- Após o alerta do Hipólito, referente a uma publicação no blogue http://foranadaevaotres.blogspot.com
Vamos voltar a publicar um artigo escrito pelo Pica aquando do seu histórico encontro com o Contino. No entanto lembro que este mesmo artigo, se encontra publicado no nosso blog http://bart1914.blogspot.com
Queremos no entanto lembrar que vale a pena e é mesmo imprescindível, uma leitura atenta deste blog, Luis Graça & Camaradas da Guiné, principalmente neste capitulo que se refere a Tite, sector de Quinara, onde estiveram o BART 1914 e outras Unidades Militares.Com a devida vénia ao blog do Luis Graça, vamos transcrever o seu artigo, agradecendo o comentário que nos dirige:
“O blogue do BART 1914, que existe desde 2008, é mantido por 3 antigos operadores cripto, se não erro, o Leandro Guedes (reabastecimentos), o Pica Sinos e o José Justo (e também o José Costa, cripto e o Hipólito Sousa, SPM); aqui fica também o nosso reconhecimento público pelo extraordinário trabalho que estes camaradas do BART 1914 estão a fazer, recolhendo e partilhando memórias da sua unidade e subunidades adidas. Estes camaradas estão também ativos no Facebook.”
O blogue do Luis Graça faz ainda um convite:
Tanto o Geraldino Marques Contino como o Raul Pica Sinos, ficam desde já convidados para nos darem a honra de se sentarem à sombra do poilão da nossa Tabanca Grande; temos ainda poucas referências tanto ao BART 1914 como à CART 1743.
Sobre a "batalha de Bissássema" o Raul Pica Sinos tem diversos postes publicados no blogue do BART 1914. Recorde-se que na noite de 3 de fevereiro de 1968:
(i) desapareceram em combate o fur mil Manuel Nunes Reis Cardoso, do Pel Mort 1208, e o soldado Milícia Manga Colubali, da CMIL 7;
(ii) foram capturados pelo IN três militares da CART 1743: alf mil António Júlio Rosa; 1º. cabo op cripto Geraldino Marques Contino; e soldado Victor Manuel Jesus Capítulo.
De referir ainda que o blog Luis Graça fez um trabalho notável de investigação, acerca deste tema do encontro entre o Pica e o Contino, do qual iremos transcrever parte, com a devida vénia.
Leandro Guedes.
Batalhão de Artilharia 1914
“Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma”
(Do Padre António Vieira, no "Sermão da Terceira Quarta-Feira da Quaresma", na Capela Real, ano 1669. Lembrado pelo ex-furriel milº Patoleia Mendes, dirigido-se aos ex-combatentes da guerra do Ultramar.).
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"Ó gentes do meu Batalhão, agora é que eu percebi, esta amizade que sinto, foi de vós que a recebi…"
(José Justo)
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“Ninguém desce vivo duma cruz!...”
"Amigo é aquele que na guerra, nos defende duma bala com o seu próprio corpo"
António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente
referindo-se aos ex-combatentes da guerra do Ultramar
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“Aos Combatentes que no Entroncamento da vida, encontraram os Caminhos da Pátria”
Frase inscrita no Monumento aos Heróis da Guerra do Ultramar, no Entroncamento.
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"Tite é uma memória em ruínas, que se vai extinguindo á medida que cada um de nós partir para “outra comissão” e quando isso nos acontecer a todos, seremos, nós e Tite, uma memória que apenas existirá, na melhor das hipóteses, nas páginas da história."
Batalhão de Artilharia 1914, Tite/Guiné
Não
voltaram todos… com lágrimas que não se veem, com choro que não se ouve… Aqui
estamos, em sentido e silenciosos, com Eles, prestando-Lhes a nossa Homenagem.
Ponte de Lima, Monumento aos Heróis
da Guerra do Ultramar
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