Batalhão de Artilharia 1914
“Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma”
(Do Padre António Vieira, no "Sermão da Terceira Quarta-Feira da Quaresma", na Capela Real, ano 1669. Lembrado pelo ex-furriel milº Patoleia Mendes, dirigido-se aos ex-combatentes da guerra do Ultramar.).
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"Ó gentes do meu Batalhão, agora é que eu percebi, esta amizade que sinto, foi de vós que a recebi…"
(José Justo)
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“Ninguém desce vivo duma cruz!...”
"Amigo é aquele que na guerra, nos defende duma bala com o seu próprio corpo"
António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente
referindo-se aos ex-combatentes da guerra do Ultramar
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“Aos Combatentes que no Entroncamento da vida, encontraram os Caminhos da Pátria”
Frase inscrita no Monumento aos Heróis da Guerra do Ultramar, no Entroncamento.
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"Tite é uma memória em ruínas, que se vai extinguindo á medida que cada um de nós partir para “outra comissão” e quando isso nos acontecer a todos, seremos, nós e Tite, uma memória que apenas existirá, na melhor das hipóteses, nas páginas da história."
Batalhão de Artilharia 1914, Tite/Guiné
Não
voltaram todos… com lágrimas que não se veem, com choro que não se ouve… Aqui
estamos, em sentido e silenciosos, com Eles, prestando-Lhes a nossa Homenagem.
Ponte de Lima, Monumento aos Heróis
da Guerra do Ultramar
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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
domingo, 16 de dezembro de 2012
Votos de Feliz Natal para o Povo de Tite !
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
Feliz Natal - do Costa
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
PARABENS AO PICA SINOS! FAZ 67 ANOS !!!
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Feliz Natal
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Feliz Natal - do Justo.
A todos nós, a cada dia, nos vão semeando tortura na alma, como a tinha Fernando Pessoa.
Que a estrelinha que intencionalmente eu quis a verde, consiga com a sua cor, irradiar a nossa esperança futura nesta terra.
O Natal possível para todos, que sinceramente desejo com muita saúde e calor humano.
Justo
Do Santos Oliveira.
Num determinado momento da caminhada, Helena, a filha mais nova, pediu ao pai que lhe pegasse ao colo, pois estava muito cansada para continuar a andar.
O pai respondeu que estava também muito fatigado, e diante da resposta, a garotinha começou a choramingar e a fazer o "corpo mole".
Sem dizer uma só palavra, o pai cortou um pequeno galho de árvore e entregou-o à Helena dizendo :
- Olha aqui um cavalinho para montares, filha !
Ele irá ajudar-te a seguir em frente.
A menina parou de chorar e pôs-se a cavalgar o galho verde tão rápido, que chegou a casa antes dos outros.
Ficou tão encantada com seu cavalo de pau, que foi difícil fazê-la parar de galopar.
A irmã mais velha ficou intrigada com o que viu e perguntou ao pai como poderia entender a atitude da Helena.
O pai sorriu e respondeu dizendo :
- A vida é assim, minha filha.
As vezes as pessoas estão física e mentalmente cansadas, certos de que é impossível continuar.
Mas encontramos então um "cavalinho" qualquer que nos dá ânimo outra vez.
Esse cavalinho pode ser um bom livro, um amigo, uma canção... assim, quando te sentires cansada ou desanimada, lembra-te de que haverá sempre um cavalinho para cada momento, e nunca te deixes levar pela preguiça ou pelo desânimo.
E Sorria !!!...
A mais completa perda de tempo de todos os dias é aquela na qual tu não sorriste nem uma vez !
Autor Desconhecido.
domingo, 9 de dezembro de 2012
sábado, 8 de dezembro de 2012
DIA INTERNACIONAL DAS PESSOAS COM DEFICIENCIA
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
LA BOHEMIA de PARIS : CHARLES AZNAVOUR en español (Lyrics) / Música romá...
domingo, 2 de dezembro de 2012
Dádivas de Sangue e de Medula Óssea
www.ipst.pt
RUMO A FULACUNDA (blog)
COMPANHEIROS
VIMOS HOJE CONVIDAR-VOS A REVISITAREM O BLOG
http://rumoafulacunda.wordpress.com/tite/ (cliquem neste endereço)
Têm várias fotos sobre Tite e vários comentários também, de ex-combatentes que por lá andaram antes de nós.
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
A menina dança???...
Parabens ao Pica.
…Já não se trauteia aos ouvidos da donzela.
…Já não aproximam os corpos (a medo) como outrora.
…O rigor da indumentária já não se verifica.
…Os passes de dança já não são motivo de censura por mal praticados.
Recentemente dei nota de uma cena passada no período da
adolescência, num dos frequentes bailes, ao fim de semana, no Clube de Sete Rios, cujas antigas instalações ficavam nos arredores do velho Bairro das Furnas.
Pensando melhor e, pela importância que, naquele período, tais eventos representavam para a juventude, entendi desenvolver um modesto apontamento de registo, a fim de, eventualmente, se tirar ilações e, quiçá, compara-lo com os hábitos/costumes contemporâneos.
A cidade de Lisboa, naquele tempo, estava bem apetrechada de clubes recreativos e sociedades culturais. Eram dos poucos espaços democráticos de raiz popular. Designavam-se, de alguma forma, como um movimento de oposição, de resistência cívica, política social e cultural, ao regime fascista.
Pelo seu empenhamento, umas quantas foram encerradas e, alguns dos seus dirigentes passaram pelos calabouços da polícia política e, do regime.
Creio não estar a ser injusto se referir que, a juventude, na maior parte desprovida das acções da política, para além da sua ocupação no trabalho, ou no liceu, “perdia-se” no pensamento, pela chegada das matinés, ao fim-de-semana, organizadas nas colectividades.
Era das poucas oportunidades, nas voltas de um slow ou de um tango, ter nos braços a sua escondida paixão. Ou para o aprazimento, tanto quanto possível, à sua “fogosidade” que, nessa idade, a todos assolava.
Era quase sempre os rapazes os primeiros a chegarem ao bailarico.
Acomodavam-se no bufete.
Por vezes jogavam às moedas ou diziam dichotes. Mas atentos da chegada daquela, por quem o interesse vinha observado ou observara em fim-de-semanas anteriores.
Raramente se sentavam, a não ser que o seu par já o tivesse por comprometido.
As moças vinham sempre acompanhadas das mães. Ou recomendadas pelo “olhito” de uma vizinha. Só excepcionalmente tinham autorização de sozinhas, irem ao salão de baile. Quanto muito em grupo, mas sempre na presença de alguém de “confiança” dos seus pais.
Apresentavam-se de saias e blusas ligeiramente ajustadas ao corpo. Um ou outro colar de pechisbeque ornamentava o peito, escondendo um modesto decote.
Era raro o uso de calças. Aqui ali, alguém com pudicas e ligeiras camadas de batom nos lábios.
Ao fundo do salão de baile, encontrava-se o palco. Nele, quase sempre um conjunto musical.
Junto das paredes, por debaixo de alguns espelhos, ou de fotografias de cor sépia pelo tempo, as filas das cadeiras, onde se sentavam as raparigas e, as suas “vigilantes”.
Quando o animador da sala, dava o sinal aos músicos para iniciaram a actuação, os jovens, aos poucos, sorridentes, uns atrás de outros, sala fora, lá iam no encontro das donzelas.
Apresentavam-se de fato, casaco necessariamente abotoado e gravata a condizer. Com os sapatos era condição trazê-los bem engraxados, para dar nas vistas quando observados nos passos da dança.
Eram momentos de grande nervosidade.
A menina dança?
Aqui a sorte estava ou não na aceitação, na maior parte das vezes, pelo consentimento, por gestos ou sinais, de quem a acompanhava a rapariga.
Registar que, mesmo contra a vontade a quem formulei o convite, levei algumas “tampas”.
Desistir nunca.
Momentos altos, por tão bom, eram quando consentido o encostar do rosto, permitindo (por vezes) cantarolar aos ouvidos da parceira. Quase sempre dava azo a um “apertadinho” mais ousado e, também ao estalo, ou ao abandono, no meio da sala, do cavalheiro. Foi também acontecimento nalgumas vezes.
Interessante era o momento em que, o animador anunciava “damas ao bufete”.
O cavalheiro convidava e obrigava-se a pagar, uma bebida ou um bolo, ao par que, mais “sorte” lhe deu naquela tarde.
Eram também momentos que, o pouco dinheiro nos bolsos desaparecia.
Nem tudo era “mau”.
Nestas ocasiões de “damas ao bufete”, permitia, por breves momentos, ficarmos livres da vigilância da mãe ou do “olhito contratado”.
Aqui os sorrisos, algo comprometedores e, os afagar/encostar os dedos na mão da donzela, eram sinais do interesse para uma maior aproximação e, desejo do namorico.
Mas tudo passa.
Com o surgimento das discotecas, dancigs, pubs, etc., os hábitos de convivência da juventude mudaram muito.
Nos dias de hoje, sobretudo em Lisboa, a importância destas sociedades, como locais de reunião social e cultural, foi decrescendo. Poucas são as que, mantém as raízes. A grande maioria já não funciona. Nas existentes é muito rara a presença da juventude e, ver as “enchentes” como em outrora se verificavam.
Já não se encosta a face à face da dama.
Já não se trauteia aos ouvidos da donzela.
Já não aproximam os corpos (a medo) como outrora.
O rigor da indumentária já não se verifica.
Os passes de dança já não são motivo de censura por mal praticados.
Mas…Sempre que posso, mesmo já no arrastar dos pés, não dispenso uma matine dançante.
A senhora dança?
domingo, 25 de novembro de 2012
sábado, 24 de novembro de 2012
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
O Justo recordando as Mães de todos nós...
Gostei dos versos sobre a mãe e apreciei muito o teu pensamento de carinho ao recordares decerto os bonitos anos de parte desse século que passou.
As mães marcam muito a nossa mente, e recordo que muito pensava na minha, naqueles malditos dois anos de Guiné.
No meu "diário de guerra" narro um episódio de um previsto e esperado ataque ao nosso quartel, segundo informações secretas do QG de Bissau, que por nossa sorte não se chegou a concretizar. Dispararam só umas longas rajadas da pesada por cima do quartel.
Essa noite, foi de 1 de Novembro, o dia do aniversãrio de minha mãe.
Lembro-me que as lágrimas me escorriam enquanto a caneta deslizava e escrevia o que naquele momento me sangrava a alma, e sentia que a minha cabeça repousava do seu colo.
Sou o homem mais feliz do mundo por a ter comigo.
Felizes dos que ainda beijam as enrugadas mãos que os embalaram.
Abraços para todos
Justo
ADFA - faz hoje 38 anos de existencia.
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Seriam cem anos!...
Que desgraça na vida aconteceu,
Que ficaste insensível e gelada?
Que todo o teu perfil se endureceu
Numa linha severa e desenhada?
Como as estátuas, que são gente nossa
Cansada de palavras e ternura,
Assim tu me pareces no teu leito.
Presença cinzelada em pedra dura,
Que não tem coração dentro do peito.
Chamo aos gritos por ti — não me respondes.
Beijo-te as mãos e o rosto — sinto frio.
Ou és outra, ou me enganas, ou te escondes
Por detrás do terror deste vazio.
Mãe:
Abre os olhos ao menos, diz que sim!
Diz que me vês ainda, que me queres.
Que és a eterna mulher entre as mulheres.
Que nem a morte te afastou de mim!
Miguel Torga, in 'Diário IV'
Se a minha Mãe fosse viva, faria hoje cem anos.
Este belo poema de Miguel Torga reaviva a sua memória.
LG.
terça-feira, 20 de novembro de 2012
APRe - Associação de Reformados, Pensionistas e Aposentados. (criada recentemente)
como ao próprio blogue.
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Veja o blog e facebook, abaixo indicados.
http://apre-associacaocivica.blogspot.pt/
www.facebook.com/groups/445465558822293/
Maria Viegas"
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
ASSOCIAÇÃO DE APOIO A EX-COMBATENTES VITIMAS DO STRESS DE GUERRA
Para poder dar início ao acompanhamento gratuíto (clínico, médico e social) na APOIAR, necessita de pedir ao seu médico de família o Modelo 1 devidamente preenchido e assinado por ele, assim como está indicado na Circular Normativa nº 11/DSPSM de 13/08/2001 da Direcção Geral de Saúde:
sábado, 17 de novembro de 2012
A Pátria sou eu, és tu...!!!
ILHA DE CÔMO - GUINÉ/BISSAU.
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Homenagem aos ex-combatentes Mortos
LG.
domingo, 11 de novembro de 2012
Hoje é a vez do Arrabaça fazer anos.
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
O nosso companheiro Jorge Claro, faz hoje anos.
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
sábado, 27 de outubro de 2012
Atrazar o relogio uma hora
sábado, 20 de outubro de 2012
Monumento aos ex-combatentes da Azueira
Parabens e um obrigado a todos os que contribuiram para a construção deste monumento.
LG.
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Ainda o aniversário do nosso Capelão
Amigo Guedes
Como o nosso Capelão fez anos no dia 12, e embora um pouco fora-horas, lembrei-me destes poemas da George Sand que reputo de interessante.
Vão dois para facilitar a escolha.
Como sempre tu saberás o que fazer
Um abraço
Justo
nota-
Foram escolhidos os dois, pois ambos são de grande beleza.
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
O nosso capelão Padre Luis Silva, faz hoje anos
O Hipólito e o Carlos Reguila, mais as respectivas consortes, foram visitar o nosso capelão no passado dia 2 e acharam-no um pouco debilitado e cansado. Com esta idade ainda dá assistencia a duas paróquias.
Ao nosso capelão enviamos votos de parabens e que a saude o acompanhe.
Um abraço de todos nós.
os ex-combatentes da CCS do BART 1914.
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
150 000 visitas e vamos em frente, embora um bocadinho devagarinho, mas isto já é contágio do "devagar, devagarinho...!!!Aquilo pega-se.
Abraços e tudo a correr bem...desculpem o humor negro da frase, mas na realidade desejava que tudo andasse melhor!!
Justo
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Dueto dos Gatos
Se não bastasse a afinadíssima voz dos dois garotos que fazem o solo torna-se, também, muito engraçada.
De notar a postura do cantor moreno que não consegue esconder o riso, ao contrário do lourinho, sempre sério e compenetrado do seu
papel.
Concerto dado em Seul (Coreia ) em 30/11/96 pelo coro dos "Petitschanteurs à la Croix de Bois".























