
No dia 19 de Julho,
II
III
IV
V
VI
VII
VIII
IX
II
III
IV
V
VI
VII
“Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma”
(Do Padre António Vieira, no "Sermão da Terceira Quarta-Feira da Quaresma", na Capela Real, ano 1669. Lembrado pelo ex-furriel milº Patoleia Mendes, dirigido-se aos ex-combatentes da guerra do Ultramar.).
-
"Ó gentes do meu Batalhão, agora é que eu percebi, esta amizade que sinto, foi de vós que a recebi…"
(José Justo)
-
“Ninguém desce vivo duma cruz!...”
"Amigo é aquele que na guerra, nos defende duma bala com o seu próprio corpo"
António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente
referindo-se aos ex-combatentes da guerra do Ultramar
-
“Aos Combatentes que no Entroncamento da vida, encontraram os Caminhos da Pátria”
Frase inscrita no Monumento aos Heróis da Guerra do Ultramar, no Entroncamento.
---
"Tite é uma memória em ruínas, que se vai extinguindo á medida que cada um de nós partir para “outra comissão” e quando isso nos acontecer a todos, seremos, nós e Tite, uma memória que apenas existirá, na melhor das hipóteses, nas páginas da história."
Não
voltaram todos… com lágrimas que não se veem, com choro que não se ouve… Aqui
estamos, em sentido e silenciosos, com Eles, prestando-Lhes a nossa Homenagem.
Ponte de Lima, Monumento aos Heróis
da Guerra do Ultramar

![]() |
| Trabalho do José Justo |

Dos nossos opositores, todas estas acções não podiam ficar
sem resposta. Detentores do território, organizados, bem armados e municiados,
procuravam, energicamente, impedir a progressão das NT, montando, por efeito de
nomadização, várias emboscadas, colocando dezenas de minas no terreno e
granadas accionadas por fio de tropeçar. Destruíram, por várias vezes, os
pontões já implantados, colocavam abatizes armadilhados, obstáculos constituídos
por grossos ramos de árvores, fortemente ligados ao solo com as extremidades
aguçadas, tudo obviamente com vistas ao impedimento da progressão das NT.
Sabemos que as moedas têm duas faces, as guerras também. Até
ao começo da implementação do quartel em Nova Sintra, – Maio de 1968 – nas
operações, de diverso tipo, desencadeadas pelas companhias aquarteladas em
Tite, Jabada, Fulacunda, Empada, pelo destacamento de S.João e por Companhias
de Pára-quedistas (2 vezes), estima-se que foram mortos 128 guerrilheiros,
feridos, mais do dobro, presos ou capturados 117, dos quais foram soltos por
falta de interesse estratégico/militar 112. Destruído 3 de acampamentos
militares, 12 canoas e capturadas várias toneladas de material de guerra,
pesado e ligeiro, onde se inclui 1 canhão s/recuo.![]() |
| Imagem pertencente à Capela de Tite e que foi lá deixada pelo BART 1914 em Março de 1969 |
Segunda parte do programa apresentado pelo jornalista José
Manuel Barata-Feyo, sobre a "Operação Mar Verde" que decorreu entre
20 e 22 de Novembro de 1970 durante a Guerra Colonial. Neste video aparece o Capítulo, um dos prisioneiros de Bissassema. Apesar de não ser
reconhecida oficialmente pelo Governo, foi ordenada por António de Spínola,
Governador e Comandante Chefe das Forças Armadas da Guiné-Bissau, comandada no
terreno por Alpoim Calvão, Comandante do Centro de Operações Especiais, e
apoiada por rebeldes da Frente de Libertação Nacional da República da Guiné
(FNLG). A operação consistia no ataque anfíbio a Conacri, Capital da República
da Guiné, com os objetivos de libertar prisioneiros de guerra portugueses,
destruir as lanchas e o quartel-general do PAIGC, neutralizar o seu líder
Amílcar Cabral, eliminar o Presidente da Guiné-Conacri Sékou Touré, e destruir
os seus meios militares como os caças Mig. Uma reportagem dos jornalistas
Henrique Vasconcelos e Rui Araújo.| PARA VERES ESTE VIDEO CLICA AQUI |