capelão do nosso batalhão (BCAV 2867). Portanto, a que estava no "nicho" do quartel, aí deve ter estado e continuado sempre, assim como em Fulacunda a imagem de Nossa Senhora que estava no "nicho" aí continuou, porque a imagem da nossa, que estava sobre o altar da capela, ali esteve toda a comissão e foi precisamente a imagem que não foi atingida durante um ataque muito espetacular ao quartel de Fulacunda em 23 de março de 1970. "

Imagem pertencente à Capela de Tite e que foi
lá deixada pelo BART 1914 em Março de 1969
A legenda acima está errada. Esta Imagem é uma outra
comprada por alguém após o
desaparecimento em Bissau, e não aquela que foi comprada
antes do embarque para a Guiné e oferecida à CCAV 2482,
pelo então Major Diogo de Brito e Faro.




quarta-feira, 3 de junho de 2020

Convivio anual da CCAÇ 2314





Companheiros da CCaç 2314 .
O nosso convívio deste ano previsto para 21 de Setembro em Penafiel, pode ter de ser adiado ou anulado por motivos sanitários. Ficarei atento a evolução e estejamos atentos a novas informações. Boa saúde e um abraço amigo.
Joaquim Caldeira

terça-feira, 2 de junho de 2020

Parabéns Jacinto Borges



Amigo Jacinto, perdoa o atraso. Os meus parabéns pelo teu aniversário, que teve lugar no passado dia 31 de Maio. Espero que tenhas tido um dia muito feliz.
Um grande abraço e votos de boa saúde.
Leandro Guedes.

segunda-feira, 1 de junho de 2020

Dia das crianças, dos netos...



DIA DA CRIANÇA
Os nossos netos para sempre crianças no nosso afecto, mesmo que adolescentes, têm hoje o seu dia. Para eles, crianças, pré-adolescentes ou adolescentes, muitos beijinhos e abraços e votos para que sejam sempre os nossos netos. Que continuem a sonhar, a voar.
Leandro Guedes.

sexta-feira, 29 de maio de 2020

Parabens Amadeu Contige

Ao nosso amigo Contige enviamos um forte abraço de parabéns, com votos de boa saúde, junto dos seus familiares e amigos.
Leandro Guedes.




quinta-feira, 28 de maio de 2020

Operação Mar Verde - Conclusão - entrevista ao 1º cabo Capitulo


Segunda parte do programa apresentado pelo jornalista José Manuel Barata-Feyo, sobre a "Operação Mar Verde" que decorreu entre 20 e 22 de Novembro de 1970 durante a Guerra Colonial. Neste video aparece o Capítulo, um dos prisioneiros de Bissassema. Apesar de não ser reconhecida oficialmente pelo Governo, foi ordenada por António de Spínola, Governador e Comandante Chefe das Forças Armadas da Guiné-Bissau, comandada no terreno por Alpoim Calvão, Comandante do Centro de Operações Especiais, e apoiada por rebeldes da Frente de Libertação Nacional da República da Guiné (FNLG). A operação consistia no ataque anfíbio a Conacri, Capital da República da Guiné, com os objetivos de libertar prisioneiros de guerra portugueses, destruir as lanchas e o quartel-general do PAIGC, neutralizar o seu líder Amílcar Cabral, eliminar o Presidente da Guiné-Conacri Sékou Touré, e destruir os seus meios militares como os caças Mig. Uma reportagem dos jornalistas Henrique Vasconcelos e Rui Araújo.

Com a devida vénia à RTP e aos seus Jornalistas Barata-Feyo, Henrique Vasconcelos e Rui Araújo, a quem agradecemos.


PARA VERES ESTE VIDEO CLICA AQUI

quarta-feira, 27 de maio de 2020

O testemunho do Deputado da Guiné/Conakri, KERFALLA BANGOURA


Operação Mar Verde - Preparação - Alf. Rosa, Continuo e Capitulo


Com a devida vénia à RTP e aos seus Jornalistas Barata-Feyo, Henrique Vasconcelos e Rui Araújo, a quem agradecemos.

Primeira parte do programa apresentado pelo jornalista José Manuel Barata-Feyo, sobre a "Operação Mar Verde" que decorreu entre 20 e 22 de Novembro de 1970 durante a Guerra Colonial. 



Apesar de não ser reconhecida oficialmente pelo Governo, foi ordenada por António de Spínola, Governador e Comandante Chefe das Forças Armadas da Guiné-Bissau, comandada no terreno por Alpoim Calvão, Comandante do Centro de Operações Especiais, e apoiada por rebeldes da Frente de Libertação Nacional da República da Guiné (FNLG). 


A operação consistia no ataque anfíbio a Conacri, Capital da República da Guiné, com os objetivos de libertar prisioneiros de guerra portugueses, destruir as lanchas e o quartel-general do PAIGC, neutralizar o seu líder Amílcar Cabral, eliminar o Presidente da Guiné-Conacri Sékou Touré, e destruir os seus meios militares como os caças Mig. Uma reportagem dos jornalistas Henrique Vasconcelos e Rui Araújo.


para veres o video clica aqui

segunda-feira, 25 de maio de 2020

Alf. António Julio Rosa - operação Mar Verde

UM DEPOIMENTO DRAMÁTICO DO FALECIDO ALF. JULIO ROSA DA CART 1743.

Com a devida vénia à RTP e ao seu Jornalista António Louçã.


Programa apresentado pelo jornalista António Louçã sobre a "Operação Mar Verde", nome dado à operação militar realizada a 22 de Novembro de 1970 pelas Forças Armadas Portuguesas na Guiné-Bissau, durante a Guerra Colonial, com o objetivo de libertar 26 militares portugueses detidos pelo PAIGC, ilustrado com imagens de arquivo, e entrevista em estúdio a António Júlio Rosa, prisioneiro de guerra entre 1968-1970, e autor do livro "Memórias de um Prisioneiro de Guerra", publicado em

2003.
Programa apresentado pelo jornalista António Louçã sobre a "Operação Mar Verde", nome dado à operação militar realizada a 22 de Novembro de 1970 pelas Forças Armadas Portuguesas na Guiné-Bissau, durante a Guerra Colonial, com o objetivo de libertar 26 militares portugueses detidos pelo PAI...

A tragédia a dez dias do regresso à Metrópole


Recordando um facto grave que aconteceu uns dias antes da nossa chegada a Tite.
Quando chegámos a Tite em meados de Abril, a primeira noticia de que me lembro ter tido conhecimento, quase como batismo de guerra,  foi que há uma semana atrás tinha falecido um furriel do Batalhão 1860, ao tentar desmontar uma mina anti carro.
Foi uma noticia chocante, relacionada com um militar que estaria a uma semana, pouco mais, de regressar à Metrópole.


Lembrei-me desta situação trágica e perguntei ao alferes Antunes, das Daimler, que me respondeu:
“Lembro-me perfeitamente desse acidente, foi no dia 4 de Abril de 1967. Faziamos a escolta da coluna militar, que se dirigia para o Enxudé. E para tua informação está registado no livrinho do BC 1860, escrito á mão porque o livrinho já tinha sido imprimido e eles estavam a poucos dias de regressarem à Metrópole, era assim que se dizia quando vínhamos a Portugal.
Junto a folha das baixas em combate do BCAÇ 1860, durante a sua estadia em TITE.  Como podes ver no dia 4 de Abril de 1967, o Furriel Rui Palmela Mealha perdeu a vida quando tentava desactivar uma granada anti-carro na estrada TITE- Enxudé.
O Furriel Rui Mealha era uma pessoa muito experiente nas desminagens, mas naquele dia algo correu mal e a mina anti-carro rebentou-lhe nas mãos.
Também lá consta o nome do 1º cabo José Félix Lopes, única baixa que tive no meu pelotão, essa em 1 de Março de 1967. Mando-lhe a foto pelo gmail, para seu registo. Um abraço deste teu amigo Augusto Antunes.”
No blog Luis Graça, encontra-se uma nota sobre os falecidos em combate, onde consta o nome do furriel Rui Palmela Mealha:
“Contribuíu o BCaç 1860, durante a sua permanência em terras da Guiné, com a vida e o sangue dos seguintes militares, para quem vai a mais respeitosa homenagem e o agradecimento da Nação:
12Ago65, Fur Mil Júlio Lemos P Martins
12Ago65, 1º Cabo Inácio Freitas Ferreira
30Set65, Sold Aníbal A Pires
18Out65, Sold Diogo A Neves
01Nov65, Sold Manuel A A Nobre,
18Mar66, Sold Alberto T Silva
11Mai66, Sold Julde Mané
25Ago66, Sold José Maria F Carvalho
25Ago66, Sold Francisco António Lopes
06Out66, Alf Mil Carlos Santos Dias
29Dez66, Sold Malan Sambú
15Jan67, Sold António C do Nascimento
16Jan67, Sold Saliu Djassi
16Fev67, Sold Alberto Samba
* 01Mar67, 1ºCabo José Félix Lopes
* 04Abr67, Furr Mil Rui Palmela Mealha”

quinta-feira, 21 de maio de 2020

Tite: uma história de amor!


"Tite: uma história de amor!

Tudo começou há 30 anos! Uma criança, Carlotta, fica gravemente doente e durante essa longa e difícil jornada experimenta o amor de muitas pessoas que a cercam com carinho, atenção e solidariedade. Aqueles foram os tempos da revolta miserável de Biafra que só trouxe morte e sofrimento. Carlotta se encarrega disso e expressa seu desejo de solidariedade por essas crianças.
“Estou convencido de que a minha foi uma experiência positiva, porque tive a sorte de conhecer muitas pessoas durante esses meses de sofrimento e de sentir seu amor muito forte. Pense naquelas crianças que morrem de fome por causa do nosso egoísmo."Tudo poderia terminar por aí, poderia levar a uma coleção de dinheiro e mercadorias a serem enviadas para a Biafra ou outras. Em vez disso, a mensagem foi coletada pelos pais Andrea e Mary Gamba, pelo curador da época, Don Renzo, e por várias outras pessoas que se questionaram. A Providência então reuniu Mons. S. Ferrazzetta, primeiro bispo da Guiné-Bissau, originário de Selva di Progno (Vr), que indicou imediatamente Tite com seus problemas de saúde.


A Guiné-Bissau é um dos países mais pobres do mundo; sempre é encontrado nas últimas posições de qualquer estatística. É pobre em cultura, entusiasmo, determinação, desejo de mudar, políticos capazes e preparados (mas não estão sozinhos nisso!), Estruturas funcionais, energia material e psíquica, sempre à mercê de tudo e de todos. Mas cheio de sorrisos que todo mundo sempre oferece!
A idéia de construir uma unidade de saúde começou a tomar forma e, em 1984, o primeiro grupo saiu para conhecer pe. Salvatore, missionário do PIME por décadas naquele lugar, e veja o que ele pode realmente fazer. O projeto toma forma e, por sugestão das autoridades de saúde da Guiné, o centro de saúde se torna um hospital, o Hospital Carlotta. O entusiasmo e desenvoltura do pai de Carlotta e alguns infectam muitos amigos e conhecidos de Borgo Trento, que se disponibilizam de várias maneiras para a realização do projeto. É sabido que, ao retornar de vários períodos de trabalho, o que foi recebido é muito mais do que o que foi dado. Mais de cem voluntários vêm não apenas de Borgo Trento, não apenas de Verona, mas também de várias outras cidades que passam as férias pagando a viagem e se dedicando à construção. Dezenas de contêineres são enviados com o que é necessário para a construção (na época não havia quase nada na Guiné-Bissau!). E lentamente o hospital toma forma e, em 11 de agosto de 1988, é inaugurado pelo presidente da República da Guiné, Nino Vieira, presente Mons. S. Ferrazzetta,
Este ano, aos 81 anos, o mestre construtor retornou a Tite, que começou a construção com nivelamento, escavação, fundações, etc. e no próximo ano ele quer voltar! 3 corpos foram feitos com tudo o que é necessário.

No 1º corpo existe a sala de emergência, a clínica para visitas, o laboratório, a farmácia, os banheiros e os armazéns.

No 2º corpo, encontram-se a sala de parto, a sala cirúrgica, a internação de mulheres, a de homens, a de esterilização, banheiros e despensas.

No terceiro corpo, o isolamento, a cantina e a sala de reuniões, a cozinha, a lavanderia, a sala de serviços elétricos e hidráulicos, o armazém e a despensa. Tudo por metro quadrado. 1260 aproximadamente com 36 camas.
Após 30 anos, ainda é uma conquista nos negócios e valiosa, especialmente para mulheres e bebês. Na verdade, é uma estrutura projetada e construída para a neonatalidade e a primeira infância, mas também é ativa em epidemias, especialmente cólera, AIDS / HIV e vários acidentes que ocorrem todos os dias.
Em 30 anos, muitas pessoas seguiram Tite, que deixaram suas pegadas e endereços pessoais, cada um à sua maneira. Há um ano, a Providência levou três leigos consagrados brasileiros a Tite, Claudia, Valter e Karina, meninos muito bons, entusiasmados, capazes e muito ativos que, juntamente com o pe. Lucio Espindola também do Brasil, eles começaram de novo e deram um novo impulso à missão e ao hospital (enquanto isso, também foi construído um colégio que abriga 346 alunos, que também é seguido e gerenciado por eles).

Somente neste ano, após um longo período de negligência e dificuldade, foi realizada uma manutenção radical das plantas e estruturas, auxiliada pela preciosa e especialista intervenção dos Amigos das Missões, uma organização sem fins lucrativos de Catania, que com pediatra , anestesista, enfermeiros, eletricistas etc. ele colaborou magistralmente nos trabalhos.
Hoje, toda segunda-feira e quinta-feira, nada menos que cinquenta mulheres vão ter seu bebê checado e pesado a cada vez, são visitadas, têm seus registros médicos e recebem os medicamentos de que precisam.
Tabanca de Tite e quartel - foto de cor. João Trabulo
Então: missão cumprida? Não! Ainda há muito a ser feito, por exemplo, na cultura e na abordagem de doenças que, para os guineenses, têm origens e raízes diferentes das nossas. Para eles, deve ser buscado no Deus do mal, IRÃO, no olho do mal, na ofensa que alguém tenha causado aos antepassados, etc. e, portanto, a solução não deve ser buscada no hospital, onde existem "técnicos", mas pelo feiticeiro, porque o "problema" é espiritual.

E tantas crianças ainda morrem ... de jeito nenhum! Agora há cultura e conversas nos vários tabanke (aldeias) de educação em saúde, educação alimentar, HIV / AIDS, educação sexual (mesmo para mães que não conhecem nada como crianças!), Drogas (Guiné Bissau é o maior depósito de cocaína do mundo!).

E ainda há muito o que fazer no ensino médio, onde os meninos, como todos os meninos da Guiné, estudam sem livros e aprendem alguns conceitos de cor e sabem pouco mais do que ler e escrever, mas não sabem, porque ninguém os ensina a raciocinar. E há também um projeto agrícola para focar e começar.
Como você pode ver, ainda há muito espaço para continuar ... uma jornada de amor!

Attilio e Maria Mazzotto"
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Nota - Após a recente informação do Raul Soares, fui pesquisar na net e encontrei lá a raiz das "instalações muito boas" que o Soares indica. Essa história está aqui descrita e é emocionante. Pena foi terem destruído as belíssimas instalações que a tropa lá deixou e que dariam para tudo aquilo que foi feito posteriormente e muito mais.
Leandro Guedes.

quarta-feira, 20 de maio de 2020

Padres Italianos em Tite


“Boa tarde AMIGO

Felizmente vamos andando normalmente, mas com cautelas  a todos os que nos rodeiam.

Sobre a Capela em Tite e a Imagem, nada te posso ajudar. Não me recorda de a ter visto. Sobre a comunidade italiana, julgo que não se serviam da Capela, pois têm instalações muito boas, á saída do Quartel em direcção a Foia do lado esquerdo, onde têm salas, Capela. Quem é o responsável é um  Padre italiano, pela assistência á população e dá aulas.

Nós éramos para ter ido em Fevereiro, adiamos para Setembro, mas julgo que vai ser adiada para o ano a inauguração da escola em Candemã, perto de Bambadinca e de Bafatá. 
Se tiver hipótese de lá ir poderei tentar saber. 
Votos de boa saúde, para todos e aquele abraço

Raul Soares”