“Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma”
(Do Padre António Vieira, no "Sermão da Terceira Quarta-Feira da Quaresma", na Capela Real, ano 1669. Lembrado pelo ex-furriel milº Patoleia Mendes, dirigido-se aos ex-combatentes da guerra do Ultramar.).
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"Ó gentes do meu Batalhão, agora é que eu percebi, esta amizade que sinto, foi de vós que a recebi…"
(José Justo)
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“Ninguém desce vivo duma cruz!...”
"Amigo é aquele que na guerra, nos defende duma bala com o seu próprio corpo"
António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente
referindo-se aos ex-combatentes da guerra do Ultramar
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“Aos Combatentes que no Entroncamento da vida, encontraram os Caminhos da Pátria”
Frase inscrita no Monumento aos Heróis da Guerra do Ultramar, no Entroncamento.
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"Tite é uma memória em ruínas, que se vai extinguindo á medida que cada um de nós partir para “outra comissão” e quando isso nos acontecer a todos, seremos, nós e Tite, uma memória que apenas existirá, na melhor das hipóteses, nas páginas da história."
Não
voltaram todos… com lágrimas que não se veem, com choro que não se ouve… Aqui
estamos, em sentido e silenciosos, com Eles, prestando-Lhes a nossa Homenagem.
Ponte de Lima, Monumento aos Heróis
da Guerra do Ultramar
Quarta-feira, Abril 07, 2010
Guiné-Bissau: A CRISE PERMANENTE DE UM PAÍS LUSÓFONO À BEIRA DO FALHANÇO
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CONDENSADO DE NOTÍCIAS
ANTÓNIO INDJAI FOI À PROCURADORIA MAS RECUSOU FALAR À IMPRENSA
Expresso – Lusa – 07 Abril 2010 - 13:01 Lisboa
Bissau, 07 abr (Lusa) - O líder dos militares revoltosos na Guiné-Bissau, o major general António Indjai, deslocou-se hoje à Procuradoria-geral da Republica, mas à saída recusou-se a prestar declarações aos jornalistas.
Sob fortes medidas de segurança e após cerca de hora e meia no gabinete do Procurador guineense, Amine Saad, o general Indjai disse, quando abordado por jornalistas, que não queria nada com os profissionais da comunicação social.
"Não quero nada com vocês", disse António Indjai, a sorrir, quando entrava rapidamente para a viatura em que se fazia conduzir.
A SOMBRA POLÍTICA DA INSTRUMENTALIZAÇÃO DOS MILITARES
Bissau Digital – 07 Abril 2010
“Apenas existem conflitos entre as suas elites”
Lisboa – Os acontecimentos de 01 de Abril na Guiné-Bissau revelaram, mais uma vez, a fragilidade das forças armadas face às lutas de poder entre chefias militares e favoritismos étnicos, provavelmente instrumentalizadas por forças políticas na sombra.
«Na minha opinião pessoal não há conflitos reais entre os vários povos de África Apenas existem conflitos entre as suas elites» disse Amílcar Cabral. Uma reflexão que ainda mantém actualidade na Guiné-Bissau. Amílcar Cabral foi assassinado por militantes próximos, incitados pelo Governo Colonial, mas em circunstâncias que ainda hoje permanecem num mistério, como quase todos os assassinatos que ocorreram no país desde a sua independência.
A política guineense está envolta de uma miscelânea de «tabus» e «ormettas» onde todos os culpados são eternamente presumíveis e todos os mistérios permanecem no mesmo estado, permitindo a proliferação dos rumores que por vezes são fatais alimentando um desejo de vingança. Um círculo vicioso, quase mágico... talvez por isso a palavra «mistério» na Guiné-Bissau seja sinónimo de «feitiço» ou «magia». Só alguns conhecem as suas entranhas mas todos sentem a acção dos seus efeitos.
Todo o fenómeno político é o resultado de uma equação composta por um conjunto de factores. Mas a sua autópsia é complexa, especialmente na Guiné-Bissau, onde faltam ou se ocultam órgãos do «corpo político», essenciais para perceber a origem da doença que trava uma vida política saudável. Provavelmente a explicação de Amílcar Cabral estava certa e fosse premonitória: «Apenas existem conflitos entre as suas elites». Uma explicação da patologia que deve ser considerada quando se autopsia o «corpo político».
Os acontecimentos desta quinta-feira, 01 de Abril, na Guiné-Bissau são o resultado por um lado de uma patologia interna guineense e por outro «conflitos entre as suas elites».
Quer o Presidente da República, Malam Bacai Sanhá, quer o chefe do executivo, Carlos Gomes Júnior «Cadogo», foram eleitos democraticamente através de escrutínios louvados pela comunidade internacional. Apenas o Partido da Renovação Social, PRS, do ex Presidente Kumba Ialá, respeitou a sua tradição denunciando fraudes.
Malam Bacai Sanhá assume a chefia de Estado, após duas tentativas eleitorais, na sucessão de «Nino» Vieira assassinado poucas horas depois da eliminação do CEMGFA Tagmé Na Waie. O partido histórico PAIGC conquistou assim todas as condições para uma governação de estabilidade, porém a sede de poder acelerou as divisões internas e fez crescer uma ala disposta a qualquer aliança conjuntural para tomar o poder.
Mas, na Guiné-Bissau, à imagem de todos os países africanos com um frágil Poder Politico, as armas falam mais alto. Há muito que as forças armadas tornaram-se num poder paralelo, com os seus códigos, jogos, líderes, justiças e maiorias. A situação precária dos seus efectivos justificou alianças e apoios de movimentos e organizações exteriores que afectaria a estrutura militar.
O conflito na Casamança foi um destes factores. O tráfico de armas entre a Guiné-Bissau e a rebelião desta região sul do Senegal tornou-se numa fonte de receitas vital para as FA guineenses, beneficiando também o poder político de Bissau que utilizou o argumento do apoio aos homens do Abade Diamacouné como arma de pressão sobre o litígio territorial para definição da zona económica exclusiva.
A questão da Casamança repercutiu-se no conflito guineense de 1998 quando Assoumané Mané reforçou as suas fileiras com rebeldes da Casamança face ao apoio de Dakar a «Nino» Vieira entrincheirado em Bissau.
A mudança de campo da Guiné-Bissau relativamente a Casamança, principalmente quando em 2001 Tagmé Na Waie apoia o grupo rebelde moderado casamancês «Cassolol» contra o radical independentista Salif Sadio, posiciona Bissau ao lado de Dakar, mas priva as FA guineenses da sua maior fonte de receita clandestina.
A alternativa foi encontrada no narcotráfico embrionariamente lançado a partir do Brasil. O paradisíaco arquipélago de Bijagós, com mais de 80 ilhas, tornou-se na plataforma privilegiada por traficantes latino americanos que rapidamente obtiveram a cumplicidade da marinha guineense, transformando a Armada num contra poder nas FA’s, que por sua vez constituiam já outro contra poder no interior do Estado.
Progressivamente, além das FA’s, os traficantes infiltram-se em todo o aparelho de Estado - Ministérios, policia, tribunais - elevando a Guiné-Bissau ao estatuto de Narcoestado. Tendo já a sua estrutura implantada no país, e micro carteis estruturados, os traficantes retiram-se discretamente, confiantes nas suas antenas e redes locais já formadas e capazes de gerir o «negócio». Situação que acabou por ter consequências dramáticas para o país quando carteis nacionais rivais deixaram de se confrontar na sombra levando a disputa para a arena política.
Além dos ministérios e dos tribunais, as FA são o terreno de predilecção das redes de narcotráfico. O papel do CEMGFA torna-se assim vital para o «negócio». A particularidade tribalista das FA que facilita também a tarefa de controlo desta instituição, é outro elemento chave do mesmo «negócio».
A etnia balanta, que representa 30 por cento da população guineense, constitui 70 por cento dos efectivos das forças armadas. O respeito do CEMGFA passa incondicionalmente por este factor. Daí que não é estranho que os nomes dos candidatos à sucessão do balanta Zamora Induta sejam todos balantas. O factor tribal tornou-se assim num elemento que dificulta as reformas necessárias no seio das FA que têm efectivos excessivos para as necessidades do país, mal equipadas e com chefias, maioritariamente ainda oriundas da guerra de independência, quando todos os combatentes também eram políticos, sem formação militar adequada.
Na sociedade tradicional Balanta ser militar é um prestígio. Os militares são considerados os mais «valentes e corajosos». Durante a Guerra Colonial, os balantas aderiram à luta de libertação, ingressando massivamente nas forças armadas do PAIGC. Não são estrategas ou ideólogos, são sim operacionais e dadas as características de sociedade horizontal, não têm a cultura do respeito da chefia ou da liderança.
Durante muitos anos, os Balantas sentiram-se marginalizados e perseguidos pelo então Presidente «Nino» Vieira, que os considerava «conspiradores e egoístas», apesar de ter sido muito próximo desta etnia, que conhecia intimamente.
Com a Guerra do «7 de Junho» em 1998, os Balantas unem-se contra «Nino», que acaba exilado em Portugal. Com Kumba Ialá na presidência, os balantas entram em diferendo com o Comandante Supremo da Junta Militar e co-Presidente, Ansumane Mané, de etnia Mandinga, que resultou na morte deste quando se debatia a atribuição, e retirada, de patentes aos militares. Em 2004, depois do Golpe de Estado contra Ialá, o então CEMGFA, Veríssimo Seabra é assassinado pelos militares por alegada falta de remuneração dos militares guineenses que haviam estado em comissão na Libéria, uma desculpa para um afastamento radical. O cargo é ocupado pelo balanta Tagme Na Waie, também assassinado em 2009, sendo substituído por Zamora Induta, afastado pelo seu número dois, António Indjai, na passada quinta-feira.
Dificilmente se consegue ignorar a contribuição das FA para a instabilidade política e securitária e para o desenvolvimento do narcotráfico. Bubo Na Tchuto, ex chefe da Armada, qualificado pela imprensa como o «Almirante da Coca» (Le Fígaro – 03 de Abril) controlava, através da marinha, o estratégico arquipélago de Bijagós. António Indjai foi presumivelmente o estratega da operação de tráfico de cocaína, chegada a Cufar no início de Março por via aérea. Ambos estão na origem da «revolta» Militar de 01 de Abril que depôs outro balanta das chefias militares, Zamora Induta, o qual vinha preconizando uma reforma das FA que assentaria no aumento do nível académico e no equilíbrio étnico dos novos recrutas. Zamora é agora acusado de abuso de poder pelo porta-voz da FA, Dahaba Na Walna, também balanta e um dos candidatos ao cargo de CEMGFA.
Mais uma vez o teatro político guineense, recentemente estreado no caminho da democracia participativa activa – com dois actos eleitorais com ampla participação popular – é posto em causa pelas lutas de poder entre chefias militares, provavelmente instrumentalizadas por forças políticas na sombra. As movimentações de 01 de Abril mostram a dificuldade de subjugação do poder militar ao poder político, impossibilitando o avanço da preconizada reforma da segurança e e defesa, apoiada pelos principais parceiros internacionais da Guiné-Bissau, como Portugal, Angola e Brasil.
O papel de mediação assumido pelo Presidente da República, considerado essencial para evitar o alastrar da crise a novos níveis de conflitualidade, poderá no entanto ser posto em causa se nada for feito para quebrar o círculo vicioso que rege a relação entre o poder político e o poder das armas em Bissau.
O Ministro dos Negócios Estrangeiros Português, Luís Amado, lançou já o alerta. «Neste momento, a Guiné-Bissau tem de fazer definitivamente esta opção: ou entra numa via de estabilização e de construção de um estado democrático ou se isola e se torna num caso flagrante de um Estado Falhado», afirmou o MNE português, referindo ainda que «o poder político permanece refém de uma estrutura militar que tem de se acomodar às regras de um estado democrático».
A manutenção das chefias militares que lideraram as movimentações de 01 de Abril poderá à primeira vista ser sinónimo de tranquilidade nas forças armadas. No entanto, não se deve subestimar que a prossecução dos seus interesses, quer no narcotráfico, quer por via indirecta no nível político, poderá significar a continuação do ciclo de instabilidade que tem abalado os anos recentes da Guiné-Bissau.
Rui Neumann - (c) PNN Portuguese News Network
“CADOGO” NÃO VAI DEMITIR-SE
Bissau Digital – 07 Abril 2010
Bissau – O primeiro-ministro guineense, Carlos Gomes Júnior, reiterou hoje a sua continuidade na chefia do executivo. «Fui eleito pelo povo. Um político tem que estar sujeito a todas as vicissitudes da vida», disse.
Segundo «Cadogo» os incidente de quinta-feira foram «um incidente» que ultrapassaram e o Governo vai «continuar trabalhar», disse o PM à saída de um encontro com o Presidente da Republica e as chefias militares. A primeira reunião que juntou as três partes numa única sala desde o início da presente crise político-militar, que provocou o afastamento do Chefe de Estado-maior General das Forcas Armadas, José Zamora Induta. Uma reunião que Gomes Júnior qualificou de produtiva, porque terá permitido «ultrapassar» os problemas.
O discurso semelhante foi proferido pelo Vice-Chefe de Estado-maior General das Forcas Armadas, António Indjai, que chefiou a delegação militar na reunião com o Presidente da República. Segundo o militar o «incidente» já foi ultrapassado.
«Foi um incidente e já está ultrapassado. A situação está normal», garantiu Indjai, chefe do movimento militar que afastou José Zamora Induta da chefia do Estado-maior, e que deteve Primeiro-ministro durante algumas horas após ter retirado José Américo Bubo Na Tchuto da sede das Nações Unidas, onde se refugiara durante três meses.
O encontro entre Malam Bacai Sanha, Carlos Gomes Júnior e António Indjai, aconteceu depois do Presidente da Republica ter recebido os partidos políticos sem assento parlamentar. O Chefe de Estado quis ouvir os seus pareceres sobre o actual momento porque passa a Guiné-Bissau.
Além dos factos que são expostos sobre esta crise, os guineenses acompanham com muita expectativa o desfecho desta situação. Quem vai assumir a Chefia do Estado-maior? Qual será a sorte do Carlos Gomes Júnior, apesar ter reiterado a sua continuidade a frente do Governo? Um governo eleito democraticamente nas últimas legislativas, onde o PAIGC saiu vitorioso com maioria qualificada.
Lassana Cassamá - (c) PNN Portuguese News Network
ONU QUER “REPENSAR” ESTRATÉGIA DE SEGURANÇA PARA O PAÍS
Diário de Notícias – Lusa
Nova Iorque, 07 abr (Lusa) -- O Conselho de Segurança vai "seguir atentamente" os próximos desenvolvimentos na Guiné-Bissau e admite a necessidade de um "repensar fundamental da estratégia" de segurança deste país áfricano de língua oficial portuguesa.
"É fácil dizer que a reforma do sector de segurança é chave para o sucesso da construção da paz. Mas o que se quer dizer com isso? Estamos mesmo no caminho certo? Quantas pessoas devem ficar nas Forças Armadas? Como vão ser retiradas? Que tipo de remuneração deve ser dada? Estas são coisas importantes", afirmou na terça feira à noite, em Nova Iorque, o diplomata japonês Yukio Takasu, que preside ao Conselho de Segurança.
"Não é a primeira vez que os militares tentam alterar a ordem governamental pela força. (...) Não chega dizer que a estratégia de segurança é importante. Este é um assunto a ser levado a diversas instituições, incluindo a Comissão para Construção da Paz" da ONU, afirmou o presidente da representação japonesa junto das Nações Unidas.
*Este texto da agência Lusa foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.
MNE PORTUGUÊS ADVERTE QUE A SITUAÇÃO NA GUINÉ-BISSAU PODE SER “IRREPARÁVEL”
António Caeiro (LUSA) – 06 Abril 2010
Ulan Bator, 06 abr (lusa) - O ministro português dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, advertiu hoje as "elites políticas e militares" da Guiné-Bissau que o país "não terá muito mais oportunidades para refazer a sua imagem internacional".
"Neste momento, a Guiné-Bissau tem de fazer definitivamente esta opção: ou entra numa via de estabilização e de construção de um estado democrático ou se isola e se torna num caso flagrante de um estado falhado", declarou Luís Amado à agência Lusa.
O ministro português, que iniciou segunda feira um périplo de cinco dias pela Ásia Oriental, disse ter estado diariamente em contacto com o seu homólogo guineense e com o Presidente e primeiro ministro da Guiné-Bissau, desde a intervenção militar no passado 1 de abril.
© 2010 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.
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Líder revoltoso pede desculpa à Guiné-Bissau - Rádio Renascença
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Posted by Fábrica dos Blogs at Quarta-feira, Abril 07, 2010
1º
Oh, vós, que, a 17, pensavas, ali,
no Fialho, a pança empanturrar
O Mestre, graduado em fiável alibi,
O pé de sua esposa fez queimar.
2º
Impedida que está de cozinhar,
O Mestre, apertando-vos o gasganete,
Acabado o trabalho de a terra cultivar,
Vai mandar-vos comer pr'ó cacete.
Ao jeito de homenagem e agradecimento a todos aqueles que dos quatro cantos do mundo nos visitam, vamos a seguir fazer uma tradução automática, em algumas linguas mais conhecidas, já que é impossivel fazê-lo de todas. Faz-se aqui um apelo a algum cidadão guineense que queira colaborar connosco e traduzir para criolo e qualquer uma das outras linguas nativas, o cabeçalho desta noticia. O nosso agradecimento.
_____________________________
(English language. Machine translation. We apologize for any errors inherent.)
Come and cast!
Hugs to all those who write, send pictures, comments or articles that somehow express their appreciation for this venue between us by visiting our blog without saying anything, some almost daily, the four corners of the world.
We will further promote the friendship that united all the lands of Guinea-Bissau.
All the best for everyone.
A big hug.
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(Deutsch. Maschinelle Übersetzung. Wir entschuldigen uns für etwaige Fehler entschuldigen innewohnt.)
Kommen Sie und werfen!
Hugs auf alle diejenigen, die schreiben, senden Sie Bilder, Kommentare oder Artikel, die irgendwie ihre Wertschätzung zum Ausdruck für diesen Veranstaltungsort zwischen uns durch Ihren Besuch auf unserer Blog ohne etwas zu sagen, einige fast täglich, die vier Ecken der Welt.
Wir werden weiter fördern die Freundschaft, die Vereinigten alle Länder Guinea-Bissau.
Alles Gute für jedermann.
Eine große Umarmung.
_______________________________
(Langue française. La traduction automatique. Nous nous excusons pour les erreurs inhérentes.)
Venez jeter!
Hugs à tous ceux qui écrivent, envoyer des photos, des commentaires ou des articles qui en quelque sorte exprimer leur gratitude pour ce lieu entre nous en visitant notre blog, sans rien dire, certains presque tous les jours, aux quatre coins du monde.
Nous continuerons à promouvoir l'amitié qui unissait tous les terrains de la Guinée-Bissau.
Tout le meilleur pour tout le monde.
Un gros câlin.
________________________________
(Lengua española. Traducción automática. Pedimos disculpas por cualquier error inherente.)
Ven y echada!
Abrazos a todos los que escribir, enviar fotos, comentarios o artículos que de alguna manera expresar su agradecimiento por este espacio entre nosotros visitando nuestro blog sin decir nada, algunos casi a diario, las cuatro esquinas del mundo.
Seguiremos fomentando la amistad que unía a todas las tierras de Guinea-Bissau.
Todo lo mejor para todos.
Un fuerte abrazo.
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(Lingua Italiana. Traduzione automatica. Ci scusiamo per eventuali errori intrinseci.)
Venite a cast!
Abbracci a tutti coloro che scrivere, inviare foto, commenti o articoli che in qualche modo esprimere il loro apprezzamento per questo spazio tra di noi, visitando il nostro blog senza dire niente, alcuni quasi ogni giorno, i quattro angoli del mondo.
Noi promuoveremo ulteriormente l'amicizia che univa tutte le terre di Guinea-Bissau.
Tutto il meglio per tutti.
Un grande abbraccio.
____________________________________
Rússia. Русский язык. Машинный перевод. Мы приносим извинения за любые ошибки, присущие.
Ну и бросил!
Hugs для всех тех, кто пишет, отправить фотографии, комментарии и статьи, которые каким-то образом выразить свою признательность за это место между нами, посетив наш блог, ничего не говоря, какой-то почти ежедневно, на четырех углах мира.
Мы будем и далее содействовать дружбе, объединившего все земли Гвинеи.
Все самое лучшее для всех.
Крепкие объятия.
______________________________________
Nederlandse taal. Machine vertaling. Onze excuses voor eventuele fouten die inherent zijn.
Kom en stemmen!
Hugs voor iedereen die schrijven, stuur foto's, opmerkingen of artikelen die een of andere manier hun waardering uit voor deze locatie tussen ons te uiten door het bezoeken van onze blog zonder iets te zeggen, die soms bijna dagelijks, de vier hoeken van de wereld.
We zullen verder bevorderen van de vriendschap, die verenigd zijn alle landen van Guinee.
Al het beste voor iedereen.
Een dikke knuffel.
_____________________________________
Ucrânia. Українська мова. Машинний переклад. Ми приносимо вибачення за будь-які помилки, властиві.
Ну я кинув!
Hugs для всіх тих, хто пише, відправити фотографії, коментарі та статті, які якимось чином висловити свою вдячність за це місце між нами, відвідавши наш блог, нічого не кажучи, якоїсь майже щодня, на чотирьох кутах світу.
Ми будемо і далі сприяти дружбі, який об'єднав усі землі Гвінеї.
Все найкраще для всіх.
Міцні обійми.
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Croácia. Hrvatski jezik. Strojno prevođenje. Ispričavamo se zbog pogreške inherentna.
Dođite i cast!
Hugs na sve one koji pisati, slati slike, komentari i članke koji nekako izražavaju svoju zahvalnost za to mjesto između nas ako posjetite naš blog bez govoreći ništa, neka se gotovo svaki dan, četiri ugla svijeta.
Mi će još više promicati prijateljstvo koje ujedinio sve zemlje Gvineja.
Sve najbolje za sve.
Veliki zagrljaj.
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Japão. 日本語。機械翻訳。私たちはどんなエラーが固有のことをお詫び申し上げます。
是非、キャスト!
抱擁のすべての人々は、写真を送信すると、コメントやどういうわけか、いくつかのほぼ毎日、世界の4つのコーナーを何も言わずに私たちのブログを訪問し、私たちの間、この会場の感謝の意を表明する記事を書くこと。
我々はさらに友情をギニアのすべての土地を統一推進していきます。
すべての人に最適です。
大きな抱擁。
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Finlândia. Suomen kieli .. Machine käännös. Pahoittelemme mahdollisia virheitä luonnostaan.
Tule ja heittää!
Halaukset kaikille, jotka kirjoittaa, lähettää kuvia, kommentteja tai esineitä, jotka jotenkin ilmaista arvostuksemme tämän paikan välillä meitä käymällä blogi sanomatta mitään, jotkut lähes päivittäin neljän kulmat maailmassa.
Tulemme edelleen edistää ystävyyttä, että yhdistynyt kaikki maat Guinea.
Kaikkea hyvää kaikille.
Iso halaus.
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Suécia. Svenska språket .. Maskinöversättning. Vi ber om ursäkt för eventuella fel inneboende.
Kom och kasta!
Kram till alla som skriver, skicka bilder, kommentarer eller artiklar som på något sätt uttrycka sin uppskattning för denna mötesplats mellan oss genom att besöka vår blogg utan att säga något, en del nästan dagligen, de fyra hörnen av världen.
Vi kommer att ytterligare främja vänskap som förenade alla områden i Guinea.
Alla de bästa för alla.
En stor kram.
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Datang dan cor!
Hugs ke semua orang yang menulis, mengirim gambar, komentar atau artikel yang entah bagaimana menyampaikan penghargaan mereka untuk tempat antara kami dengan mengunjungi blog kami tanpa mengatakan apa-apa, beberapa hampir setiap hari, empat penjuru dunia.
Kami akan terus mempromosikan persahabatan yang menyatukan seluruh wilayah Guinea.
Semua yang terbaik untuk semua orang.
Sebuah erat-erat.
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Chinês. 中文..機器翻譯。我們深表歉意,對任何錯誤所固有的
快來投票!
擁抱那些所有編寫,發送圖片,評論或文章,不知怎的,表達他們的感謝,我們之間的場地訪問我們的博客沒有說什麼,有些幾乎每天四個角落的世界。
我們將進一步促進友誼,團結所有的土地的幾內亞。
所有最優秀的每一個人。
一個大擁抱。
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Dinamarquês. Danske sprog. Maskinoversættelse. Vi undskylder for eventuelle fejl iboende.
Kom og stemmer!
Knus til alle dem, der skriver, sende billeder, kommentarer eller artikler, en eller anden måde give udtryk for deres påskønnelse af dette sted mellem os ved at besøge vores blog uden at sige noget, nogle næsten dagligt, de fire hjørner af verden.
Vi vil yderligere fremme venskab, der forenede alle landene i Guinea.
Alle de bedste for alle.
Et stort knus.
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Noruega.(Norsk språk. Maskinoversettelse. Vi beklager eventuelle feil iboende) Kom og kast! Klemmer til alle de som skriver, sende bilder, kommentarer eller artikler som en eller annen måte uttrykke sin takknemlighet for dette sted mellom oss ved å gå til bloggen uten å si noe, noen nesten daglig, de fire hjørner av verden. Vi vil videre fremme vennskap som samlet alle landene i Guinea. Alle de beste for alle. En stor klem.
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O Guedes pediu. Respondi “desta vez, passo”.
Reconsiderando, embora com atraso, aí vai.
Fui sempre, admito, um crente, pio, talvez a puxar um nadinha pr'ó tónho, bom-serás, e comido, de cebolada, por lorpa, até pela mais singela patranha ou garruço que me tentem enfiar.
Tanto assim é que, quando miúdo, e até tarde, sempre estive convicto de que, os padres, eram capados (castrados, para os mais púdicos).
Alicerçava essa convicção no visível facto de que as sotainas, então usadas pelos clérigos, não tinham “carcela”, por desnecessária, já que, os ditos, não fariam xi-xi (e outras actividades lúdicas), por desprovidos do indispensável artefacto evacuatório (ou, ejaculatório, se concordarem).
O que, como todos hoje, à saciedade, sabemos, não corresponde, minimamente, à realidade.
Como também não corresponderá o que, até ler os circunspectos comentários, por gente abalizada e arreigadamente bairrista, de ponte acima, cais de Alcântara abaixo, tinha como dogma.
Como adquirido, pelos vistos erradamente, assumira o meu disco rígido, de que havíamos embarcado e desembarcado no . . . ais do . . aralho abaixo (não sei se próximo de Conde d'Óbidos, se de Alcântara ou de Alcabideche).
E, também, de que teríamos passado, no tal paquete, de primeira, dourada para alguns, de segunda violinizada para outros, e de cagagésima classe, para a matula-carne para canhão, por debaixo duma pontezeca, pouco melhor que a ponte das barcas, baptizada e rebaptizada, mas que, era essa a minha convicção, teria sido demolida e substituída por uma outra, um tudo nada melhorzita e crismada (já eram batisos a mais) com outro nome.
E, ainda, mesmo sem vikipédia, já, na altura do regresso, me parecer que não regressámos a Lisboa ou à metrópole, mas, antes, a Portugal (se bem que, antes, como agora, muito mal frequentado e a pedir uma “barrela” das antigas).
Estou mesmo, daqui, a visionar a carinha do Guedes, ao ler este arrazoado e a pensar:
- Publico?! . . . não publico?! . . . Este crôco matarroano está-me a dar cabo dos quilhos . . . e a sair melhor que a encomenda . . .
Hoje faz 43 anos quando da viagem para a Guiné !
Foto do embarque, no Uige, em 8 de Abril de 1967.
"Este parte,
Aquele parte,
E todos,
Todos se vão,
Oh terra ficas sem homens,
que possam cortar o pão.
Zeca Afonso "
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8 de Abril de 1967, Cais de Alcântara em Lisboa.
Após a despedida da família que nos acompanhou ao embarque, seguiu-se a formatura, um emproado oficial superior e sua comitiva fazem a revista da praxe, o embarque das tropas sucede-lh
e.
Ao som da fanfarra militar e dos gritos de adeus e do acenar dos lenços, o paquete Uíge largou amarras.
A Torre de Belém fica para trás, a ponte sobre o Tejo já não se vê, a terra é coisa sumida, os olhos de todos há muito que estão rasos de água.
Muitos de nós fomos acomodados nos porões do navio (a maioria), lugares destinados a dormitório e, também para tomada das refeições.
Os camarotes e as salas de refeições de categoria, terceira, segunda ou primeira classe, estavam destinados ao militares consoante a hierarquia.
As condições de quem “vivia” nos porões eram degradantes.
As mesas estavam colocadas ao comprimento dos porões, com lotação para uma vintena de militares, os beliches, também em madeira, acompanhava-os na altura.
Os vomitados do enjoo eram constantes, a limpeza era precária, que em conjunto com a falta do banho diário o cheiro era nauseante, asfixiante. Com barulho dos motores, etc., o ambiente era insuportável.
Durante os oito dias (mais três que o normal por avaria num dos motores) que a viagem durou, foi neste contexto que os jovens militares fizeram a sua vida no navio.
Inconformados com o destino, no convés, uns passeavam, outros conversavam e ainda outros jogavam ou viam jogar às cartas.
Uma ou duas vezes fizeram-se exercícios de salvamento em caso de naufrágio.
Os peixes voadores que quase sempre acompanharam o barco eram também motivo de entretenimento.
Em 14 do mesmo mês, chegamos ao destino para o qual fomos obrigatoriamente mobilizados.
O pior estava para vir……a guerra.
Aqui o sofrimento a todos tocou!
Raul Pica Sinos
Caro Guedes
Repassando as vistas por fotos antigas, saltaram-me estas em anexo à vista, e lembrei-me do seguinte:
Meu pai já tinha cumprido o serviço militar em Lisboa no quartel de Engenharia 2 no Campo Grande, Lisboa, como furriel miliciano, e passado à disponibilidade, quando passado quase um ano, e já com tudo preparado para casar, foi abruptamente mobilizado para Cabo Verde, e para má sina e grande desgosto dele e minha mãe, por lá andou nas Ilhas do Sal e S. Vicente de 1941-1943.
Meu pai era grande amante de fotografia e já na altura possuía tripé e máquina fotográfica (que ainda guardo) e durante toda o tempo de permanência em terras africanas fez e enviou para casa algumas dezenas de fotos, algumas sobreviveram ao tempo até hoje.
Se as fotos foram dezenas, as cartas eram centenas, trocadas entre meus pais, e algumas li e acabei por destruir há pouco tempo por expressa vontade de minha mãe.
O que sempre recordarei delas e as fotos mostram um pouco, eram os termos ternurentos em que ambos se exprimiam.
Lindo e até me comoveu, visto á distância de tantos anos e comparando como hoje se vive, e se trocam "mimos" entre namorados.
Ora pensei que como as fotos se enquadram no tema guerra e África, talvez aches curioso incluir no Blog e com a legenda:
JÁ NÂO SE ESCREVEM DEDICATÓRIAS DE AMOR COMO ESTAS...".
Se achares que não tem interesse, como sempre comigo não há "cenas" ; tudo bem e eu coloco no meu Blog. Tu decidirás capitão.
Um resto de Páscoa em bom, e aproveito para desejar felicidades para a tua netinha Inês e uma festa de anos muito alegre para ele e família.
Um abração
Justo
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Meu amigo
Acho este assunto encantador e por isso vou publicar as fotos mais o texto que envias, mal chegue a casa.
Mas não impede que os publiques também no teu blog.
Abraços companheiro e acho que fazes bem cumprir a vontade expressa de tua Mãe.
Abraços
Leandro Guedes.
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OK Capitão !! Muito se agradece.
Na realidade estes romantismos de antanho até faziam bem à alma, e olha que eu ainda vivi e pratiquei um bom bocado disso.•
Tive a grande sorte de ter uns pais, além de lindos !!...eternamente apaixonados, cinquenta e tal anos, nunca conheci casal tão unido...até à doença e ausência de meu pai, já lá vão mais de 14 anos.
Felizmente minha mãe com 91 anos, continua de saúde, extremamente lúcida e modernaça, e vive independente na sua casa, e nem por sombras encara outra situação.
Tchau
Justo
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Guedes
Eu acho lindo e digno de ser publicado
De facto o Justo tem razão..
Já não se escrevem dedicatórias de amor como estas.
Pica
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Um texto de Vera Lúcia:
"É inconcebível quando se diz que se pretende uma justiça moderna, nas decisões muitas vezes importantes que alguns têm que tomar , e que nós tenhamos tantas vezes esta tendência em nos referirmos a castigos bárbaros os infligidos no Terceiro Mundo ,,quer porque nos julgamos bons cristãos ou porque nos cremos bons muçulmanos, quer ainda por supor sermos superiores.
Eis-nos chegados ao extremo das respostas explicativas que não influenciam em nada a nossa tranquilidade, perante as nossas mesas bem abastecidas, fonte do nosso trabalho de defensores, não para ajudar o povo a melhores compreensões, educativas ou outras, mas contribuindo, isso sim, para a sua exterminação. Devemos até, segundo alguns entendidos, espalhar o terror a fim de causar temor, o que fará dos países ditos civilizados os super-poderosos. E, muitas vezes, nas decisões irreflectidas que se tomam por esse mundo fora, ditadas em reuniões regadas com deliciosos vinhos tintos, fruto de belas uvas cultivadas em campos modernos, encantados com as honras que nos são atribuídas por sermos civilizados, acabamos por atingir uma certa estatura material traduzida por numerosos ‘’abichanços,’’ causadas, em si mesmas ,pela miséria em que mergulhamos esses mesmos povos. E eis que nos consideramos heróis da justiça/ carrasco e não da justiça educadora, correctora e protectora.
Mas de facto onde está o verdadeiro ladrão? O nosso fim aqui não é defender o larápio mas denunciar tantas condenações severas que podem chegar
à amputação de membros, por vezes pelo roubo duma simples galinha, que servirá, quem sabe, para matar a fome a alguém. Porque saciar um estômago faminto, eliminando o criminoso, apontar com o dedo o pobre vadio aniquilado por mil males da sociedade moderna ,é em si mesmo um problema. Condenar um ladrão profissional a pena de prisão que mais tarde o vai educar e orientar ,é proteger uma sociedade que temos por missão guardar e não destruir. Mas será isso que se faz? Ponho as minhas dúvidas.
A própria indiferença que temos do que se passa neste mundo onde se praticam tantos excessos, faz-nos esquecer o que acontece dentro das nossas portas. Condeno sistematicamente e energicamente todos os roubos, mas deploro amargamente que tantos saiam impunes por roubos muito maiores. A sociedade moderna é falsa em todas as escalas…Desde o pequeno ladrão, ao burguês, senhor do nosso bairro, tão bem assente no respeito quase unânime das massas, mas que não deixa de ter acções pouco louváveis se quiséssemos investigar a fundo a sua vida. É uma verdade que o maior ladrão dos ladrões, é o homem com possibilidades monetárias. Inspira tanta confiança que nem ousamos suspeitar dele. :É o Presidente que esvazia o Cofre Público em benefício das suas gavetas…É o Ministro que faz o mesmo…É o Director que, em pouquíssimo tempo, embora o seu salário não o permita, constrói vivendas em nome da prima ou do irmão…
Ladrão é aquele Perito Contabilista que não se priva de engolir cêntimos de um modo lógico nas suas escritas…Ladrão és tu, Funcionário, que deténs o poder das Caixas do Estado e que vais aí abasteceres-te à tua maneira porque encontraste técnicas de roubo que escapam e escaparão ainda…Ladrão és tu que dás trabalhos do Estado a particulares pagos com lucros de 100 % porque obténs assim um ganho de 50%...
Ladrão és tu, Embaixador, que tendo esvaziado os cofres simulas o roubo destes últimos… Ladrão és tu que aumentas as tuas contas de despesas de representação enquanto não ofereces senão o que mais barato vem no cardápio…Ladrão és tu que vives no meio de facturas certas mas falsas… Ladrão és tu que surripias destramente os menos ágeis…Ladrão és tu que brincas aos Advogados e que não te privas de tornar mais pesado o dossier dum inocente, em detrimento de fundos que encaixas…Ladrão és tu, Procurador, que faz desaparecer o dossier dum culpado teu amigo, mediante alguns tostões…Ladrão és tu, Presidente do Supremo Tribunal que se serve da autoridade dos seus galões para arrancar a um pobre iletrado os seus terrenos…Ladrão és tu, Director da Alfândega que não hesitas em fazer entrar mercadorias em teu nome, isentas assim de todas as taxas e que metes calmamente no bolso chorudas gorjetas…Ladrão és tu, rico comerciante, que rouba em pequenas despesas as grandes lojas, graças à tua cumplicidade…
Eis aqui uma série de exemplos de ladrões a que podemos chamar ‘’ladrões de ouro’’ porque estão muito bem instalados .Estas citações são verdadeiras. E ainda resta uma grande lista… Nos quatro continentes deste mundo civilizado. Uma vez, de quando em quando, um deles é apanhado… Não pela Lei… Mas antes por ajustes de contas entre descontentes, invejosos e outras causas: desentendimentos, traições…
Está já provado que se chegou ao extremo de, nalguns países, fomentadores de golpes de Estado se aproveitarem de ladrões para derrubarem os regimes.
Que seria destas sociedades civilizadas, se acontecesse o mesmo que em países do Terceiro Mundo, onde até se amputa uma orelha a um jovem de 17 anos, por ter roubado…uma borracha?
Não há dúvida: Este nosso mundo, é mesmo um mundo cão.
Vera Lúcia "
Repórter da RDP África Nuno Sardinha acompanha situação na Guiné Um sobressalto político marcou as primeiras horas desta manhã na Guiné-Bissau. Um grupo de jovens militares ocupou o gabinete do Primeiro-Ministro e o do Chefe de Estado Maior das Forças Armadas. Carlos Gomes Júnior e Zamora Induta foram feitos reféns. Pouco tempo depois os dois acabaram por ser libertados mas ainda não se sabe bem o que aconteceu como adianta de Bissau o repórter da RDP África Nuno Sardinha. 2010-04-01 14:25:03 ------------------------------- Na Guiné-Bissau os militares revoltosos, comandados pelo antigo chefe do Estado-Maior da Armada, garantem que controlam o país e ameaçaram matar o primeiro-ministro, se a população não acabar com as manifestações de rua, de apoio a Carlos Gomes Junior. Durante a conferência de imprensa, dirigida pelo chefe dos militares revoltosos, também foi anunciada a detenção do chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, Zamora Induta, que se encontra incontactável. A correspondente da RTP em Bissau, Marta Jorge, assistiu a esse encontro com a imprensa. 2010-04-01 16:51:15 ------------------------------------------ Presidente da Guiné-Bissau promete “resolver o problema” O presidente da Guiné-Bissau garante que a situação está calma no país, apesar do recolhimento forçado do primeiro-ministro na sua residência particular e da prisão do chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, Zamora Induta, depois de uma revolta dos militares. Malam Bacai Sanha admite que houve “uma situação de confusão”, mas promete “resolver o problema”. 2010-04-01 18:22:30 --------------------------------- Recolher obrigatório retirado na Guiné-Bissau O recolher obrigatório na Guiné-Bissau já foi retirado. O vice-chefe do Estado Maior General das Forças Armadas da Guiné-Bissau, António Indjai, emitiu um comunicado em que garante que os incidentes desta manhã são um “caso meramente militar que em nada afecta o normal funcionamento das instituições da República”. O ministro da Defesa, Aristides Ocante da Silva, também considerou ao final da tarde que se tratou de um problema entre os militares e que há uma tendência para o regresso à calma. 2010-04-01 22:32:43 --------------------------------- simpatia Noticias do Google, que podem acompanhar hora a hora, no seguinte endereço: . http://tv1.rtp.pt/noticias/?headline=46&visual=9&tm=7&t=Presidente-da-Guine-Bissau-promete-%93resolver-o-problema%94.rtp&article=332928 --------------------------------- In "Contributo" de Fernando Casimiro, Didinho O golpe do general António Indjai José Gama *josegama99@gmail.com 01.04.2010 Em finais do ano passado haviam indicadores de tendências retalhadoras em meios militares guineenses antecedidas de desconfianças que levavam o Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, tenente-general, José Zamora Induta a pernoitar próximo à fronteira de São Vicente, por alegadas razões de segurança. Chegou a declinar, em meados do ano passado, uma convocatória na embaixada de Angola, alegando questões de segurança. (Angola presta atenção especial a este país, em Janeiro despachou, para Bissau um operativo do SIE, Luis Mateus Santos para trabalhar na missão diplomática) A atitude de Zamora Induta foi compreendida em meios competentes, que o consideravam como a autoridade guineense que mais dominava a informação de ocorrência militar e civil no país. Chegou a ter o seu próprio braço privado de inteligência por intermédio de redes habilitadas que lhe são fieis. Era na pratica, um co-presidente para a área da defesa e segurança. As suas informações falharam num dado, ao conformar-se que gozava da fidelidade do seu adjunto, o major general António Indjai. António Indjai foi também adjunto do falecido general Baptista Tagme Na Waie quem dirigiu os militares revoltado que retalharam a morte do seu antigo chefe matando o então presidente Nino Vieira, na sua residência. Indjai é o comandante do batalhão de Mansoa, situado a cerca de 60 KM da zona norte de Bissau (com maior numero de efectivos). Na Guine-Bissau o mais poderoso entre os militares é a figura militar que comanda o batalhão de Mansoa. No seguimento da Morte de Tagme Na Waie, António Indjai viu-se ofuscado pelo então capitão de mar e guerra, Zamora Induta que diante do duplo assassinato de Tagme e Nino proclamou-se porta voz do exército. Em condições normais era, António Indjai quem deveria assumir interinamente a chefia da forças militares diante o vazio verificado. Não foi isso que aconteceu, o primeiro Ministro Carlos Gomes Júnior, moveu influência colocando José Zamora Induta como novo CEMGFA e António Indjai como seu vice. Ignoraram que é Indjai a figura mais poderosa naquele país (por ter o batalhão de Mansoa). As autoridades terão ignorado este detalhe. O “mais velho”, António Indjai que é um veterano de guerra terá iludido, o “miúdo” Zamora Induta fazendo lhe crer que lhe prestava lealdade. Não souberam identificar os seus interesses pessoas para satisfazer. Em conseqüência, António Indjai começou, em finais de 2009, a manter ligações com Bubo Na Tchuto que se encontrava na Gâmbia refugiado por alegadas perseguições. António Indjai enquanto Vice do CEMGFA ajudou o Almirante Bubo Na Tchuto a regressar ao país no sentido de se materializar um assalto militar que terá falhado. O Almirante entrou com ajuda de uma Canoa, foi a sua casa vestir a farda e se dirigiu ao estado maior da marinha. Tinha como objectivo primário destruir ou queimar o paiol de armas próximo a base aérea de Bissalanca, que é o maior no país. Seria, uma medida para deixar desarmado os seus adversários. Desistiu do plano, na sequência de sugestões segundo a qual, ao invés de prosseguir com a acção deveria reclamar de volta, junto as autoridades, o seu cargo de chefe de estado da marinha. Em reação, as autoridades na pessoa de Zamora Induta e de Carlos Gomes Junior decidiram prende-lo provocando a sua fuga na sede das Nações Unidas enquanto que cerca de sete elementos que consigo estavam foram presos e interrogados. Nas ultimas semanas, o major general Antonio Indjai havia sido despachado para Cuba em tratamento medico . Não havendo voo directo de Bissau para Havana o lógico seria partir para a fronteira mais próxima e de seguida pegar um avião no país vizinho e seguir o destino preconizado . As analises sugerem que o mesmo não terá chegado a viajar e que terá se mantido algures. Na manha de Quinta feira, surpreendeu as pessoas ao aparecer a chefiar movimentações militares. O que se conclui é que o mesmo terá simulado ausência do país para por detrás mandar soltar o Almirante Bubo Na Tchuto que se encontrava refugiado na sede das Nações Unidas e este por sua vez dar um “golpe militar”, eliminando o Chefe de Estado Maior, Zamora Induta para de seguida, Antonio Indjai ser declarado novo CEMGFA pelos golpistas. Isto é, as 10h30 de Quinta feira, militares afectos a Antonio Indjai invadiram o Gabinete do Primeiro Ministro, Carlos Gomes Júnior e levaram lhe para a base de Amora. Em simultâneo um grupo de militares dirigiu-se a sede nas Unidas em Bissau para dali remover o antigo chefe da Armada, José Américo Bubo Na Tchuto que de seguida foi ao Estado Maior da Marinha. Passados 55 minutos, da detenção do PM, os militares soltaram o Primeiro Ministro levando-o de volta para o Palácio do Governo. António Indjai que é agora o novo líder das forças militares ameaça matar o primeiro Ministro em resposta a manifestação da população que saiu a rua em solidariedade deste. Em paralelo as movimentações militares, foi verificado que o CEMGFA, tenente-general José Zamora Induta estava incontactável. Um dos seus telemóveis dava desligado enquanto que o outro, a ligação caia na mensageira. Há informação de que o mesmo esta detido na base aérea de Bissalanca. Na linguagem militar adaptada ao procedimento da forma de acção dos militares guineense é sinônimo de que estará ou poderá ser abatido. Aconteceu com o ex- chefe da junta militar, Ansumane Mané, nesta mesma quando no passado, os seus colegas golpistas (Veríssimo Seabra, Zamora Induta e etc.) torturam lhe acabando por lhe matar após ter sido detido. Foi depois declarado morto na sequencia de uma suposta fuga. A situação da Guine Bissau é seguramente a queda do governo de CADOGO, conforme é também conhecido . Quanto ao futuro perspectiva-se a formação de um governo de incitativa presidencial. Braima Camara “Ba Kekuto” que sempre foi visto como o preferido do Presidente Malan Bacai Sanha para este cargo. * José Gama é representante na África do Sul do Clube dos angolanos no exterior www.club-k.net - Formado em Geofísica pela Tuks University em Pretória, com distinção em Física Moderna - É finalista do curso de Relações Internacionais pela University of South Africa. - É articulista do Jornal Angolense e tem comentado para SABC Internacional, televisão sul africana sobre política externa.
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Perspectivei uns dias de serviços mínimos, merecidos, aliás, face ao intenso e árduo labor a que me dediquei, nos últimos tempos, como é, já, consabido.
Nessa perspectiva minimalista, melhor, nihilista (será daqui que provém o euforismo “nikles batatóides”, apesar do meu latinório andar, já, como eu, pelas ruas da amargura), fui, por sortilégio astral e mal dos meus pecados, desembocar ao Monte Fialho.
Anda cá, meu lindo, que hoje vais ver a quantos de Maio pariu a loira, dispara, sem tempo para rodriguinhos, o nosso Toninho Mestre.
Assim, sem mais nem ontem. Encatrafiou-me uma enxada, das maiores, nas unhas, e toca a alombar, cavando uma horta, de sua propriedade, imaginem, para semear (ou será plantar?) alcagóitas.
Está bom de ver, o goso fininho a que fui sujeito, suando, naquela tarde, as estopinhas, para gáudio dos que ali se encontravam, como já sabem, no tal ensaio geral do nosso coro polifónico.
Exploração é, simplesmente: enquanto uns trabalham como desalmados, outros entretêm-se, cantarolando as cantigas “das meninas da ribeira do Sado, é que é” . . .
E, não contente com isso, ainda foi ameaçando de que, para o próximo almoço, em Penafiel, no seu camião, irá levar a “menina” e suas “partners”, tudo a expensas minhas, quer com alojamento, quer com alimentação! . . .
Há dias, efectivamente, em que se não pode sair de casa . . .
Lembrei-me, nesse contexto, do nosso Guedes que, ao que parece, tirou o casaco (fruto de calorias, quiçá, de alguma caldeirada, embuchada, à socapa), e vai conseguindo, com muito trabalho também, excelente produtividade para o n/blog.
Sobretudo, agora, com o excelente contributo do Caldeira, de quem (embora ainda só na diagonal) li os escritos, alguns dos quais, com a indispensável e reverente vénia, serão muito benvindos e úteis à história do B'Art.
Uma excelente Páscoa para todos os que tiverem paciência de me ler.
Fuzeta (em serviços mínimos), aos 1 de Abril (dia de enganos, mas não tem nada a ver)
Um abraço
Hipólito
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Amigos, Camaradas e visitantes do Blog
Os nénes são para vos lembrar que na Páscoa e por aí fora, é preciso tentar ver tudo cor-de-rosa e tocar a vida prá frentex.
BRAÇÕES e passem uma Páscoa doce e quentinha com as vossas coelhinhas.
Zé Justo
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José Manuel Santos (Alcantara)
--------------------------------------- A TODOS OS MEUS AMIGOS: DESEJO UMA PÁSCOA FELIZ, COM MUITA SAÚDE E FAZENDO VOTOS PARA QUE CONCRETIZEM TODOS OS SEUS DESEJOS... Saudações amistosas, COM UM FORTE ABRAÇO! João Jorge Claro --------------------------------- Para todos os meus @migos, Reenvio uma receita que podemos aplicar durante todo o ano. Chama-se “Receita Quaresmal”, mas eu sempre penso que qualquer data fica muito limitada quando trás consigo um nome que o alia a uma época específica. Cabe-nos a nós, alargar “qualquer tempo”, ao tempo que nós quisermos. Que o “vosso tempo” seja o que melhor acharem por bem aplicar para cada um de vós. Carlos Marinho ------------------------------------ Para os meus amigos do “PEITO”, uma Páscoa Feliz! Raul Soares ---------------------------------------
Votos de Santas Páscoas!
Cavaleiro
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transcrevo aqui uma pequena frase que há dias me enviaram: "...assim também, o mundo de paz, de harmonia e de amor com que tanto sonhamos só será construído a partir de PEQUENOS GESTOS de compreensão, solidariedade, respeito, ternura, fraternidade, benevolência, indulgência e perdão, dia a dia..." Para todos vós os meus votos sinceros de Feliz Páscoa. Um abraço do Leandro Guedes. .
Andei a ver fotos mas não encontrei a do José Figueiredo.
Quando estiver com ele peço-lhe que me dê uma do seu tempo de Tite e mando-a por esta via.
Hoje de manhã estive a falar com o Garcia. Ele disse que eras um magrinho mas, francamente, é uma descrição vaga que não identifica ninguém e não sei se conseguirei lembrar-me.
Para teres uma ideia muito pálida de quem eu era, junto uma das minhas. Tenho poucas porque um azar estragou a maior parte. Poderás ver no meu blog onde eu fiz descrições.
Gostaria de poder trocar impressões contigo. Como o meu telefone é grátis, se entenderes, diz-me o teu fixo que eu depois ligo. O meu é 239482217 e 933538890 (TAG), ou seja, grátis para todos os (TAG)
Até lá, um abraço.
Caldeira
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Vivam os camaradas de Tite. Englobo o BART, as CCAÇ e CART, bem como os pelotões de morteiros,obuses, sapadores, ...todos.
As fotos acima foram obtidas durante a minha estadia em Tite, na época em que se iniciou Nova Sintra - Março de 1968.
Alguém ainda se lembra?
Um abraço.
Caldeira
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Da página do Joaquim Caldeira, tiramos este interessante artigo:
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"BART 1914
Em Tite fomos recebidos nas instalações do BART 1914. Contrariamente ao que eu supunha o BCAÇ 2834 foi desmembrado e cada companhia seguiu o seu destino, indo a sede do Batalhão para outro sítio.
Não deu para perceber mas não se perdeu nem se ganhou. A que nos acolheu era uma unidade de gente igual a nós, compinchas e com quem fizemos rápidas e boa amizades..Acabaram a comissão mais cedo do que nós. Ficamos órfãos. Durante a nossa estada em Tite foi com o seu apoio que sempre contámos, desde sapadores, obuses, transmissões, etc,etc.Durante algum tempo ficámos com a companhia 1734, não sei se de caçadores, cavalaria ou artilharia. Era uma companhia operacional que teve alguns desaires devido a operações difíceis e arrojadas. Foi dela que foram raptados um alferes e um cabo, em Bissássema, resgatados muito mais tarde, após sofrimentos que se adivinham.
Voltemos ao BART. Era dele que se recrutavam os encarregados da messe, jeitosos. Esse encargo devia-se ao facto de estarem mais disponíveis do que os operacionais que, por andarem em operações não podiam assumir tais funções. Também os sapadores colaboravam na picagem e levantamento de minas. Foram eles que destruiram e minaram o que ficou de Bissássema. Hoje é-me difícil lembrar os nomes. Mas as feições de então ainda estão presentes. Em resumo, fizemos grandes amizades e tenho pena de na altura não termos ideia de ficar com a lista de nomes e moradas uns dos outros. Talvez ainda não seja tarde. Mas há um elemento com quem ainda hoje me encontro, regularmente, e de quem sou amigo. O José Carlos Figueiredo, furriel dos obuses. É natural e residente em Coimbra, por sinal, quase meu vizinho. Um dia, penso dedicar-lhe um capítulo destas memórias.
Aos poucos vamos recordando velhos tempos. Para os mais saudosistas, sugiro que consultem em :
http://bart1914.blogspot.com/
para formarmos uma parceria. É uma página, por sinal muito bem feita, do BART 1914. Não deixem de ver. Eu fui informado pelos Garcia, Almeida e Trabulo. Agora quero que todos lhe façam uma visita.
Joaquim Caldeira
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