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Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma! (Patoleia Mendes ).

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"Ó gentes do meu Batalhão /

Agora é que eu percebi /

Esta amizade que sinto /

Foi de vós que a recebi…"

(José Justo)


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EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

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sábado, 25 de outubro de 2008

Falando do Zé Justo... pelo Pica Sinos

ELE NASCEU E CRESCEU NUMA DAS SETE COLINAS DA MINHA CIDADE
Se eu fosse pintor, Sim era aqui, num dos lanços da Calçada do Duque que colocava o cavalete, o banco, e retratava o que a vista “abraçasse”. Se eu fosse pintor, Sim era aqui, pelo o acordar da cidade, que pintava o chapar do sol a “cair” pelos telhados das casas que se avistam, do Rossio até à Encosta do Castelo. Se eu fosse pintor, Pintava aquela soberba escadaria que viu o meu amigo brincar. No meu imaginário, ainda pintava, uma varina de canastra à cabeça, perseguida por um desassossegado gato na esperança, depois da escama, de lhe ser “oferecida” alguma guelra de peixe. Esta calçada, com o cognome de Escadinhas, ”banhada” pelas ruas da Condessa, da Oliveira ao Carmo e do Duque, esta com um “afluente”, o Beco da Ricarda, rica em história, viu o meu amigo crescer e brincar com muitas outras criança da sua idade. Se eu fosse pintor, Construía um quadro bem colorido, com o teu Largo do Carmo, a fachada da tua Escola primária nº 73, os pardais que viste bicar na água que jorrava do chafariz, no meu imaginário, ainda pintava, um jogo do “bilas” qualquer, com os “putos” que davam pelo nome de Jordão e Carrola, e de alcunha o Pinga e o Sapo, entre outros. Mas tu sabes que não sou pintor! Sinto muita pena de não poder oferecer, ao amigo, um destes quadros, que no meu imaginário, figuras como protagonista quando menino e moço. Sim estou a falar de ti, José Manuel Jordão Justo! Estou a “falar” do Homem que nasceu a 28 de Setembro de 1945, e comigo partilhou, vinte anos depois, durante dois anos, em terra hostil, parte das suas alegrias, dos seus medos, choros e esperanças. Sim estou a falar de ti. Estou a falar do Homem que não abraço há muitos anos, e dizer quanto te admiro pelos teus quadros a óleo pela tua arte em exposição permanente. Meu bom amigo…Aquele abraço Raul Pica Sinos .

1 comentário:

disse...

Raul
Então, isto não era para publicar!! que ideia rapaz.
Renovo tudo o que te disse no meu mail.
Quando as palavras não saltam da boca, guardam-se no coração.
Um abração amigo