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“Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma”


(Do Padre António Vieira, no "Sermão da Terceira Quarta-Feira da Quaresma", na Capela Real, ano 1669. Lembrado pelo ex-furriel milº Patoleia Mendes, dirigido-se aos ex-combatentes da guerra do Ultramar.).

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"Ó gentes do meu Batalhão, agora é que eu percebi, esta amizade que sinto, foi de vós que a recebi…"

(José Justo)

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“Ninguém desce vivo duma cruz!...”

"Amigo é aquele que na guerra, nos defende duma bala com o seu próprio corpo"

António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente

referindo-se aos ex-combatentes da guerra do Ultramar

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Eles,
Fizeram guerra sem saber a quem, morreram nela sem saber por quê..., então, por prémio ao menos se lhes dê, justa memória a projectar no além...

Jaime Umbelino, 2002 – in Monumento aos Heróis da Guerra do Ultramar, em Torres Vedras
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“Aos Combatentes que no Entroncamento da vida, encontraram os Caminhos da Pátria”

Frase inscrita no Monumento aos Heróis da Guerra do Ultramar, no Entroncamento.

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Sem fanfarra e sem lenços a acenar, soa a sirene do navio para o regresso à Metrópole. Os que partem não são os mesmos homens de outrora, a guerra tornou-os diferentes…

Pica Sinos, no 30º almoço anual, no Entroncamento, em 2019
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"Tite é uma memória em ruínas, que se vai extinguindo á medida que cada um de nós partir para “outra comissão” e quando isso nos acontecer a todos, seremos, nós e Tite, uma memória que apenas existirá, na melhor das hipóteses, nas páginas da história."

Francisco Silva e Floriano Rodrigues - CCAÇ 2314


Não voltaram todos… com lágrimas que não se veem, com choro que não se ouve… Aqui estamos, em sentido e silenciosos, com Eles, prestando-Lhes a nossa Homenagem.

Ponte de Lima, Monumento aos Heróis da Guerra do Ultramar


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quarta-feira, 6 de maio de 2026

O mais longo cativeiro da Guerra - António Lobato, foi prisioneiro na Guiné Conakri

O SAUDOSO Major António Lobato, foi prisioneiro do PAIGC , e detido numa prisão na Guiné Conakry ao mesmo tempo que o saudoso Alferes Antônio Rosa, o cabo Capitulo e o soldado Contino, aprisionados em Bissassema e que pertenciam à CART 1743/BART 1914, até serem resgatados pela equipa do Fuzileiro Major Alpoim Galvão, na operação MAR VERDE.

O falecido alferes António Júlio Rosa também escreveu um livro sobre este cativeiro, intitulado "MEMORIAS DE UM PRISIONEIRO DE GUERRA", que muitos de nós têm em seu poder.

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Ex-Combatentes do Ultra-mar , "Veteranos de guerra "  ·

AB Neves

PORQUE ESTE É UM GRUPO DE EX-COMBATENTES.

ANTÓNIO LOBATO - O MAIS LONGO CATIVEIRO DA GUERRA

Com o subtítulo "O mais longo cativeiro da guerra", este impressionante documento humano relata os longos anos em que o António Lobato esteve prisioneiro na Guiné Conakry, após ser capturado pelas forças do PAIGC, durante a Guerra do Ultramar.

Ao longo de 200 páginas, o livro refere o drama físico e psicológico vivido por um jovem militar português, que durante mais de sete anos foi capaz de suportar um isolamento extremo num cubículo de dimensões exíguas, em condições sub-humanas, mas sem perder a esperança de alcançar de novo a liberdade. Aliás, por três vezes se evadiu, tendo a última escapadela durado ainda uma curta semana, mas tão longa para quem durante dias e meses a fio permanecia confinado numa fortaleza sombria e claustrofóbica.

Mas o aspecto talvez mais saliente neste testemunho heróico tem a ver com a reflexão interior que o protagonista deste drama nos dá a conhecer, durante as longas horas que era obrigado a permanecer quase estático num espaço acanhado de quatro por dois passos, na medida do próprio autor. Sem a vastidão ilimitada do céu por onde se habituara a voar, Lobato é forçado, para sobreviver psiquicamente a essa provação extrema, a explorar uma outra dimensão: a do seu próprio ser interior do qual vai aprender a conhecer os limites ou, melhor ainda, a sua infinita transcendência.

Recusando-se a desistir da vida e escudado na promessa que fez à sua jovem esposa, nos oito meses que ambos passaram na Guiné "Se algum dia desaparecer não te preocupes, voltarei sempre." o Lobato estabelece consigo próprio um diálogo interior que lhe conserva a lucidez e o vai ajudar a passar os dias sufocantes e sempre solitários.

Ao mergulhar nesta outra dimensão, comum afinal a todos nós, o prisioneiro revela não apenas a força inabalável do seu carácter, moldado também na dura disciplina militar, mas dá-nos sobretudo uma lição de sobrevivência e da admirável capacidade que o Ser Humano tem de se adaptar às condições mais inóspitas e adversas. Deste modo, e como ele próprio afirma, foi esta vitória sobre si próprio que o salvou e simultaneamente enriqueceu como Pessoa, fazendo jus às palavras milenares de Buda, que a proclamou como "a maior de todas as vitórias".

O livro baseia-se não só nas recordações do seu autor, mas também nos apontamentos que ele escreveu durante o cativeiro, quando outro preso importante de uma cela contígua lhe forneceu papel e lápis, o que permitiu inclusive o envio clandestino de algumas cartas para a família, e até informações sobre a prisão e várias outras de carácter militar. Parte destes documentos, incluindo desenhos da topografia local e um esboço do Forte de Kindia, encontram-se reproduzidos nas 26 páginas do anexo final do livro.

E é só em Novembro de 1970, que a operação secreta "Mar Verde", durante muito tempo não admitida oficialmente pelo governo Português, põe fim ao longo cativeiro de Lobato e outros jovens militares portugueses, entretanto capturados pelo PAIGC. O regresso à Pátria e à família é apenas ensombrado por essa obrigação de não revelar o "modus operandi" da libertação, a qual é apresentada como uma fuga bem sucedida, já que o segredo de Estado assim o determina. Em suma, trata-se de um relato empolgante pela sua veracidade e que nos revela a faceta oculta da nossa própria humanidade, quando confrontados com situações limite em que apenas nos podemos valer de nós mesmos e de mais ninguém. Uns desistem e abandonam-se ao desespero e à negação, mas outros sempre acalentam o eterno sonho da liberdade recuperada, se não nos espaços exteriores, pelo menos na ampla vastidão do querer indómito de uma alma que não se verga a nenhuma adversidade, porque em si a Vida sabe!

É impossível entender-se de uma só vez todo o muito que está escrito neste livro. À primeira vêz, devido ao ritmo e emoção dos acontecimentos relatados, somos tentados a ler rapidamente sem parar. Inevitávelmente velocidade da leitura tende a fazer-se perder a brilhante mensagem que vai nas “entre linhas”.

Já tinha a 1ª Edição, a qual tinha lido pelo menos umas 4 vezes nestes últimos anos, donde foi óptimo relembrar tudo outra vêz nesta 5ª leitura. Especialmente relevante nesta edição é o novo Capítulo VII – “Post-scriptum” (pag. 233) no qual o António Lobato demonstra uma ilimitada grandeza ao perdoar os seus carcereiros. Leiam!

 Por: João M.Vidal - Piloto FAP




terça-feira, 5 de maio de 2026

Famalicão - Museu da Guerra Colonial

 𝗗𝗶𝗮 𝗜𝗻𝘁𝗲𝗿𝗻𝗮𝗰𝗶𝗼𝗻𝗮𝗹 𝗱𝗼𝘀 𝗠𝘂𝘀𝗲𝘂𝘀

Os Museus de Famalicão estão em festa! - o Museu da Guerra Colonial

Entre os dias 18 e 23 de maio, celebramos o Dia Internacional dos Museus com uma programação especial, pensada para todas as idades.

Serão dias repletos de visitas gratuitas, oficinas criativas, teatro, música, exposições, atividades interativas e muito mais. Uma oportunidade única para redescobrir os nossos espaços culturais e conhecer novas formas de viver o património.

Marque na agenda, convide a família e os amigos, e venha celebrar connosco a riqueza e diversidade dos museus famalicenses!



EXPOSIÇÃO ARTE E MODA - Fundação Calouste Gulbenkian

 Fundação Calouste Gulbenkian

18 abr – 21 jun 2026

10:00 – 18:00  sex, sáb e dom, 10:00 – 21:00  Encerra Terça

Local - Galeria Principal

EXPOSIÇÃO ARTE E MODA

Fundação Calouste Gulbenkian

Praça de Espanha - Lisboa

Preço

8,00 € – 12,00 €

Incluído no bilhete All-inclusive

Descontos



Feitoria Real Inglesa - Visitas

 Feitoria Inglesa

Bem-vindo à Feitoria Inglesa, o berço do Vinho do Porto.

 

Durante mais de dois séculos, este edifício extraordinário foi território reservado aos mercadores britânicos de Vinho do Porto — um lugar de portas fechadas, diplomacia silenciosa e rituais que resistiram ao tempo. Hoje, essas portas abrem-se ao público. Convidamo-lo a explorar salas onde a história se sente em cada pormenor: dos mapas pintados à mão ao mobiliário requintado, dos livros antigos ao eco dos almoços de quarta-feira. Descubra uma das histórias mais exclusivas da cidade do Porto.

Rua do Infante D. Henrique, 8

Porto 4050-296

info@thefactoryhouseoporto.com

+351 223 392 980

+351 934 087 247




segunda-feira, 4 de maio de 2026

Faleceu D. Leopoldina Costa Ribeiro, Viúva do falecido Narciso Costa

 É com profundo pesar que vos informamos, que faleceu D. Leopoldina Costa Ribeiro Esposa do saudoso Jose Narciso Costa, de Sequeira,  Braga.

Esta noticia foi-nos dada pelo nosso companheiro Ilidio Matos, que era amigo da familia.

A Esposa do Narciso sempre acompanhou o marido nos almoços do BART 1914, e era uma entusiasta por este tipo de encontros.

QUE DESCANSE EM PAZ!

Não se sabe ainda a que horas é o velório nem quando é o funeral.

À familia enlutada expressamos os nossos profundos sentimento.

O funeral será no próximo dia 7, pelas 15 horas, na Igreja de Sequeira, Braga.

Leandro Guedes.



sábado, 2 de maio de 2026

Parabéns ao nosso Comandante Paraíso Pinto

Meu caro amigo Cap Paraiso Pinto

Hoje celebra mais um aniversário, o 92º se não me engano.

Todos nós ficamos felizes por ter partilhado, muitos destes anos na nossa companhia, dois deles em cenários bem difíceis. Obrigado por todos estes anos.

Que a vida lhe continue a sorrir como merece, na companhia da sua Exma  Esposa e restante familia.

Pode contar conosco Comandante,  para o que der e vier. Que não lhe falte paz, saúde e boa disposição.

AMIGOS NA GUERRA, AMIGOS PARA SEMPRE.

Parabéns velho e querido amigo.

O nosso abraço sincero e fraterno.

Leandro Guedes.






Parabéns Joaquim Caldeira







 Parabéns amigo Joaquim Caldeira neste dia do teu aniversário.

Que tenhas muita saúde e boa disposição.

Passa um excelente dia junto dos teus familiares e amigos.

Um grande abraço.

Leandro Guedes.







sexta-feira, 1 de maio de 2026

São precisas inscrições para o almoço na Figueira da Foz.

 

Amigos. Dia 23 deste mês realiza-se o nosso
almoço anual.

Ainda só há 20 inscrições...
Vamos lá dar corda aos sapatos.

É importante fazer a marcação do almoço, porque para a outra semana os organizadores têm de combinar com o restaurante.
Please!


segunda-feira, 27 de abril de 2026

1º de Maio no Pombalinho

 


domingo, 26 de abril de 2026

Museu da Guerra Colonial - Famalicão.

Bart 1914, Tite - Guiné

1967/1969

Companheiros, temos de organizar o próximo almoço anual de 2O27, em Famalicão para irmos ver o MUSEU DA GUERRA COLONIAL.

O que acham? A malta daquela zona que se prepare - Famalicão, Fafe, Baltar, etc etc.

sábado, 25 de abril de 2026

O Senhor Coronel Trabulo e as comemorações do 25 de Abril na Mêda

"Como vi e assisti ao 25 de Abril de 2026 – MÊDA

Este ano, o 25 de Abril, na minha terra natal, foi cheio de “emoções”… Foi diferente!

As recordações do 25 de abril de 1974 vieram à  memoria e o de esta ano de 2026 sensibilizaram-me. Sensibilizaram-me não só pela dignidade, mas, essencialmente, pelo simbolismo nas palavras dirigidas pelo Exmº. Presidente da Câmara nas suas referências aos Combatentes e na sua representividade. Fizeram-me sentir orgulhoso por fazer parte do Núcleo de Combatentes da cidade de Mêda.

A dignidade das cerimónias estiveram bem presente em cada componente. O hastear das Bandeiras no Município e na Sede do Núcleo, a homenagem e recordação no Monumento dos Combatentes dos militares, em especial de Abril, na Sessão Solene no Salão Nobre dos Paços do Concelho, enriquecida pelas intervenções, em particular, do Convidado de Honra, Ten-General Lemos Pires, na participação do Orfeão, do Centro de Formação Musical e no concerto de Guitarras com a participação dos alunos e professores do Centro de Formação de Mêda no auditório da Casa de Cultura.

Momentos para não esquecer… Obrigado ao Município e a todos que participaram nas Cerimónias do 25 de Abril de 2026, na cidade de Mêda.

25 de Abril de 2026.

JT"













25 de Abril - Capitão Salgueiro Maia

 Dia 25 de Abril👉 Portugal🇵🇹 celebra o dia da Liberdade🌹

Há 47 anos, em Santarém, o Cap. Salgueiro Maia, falava assim aos seus soldados...

"Meus senhores, como todos sabem, há diversas modalidades de Estado: os Estados sociais, os corporativos e o estado a que chegámos. Ora, nesta noite solene, vamos acabar com o estado a que chegámos! De maneira que, quem quiser vir comigo, vamos para Lisboa e acabamos com isto. Quem for voluntário, sai e forma. Quem não quiser sair, fica aqui!"

📷 Alfredo Cunha


 





sexta-feira, 24 de abril de 2026

Francisco Ramos, de Moura completa hoje mais um aniversário.

 Parabéns ao nosso amigo Francisco Ramos, que é de Moura no Alentejo e que hoje completa mais um aniversário.

Que contes muitos amigo com saúde e boa disposição, junto dos teus familiares e amigos.

Um grande abraço e que passes um excelente dia.,

Leandro Guedes.





sábado, 18 de abril de 2026

Luís Manuel Dias, completa hoje mais um aniversário

 O nosso companheiro Luis Manuel Dias, completa hoje mais um aniversário

Que contes muitos mais amigo, com muita saúde, junto do teu irmão gémeo e restante familia e amigos.

Muitos Parabéns.

Um grande abraço.

Leandro Guedes.

Com o seu amigo Costa


Postal escrito pelo Luis, acerca da capelinha de Tite


Aqui com o Guedes


Com o Artur Camelo


quarta-feira, 15 de abril de 2026

Hoje é o aniversario do Alfredo Alves

 O nosso amigo Alfredo Alves, completa hoje mais um aniversário.

Que contes muitos mais com saúde, na companhia de Esposa e restantes familiares.

Desejamos que passes um excelente dia.

Muitos parabéns.







Um grande abraço

Leandro Guedes.



quarta-feira, 8 de abril de 2026

Foi há 59 anos atrás - 8 de Abril de1967

 Há 59 anos atrás, a 8 de Abril de 1967, partimos para a Guiné no UIGE, rumo ao mato em Tite, donde só saimos 23 meses depois.

Tanta coisa se passou entretanto...

Descanso eterno para os que já partiram... -

Muita saúde para aqueles que ainda por cá andam.

Leandro Guedes




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Comentarios no facebook do BART 1914, sobre este tema.:
 

Natercia Leite

Que dia triste....as mães, as jovens companheiras ...algumas já com crianças, os homens aparentemente mais resistentes nas lágrimas...os lenços a acenar...e qdo o barco é desamarrado e o apito é insistente é a certeza q fica....vão mas não sabemos SE e COMO voltam...ainda hoje me arrepio...perdi 3 amigos 1 dos quais nosso amigo de infância...😢😥

 

Bart Tite - Guiné

Natercia Leite é verdade, foi um momento que não esquecemos, nem para os que ficaram e nem para os que partiram…

Foi o início duma nova vida que trouxe ansiedades, tristezas, sofrimento e imagens inimagináveis de dor e tragédia que ficaram gravadas.

Ficou a amizade que continua a unir estes homens.

Beijinhos. Obrigado.

Natercia Leite

Bart Tite - Guiné Amizade sem ódios de vingança ou ódios de estimação...fizeram-se homens, homens de bem , marcados duramente por uma guerra q não era deles...com uma revolta contida mas viva...bj

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Natercia Leite

Pode ser uma imagem de texto

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Joaquim Caldeira

A minha partida no mesmo navio e para o mesmo local foi a 10 de janeiro de 1968. E por lá nos encontramos, poucas vezes, e convivemos muito pouco. Mas foi o suficiente para deixar raízes. Abraço aos camaradas.

Raúl Soares

Bom dia JUVENTUDE..... Eu embarquei a 22 de Julho/1967 e fomos colocados em TITE, Bart 1914. Chamaram-nos de piriquitos.... Deram uns tiritos para nos amedrontar. Foi o sinal de BOAS VINDAS. E por lá andamos Tite, Enxudé, S. João, Jabadá, Bissássema e NOVA SINTRA e para terminar em beleza a comissão, saÍmos de Nova Sintra, para Bissau em 3 de Março de 1969 e fomos passados poucos dias para a OPERAÇÃO LANÇA AFIADA. A saída de Bissau foi a 7 de Março, para o XIME e depois a 8 de madrugada para o terreno.... Neste dia ouvi o silvo das balas. Estávamos emboscados e tentamos apanhar á mão uns individuos que vinham na Mata. Não conseguimos e de imediato, via rádio, entrei em contacto do o Capitão, uma vez que estávamos detectados, levantei-me e fui aí que houve fogo.Abraço a todos os combatentes.

Luciano Pereira

Raúl Soares lança afiada lembrome como se fosse hoge(e as abelhas) ?

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Fernando Oliveira

Raúl Soares Camaradas fiz patrulha e Ronda Cais de Alcântara embarques vi muitos embarques para o Ultramar Camaradas nossos algumas Chegadas a Alcântara Eu de serviço era uma desgraça Pais Mães Irmãos com os lenços Ar aos Gritos a Chorar Fazia Arrepiar Eu era P .M.tambem calhou me Á minha Pessoa Mas fui para Cabo Verde Ilha de Santiago Cidade da Praia Pelotão 1171ano1966 ,1968 foi umas Férias mas era Triste nós jovens atrasaram nossas vidas infelizmente mas já Passou mas á muito Camaradas ficaram por lá meu irmão mais velho que eu Foi para Moçambique era Condutor Carros de Combate mato Arrebentou uma Mina Morreram uns7 Camaradas meu irmão foi único sobrevivente com o corpo cheio de istelhasses ficou cego de uma das vistas. Sofreu Bastante com problemas de saúde mental Camaradas tudo de Bom muita Saúde. Felicidades nosso tempo está acabando mais dia menos Dia vamos nós tudo de bom

Jorge Mendonça

Raúl Soares viva grande camarada!

Obrigado pelo que fizeram em Nova Sintra.

Porque quando lá cheguei em junho de 1972, tinha um bunker onde dormir mais descansado!

Foram 25 meses de Guiné,24 no mato,com muitos ataques.

Mas a união faz a força.

E quase todos voltamos apesar de mortes e vários feridos.

Hoje penso que deveríamos ter mais atenção dos políticos, dos betinhos que nem sequer foram a tropa!

O ministro da defesa,que é um deles,devia ter consideração pelos Veteranos!

Mas ele só quer agradar aos EUA e a UE.

Aumento da despesa para a defesa é um roubo a todos os portugueses!

Um abraço e saúde!

Eu fui Furriel de TMS.

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Jorge Gouveia

Por esta altura já tinha quase 12 meses de Tite com bons e maus momentos


João Caldeira Heitor

Um abraço para todos os camaradas do meu pai António Alves Heitor


São Farinha

Agradeço a todos aqueles que mostrem estas imagens ou contem sobre esta guerra colonial que parecia não ter acabar como acabou, para que estes jovens que navegam na net possam saber uma das causas do 25 de Abril há que contar a história onde muitas vidas se perderam e outras tantas ficaram traumatizadas devido aos acontecimentos são memórias que não se podem nem devem apagar


Avelino De Sousa

Nosso batalhão 1913 formado na pesada 2 em V. N. De Gaia e saímos a 25 de maio 1967 no UIGE destino a Guiné 🇬🇳 onde fomos dispersos em várias zonas , regressamos a 09 de Março 1969 depois de passar 22 meses e meio regressamos no UIGE , destino a nossas famílias , descanse em paz camaradas falecidos


João Henriques

Tambem me levou para a Guiné em Agosto de 1971.


Ze Mario Silva

Eu também parti para a Guiné:em

Julho de 69 no Uíje com destino a S. Domingos Norte, onde estive um ano. Depois fui transferido para o vosso batalhão que estava emTite . Mas eu fui para a companhia que estava em Jabadá. Lá estive até vocês terminarem a vossa comissão. Depois fui para Aldeia Formosa

Onde fiquei até ao final da comissão Setembro de 71.Ali

Já caíam mísseis! Um grande abraço para todos !!! Saúde e muita paz!!!

Mário Balseiro

Ze Mario Silva estive em Jabadá 66 68 grande abraço

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Fernando Carvalho

Estive também em Tite com o BART 2924. Parti em 23 OUT70 e regressei em 21OUT72

Tó Manel

Pois o meu Batalhão veio no Uíge em Abril de 1967, desembarcámos em Alcantara e rumo ao Quartel de Infantaria 1 na Amadora para fazer o espólio.

Costa Pereira

Quando chegamos a Angola ao cais de Luanda, estava lá á nossa espera a PM e muitos militares e civis, todos batiam palmas, saímos e entramos de imediato no comboio com destino ao Grafanil,

Vítor Rocha

Eu saí do inferno(Guiné, Mansaba) em fins de 66.A minha companhia era a 644 os Águias Negras Um abraço.


Julio Eusebio

Eu estive de 65 a 67 em Buba e Guilége companhia 1438


Joaquim Augusto Resende Costa

Excelente dia para as pessoas que hoje têm saudades do salazarismo / caetano.


Antônio Jesus

Guiné 64_66 bula


Armando Ferreira

Era arrepiante quando o cordão da polícia militar que separava as mães,filhos e irmãos do cotigente era rebentado pelas famílias e tentar abraçar seus entes queridos mais uma vez. É uma sena inesquecível. Eu passei por isso quando parti no Uige em Novembro de 68 .


Rogério de Almeida

José Domingos Bras

Eu fui em 1968 no Vera Cruz para

Moçambique Cabo Delgada Mueda


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Silva Dias

um abraço--


Jose Moreira da Cruz

PARTI UM ANO ANTES. CORRI VARIAS TERRAS POIS A COMP 1614 ERA DE TROPA DE INTERVENÇÃO E ESTIVE 11 MESES EM CABEDU


Adérito Martins

Estive na Guiné 67 69


Julio Seixas

Adérito Martins tambem estive la' 67/69, Bart.1913 , Cart 1687 Cufar e Catio'. Abraco a todos os combatentes.


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José Lopes

Foi o meu navio de angola para Portugal a dormir nos porões mas nós queríamos era chegar a casa um abraço.

Foi esse mesmo ke me levou para Angola em 1970 xeguei a luanda em junho


Francisco Freitas

Eu ém Mansoa 64/66.


Carlota Azenha de Freitas

Eu desde que o meu marido foi para a Guiné.

Era só trabalho trabalhar.

Não queria ver mais nada.

Churei muito.

Estou casada á 62 anos.

Foi um período da minha vida.

Muito difícil 😭❤️😭


Gina Ribeiro Flores Camaratte

Ainda dizem bem do homem que mandava esta juventude para a guerra?Mas ele não foi Maldito homem onde quer que esteja não tenha sossego E para quê????


Fernando Dias

tanto sofrimento sacrifício mágoa morte......para os traidores vendidos peões lacaios de interesses obscuros e grandes potências.......


Manuel Caetano

Eu sou 1970/72 Guiné Bissau Bolama Catio Cabedu abraço a todos vocês


Joaquim Tristao

A geração dos Anos sessenta e setenta ! resiliência ! coragem ! humildade ! seriedade ! espirito de sacrifício ! abnegação pelos deveres a cumprir ! só depois os direitos , que ficaram por cumprir, por parte de quem nos governava, e tem governado ! Pátria que não reconhece seus servidores ! é uma Pátria madrasta. Cumprimos os nossos deveres ! os direitos ficaram esquecidos ! as gerações futuras, quando os governantes precisarem dos seus serviços ! lembrem-se do que os governantes fizeram, com os Ex. Combatentes em África nas EX.Colonias. resignados entregues ás suas recordações de um dever cumprido sem retorno a um carinho, pelos serviços prestados á Nação. Da História só nos resta as recordações . Abraço a todos que como eu, passou pela guerra de África.


Maria Loura

deus esteija com voses todos

Eu comando agrupamento 16.

Águias Negras pertenciam ao nosso comando assim como toda a zona do Oio.


Francisco Freitas


Jose Silva

Foi neste barco que fiz a viagem para luanda em 71.


Carlota Azenha de Freitas

Quando vejo estas imagens.

Me dá vontade de chorar 😭🙏


António Carolina Silva


Jose Amado

É AQUILO QUE FAZ FALTA A ALGUNS DELES, OS DO CHEGA É UM EXEMPLO.


Leopoldina Bojaca

portugal GIF


A opção selecionada é "Mais relevantes", por isso, alguns come