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Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma! (Patoleia Mendes ).

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"Ó gentes do meu Batalhão /

Agora é que eu percebi /

Esta amizade que sinto /

Foi de vós que a recebi…"

(José Justo)


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EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

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terça-feira, 15 de junho de 2010

António Manuel Couto Viana

Caros amigos
No dia 08 do corrente, faleceu em Lisboa o poeta vianense António Manuel Couto Viana.
Curioso lêr os versos que escreveu em 09.05.2010, um mês antes do seu falecimento.
Cavaleiro.
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António Manuel Couto Viana
(Viana do Castelo, 24 de Janeiro de 1923 - Lisboa, 8 de Junho de 2010)
Foi um encenador, tradutor, poeta, dramaturgo e ensaísta português.
Recebe, muito novo, como herança do avô, o Teatro Sá de Miranda (Viana do Castelo).
Em 1948, publica o primeiro livro de poemas O Avestruz Lírico.
Entre 1949 e 1951, dirige a revista infanto-juvenil Camarada.
Foi empresário e director do Teatro do Gerifalto, companhia onde se estrearam nomes como Rui Mendes ou Morais e Castro.
Esteve sempre ligado a companhias de teatro para a infância.
Entre 1950 e 1960 dirigiu a publicação de várias revistas literárias e de cultura, tais como os cadernos de poesia Graal, Távola Redonda e Tempo Presente.
Encenou e dirigiu as companhias de ópera do Teatro Nacional de São Carlos, do Círculo Portuense de Ópera e da Companhia Portuguesa de Ópera.
Viveu dois anos em Macau, entre 1986 e 1988, onde foi docente do Instituto Cultural.
Viveu os últimos anos na Casa do Artista e continuando a escrever e a publicar.
Tem mais de uma centena de livros publicados e a sua poesia está traduzida em francês, inglês, espanhol e chinês.
Foi condecorado com a Banda da Cruz de Mérito, Grão Cruz da Falange Galega, o Grande Oficialato da Ordem do Infante D. Henrique e a medalha de Mérito Cultural da Cidade de Viana do Castelo.

(Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.)

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