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Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma! (Patoleia Mendes ).

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"Ó gentes do meu Batalhão /

Agora é que eu percebi /

Esta amizade que sinto /

Foi de vós que a recebi…"

(José Justo)


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EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

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sábado, 7 de fevereiro de 2009

Relembrando... pelo Zé Justo.

Rapazes Garanto-vos que estou todo baralhado... Eu tenho como certo que aquilo de que me lembro, foi o que se passou, embora logicamente, e passados 40 anos, tenha que admitir imprecisões!! O motivo pelo qual dei dois murros no calmeirão, foi por isto: Certa noite estava naquele abrigo subterrâneo que até tinha uma mini tasca, pois havia pessoal que levava vinho e petiscos para vender ao pessoal. Bebia uma bejeca, quando à entrada do abrigo, aparece o calmeirão a dizer que queria falar comigo!Quando saí do abrigo ele estava acompanhado PELO ALFERES que na altura (embora pouco tempo) era o Alferes das TMS.Era um gajo pequenino, pró gordinho e cheio de tiques. Estranhei aquela cena, e como já tinha tido umas marrações com o dito menino, fiquei à espera do motivo do chamamento. Não é então que o fulano me começa a falar sobre o CCP, sobre as msgs ??!! que o alferes lhe tinha dito que aquilo era uma bandalheira, e que eu tinha que ter muito cuidadinho com ele, pois andava-me a vigiar ??!! Eu fiquei de cair por terra...estava atónito...mas que raio de merda de conversa era aquela, a que propósito tudo aquilo? Virei-me para o ALFERES e perguntei-lhe o que se estava a passar, mas ele não me disse absolutamente nada.Ouve uns segundos de silêncio, e como nada adiantaram mais, preparava-me para virar costas àquela conversa de malucos, quando o calmeirão me agarra no braço me empurra contra um cibe do abrigo, e diz: Só te vais embora quando eu mandar ó parvalhão !!... Ai minha nossa senhora...comecei a ver estrelinhas...o sacana fez as duas coisas que mais me enervam e tiram do sério; agarrar e ofender...Passei-me...dei-lhe duas murraças, mesmo no meio da tromba, o fulano nem reagiu ficou meio parvo a olhar para mim.O alferes arrancou sozinho, e eu arranquei também, mas com a mão a ferver!!Ainda pensei uns minutos naquela estranha conversa; o que tinha a ver aquele gajo com o CCP e que raio de anomalias ele falava ??!!Tomei uma resolução: Era já noite avançada mas meti pés a caminho e dirigi-me aos Reabastecimentos onde costumava estar até tarde o capitão Luís Vicente, chefe do Guedes, pedi autorização para falar, o que ele com cara de caso concedeu, e relatei o episódio, tintim por tintim. Perguntou-me porque tinha ido falar com ele, ao que respondi que não podia admitir que se fizessem insinuações torpes, sobre um serviço de tanta responsabilidade com o Centro Cripto. Bem o resto vocês recordam. Agora perante o que o Guedes e Pica contam...é pá eu não estou charolas !! ou se calhar estou. O Cavaleiro teve uns tempos a comandar as tms, mas recordo que veio na realidade um alferes de tms para Tite, e como disse pouco tempo lá esteve. Quando fui interrogado pelo oficial de Bissau, mantive sempre as história conforme se tinha passado, vinculando que a minha agressão,. foi um impulso perante tanta barbaridade como descrevi, e de uma agressão (forte puxão no braço, ao mesmo tempo que me ameaçava). O Cavaleiro falou e eu nunca esqueci, tudo o que o pessoal intercedeu por mim.Grato fiquei e continuo a estar, pois decerto aliviaram minha pena, que só eu sei o que me custou não poder reagir com mais meios aos apertos que me fizeram. Felizmente, lá voltei para o meu Bairro Alto querido, para beijar as minhas protectoras. Amigos, repetindo-me...esta foi a história, e estranho ninguém se lembar do sacana do mini Alferes das TMS. Era unha com carne com o matulão e andava sempre com uma vergasta na mão. Agora também penso que a cena kiss me devia ter sido com outros protagonistas, que não estes ??!!Sei que a razão estava comigo, não provoquei nem dei motivos para aqueles despropósitos, mas a tropa tinha umas bitolas ou pouco suigéneris. ABRAÇÕES para os três Zé Justo

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