Luis Manuel Diaspublicou noBart Tite - Guiné
Há 4 anos publiquei ‘’Quisera Ser… Assim’’, este soneto.
Hoje, relendo-o, sinto o mesmo que então, um ímpeto vero.
Assim, o reponho, para releitura duns e, decerto, prima
leitura de muitos!
Abraço, a todos vós, Meus Amigos e Ledores, com suma
amizade.
(LMD, 25.06.26)
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HOJE, POESIA!
Dela me direis, Amigos Meus, quanto vos tocar.
Bjs e abraços, como uso vo-los distribuir.
À leitura, pois então:
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QUISERA SER… ASSIM!
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‘’Uma mão cheia de nada… outra de coisa nenhuma!’’
(ditado popular)
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Quisera servente ser da fresca lusa língua
Quisera da fala bela outrossim mui amar
Quisera do fadário porventura ser livre
Quisera neste mundo – oh sim! – ir e errar
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Pudesse ao invés mudava tudo do visto
Pudesse ficava lá nada como previsto
Pudesse um aranzel armava estrídulo
Pudesse parado no ar ficava-me acídulo
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Pois sim, me perturba e me agrada a vida
Pois sim, comovido ouço canto e belo som
Pois sim, combato, luto, resisto por bom
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Assim, me sirvo e uso com amor a Pátria
Assim, lhe canto com prazer, endereço loas
Assim e por fim cá resido, na ditosa Mátria!
LMD, 25.06.22.
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N.B.: Não rima, na mór parte, este meu versejar.
Contudo, de mim brotou como o sinto, franco, verdadeiro.
LMD. Ver menos
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