Batalhão de Artilharia 1914
“Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma”
(Do Padre António Vieira, no "Sermão da Terceira Quarta-Feira da Quaresma", na Capela Real, ano 1669. Lembrado pelo ex-furriel milº Patoleia Mendes, dirigido-se aos ex-combatentes da guerra do Ultramar.).
-
"Ó gentes do meu Batalhão, agora é que eu percebi, esta amizade que sinto, foi de vós que a recebi…"
(José Justo)
-
“Ninguém desce vivo duma cruz!...”
"Amigo é aquele que na guerra, nos defende duma bala com o seu próprio corpo"
António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente
referindo-se aos ex-combatentes da guerra do Ultramar
-
“Aos Combatentes que no Entroncamento da vida, encontraram os Caminhos da Pátria”
Frase inscrita no Monumento aos Heróis da Guerra do Ultramar, no Entroncamento.
---
"Tite é uma memória em ruínas, que se vai extinguindo á medida que cada um de nós partir para “outra comissão” e quando isso nos acontecer a todos, seremos, nós e Tite, uma memória que apenas existirá, na melhor das hipóteses, nas páginas da história."
Batalhão de Artilharia 1914, Tite/Guiné
Não
voltaram todos… com lágrimas que não se veem, com choro que não se ouve… Aqui
estamos, em sentido e silenciosos, com Eles, prestando-Lhes a nossa Homenagem.
Ponte de Lima, Monumento aos Heróis
da Guerra do Ultramar
.
.
sábado, 19 de novembro de 2011
Cumprimentar, não dói nada...
Conta-se uma história de um empregado num frigorifico da Noruega.
Certo dia no término do seu trabalho, foi inspecionar a câmara frigorífica. Inexplicavelmente, a porta fechou-se e ele ficou preso dentro da câmara. Bateu na porta com força, gritou por socorro mas ninguém o ouviu, todos já haviam saido para as suas casas e era impossível que alguém pudesse escutá-lo. Já estava quase há três horas preso, debilitado com a temperatura insuportável. De repente a porta abriu-se e o guarda entrou na câmara e resgatou-o com vida. Depois de salvar a vida do homem, perguntaram ao guarda: - “Porque foi abrir a porta da câmara se isto não fazia parte da sua rotina de trabalho?”
Ele explicou:
- “Trabalho nesta empresa há 35 anos, centenas de empregados entram e saem aqui todos os dias e ele é o único que me cumprimenta ao chegar pela manhã e se despede de mim ao sair. Hoje pela manhã disse “Bom
dia” quando chegou. Entretanto não se despediu de mim na hora da saída. Imaginei que poderia ter-lhe acontecido algo. Por isso o procurei e o encontrei... ”
(enviado pelo meu amigo José Ferreira)

3 comentários:
O que a simpatia e a amizade podem
fazer.....
Abraço
Amigo Andrade, obrigado pelo seu comentário.
Não sei como conseguiu inseri-lo, já que para mim, nos blogs dos amigos, tem sido bem dificil e só como anónimo o consigo fazer.
Um abraço
leandro guedes.
Na verdade cumprimentar não dói nada e é uma atitude muito bonita....
Infelizmente nem toda a gente tem essa prática, não se sabe se por má educação, por indiferença, ou se por qualquer outro motivo..., mas o que é facto é que há muita gente que nem cumprimenta quem quer que seja, nem se dá ao trabalho de retribuir quando há quem o faça........
Enviar um comentário