Batalhão de Artilharia 1914
“Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma”
(Do Padre António Vieira, no "Sermão da Terceira Quarta-Feira da Quaresma", na Capela Real, ano 1669. Lembrado pelo ex-furriel milº Patoleia Mendes, dirigido-se aos ex-combatentes da guerra do Ultramar.).
-
"Ó gentes do meu Batalhão, agora é que eu percebi, esta amizade que sinto, foi de vós que a recebi…"
(José Justo)
-
“Ninguém desce vivo duma cruz!...”
"Amigo é aquele que na guerra, nos defende duma bala com o seu próprio corpo"
António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente
referindo-se aos ex-combatentes da guerra do Ultramar
-
“Aos Combatentes que no Entroncamento da vida, encontraram os Caminhos da Pátria”
Frase inscrita no Monumento aos Heróis da Guerra do Ultramar, no Entroncamento.
---
"Tite é uma memória em ruínas, que se vai extinguindo á medida que cada um de nós partir para “outra comissão” e quando isso nos acontecer a todos, seremos, nós e Tite, uma memória que apenas existirá, na melhor das hipóteses, nas páginas da história."
Batalhão de Artilharia 1914, Tite/Guiné
Não
voltaram todos… com lágrimas que não se veem, com choro que não se ouve… Aqui
estamos, em sentido e silenciosos, com Eles, prestando-Lhes a nossa Homenagem.
Ponte de Lima, Monumento aos Heróis
da Guerra do Ultramar
.
.
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
As velhas do meu bairro...do blog do Pica Sinos
Vale a pena ler o artigo e ler o blog.
"Oh Ti Georgina! Chama alguém junto da cancela do quintal.
Quem é? Retorquiu.
Sou a Adélia.
Diz filha…, o que queres?
Olhe: A sua roupa que está estendida no estendal, já está toda enxuta. Eu preciso dos arames!
Ah é? Então vou já querida, vou já.
Por causa da ocupação, por uma só pessoa, de muitos dos arames por via da roupa estendida, havia por vezes discussão.
A Ti Georgina, bem cedo, ocupava quase todos os arames do lado direito do estendal do lavadouro existente ao fundo das ruas do Bairro.
A roupa que lavava, proveniente do Laboratório onde trabalhava, era imensa. Sobretudo toalhas, batas e alguns lençóis da casa das doutoras, que quando penduradas nos arames e estendidas no chão ao sol, pouco espaço deixava. Principalmente para quem também tinha muita roupa para estender.
As “velhas” do meu Bairro, em especial as da minha Rua, porque melhor as conheci, eram, (algumas felizmente ainda vivas), gente muito humilde, simpáticas e de bom trato para com todos. Sobretudo com as crianças.
Respeitavam o próximo e faziam-se respeitar.
Quase todas analfabetas, mas conhecedoras da vida como ninguém.
Eram “mestras” em ultrapassar as dificuldades com que se deparavam e, não eram embaraços tão pequenos como isso.
Eram tempos muito difíceis.
Quantas vezes comiam mal, para que o pouco que tinha não faltasse aos seus filhos e quiçá maridos.
Contudo, diga-se, que nem todas as “velhas” do meu velho Bairro das Furnas, pautavam pelo mesmo grau de dificuldades. Umas tinham menos dificuldades que outras. Mas todas tinham vidas sofridas. Contudo, também sabiam rir e brincar, sabe Deus, muitas vezes, a que custo.
Onde vais Georgina? Diz-lhe uma vizinha ao vê-la subir a rua dos Plátanos. Vou à praça. À Cármen. Vou fazer contas com ela, e comprar uma cenourita. Talvez também um nabo para pôr na sopa.
Olha…Não vou demorar. Tenho o feijão ao lume, há duas horas, e o “cabrão” ainda não cozeu. O Adriano vem comer ao meio-dia, não me posso atrasar.
A Cármen, vendia, frutas e as hortaliças na praça. Cujo edifício detinha diversas bancas de produtos hortícolas e de frutas. Também era provido de talho, padaria e mercearia. Ficava situado na entrada do Bairro.
A Cármen era uma mulher alta e bonita. A sua voz era forte. Amiga do seu amigo. Sabia das dificuldades de todos os seus clientes, e sempre que saldavam as contas ao “rol”, ajudava, na nova encomenda, com a oferta de uma ou outra peça da sua bancada.
Como eu recordo: Da mãe da Beatriz. Da mulher do Ti Cardoso, mãe do Meca. Da Ilda (dos óculos), da Ti Carolina. Da Ti Engrácia, da Ti Teresa, que vendia azeitonas e morava em frente à casa da Olga. Da Ti Rosa, da Ti Irene.
Como eu recordo: A mãe (e da irmã) do Zé Koi, que mais tarde foram para a rua das Oliveiras.
Como eu recordo: Da Maria do Carmo, Da mulher do alfaiate, que morava em frente à minha casa. Da Ti Matilde infelizmente pouco me lembro. A Ti Josefa, alentejana e mulher do sapateiro, que o seu ritual diário era estender, em panos colocados no chão, as ervas e pétalas das flores, que colhia, secando-as ao sol, destinadas à venda para chá.
Como eu me lembro da Adélia, felizmente ainda viva.
A minha casa, a pretexto do romance do “Tide”, que passava todos os dias na rádio, pela tarde, depois do almoço, era palco de encontro de diversas vizinhas.
Quer o romance, quer o que se passava depois dele, o que conversavam/contavam umas às outras, não me preocupava saber.
Confesso que não gostava de romances e muito menos de “encontros de cusquice”. Se bem que não podia deixar de as ouvir, mesmo fechando a porta do meu quarto.
Num dia… diziam as cenas passadas ou ouvidas de personagens suas vizinhas ou não. Salvaguardando o escárnio e o mal dizer, de alguém que pudesse estar presente.
Num outro dia… o “fado” era o mesmo.
Comentava-se as cenas de quem esteve na reunião anterior, e outras cenas entretanto acontecidas. Faziam uma espécie de “acta falada”.
Sabes o que disse a….daquela que mora…
O marido da fulana… bateu-lhe com a bebedeira.
A sujeita tal… deve-me dinheiro que lhe emprestei e há duas semanas e ainda não me deu. Se o meu marido sabe, tenho “sermão”.
O miúdo da…tem a cabeça cheia de piolhos…
O filho da…está com anginas.
Todos nós, rapazolas, respeitávamos as “velhas” do nosso Bairro. Mas também é certo que gostávamos mais de umas de que outras. Daquelas que nos metiam medos, dizendo que iam fazer queixas às nossas mães, quando encetávamos as barulhentas brincadeiras, gostávamos pouco. Não gostávamos mesmo nada, daquelas porque “dá aquela palha”, faziam queixas ao fiscal Costa. Como era o hábito da personagem chamada Estrela que à beira da sua casa tinha uma palmeira.
Desta senhora, a Estrela, não era só os miúdos que tinham medos. A vizinhança dizia que era irmã da governanta do Salazar. Se era ou não, da fama não se livrara. Como era uma senhora muito altiva, quiçá arrogante, as “conversas” com as suas vizinhas ficavam-se, por uns (entre dentes) bom dia ou boa noite, e mais falas não haviam.
Como eu recordo: A mãe do Luis Filipe, no seu passo pequeno mas ligeiro, a subir a minha rua. A mãe dos irmãos Espinha. Da do Armando Claro, da do José Silva, da Ti Virgínia, entre outras.
Fora da minha rua dos Plátanos, também recordo com saudade: A mãe do “Rabaloto” que era peixeira. Da mulher do Caixinha que era revisor da CP. Da ti Amélia que vendia fruta numa carroça. Da Pomposa das mamas grandes e de outras tantas.
Que saudades meu Deus.
Dada a proximidade do Bairro ao Jardim Zoológico e quando o vento soprava a norte…
Numa dessas manhãs, oiço perguntar:
Olha lá, não ouvistes toda a noite o uivar dos leões e o cantar dos pavões?
Não dormi toda a noite!
Não filha, não ouvi! Retorquiu a Ti Georgina.
O que ouvi, e que não me deixou dormir toda a noite foi o ressonar do meu marido, com a ressaca da bebedeira de ontem à noite! Raios o partam!
Pica Sinos."
DICA PARA FAZER COMENTÁRIOS
1- temos primeiramente que abrir o email com o qual queremos fazer o comentário
2- abrimos o blog que queremos comentar
3- inserimos o comentário na janela respectiva
4- em "comentar como", clicamos em "conta google"
5- clicamos em enviar comentário
6- inserimos o endereço do email aberto e respectiva senha, se ele pedir, pois nem sempre pede
7- a seguir ele pede para colocar aquelas letrinhas chatas
8- clicamos em "enviar comentário" e já está.
Ou seja, o segredo da questão está aparentemente, em abrir previamente o nosso email e todo o resto é igual ou parecido com o anterior.
Abraços.
LG.
domingo, 6 de novembro de 2011
Vamos dar corda ao blog? - pelo Cavaleiro (há uns tempos atrás...)
Companheiro,
Vamos dar “corda” ao nosso BLOG?!
Se estiveres de acordo, eu continuo com Fernando Pessoa.
Mesmo em tempo de crise é possível presentear os meus Amigos com uma PRECIOSIDADE, que no meu entender, considero uma maravilha ...
O Menino Jesus, nas palavras de Alberto Caeiro, pela voz única, grave e ternamente sentida de Maria Bethânia.
Espero que gostem………………………………………..de POESIA e de Maria Bethânia!!
Um abraço,
Cavaleiro
________________________________
Alberto Caeiro - Poema do Menino Jesus
Num meio-dia de fim de primavera
Eu tive um sonho como uma fotografia
Eu vi Jesus Cristo voltar à terra.
Veio pela encosta de um monte.
E era a eterna criança, o Deus que faltava.
Tornando-se outra vez menino,
A correr e a rolar pela relva
E a arrancar flores para deitar fora.
E a rir de modo a ouvir-se de longe.
Tinha fugido do céu.
Era nosso demais para fingir de segunda pessoa da Trindade.
Um dia, que Deus estava dormindo
e que o Espírito Santo andava a voar
Ele foi até a caixa dos milagres e roubou três.
Com o primeiro, ele fez com que ninguém soubesse que ele tinha fugido.
Com o segundo, ele criou-se eternamente humano e menino.
E com o terceiro ele criou um Cristo
e o deixou pregado numa cruz que serve de modelo às outras.
Depois ele fugiu para o sol
e desceu pelo primeiro raio que apanhou.
Hoje ele vive comigo na minha aldeia
e mora na minha casa em meio ao outeiro.
É uma criança bonita, de riso e natural.
Atira pedra aos burros.
Rouba a fruta dos pomares.
E foge a chorar e a gritar com os cães.
Nem sequer o deixaram ter pai e mãe
como as outras crianças.
Seu pai eram duas pessoas: um velho carpinteiro
e uma pomba estúpida, a única pomba feia do mundo.
E sua mãe não tinha amado antes de o ter.
Não era mulher, era uma mala
em que ele tinha vindo do céu.
E queriam que justamente ele pregasse o amor e a justiça.
Ele é apenas humano,
limpa o nariz com o braço direito,
chapina as possas d'água;
colhe as flores, gosta delas,
esquece-as.
E porque sabe que elas não gostam
e que toda a gente acha graça,
ele corre atrás das raparigas
que carregam as bilhas na cabeça e levanta-lhes as saias.
A mim, ele me ensinou tudo.
Ensinou-me a olhar para as coisas.
Aponta-me todas as belezas que há nas flores.
E mostra-me como as pedras são engraçadas
quando a gente as tem nas mãos e olha devagar para elas.
Ensinou-me a gostar dos reis e dos que não são reis.
E tem pena de ouvir falar das guerras e dos comércios.
Diz-me muito mal de Deus.
Diz que ele é um velho estúpido e doente.
Sempre a escarrar no chão e a dizer indecências.
E que a Virgem Maria leva as tardes da eternidade a fazer meias.
E o Espírito Santo coça-se com o bico;
empoleira nas cadeiras e suja-as.
Tudo no céu é tão estúpido como nas Igrejas.
Diz-me que Deus não percebe nada das coisas
que criou - do que duvido.
"Ele diz por exemplo que os seres cantam sua glória.
Mas os seres não cantam nada
se cantassem, seriam cantores.
Eles apenas existem e por isso são seres..."
Ele é o humano que é o natural.
Ele é o divino que sorri e que brinca.
E é por isso que eu sei com toda certeza que ele é o Menino Jesus verdadeiro.
E depois, cansado de dizer mal de Deus
ele adormece nos meus braços.
E eu o levo ao colo para minha casa.
Damo-nos tão bem na companhia de tudo
que nunca pensamos um no outro.
Mas vivemos juntos os dois
com um acordo íntimo,
como a mão direita e a esquerda.
Ao anoitecer, nós brincamos nas cinco pedrinhas do degrau da porta de casa.
Graves, como convêm a um deus e a um poeta.
É como se cada pedra fosse um universo
e fosse por isso um grande perigo deixá-la cair no chão.
Depois ele adormece.
E eu o deito na minha cama despindo-o lentamente
seguindo um ritual muito limpo, humano e materno até ele ficar nu.
E ele dorme dentro da minha alma.
Às vezes ele acorda de noite e brinca com os meus sonhos.
Vira uns de perna para o ar.
Põe uns encima dos outros.
E bate palmas sozinho sorrindo para o meu sono.
Quando eu morrer, filhinho, seja eu a criança, o mais pequeno.
Pega-me tu ao colo.
E leva-me para dentro da tua casa.
E deita-me na tua cama.
E conta-me histórias, caso eu acorde, para eu tornar a adormecer.
E dá-me os sonhos teus para eu brincar...
(Alberto Caeiro)
______________________
Cavaleiro:
A corda partiu-se???!!!
Estamos à espera de mais textos teus.
Abraços
LG.
sábado, 5 de novembro de 2011
Poema aos homens com gripe...
Este poema (já anteriormente publicado neste blog) foi-nos enviado há algum tempo pelo Cavaleiro, e como eu passei por "estes momentos de aflição" recentemente, achei oportuno publicá-lo...
"Pachos na testa, terço na mão,
Uma botija, chá de limão,
Zaragatoas, vinho com mel,
Três aspirinas, creme na pele
Grito de medo, chamo a mulher.
Ai Lurdes que vou morrer.
Mede-me a febre, olha-me a goela,
Cala os miúdos, fecha a janela,
Não quero canja, nem a salada,
Ai Lurdes, Lurdes, não vales nada.
Se tu sonhasses como me sinto,
Já vejo a morte nunca te minto,
Já vejo o inferno, chamas, diabos,
Anjos estranhos, cornos e rabos,
Vejo demónios nas suas danças
Tigres sem listras, bodes sem tranças
Choros de coruja, risos de grilo
Ai Lurdes, Lurdes fica comigo
Não é o pingo de uma torneira,
Põe-me a Santinha à cabeceira,
Compõe-me a colcha,
Fala ao prior,
Pousa o Jesus no cobertor.
Chama o Doutor, passa a chamada,
Ai Lurdes, Lurdes nem dás por nada.
Faz-me tisana e pão de ló,
Não te levantes que fico só,
Aqui sozinho a apodrecer,
Ai Lurdes, Lurdes que vou morrer.
António Lobo Antunes"
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
As trocas das intimidades, do Hipólito...
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Dia de Defuntos
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Sentinela abatida a tiro - Em Tite
O Pão por Deus...
____
A situação mantém-se...
Não se consegue comentar no Blog..., eu pelo menos não consigo...
Mas a propósito do post sobre o "PÃO-POR-DEUS", de onde se infere que se trata de uma prática que acontece por todo o lado, gostaria de dizer o seguinte:
"Só tive conhecimento desta prática, quando cheguei a Torres Vedras, há 22 anos....!!!
Santa ignorância a minha....!!!
Mas de facto, na região de onde sou natural e onde sempre vivi, não existe este costume...!!!
Por isso, quando cá cheguei, fiquei muito surpreendida quando, no dia 1 de Novembro, a criançada me bateu à porta a pedir "Pão-por-Deus"...
Sinceramente eu não sabia o que isso era....!!!!
Agora, depois de tantos anos passados, já estou habituada e, na verdade, até acho interessante.....
Até a minha neta, como boa Torreense que é, vai pedir "Pão-por-Deus"....!!!_
Albertina Granja
_________
Na verdade também comigo aconteceu algo semelhante. Não tinha conhecimento desta tradição e só quando cheguei a Torres, há 40 anos atrás, me fui apercebendo do que se tratava.
Acho que é interessante esta actividade frenética das crianças, pedindo bolinhos, rebuçados, sugos, gomas, chocolates ou brôas e também alguma moeda.
Este costume está mais enraizado nas aldeias à volta de Torres, e já não tanto na cidade.
E por isso este ano pareceu-me que o movimento foi menor, tendo apenas aparecido à minha porta, duas equipas, uma com apenas duas meninas e outra mais basta com meninos e meninas de várias idades.
Ficamos à espera do próximo ano, vendo crescer a miudagem!...
LG.
domingo, 30 de outubro de 2011
O Esmoriz
___________________
Desta vez os bolinhos foram para a Sra. Presidente da Junta, para o Esmoriz e para o Costa.
Para a próxima, talvez te calhem alguns. Quem sabe?.
Quem é o sargento gaitas? O Bico?
Abraços.
LG.
Oliveiros Pinto
sábado, 29 de outubro de 2011
Hora de Inverno!
Não esquecer de logo à noite atrazar os relógios uma hora.
Beijinhos e abraços
LG.
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Luta diária contra o cancro.
Neste dia mundial contra a doença, seja este ou qualquer outro dia, venho lembrar os familiares que lutam, um amigo, outro amigo e mais outro amigo que ontem mesmo me disse também ter entrado nesta "familia" que infelizmente não pára de crescer...
Para todos eles os votos de rápidas melhoras e que tenham a certeza que todos nós puxamos por eles e acreditamos que vão vencer!.
Abraços e beijos para eles.
LG.
_________________
(esta mensagem foi enviada pelo Hipólito, bem como a foto. No entanto parece-me que o dia da Luta contra o Cancro é a 4 de Fevereiro. De qualquer maneira fica a intenção, já que esta luta tem que ser diária...)
_____________________
Camaradas
Um dia Mundial a lembrar o que a solidariedade humana deve ter nos restantes 364 dias.
Por mim, Amigos, Camaradas e demais, quero ser solidário com quantos foram atingidos por este (quase) flagelo do Século e que atemoriza o mais descontraído dos mortais.
Que a Esperança e a Confiança jamais lhes falte, porque ter Fé, é, Acreditar.
Abraços Solidários, do
Santos Oliveira
_____________________
Parece que continua a não ser possível, pelo menos para mim, comentar o Blog BART1914.
Relativamente ao post do video "Bolero de Ravel", tentei, pelo menos 3 vezes, mas dá sempre erro.
No que se refere ao último post "Luta diária contra o cancro", verifica-se a mesma situação. Neste caso só comentei uma vez mas acho que não vale a pena insistir porque continua a dar erro...
Quanto a este tema "Luta diária contra o cancro", muito há, infelizmente, para dizer....
Toda a gente tem, ou teve, familiares ou amigos que não escaparam a esta "maldição"...
No entanto dá-nos algum ânimo pensarmos que, apesar de tudo, existem casos de sucesso.....
Há, efectivamente, quem tenha a sorte de conseguir ultrapassar e isso, é o que no dá alguma força e coragem para se enfrentar a dura realidade que nos cerca, para não se desistir da luta, para não se deixar cair os braços, para continuar a ter esperança......., mas em abono da verdade se diga...... é muito difícil...., extremamente difícil...., porque muitas vezes parece já não haver mais imaginação, nem energia para transmitir alento a quem enferma desse mal...
Mas é preciso ter esperança, é preciso acreditar na cura e para isso, É PRECISO LUTAR....
Albertina Granja
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Bronca no blog
Caros amigos e visitantes
Algo de anormal se passou com o nosso blog novo.
Perderam-se várias mensagens e comentários, desde o dia 1 de Outubro de 2011, além de ser dificil para alguns de nós fazer comentários..
Como já tinhamos informado estavamos decididos a voltar ao blog velho, uma vez que a "velhice é um posto na tropa."
Por isso amigos divulguem aos quatro ventos que o nosso blog definitivamente passa a ser o
http://bart1914.blogspot.com/
Quando tiverem dificuldades em fazer comentários, enviem os mesmos para um dos seguintes emails:
lg.tvedras@gmail.com
bart1914@gmail.com
O outro blog continua activo por alguns dias e depois será encerrado.
Abraços.
LG
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Ser ex-combatente das ex-colónias. Pelo Joaquim Caldeira
As nossas elites falharam... pelo Dr. Marinho e Pinto
Como nem só de Tropa vive o homem, publicamos a seguir um video que nos foi enviado pelo nosso amigo Joaquim Caldeira, e que se refere a um discurso muito oportuno do Bastonário da Ordem dos Advogados, na abertura do ano judicial de 2011. Vale a pena ver, ouvir....
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Mais um Sapador encontrado, desta vez pelo Contige
Este, quem o localizou foi o Contige. Fomos três falar com ele: o Contige, o Reguila e eu.
Abraço
Hipólito
"... para ir, à venda, mercar fósf’ros pr’á titi...Começou a recuperação possivel de alguns artigos. E este vale a pena...
UMA VERGONHA NACIONAL - Do Blog "COISAS DA GUINÉ" com a devida vénia
Em Junho de 1971 foi feito prisioneiro pelo PAIGC, foi levado para Conacry donde em 1973 após o assasinato de Amilcar Cabral foi enviado para uma zona libertada na Guiné Bissau, Madina do Boé. Eram seus companheiros de cativeiro o nosso "morto/vivo" António Silva Batista de Gaia, Manuel Vidal de Castelo de Neiva, Duarte Dias Fortunato do Pombal, António Teixeira da Lixa, Mauel Fernando Magalhães Vieira Coelho do Porto, Virgilio Silva Vilar de Vila da Feira e Jacinto Gomes de Viseu.
Durante quase um ano a sua casa foi em Madina do Boé de onde em 7 de Março de 1974, aproveitando um momento em que a vigilânçia abrandou, se dirigiu na direcção do Rio Corubal para tentar a fuga. Andou 9 dias ao longo Rio, até encontrar dois nativos que andavam numa plantação junto ao rio. Um deles de motorizada levou o José António até ao Saltinho. Depois foi transportado para Aldeia Formosa, para ser levado para Bissau. Como naquele tempos díficeis a via aerea já não reunia muias condições de segurança devido aos Stellas, foi transportado em coluna até Buba e dai de LDG para Bissau. Apesar de ser meu conterraneo, na altura não o reconheci, e tal me foi comunicado pelo Cabo do SPM de Aldeia Formosa Camilo também natural da Régua.
Um abraço a todos.»
___________________
Um amigo enviou-nos o seguinte comentário...
Folha salarial da Fundação Cidade de Guimarães
Folha salarial (da responsabilidade da Câmara Municipal) dos
administradores da Fundação Cidade de Guimarães, criada para a Capital da Cultura 2012:
- Jorge Sampaio - Presidente do Conselho de Administração:
14.300 ? (2 860 contos) mensais + Carro + Telemóvel + 500 ? por reunião
- Carla Morais - Administradora Executiva
12.500 ? (2 500 contos) mensais + Carro + Telemóvel + 300 ? por reunião
- João B. Serra - Administrador Executivo
12.500 ? mensais + Carro + Telemóvel + 300 ? por reunião
- Manuel Alves Monteiro - Vogal Executivo
2.000 ? mensais + 300 ? por reunião
Todos os 15 componentes do Conselho Geral, de entre os quais se
destacam Jorge Sampaio, Adriano Moreira, Diogo Freitas do Amaral e Eduardo Lourenço, recebem 300 ? por reunião, à excepção do Presidente (Jorge Sampaio) que recebe 500 ?.
Em resumo: 1,3 milhões de Euros por ano (dinheiro injectado pelo Estado Português) em salários. Como a Fundação vai manter-se em funções até finais de 2015, as despesas com pessoal deverão ser de quase 8 milhões de Euros !!!
Reparem bem: Administradores ganhando mais do que o PR e o PM !Esta obscenidade acontece numa região, como a do Vale do Ave, onde o desemprego ronda os 15 % !!!
____________________
Por isso meu caro José António Almeida Rodrigues, ex-combatente na Guiné durante a guerra colonial, vai sobrevivendo com os tais 246 €uros (olha que há quem receba só 189 €uros...), porque vais ter que esperar mais algum tempo. Compreende, por favor, que o dinheiro do Povo não dá para tudo... ele é a comissão da cultura de Guimarães, são as subvensões vitalicias para 400 politicos, são algumas pessoas a receberem 2 e 3 chorudas reformas. Tens que ter alguma compreensão... Abraços e votos de paciencia!
sábado, 1 de outubro de 2011
O DIA DO IDOSO
Para assinalar este dia o Pica enviou-nos este texto, que publicamos com a devida vénia ao Jornal Publico e ao autor.
Memórias da juventude, pelo Pica Sinos
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Parabens ao Narciso
| 253612152 |
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
PARABENS, do Costa
________________________
Vês que tudo na vida normalmente tem dupla utilidade.
ABRAÇOS





















