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“Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma”


(Do Padre António Vieira, no "Sermão da Terceira Quarta-Feira da Quaresma", na Capela Real, ano 1669. Lembrado pelo ex-furriel milº Patoleia Mendes, dirigido-se aos ex-combatentes da guerra colonial.).

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"Ó gentes do meu Batalhão, agora é que eu percebi, esta amizade que sinto, foi de vós que a recebi…"

(José Justo)

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“Ninguém desce vivo duma cruz!...”

António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente

referindo-se aos ex-combatentes da guerra colonial

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Eles,
Fizeram guerra sem saber a quem, morreram nela sem saber por quê..., então, por prémio ao menos se lhes dê, justa memória a projectar no além...

Jaime Umbelino, 2002 – in Monumento aos Mortos na Guerra Colonial, em Torres Vedras


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EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

RECONHECIMENTO

ESTES SÃO OS EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART. FALTAM AQUI OS EMBLEMAS DAS UNIDADES DA ARMADA E DA FORÇA AÉREA QUE TANTAS VEZES FORAM AO ENXUDÉ, A TITE, A NOVA SINTRA E OUTROS AQUARTELAMENTOS, PARA ENTREGA E LEVANTAMENTO DE CORREIO, REABASTECIMENTOS DE GÉNEROS E MATERIAL BÉLICO E OUTRO DIVERSO, OU PARA EVACUAÇÃO DE MORTOS E FERIDOS E TAMBÉM PARA FLAGELAÇÃO DO IN. E AINDA VÁRIAS UNIDADES DE INTERVENÇÃO RÁPIDA TAIS COMO PARAQUEDISTAS, FUZILEIROS, COMANDOS E OUTRAS COMPANHIAS, PELOTÕES OU SECÇÕES, PARA AJUDA EM MOMENTOS MAIS DIFICEIS.

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segunda-feira, 22 de agosto de 2016

PEDRO HOMEM DE MELO - DO BLOG ROINES XXI, DE JOÃO GODIM.

Com a devida vénia, publicamos a seguir um interessante artigo da autoria de João Godim no seu blog ROINES XXI, a quem agradecemos com a devida vénia.

"MEMÓRIA DE PEDRO HOMEM DE MELLO

Onde estão os nossos poetas e escritores que deixaram prodigiosa obra mas que, no presente, caíram no esquecimento? Quem está na moda, logo se identifica com os prémios, as publicidades e as mediatizações às catadupas. 
Nunca como agora, se publicou tanto... mas quantidade não significa qualidade e torna-se cada vez mais difícil distinguir os bons autores dos simplesmente "autores". Num país como o nosso, com uma baixa taxa de leitores, editar uma média de 25 mil novos títulos/ano, no último quinquénio, é garantidamente lixo a mais. 
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Ser escritor não é escrever (...) um livro, como ser agricultor não é plantar uma árvore. Invocar o poeta lírico e autor de uma vasta obra como Pedro (da Cunha Pimental) Homem de Mello, nascido na cidade do Porto em 1904, no mês de setembro, e falecido aos 80 anos de idade, é homenagear um autor com letras maiúsculas. Formado em Direito pela Universidade de Lisboa, cedo se notabilizou como poeta original e fiel intérprete do sentimento português.
Amália Rodrigues imortalizou alguns dos seus versos, particularmente os títulos “Povo que lavas no rio”, “O rapaz da camisola verde”, “Havemos de ir a Viana” e “Fria Claridade”, temas incontornáveis do Fado; ou ainda Camané, com o poema "Sei de um rio".
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Ainda que seja um autor pouco divulgado, Pedro Homem de Mello assume o lugar distinto no panorama da cultura nacional, como testemunham os vários prémios que recebeu: Prémio "Antero de Quental" (1939), Prémio "Ocidente" (1964), e o Prémio "Nacional de Poesia", em 1972."



1 comentário:

FANTASMA DO MAYOMBE disse...

Este SENHOR (Pedro Homem de Melo), foi meu profesor.

Saudações de Combatente.