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“Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma”


(Do Padre António Vieira, no "Sermão da Terceira Quarta-Feira da Quaresma", na Capela Real, ano 1669. Lembrado pelo ex-furriel milº Patoleia Mendes, dirigido-se aos ex-combatentes da guerra colonial.).

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"Ó gentes do meu Batalhão, agora é que eu percebi, esta amizade que sinto, foi de vós que a recebi…"

(José Justo)

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“Ninguém desce vivo duma cruz!...”

António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente

referindo-se aos ex-combatentes da guerra colonial

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Eles,
Fizeram guerra sem saber a quem, morreram nela sem saber por quê..., então, por prémio ao menos se lhes dê, justa memória a projectar no além...

Jaime Umbelino, 2002 – in Monumento aos Mortos na Guerra Colonial, em Torres Vedras


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EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

RECONHECIMENTO

ESTES SÃO OS EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART. FALTAM AQUI OS EMBLEMAS DAS UNIDADES DA ARMADA E DA FORÇA AÉREA QUE TANTAS VEZES FORAM AO ENXUDÉ, A TITE, A NOVA SINTRA E OUTROS AQUARTELAMENTOS, PARA ENTREGA E LEVANTAMENTO DE CORREIO, REABASTECIMENTOS DE GÉNEROS E MATERIAL BÉLICO E OUTRO DIVERSO, OU PARA EVACUAÇÃO DE MORTOS E FERIDOS E TAMBÉM PARA FLAGELAÇÃO DO IN. E AINDA VÁRIAS UNIDADES DE INTERVENÇÃO RÁPIDA TAIS COMO PARAQUEDISTAS, FUZILEIROS, COMANDOS E OUTRAS COMPANHIAS, PELOTÕES OU SECÇÕES, PARA AJUDA EM MOMENTOS MAIS DIFICEIS.

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sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Uma carta da avó para o neto! (será do Hipólito???)



Querido neto,
Outro dia tive uma experiência maravilhosa, que quero partilhar com você.
Fui À livraria cristã e ali encontrei um adesivo para o carro que dizia:
" Se ama a Deus, toque a buzina"

Como tinha tido um dia bastante difícil, decidi comprar e colar no párachoque do meu carro.
Ao sair, na hora do engarrafamento, a uma temperatura de 37 graus, cheguei a um cruzamento muito complicado, com muitos veículos.
Fiquei ali parada,  porque a luz estava vermelha, pensando no Senhor e nas coisas boas que dele tenho recebido.

Não percebi que a luz tinha ficado verde, mas descobri que há muitos que amam o Senhor, porque imediatamente começaram a buzinar ... Foi maravilhoso!

A pessoa que estava atrás de mim era, com certeza, muitíssimo religiosa, porque tocava a buzina insistentemente e gritava:
"Pelo amor de deus!" - Incentivados por ele, todos começaram a buzinar também. Eu lhes sorri e saudava com a mão pela janela, totalmente emocionada
Vi que outro rapaz me acenava de uma maneira muito especial levantando só o dedo médio da mão.
Perguntei ao Beto, seu primo, que estava comigo, o que queria dizer aquele aceno.
Ele me respondeu que era uma "saudação hawaiana", de boa sorte!
Então, comecei a saudar a todos da mesma maneira.
O Beto estava muito feliz, rindo muito, imagino que pela bela experiência religiosa que estava vivendo.
Dois homens desceram de um carro e começaram a andar em nossa direção, acho que para rezar comigo, para me perguntar que igreja frequento, mas foi neste momento que vi que a luz estava verde.
Então, saudei a todos meus irmãos e irmãs e cruzei o semáforo.
Logo percebi que o único carro que havia passado era o meu, já que a luz voltou a ficar vermelha.
Me senti triste de deixá-los ali, depois de tanto amor que havíamos partilhado.
Então parei, desci do carro e saudei a todos com a "saudação havaiana" pela última vez e me fui.
Agradeço a Deus por mais esta experiência maravilhosa que tive com todos esses bons homens e mulheres;

Beijos da sua avó.

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