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“Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma”


(Do Padre António Vieira, no "Sermão da Terceira Quarta-Feira da Quaresma", na Capela Real, ano 1669. Lembrado pelo ex-furriel milº Patoleia Mendes, dirigido-se aos ex-combatentes da guerra colonial.).

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"Ó gentes do meu Batalhão, agora é que eu percebi, esta amizade que sinto, foi de vós que a recebi…"

(José Justo)

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“Ninguém desce vivo duma cruz!...”

António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente

referindo-se aos ex-combatentes da guerra colonial

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Eles,
Fizeram guerra sem saber a quem, morreram nela sem saber por quê..., então, por prémio ao menos se lhes dê, justa memória a projectar no além...

Jaime Umbelino, 2002 – in Monumento aos Mortos na Guerra Colonial, em Torres Vedras


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EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

RECONHECIMENTO

ESTES SÃO OS EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART. FALTAM AQUI OS EMBLEMAS DAS UNIDADES DA ARMADA E DA FORÇA AÉREA QUE TANTAS VEZES FORAM AO ENXUDÉ, A TITE, A NOVA SINTRA E OUTROS AQUARTELAMENTOS, PARA ENTREGA E LEVANTAMENTO DE CORREIO, REABASTECIMENTOS DE GÉNEROS E MATERIAL BÉLICO E OUTRO DIVERSO, OU PARA EVACUAÇÃO DE MORTOS E FERIDOS E TAMBÉM PARA FLAGELAÇÃO DO IN. E AINDA VÁRIAS UNIDADES DE INTERVENÇÃO RÁPIDA TAIS COMO PARAQUEDISTAS, FUZILEIROS, COMANDOS E OUTRAS COMPANHIAS, PELOTÕES OU SECÇÕES, PARA AJUDA EM MOMENTOS MAIS DIFICEIS.

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quarta-feira, 7 de maio de 2008

Moinho de Maré de Corroios, um texto do nosso amigo Pica Sinos.


Meus Amigos
O Guedes tomou, em boa hora, a iniciativa de construir um Blog, onde com insistência tem vindo a solicitar aos amigos e companheiros colaboração para o mesmo.
Todos estamos dispersos por este país, o convívio tem-se verificado ano após ano, nem sempre com a presença de todos, e decerto com pouco tempo para o muito que gostaríamos de contar uns aos outros.
No dia 17 deste mês, em Salir do Porto, lá vamos estar outros tantos acompanhados de familiares a confraternizar, revivendo tempos difíceis mas já decerto ultrapassados pela vida que fomos construindo ao longo destes 41 anos após o nosso regresso de Tite.
Sem intenção de desvirtuar o que quer que seja, alguns de nós têm vinda a trabalhar a ideia que seria muito interessante também comunicar através do Blog, o que nos rodeia em termos familiares, do social, da vida no nosso bairro, da nossa vila ou cidade, desde já avançando com a história de um museu, extremamente importante há época. Aqui vai:
O Moinho de Maré de Corroios
O Moinho de Maré de Corroios foi mandado construir em 1403 por D. Nuno Álvares Pereira, proprietário de uma grande parte das terras situadas em redor do Seixal. Em 1404, o Condestável doou-o, assim como aos bens que tinha nesta região, ao Convento do Carmo, ordem religiosa de que era Mestre. Já no início do século XVIII foi ampliado, mas não tardou a sofrer novamente obras, pois o terramoto de 1755 causou-lhe grandes estragos. Este Moinho, conhecido também por Moinho do Castelo, mantém-se em condições de funcionamento até aos nossos dias. Em 1980 foi adquirido pela Autarquia. Durante 6 anos sofreu obras de restauro e em 1986 abriu ao público, como núcleo do Ecomuseu Municipal do Seixal. Neste momento, devido a obras de conservação e requalificação, este núcleo encontra-se encerrado ao público.

Pica Sinos

1 comentário:

biabisa disse...

Ó Pica Sinos! Que boa lembrqança ! Eu fui das priviligiadas em conhecer esse moinho de maré como moinho. Vi-o trabalhar e achei-o uma parte do nosso património, riiiico.