Rapado do Facebook do Justo, a quem agradecemos.
Tantas recordações nestas fotos, tantos amigos que já
partiram. tantas horas difíceis aqui representadas.
Obrigado companheiro.
Aquele abraço.
Leandro Guedes.
34º almoço em 2025 - Figueira da Foz - Quinta da Salmanha.
“Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma”
(Do Padre António Vieira, no "Sermão da Terceira Quarta-Feira da Quaresma", na Capela Real, ano 1669. Lembrado pelo ex-furriel milº Patoleia Mendes, dirigido-se aos ex-combatentes da guerra do Ultramar.).
-
"Ó gentes do meu Batalhão, agora é que eu percebi, esta amizade que sinto, foi de vós que a recebi…"
(José Justo)
-
“Ninguém desce vivo duma cruz!...”
"Amigo é aquele que na guerra, nos defende duma bala com o seu próprio corpo"
António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente
referindo-se aos ex-combatentes da guerra do Ultramar
-
“Aos Combatentes que no Entroncamento da vida, encontraram os Caminhos da Pátria”
Frase inscrita no Monumento aos Heróis da Guerra do Ultramar, no Entroncamento.
---
"Tite é uma memória em ruínas, que se vai extinguindo á medida que cada um de nós partir para “outra comissão” e quando isso nos acontecer a todos, seremos, nós e Tite, uma memória que apenas existirá, na melhor das hipóteses, nas páginas da história."
Não
voltaram todos… com lágrimas que não se veem, com choro que não se ouve… Aqui
estamos, em sentido e silenciosos, com Eles, prestando-Lhes a nossa Homenagem.
Ponte de Lima, Monumento aos Heróis
da Guerra do Ultramar
Rapado do Facebook do Justo, a quem agradecemos.
Tantas recordações nestas fotos, tantos amigos que já
partiram. tantas horas difíceis aqui representadas.
Obrigado companheiro.
Aquele abraço.
Leandro Guedes.
O nosso companheiro Carlos Leite "O Reguila", passa
hoje mais um aniversário.
Aqui vão os nossos parabéns acompanhados dum forte abraço.
Votos de muita saúde amigo, para ti e para os teus.
Leandro Guedes.
Publica-se um video promocional da ANACOM, sobre o sistema 5G para as comunicações telefonicas e não só, que está a chegar.
Alerta-se a ANACOM, para o facto de haver localidades no Alentejo profundo, nas Beiras e Trás-os-Montes, onde não há qualquer sinal de rede para falar num telemovel actual.
Portanto, antes de se virarem para o 5G obriguem as operadoras ou o Estado, para que todo o território nacional seja coberto pela rede actual. Quanto menos rede telefonica houver, mais isoladas estão as populações - este é um facto real que afecta muitos dos antigos combatentes, bem como a população em geral.
Caros Amigos
A União de Freguesias de Carvoeira e S. Domingos de Carmões,
em colaboração com o Núcleo de Torres Vedras da Liga dos Combatentes, leva a
efeito, no próximo dia 01 de Dezembro, no lugar da Carrasqueira - S. Domingos
de Carmões, as seguintes cerimónias militares, com o programa descrito abaixo.
A vossa presença será bem-vinda.
Cumprimentos amigos,
Manuel J. Vilhena
Tenente-coronel SGE
Presidente do Núcleo
O nosso companheiro José Manuel Amaro Santos, mais conhecido pelo Alcantara, passa hoje mais um aniversário. Os nosso parabéns e votos de muita saúde.
Um grande abraço amigo.
Leandro Guedes.
Cerca de meia centena de ex-combatentes da guerra colonial manifestaram-se ontem em frente à Assembleia da República, afirmando-se esquecidos pelo país e apelando a um conjunto de direitos para quem “serviu a pátria”.
MANUEL DE ALMEIDA/LUSA
A manifestação estava prevista para as 14:00 e perto dessa
hora já alguns dos manifestantes se juntavam em frente ao parlamento, com
camisolas onde se lia “ex-combatente” ou “somos combatentes de Portugal”, ao
mesmo tempo que uma outra manifestação de enfermeiros começava também a organizar-se.
Cerca de uma hora depois, um dos responsáveis pelo protesto,
Germano Miranda, 70 anos, chegou de megafone em punho e bandeira de Portugal no
braço, pedindo desculpa aos “camaradas” pelo atraso e deixando algumas palavras
a quem o ouvia.
“O nosso objetivo principal é aquilo que nós sabemos: o
desprezo que os políticos têm por nós e a falta de nos ouvir, não nos ouvem”,
clamou, sendo apoiado por quem o rodeava.
Dizendo-se muito honrado “por ter servido a pátria”, o
ex-combatente que foi sargento durante 19 meses no Ultramar lamentou que se
ensine, considerou, às novas gerações que estes ex-combatentes “foram uns
traidores”: “sofremos o que sofremos em terras que não eram nossas, temos
consciência disso. Nós não estávamos errados, o regime é que estava errado. (…)
Fomos fieis à pátria”, vincou.
Os organizadores do protesto disseram ter intenção de
entregar esta tarde, na Assembleia da República, um “dossier dos combatentes do
Ultramar (1961/1975)” onde constam 14 pontos que definiu como “um caderno de direitos”.
Entre estes pontos está a “recolha imediata de todos os
combatentes sem-abrigo e colocação em locais com dignidade, conforto e carinho,
com toda a assistência de saúde geral”, o “internamento imediato para todos os
que necessitarem, em hospitais, lares públicos ou privados e militares, para
todos os combatentes, suas viúvas e suas esposas” ou o direito à gratuitidade
de todos os medicamentos ou tratamentos e exames que necessitem, extensivos
também a viúvas e esposas.
Uma “pensão mensal de guerra para todos os combatentes do
Serviço Militar Obrigatório e para os voluntários que não seguiram a carreira
militar após o 25 de abril de 1974, no mínimo 200 euros, tendo por base o
ordenado mínimo nacional que todos os combatentes devem ter direito, livres de
impostos” é outro dos apelos, tal como os transportes públicos gratuitos em
todo o território nacional.
Os manifestantes mostraram-se desagradados com a versão
atual do Estatuto do Antigo combatente, aprovado no parlamento em agosto de
2020 e que prevê o direito de preferência na habitação social, isenção de taxas
moderadoras no Serviço Nacional de Saúde, passe intermodal e entrada para
museus e monumentos grátis e honras fúnebres especiais a ex-combatentes, entre
outras medidas.
Apelando à sua melhoria, os ex-combatentes disseram não
aceitar o cartão de antigo combatente, associado ao estatuto, uma vez que não
se sentem “iguais ou comparáveis” aos combatentes pós-25 de abril.
“O cartãozinho é uma fraude, uma fraude completa”, disse
Germano.
Entre os manifestantes presentes começaram a erguer-se
alguns cartazes e viam-se camisolas com referências a organizações como a
‘Combatentes do Ultramar em Luta’ (CUL), a ‘Unir Combatentes do Ultramar’ (UCU)
ou até mesmo do Partido Unido dos Reformados e Pensionistas (PURP) – cujo
presidente, Fernando Loureiro, esteve presente e se associou às reivindicações.
Porque o seu tempo é precioso.
Junto a um muro, com a mulher Arminda Carvalho ao lado, o
ex-combatente José Figueiredo, de 74 anos, natural de Viseu, disse à Lusa que o
Estatuto do Antigo Combatente “é só para tapar o sol com a peneira” que “não
tem resultado material nenhum”.
“As leis que estão a sair relativamente às benesses que
estão a dar passam pela Assembleia da República, e eu nos debates que tenho
acompanhado onde se discute isso não há ninguém que diga assim: opa, isso não é
bem assim, isso devia-se acrescentar qualquer coisa, porque aquilo que deram
não é nada”, considerou.
José lembrou o tempo em que embarcou para Angola, onde
esteve 19 meses, sem saber se iria voltar, com a mulher ao lado a acrescentar
que por cá ficou “à espera das cartitas”, sem ir “a uma festa, nem um baile”.
“Nas escolas nós somos fascistas, nas escolas nós somos
assassinos (…). Não pegaram na juventude e não lhes explicaram como é que isto
aconteceu, quem é que nos empurrou para uma guerra destas. E ainda para cúmulo
tenho uma neta que me vem dizer indiretamente que eu fui assassino?”, relatou
um dos manifestantes, visivelmente emocionado.
João Magalhães, 70 anos, que esteve dois anos na guerra
colonial, e veio do Porto por ser um dos organizadores do protesto, deixou
ainda um apelo final: "Neste momento o Governo foi-se embora ou vai-se
embora mas ainda tem poderes, nomeadamente o Presidente da República, acho que
poderia fazer alguma coisa por nós. E apelo a ele que olhe para nós, acho que
merecemos que nos veja com olhos de ver".
In newsletter do SAPO 24.
Enviado por Raul Pica Sinos a quem agradecemos.
Segundo a revista “Combatente”, da Liga dos Combatentes, foram inaugurados nos últimos meses vários Monumentos nas aldeias e vilas do nosso País, o que mostra que mesmo passados quase 50 anos o sofrimento não caiu no esquecimento. São eles:
- Caldas das Taipas, Guimarães
- São Martinho de Árvore e Lamarosa, Coimbra
- Valongo
- São Bento, Porto de Mós
- Constância
- Coruche, Santarém
- Barrancos, Moura
- Arazede, Montemor-o-Velho
Todas as cerimónias contaram com a presença de autoridades
civis e militares, antigos Combatentes e famílias, amigos e população local.
É de louvar e agradecer a todos aqueles que se empenharam na
idealização e construção destes Monumentos de Homenagem aos antigos Combatentes
e suas famílias, e também todos aqueles que dignificaram estas cerimónias com a sua presença.
Bem Hajam!
A todos vós, Camaradas, Amigos e Ledores meus:
Deixo-vos, ao alvedrio, à apreciação de valia, o acabado de
cerzir poema sobre o Outono 'Outubrense', o do mês primeiro dele, fresco e
vivo!
Abraços, a todos, deste vosso amigo.
À leitura, então:
===
OUTONO, DE INÍCIO BELO
A findar-se, já Outubro vai. E velozmente!
Do Outono diz-se ser mês primeiro vivente.
Porque, a fim dele, tanto assim lhe amamos
Os requebros, as fúrias, desvios assaz subtis
E as bizarrias, brusquidão de urdidos tramos,
Ou o doce tempo de virados bruscos, febris,
Que saudades longas no termo faz a todos!
-
Não o confundamos com o Outono inteiro.
Nada disso! Ele, aqui, é só o mês primeiro.
Inda menino, nome parecido, bom cheiro.
-
Do Verão em fuga, contém-lhe bem o calor
Intenso, no meio vivo, pujante, frutificador.
Contudo, sem corrimaças, notamos o vagar
Das plantas, de fruteiras, em se nos declarar.
-
Como, entretanto, numa endiabrada dança
Das árvores se desprende folhame em grupo.
É saber e sabor bom, em tudo. Volta mansa,
Cheirosa onda, ginástico rodopio, um surto…
-
Aos tombos da ramagem, na livre queda forte,
Polícromos nacos sem autor voam, sem norte.
Leves tal a neve, secas, soltas perdidas folhas,
Em rondós se volteiam, de espirais belas, tolas.
Atrasadas umas, outras assim-assim e rápidas.
Decerto pensavam em ajustar-se, as sápidas!
-
Porque saber e sabor têm-no, em brincadeiras
Brandas, de inocentes e frágeis namoradeiras,
Sem seus trejeitos cuidar de serem estranhos.
Pudera! No fresco torrão, húmido, despojados,
Ali se encharcam, em banhos, tão variegados
Matizes de surpreendentes cores! Nem paletas
De coloristas, ou arte-mór de pintores-poetas!
-
Rescendem então, nos ares, os mil milagres!
Normais, crus, uns; outros divinos… Ó, superno!
A requererem, na volta, rápido regresso a lares,
Pois vem aí, não tarda, o frio general Inverno!
LMD, 24.10.21.
José Justo
20 de outubro às 11:37
·
Amigas e Amigos. Como bom Português que me prezo ser, sigo
as sugestões patrióticas e cá tenho "viajado cá dentro": Egas Moniz,
S.F. Xavier etc etc. Zonas lindas da cidade de Lisboa que dão para regalar a
vista nos vários percursos de ida e volta!! 🙂
Durante as mini "férias" abandonei o face e pelo
que já vi estou em falta com muita gente!! 🙁 🙁
Sinceras e sentidas desculpas aos companheiros que mandaram
parabéns ao menino!! - Tinha pedido que não fizessem avisos dos meus
aniversários, mas a coisa falhou!!. OBRIGADO e DESCULPAS pela falta de
agradecimentos devidos.
Aos ex camaradas artilheiros que estiveram ou estão passando
por crises, que vão ser passageiras, UM ABRAÇÃO PARTE COSTAS e rápidas
patuscadas e muitos xiripitis para animar as hostes!! 🙂
Passem bem e obrigado pelo perdão...já ganharam o céu!!
Sou quem tu sabes, Maria Alice
Caros amigos e companheiros
Um grupo do BART 1914 está a organizar uma romagem às campas
do Vitor Barros, Graciano Rato e José Arrabaça. Os dois primeiros no cemitério
da Marinha Grande e o Arrabaça no cemitério da Nazaré. No Vitor Barros
colocaremos uma placa de homenagem. Os outros dois já têm uma. O encontro será
na próxima sexta-feira dia 29, pelas 11 horas à porta do cemitério da Marinha
Grande, que fica cerca de 300 metros a seguir ao campo de jogos.
Posteriormente iremos ao cemitério da Nazaré, à campa do
Arrabaça.
Quem quiser e puder comparecer será muito bem vindo.
Contactar Domingos Monteiro ou Leandro Guedes.
O Núcleo de T. Vedras da Liga dos Combatentes retoma em 27ou21 o já popular VNT (Viva a Nossa Terra). Esta será a quinta edição que nos levará pela primeira vez a território do município do Sobral de Monte Agraço.
ATENÇÃO - Os »VNT« NÃO são Caminhadas mas sim eventos que
promovem o convívio e visitas culturais.
PONTO DE ENCONTRO
(opções):
12h00 - junto à Sede do Núcleo em T. Vedras, seguindo em
caravana para o Sobral;
ou
12h30 - junto ao coreto na Praça Dr. Eugénio Dias (Largo da
Câmara) na Vila do Sobral de Monte Agraço.
Iniciaremos o evento
com o habitual almoço-convívio num prestigiado restaurante no centro da Vila,
após o que na sua proximidade faremos uma visita guiada ao Centro de
Interpretação das Linhas de Torres (CILT).
De seguida deslocar-nos-emos ao Forte do Alqueidão situado
curtos quilómetros a sul da Vila, onde seremos contemplados com uma segunda
visita guiada que nos ajudará a compreender a relevância de um dos redutos mais
importantes no dispositivo da 1.ª das Linhas defensivas da capital.
INSCRIÇÕES
- desde já até dia 25out (inclusive);
> para o e-mail: torres.vedras@ligacombatentes.org.pt
> na Sede do Núcleo em T. Vedras ou na sua Delegação na
Lourinhã(terças e quintas-feiras durante a manhã)
> por telefone: 261 314 175 (nos dias e períodos acima
mencionados)
> fora do referido horário de atendimento: junto do
coordenador do evento (cristóvão- 919144566)
CUSTO:
- A definir em breve, contudo desde já há a garantia de não
exceder 15€ (almoço + visitas guiadas).
DETALHE:
- CILT (Centro de Interpretação das Linhas de Torres) -
"É um espaço museológico polinucleado que tem como objetivo salvaguardar,
estudar e promover o património das Linhas de Torres enquanto sistema de defesa
militar que ditou a derradeira retirada do exército napoleónico de Portugal,
naquela que ficou conhecida como a 3.ª invasão francesa – um dos episódios mais
marcantes da Guerra Peninsular."
-FORTE DO ALQUEIDÃO - "De planta em polígono irregular.
Construído a 442 m de altitude constituía a posição mais importante da 1ª linha
defensiva, tendo sido concebido para uma guarnição de 1590 soldados. Pela sua
localização estratégica aqui se encontrava o Posto de Comando das Linhas de
Torres. No seu interior destacam-se a Casa do Governador, quatro paióis e três
pequenos redutos de defesa, tendo também existido um poço de água. Aqui se
encontrava instalada a 1ª Brigada Independente de Infantaria Portuguesa, sob o
comando do brigadeiro-general Dennis Pack (com 2769 homens), bem como duas
companhias de artilharia de ordenanças, as Companhias de Artilharia da Vila do
Sobral. Os fortes do Machado nº 15 (v. IPA.00034493), do Trinta nº 16 (v.
IPA.00034494) e do Simplício nº 17 (v. IPA.00034495) eram complementares deste
forte, fazendo com ele fogo cruzado sobre os acessos à serra e com ele
comunicando através de uma estrada militar que permitia a circulação de pessoas
e bens entre estes redutos."
Cumprimentos amigos,
Manuel J. Vilhena
Tenente-coronel SGE
Presidente do Núcleo
Liga dos Combatentes
Núcleo de Torres Vedras
Rua Cândido dos Reis, nº 1-A, 1º (Apartado 81)
2560-312 Torres Vedras
Telf 261 314 175
Delegação da Lourinhã
Telf 261 438 207
CLICA AQUI:
https://por-ti-portugal.divergente.pt/sangue-acucar-comandos-africanos/
"5 DE OUTUBRO DE 1910 - DIA DA REPÚBLICA
No dia 5 de outubro de 1910, deu-se a Implantação da
República em Portugal.
Esta ação levada a cabo por um movimento de cidadãos
apoiantes do republicanismo nacional, chefiados por Teófilo Braga, procederam a
um golpe de estado, destituíram a monarquia constitucional e implantaram o
regime republicano.
Após a proclamação da República foi criado um governo
provisório chefiado por Teófilo Braga.
Em agosto de 1911 foi aprovada uma nova Constituição, tendo
início a Primeira República Portuguesa.
O primeiro Presidente da República foi Manuel de Arriaga,
eleito pelo Parlamento a 24 de agosto de 1911.
Com esta mudança foram alterados alguns símbolos do país
como o hino e a bandeira nacional, que passou de azul e branca para verde e
vermelha.
A Implantação da República foi iniciada no dia 2 de outubro
e saiu vitoriosa na madrugada do dia 5 de outubro de 1910.
Desde a sua Independência a 5 de Outubro de 1143 até ao
mesmo 5 de Outubro de 1910, Portugal foi
uma Monarquia durante 767 anos.
Às duas da tarde do dia 4 de outubro de 1910, as viaturas
com o D. Manuel II e seus assessores partiram do Palácio das Necessidades em
direção a Mafra, onde a Escola Prática de Infantaria disporia de forças
suficientes para proteger o soberano.
Eram cerca das 15 horas do dia 5 de Outubro de 1910 quando
D. Manuel II, então com 20 anos, acompanhado pela mãe, a rainha D. Amélia, e
pela avó, a Rainha D. Maria Pia, vindos de Mafra, surgiram de automóvel na vila
para embarcarem no Iate D. Amélia.
Foi na Praia dos Pescadores, na Ericeira, que a Família Real
embarcou na Barca Bomfim que os transportou ao iate que os aguardava, para o
exilio no Reino Unido rumo inicialmente a Gibraltar.
Era assim o fim da Monarquia que teve inicio ‘de jure’, em 5
de Outubro de 1143 com o Tratado de
Zamora, celebrado entre D. Afonso Henriques e D. Afonso VII, rei de Leão e
Castela, em que este reconhecia Portugal como independente e seu primo D.
Afonso I como rei de Portugal.
Foi Eusébio Leão, membro do Directório do Partido
Republicano, que anunciou, na manhã de 5 de outubro de 1910, pelas 11 horas, da
varanda da Câmara Municipal de Lisboa, o fim da Monarquia e o início da
República, seguindo-se um discurso por José Relvas.
Hora antes o mesmo Diretório redigiu o respetivo
AUTO DA PROCLAMAÇÃO DA REPUBLICA PORTUGUÊSA
“Aos cinco dias do mês de Outubro do anno de mil novecentos
e dez, da era christã, pelas oito horas e quarenta minutos da manhã, nesta
cidade de Lisboa e edificio dos Paços do Concelho, da varanda principal delles,
o cidadão Doutor Francisco Eusébio Leão, secretario do Directorio do Partido
Republicano Português, em nome deste, como representante do povo republicano e
das forças revolucionarias da terra e mar, perante milhares de cidadãos que se
encontravam na Praça do Municipio, declarou que estava abolida a Monarchia em
Portugal e todos os seus domínios e proclamada a Republica Portuguêsa.”
No final, foi arvorada no edifício dos Paços do Concelho a
bandeira vermelha e verde.
5 de outubro de 2021.
Texto de JTrabulo, coronel."
O nosso agradecimento.
Meu caro José Luis José Luís Patrício.
Sei que os seus momentos continuam a ser de tristeza pela
recente perda do seu irmão, mas mesmo assim, não posso deixar passar em claro a
passagem do seu aniversário. Envio-lhe neste dia um forte abraço de parabéns
desejando-lhe muita saúde e bem estar.
Abraço.
Leandro Guedes.
Parabéns ao nosso amigo Manuel Palma, que passa hoje mais um aniversário.
Votos de boa saúde e bem-estar companheiro.
Um forte abraço
Leandro Guedes.
Embora com atraso (o aniversário foi ontem 16/09/2021), imperdoável, envio-lhe meu caro amigo, um forte abraço de parabéns, com votos de boa saúde e bem estar, junto dos seus.
Leandro Guedes.
“Salgados da Patrícia
É bom mudar, renovar energias e trazer novos ares.
Há́ mudanças que fazem sentido acontecer e esta é uma
delas.
Finalmente chegou o momento de vos apresentar os “Salgados
D'ouro.”
Nome que escolhi para continuar este meu projeto.
Um nome que funde a qualidade do meu produto com a nossa região.”
Patricia Bezelga.
Um projeto da filha Patrícia do nosso amigo Bezelga. Boa
sorte, muito sucesso.
Castanheiro do Sul é
uma freguesia de São João da Pesqueira, onde vai ter lugar o nosso próximo
almoço do Bart 1914.
nota -Estamos ansiosos para que a pandemia termine com as restrições para vos receber nesta terra maravilhosa 👌 e finalmente voltar a juntar todos.
Patricia Bezelga."
Leandro Guedes
Boa sorte amiga, muitos sucessos!
"Roubado" pelo Caldeira a:
José D'Abranches Leitão
-
Jorge Condorcet
Ontem, ao ver este grande amigo na Vila das Aves, lembrei-me
como seria interessante contar uma das milhares de peripécias que com ele
muitas e muitas gerações de estudantes e antigos estudantes , passaram com esta
figura incontornável da Academia de Coimbra.
Senhor de uma cultura vastíssima, possuí três licenciaturas
- Farmácia, Biologia, Letras. e frequentou o 4º ano de Medicina- e passou toda
a sua vida a dar aulas de matemática no "seu" Colégio no Avelar.
O Jorge, vai factualmente a todo o lado ver a Académica.
Vi-o já este ano, em Loulé, nas Aves, e sei que tem ido aos outros sítios, só
que não fica nos lugares por onde estou.
Mas vamos aos factos.
Corria os anos dourados de 60, e o Orfeão Académico, fez uma
digressão de quase seis meses aos EUA. Sei, porque mo disseram, que alguns
elementos do orfeão, tiveram que vender algumas relíquias para poderem
sustentar os viciozinhos inerentes a uma viagem destas, principalmente com este
tempo de estadia.
Ora, e para quem conhece o Condorcet, este tem uma relação
de ódio com o Inglês (Lingua). Aliás a qualquer País que vá - eu sou testemunha
disso, já que o acompanhei por duas vezes à África do Sul, a Macau, França,
Bélgica, Holanda, Luxemburgo, etc. etc. etc. só fala mesmo em Português. Diz
ele, e muito bem, que nenhum estrangeiro que vem a Portugal, começa magicamente
a falar Português.
Pois bem, nessa digressão aos EUA, os orfeonistas tinham que
comer sempre no mesmo restaurante, que tinha um contrato com a organização.
O Condorcet, e porque não falava Inglês, aprendeu por
"osmose" a dizer " Stack with Chip's".
O "desgraçado", andou a comer durante um mês bife
com batatas fritas.
Até que um dia, farto da mesma comida, e com uma boa dose de
colestrol no corpo, encheu-se de coragem e foi sozinho ao tal restaurante.
Claro que os Orfeonistas, desconfiando da "cena"
foram espiá-lo, sem que ele os visse.
Depararam-se com o Jorge a ter esta conversa com a empregada
de balcão:
- Ó menina (Tudo em Português!!!), hoje quero uma sopinha de
feijão.
Obviamente a menina não percebeu uma única palavra...
- I don't understand.
- Tá bem. Mas veja lá se me arranja uma sopinha, mas bem
quente!!!
A rapariga estava a entrar em "parafuso", quando o
Condorcet num laivo de genialidade, se lembrou de uma frase feita em Inglês.
- Do you speak English?
A menina disse aliviada:
- Yes. Of course I do!!!
- Então, por favor, continuou o Jorge em Português, dê-me
uma sopinha de feijão.
Mais "estórias" haverá concerteza para contar
deste ícone da nossa Coimbra e da nossa Académica.
Abração Jorge Condorcet, e
Viva a Académica!!!
In " Os Pardalitos do Choupal"
Joaquim Caldeira
O nosso companheiro Mestre do Monte Fialho, passa hoje mais um aniversário.
Que tenhas muitas saúde amigo, são os nossos votos e que passes hoje um excelente dia junto dos teus familiares..
Um forte abraço.
Leandro Guedes
" Recordando…
Faz, hoje (28 de Agosto de 2021), um ano que o nosso Comandante de Companhia, Cap. JOAQUIM JESUS DAS NEVES, deixou de estar entre nós.
Nesse dia, por motivos da situação pandémica, não podemos estar presentes no último adeus ao Homem que por nós, militares da CCAÇ 2314, tinha uma grande amizade.
Ainda pensámos ir, hoje, até Castelo Branco em “Romagem” para o recordar, mas por motivos idênticos de há um ano, também, não foi possível em o fazer como desejávamos. Contudo, a esta hora, 18 horas, está a ter início na Sé Catedral de Castelo Branco, uma missa por sua alma onde estamos presentes, em pensamento, junto da sua família…
Até sempre Amigo...
João Trabulo, cor."