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Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma! (Patoleia Mendes, furriel milº Angola ).

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"Ó gentes do meu Batalhão /

Agora é que eu percebi /

Esta amizade que sinto /

Foi de vós que a recebi…"

(José Justo)

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"NINGUÉM DESCE VIVO DUMA CRUZ!..."

António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente

referindo-se aos ex-combatentes da guerra colonial


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EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

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sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Missa ètnica pela Paz ! Camerata Vocal de Torres Vedras.

Dentro daquele nosso lema de que "nem só de tropa vive o homem", aqui vos deixo o testemunho dum espectador, meu colega na Univ. Sénior, que assistiu ao Concerto de Natal da Camerata Vocal de Torres Vedras, na Igreça da Graça, no passado dia 13 de Dezembro. Este testemunho chegou-me às mãos por intermédio de dois outros amigos - o Rodrigues e o José António. "“MISSA ÉTNICA PELA PAZ” Aplausos para a Camerata Vocal de Torres Vedras ! Uma vez por outra vou ao cinema. Umas vezes gosto, outras vezes não. Quando gosto recomendo aos amigos e estes normalmente perguntam-me o nome do realizador. Já tem acontecido ir assistir a um concerto e, embora goste, também não fixo o nome ou nomes dos compositores e quando recomendo aos amigos lá vem a pergunta. Quem é o compositor? Fico embaraçado. Eu sou assim. Pobre e mal agradecido, como diz o povo. Gosto de um espectáculo e depois não me preocupo em saber quem foram os principais responsáveis por esses momentos de prazer. No cinema não é hábito batermos palmas no final da exibição. Num concerto é isso que se faz quando se gosta. Aí sim, procuro agradecer e bato palmas até que as mãos me doam. Mas fixar o nome do compositor ou nome do maestro… .
Toda esta lenga lenga vem a propósito de que no passado dia 13 fui à Igreja da Graça assistir a um concerto da Camerata Vocal de Torres Vedras. O nome Camerata (com mais de 25 anos) já me é familiar pois já assisti a vários espectáculos seus. Aquela “Ode ao Vinho” já me deslumbrou algumas vezes. Mas voltando ao concerto do dia 13 de Dezembro “Missa Étnica pela Paz”. Gostei tanto, tanto que bati palmas com força e já falei no caso com amigos. E desta vez tive a preocupação de tentar fixar na memória o nome do compositor – Lorenz Maierhofer –. O maestro António Gonçalves, apesar das minhas distracções, era nome que já tinha memorizado. Tratava-se de uma obra de paz e era em ambiente de paz que se vivia naquela Igreja, repleta de gente de todas as idades. Contrariamente ao que infelizmente acontece nestes eventos, não se ouviu o som de telemóveis. As atenções estavam todas voltadas para os interpretes, para o maestro, para os narradores, (leram textos de lutadores pela paz como Nelson Mandela, Luther King, Gandhi e outros) e para os percussionistas (elementos da Banda dos Bombeiros Voluntários de Torres Vedras). O público aplaudiu de pé com entusiasmo, como que agradecido por aqueles momentos de paz. Para todos, aqui deixo mais um aplauso. Joaquim Cosme 22 Dezembro de 2008""

2 comentários:

prof. Anabela disse...

Em nome da direcção da Camerata Vocal de Torres Vedras e também como coralista agradeço as simpáticas palavras de ambos.

"Um Coro é um conjunto de amigos que se juntam para cantar"
Haja alegria!

*Anabela*

Jose disse...

É realmente uma obra lindíssima, tive o previlégio de ver e ouvir o grupo que estreou essa obra em Portugal, Coral Harmonia de Santiago do Cacém, e fiquei, tal como você, apaixonado por tudo o que aquela Missa tem, a música, as palavras, o ritmo e principalmente a mensagem que ela envia. Se quiser rever a obra veja no youtube em Coral Harmonia Santiago. Um abraço.