Batalhão de Artilharia 1914
“Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma”
(Do Padre António Vieira, no "Sermão da Terceira Quarta-Feira da Quaresma", na Capela Real, ano 1669. Lembrado pelo ex-furriel milº Patoleia Mendes, dirigido-se aos ex-combatentes da guerra do Ultramar.).
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"Ó gentes do meu Batalhão, agora é que eu percebi, esta amizade que sinto, foi de vós que a recebi…"
(José Justo)
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“Ninguém desce vivo duma cruz!...”
"Amigo é aquele que na guerra, nos defende duma bala com o seu próprio corpo"
António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente
referindo-se aos ex-combatentes da guerra do Ultramar
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“Aos Combatentes que no Entroncamento da vida, encontraram os Caminhos da Pátria”
Frase inscrita no Monumento aos Heróis da Guerra do Ultramar, no Entroncamento.
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"Tite é uma memória em ruínas, que se vai extinguindo á medida que cada um de nós partir para “outra comissão” e quando isso nos acontecer a todos, seremos, nós e Tite, uma memória que apenas existirá, na melhor das hipóteses, nas páginas da história."
Batalhão de Artilharia 1914, Tite/Guiné
Não
voltaram todos… com lágrimas que não se veem, com choro que não se ouve… Aqui
estamos, em sentido e silenciosos, com Eles, prestando-Lhes a nossa Homenagem.
Ponte de Lima, Monumento aos Heróis
da Guerra do Ultramar
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quinta-feira, 11 de julho de 2013
Mais um Monumento de homenagem aos ex-combatentes
A todos quantos se interessaram e trabalharam para que esta obra fosse uma realidade, expressamos um voto de louvor.
Bem hajam!
LG.

2 comentários:
Os ex-combatentes la vão sendo lembrados e homenageados, aqui e ali....
É bom saber que assim é....!!!
Albertina Granja
Olá Albertina, como está?
Muito obrigado pelos seus comentários constantes.
Diz bem, os ex-combatentes lá vão sendo lembrados aqui e ali.
Mas ao lermos o artigo anterior verificamos que há muita gente com responsabilidades que os esqueceu ao longo dos anos - chefias militares, políticos, governantes, deputados, presidente da republica.
600 vivem na rua nas zonas de Lisboa e Porto e muitos mais jazem em tumbas de africa, sem que ninguém se preocupe em trazê-los à terra de onde os arrancaram.
Ao mesmo tempo atribui-se uma reforma aos 42 anos de idade, a quem nunca contribuiu para tal.
E essa pessoa arroga-se o direito de chamar "carrascos nazis" ao povo que é espoleado e vilipendiado nos seus salários e reformas e que vai reclamando pacificamente, no lugar que lhe pertence por direito democrático.
Os ex-combatentes esses, vão sendo esquecidos, principalmente os que mais precisam... e os que não voltaram para a família!
Não há dinheiro para acudir a quem precisa, mas há dinheiro para quem não merece.
É o sinal dos tempos, mau sinal...
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