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Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma! (Patoleia Mendes, furriel milº Angola ).

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"Ó gentes do meu Batalhão /

Agora é que eu percebi /

Esta amizade que sinto /

Foi de vós que a recebi…"

(José Justo)

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"NINGUÉM DESCE VIVO DUMA CRUZ!..."

António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente

referindo-se aos ex-combatentes da guerra colonial


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EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

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quinta-feira, 11 de julho de 2013

Mais um Monumento de homenagem aos ex-combatentes

Com a devida vénia ao jornal Badaladas, publicamos este seu artigo, inserido no jornal desta semana e que relata a inauguração de mais um Monumento aos ex-combatentes, desta vez na Lourinhã, ocorrida a 26 de Junho passado.
A todos quantos se interessaram e trabalharam para que esta obra fosse uma realidade, expressamos um voto de louvor.
Bem hajam!
LG.

2 comentários:

Albertina Granja disse...

Os ex-combatentes la vão sendo lembrados e homenageados, aqui e ali....
É bom saber que assim é....!!!
Albertina Granja

leandro guedes disse...

Olá Albertina, como está?
Muito obrigado pelos seus comentários constantes.
Diz bem, os ex-combatentes lá vão sendo lembrados aqui e ali.
Mas ao lermos o artigo anterior verificamos que há muita gente com responsabilidades que os esqueceu ao longo dos anos - chefias militares, políticos, governantes, deputados, presidente da republica.
600 vivem na rua nas zonas de Lisboa e Porto e muitos mais jazem em tumbas de africa, sem que ninguém se preocupe em trazê-los à terra de onde os arrancaram.
Ao mesmo tempo atribui-se uma reforma aos 42 anos de idade, a quem nunca contribuiu para tal.
E essa pessoa arroga-se o direito de chamar "carrascos nazis" ao povo que é espoleado e vilipendiado nos seus salários e reformas e que vai reclamando pacificamente, no lugar que lhe pertence por direito democrático.
Os ex-combatentes esses, vão sendo esquecidos, principalmente os que mais precisam... e os que não voltaram para a família!
Não há dinheiro para acudir a quem precisa, mas há dinheiro para quem não merece.
É o sinal dos tempos, mau sinal...