-do cap. Vicente, que eu sabia morar para os lados de Elvas. Telefonei para vários sitios até que alguém me disse que ele tinha falecido num acidente de viação;
-do Arrabaça que morava lá para os lados do Entroncamento;
-do Paraíso Pinto que alguém me tinha dito que trabalhava na Confederação do Comércio Interno;
-do Patinho que sabia estar em Cascais no quartel de artilharia;
-do Bagulho que morava para os lados de Sesimbra;
-do Reguila que estaria pelo Cacém e que mais tarde vim a saber que tinha emigrado;
-do Marinho que trabalhava na antiga EDP (CRGE…);
-do Fernando Alves que estaria no BES;
-do Pedro que era do Algarve mas do qual não sabia a morada certa;
-do Esmoriz; do Costa; do Luis Silva, todos eles morando perto, mas sem saberem uns dos outros.
-do nosso capelão, que foi das primeiras pessoas com quem falei ao telefone, minutos antes de iniciar uma missa, numa Igreja lá para os lados de Valença…… Este contacto consegui obtê-lo junto do Patriarcado, e, dessa conversa com o nosso capelão ficou ele incumbido de encontrar o “malandro” do seu assistente eclesiástico, uma vez que bem conhecia a sua morada.
-do Águas com quem também falei e que morava em Pereiró no Porto, cujo contacto telefónico me foi dado pela respectiva Junta de Freguesia.
-do Pereira que eu julgava residir no Gerês e por isso várias vezes liguei, sem sucesso, para diversos locais daquela zona……..,afinal a sua residência era em Barcelos.
-do Gentil, que foi também um dos primeiros a ser por mim contactado, dado eu saber que a sua residência era em Vila Verde dos Francos, relativamente perto de Torres Vedras.
-do Viana, que eu pensava ser mesmo de Viana, afinal era de Pedras Rubras e não consegui contactá-lo.
-do Cavaleiro, tendo conseguido localizá-lo já não me lembro bem como, mas acho que liguei directamente à secção de pessoal da Celulose de Viana e falei com ele.
-do Claro, que consegui localizar em Aveiro.
-do Brig. Helio Felgas, com quem estabeleci contacto telefónico, mas que infelizmente estava muito doente, assim como a sua esposa e por isso mesmo não lhe foi possível estar presente.
-Lembro-me de ter procurado o Alcântara mas não consegui contactá-lo;
-do João Maria e do Noné, nada consegui saber.
-do Melo…., o que eu procurei pelo Melo…..!!!!, a quantas portas bati e nada….!!! (Só apareceu há dois ou três anos atrás).
-o Pintassilgo também não foi fácil encontrá-lo…. Disseram-me que era inspector da PJ do Porto e eu, dando como certa tal informação, telefonei e pedi que me encaminhassem a chamada para o Sr. Inspector Pintassilgo….! – Quando concluí que não havia nenhum inspector com este nome, transferiram a chamada para o arquivo da PJ (que era o seu local de trabalho…. como arquivador!) e só então foi possível falar com ele;
-o Sousa, o Henriques, foram outros dos procurados.
-o Pica e o Justo, não me lembro como foram contactados.
-o Guilherme também o procurei pois lembrava-me que ele era da terra do furriel Cardoso que morreu ao atravessar o rio na noite da tragédia de Bissássema.
-o Serafim, liguei para o casino do Estoril e lá o encontrei.
-o Heitor, foi contactado pelo Arrabaça.
-o Domingos Monteiro, eu sabia que trabalhava na Marinha Grande e lá consegui localizá-lo na cimenteira.
-procurei o Guimarães que sabia ser de S.Jorge, na Batalha.

























