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“Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma”


(Do Padre António Vieira, no "Sermão da Terceira Quarta-Feira da Quaresma", na Capela Real, ano 1669. Lembrado pelo ex-furriel milº Patoleia Mendes, dirigido-se aos ex-combatentes da guerra colonial.).

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"Ó gentes do meu Batalhão, agora é que eu percebi, esta amizade que sinto, foi de vós que a recebi…"

(José Justo)

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“Ninguém desce vivo duma cruz!...”

António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente

referindo-se aos ex-combatentes da guerra colonial


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EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

RECONHECIMENTO

ESTES SÃO OS EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART. FALTAM AQUI OS EMBLEMAS DAS UNIDADES DA ARMADA E DA FORÇA AÉREA QUE TANTAS VEZES FORAM AO ENXUDÉ, A TITE, A NOVA SINTRA E OUTROS AQUARTELAMENTOS, PARA ENTREGA E LEVANTAMENTO DE CORREIO, REABASTECIMENTOS DE GÉNEROS E MATERIAL BÉLICO E OUTRO DIVERSO, OU PARA EVACUAÇÃO DE MORTOS E FERIDOS E TAMBÉM PARA FLAGELAÇÃO DO IN. E AINDA VÁRIAS UNIDADES DE INTERVENÇÃO RÁPIDA TAIS COMO PARAQUEDISTAS, FUZILEIROS, COMANDOS E OUTRAS COMPANHIAS, PELOTÕES OU SECÇÕES, PARA AJUDA EM MOMENTOS MAIS DIFICEIS.

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quarta-feira, 25 de junho de 2008

Noticias de Tite, pelo Pica Sinos


OMS APOIA A POPULAÇÃO DA REGIÃO DE TITE


Nas voltas pela Net deu para ver uma informação da Associação Comunitária Manha Sambu/Bissau, onde alude a entrega dum Certificado de Mérito pelos apoios recebidos da Representação da OMS na Guiné Bissau que permitiu à população de Tite, região de Quinara, levar uma vida estável em termos de abastecimento de água e na utilização de latrinas comunitárias.

Diz em sede o comunicado que o sector de Tite é uma das áreas de maior carência em abastecimento de água e em latrinas. Adiantando que em muitos casos, a população é obrigada a caminhar 3/5 quilómetros para procurar água devido á sua escassez, fundamentalmente no período de Abril a Maio, porque a maioria dos poucos poços existentes ficam sem água devido ao abaixamento do lençol freático. Acrescenta que, sem água a fome e as doenças aumentam, o cultivo para a subsistência da população é praticamente nulo.

Por outro lado a falta de latrinas comunitárias, faz com que as populações na sua maioria utilizam as matas e o ar livre para as suas necessidades dando origem à propagação de muitas doenças entre as quais a cólera. Refere ainda que o apoio monetário no valor global de 80 mil dólares foi aplicado no melhoramento dos poços de água existentes e na construção de 19 novos poços e 290 latrinas comunitárias. As tabancas beneficiadas foram: Manhá, Finimá, Gã-Binta, Érega, Gã-N’djai-14, Flak N’dégdé, Yussi, Nambalanta, Foiá, Brambanda, Finingué, Bissassema e Sintchã Lega, abrangendo cerca de 22.600 habitantes

Pica Sinos

1 comentário:

Manuel Luis disse...

Gostei de passar por aqui e relembrar Angola onde estive 22 anos.
Silva Porto Bié foi a terra que me encantou e formou uma turma de amigos.
São salutares os encontros militares e civis.
Abraço