Batalhão de Artilharia 1914

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“Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma”


(Do Padre António Vieira, no "Sermão da Terceira Quarta-Feira da Quaresma", na Capela Real, ano 1669. Lembrado pelo ex-furriel milº Patoleia Mendes, dirigido-se aos ex-combatentes da guerra do Ultramar.).

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"Ó gentes do meu Batalhão, agora é que eu percebi, esta amizade que sinto, foi de vós que a recebi…"

(José Justo)

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“Ninguém desce vivo duma cruz!...”

"Amigo é aquele que na guerra, nos defende duma bala com o seu próprio corpo"

António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente

referindo-se aos ex-combatentes da guerra do Ultramar

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Eles,
Fizeram guerra sem saber a quem, morreram nela sem saber por quê..., então, por prémio ao menos se lhes dê, justa memória a projectar no além...

Jaime Umbelino, 2002 – in Monumento aos Heróis da Guerra do Ultramar, em Torres Vedras
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“Aos Combatentes que no Entroncamento da vida, encontraram os Caminhos da Pátria”

Frase inscrita no Monumento aos Heróis da Guerra do Ultramar, no Entroncamento.

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Sem fanfarra e sem lenços a acenar, soa a sirene do navio para o regresso à Metrópole. Os que partem não são os mesmos homens de outrora, a guerra tornou-os diferentes…

Pica Sinos, no 30º almoço anual, no Entroncamento, em 2019
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"Tite é uma memória em ruínas, que se vai extinguindo á medida que cada um de nós partir para “outra comissão” e quando isso nos acontecer a todos, seremos, nós e Tite, uma memória que apenas existirá, na melhor das hipóteses, nas páginas da história."

Francisco Silva e Floriano Rodrigues - CCAÇ 2314


Batalhão de Artilharia 1914, Tite/Guiné

Não voltaram todos… com lágrimas que não se veem, com choro que não se ouve… Aqui estamos, em sentido e silenciosos, com Eles, prestando-Lhes a nossa Homenagem.

Ponte de Lima, Monumento aos Heróis da Guerra do Ultramar


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quarta-feira, 6 de maio de 2020

Parabéns furriel Joaquim Caldeira







Na tropa diz-se que a antiguidade é um posto, mas na verdade a antiguidade é uma tristeza, no que à memória diz respeito. Então não é que me esqueci do dia 2 de Maio e dos amigos que nesse dia fazem anos - desta vez o nosso amigo Caldeira.? Parece impossível.
Peço-te desculpa companheiro. Imperdoável.
Envio-te um forte abraço de parabéns, que tenhas muita saúde.
PARABÉNS COMPANHEIRO.
Leandro Guedes.

terça-feira, 5 de maio de 2020

Parabéns capitão Paraíso Pinto



O nosso capitão Paraíso Pinto, fez no passado dia 2 de Maio, 86 anos.
A minha falta de memória (que não de consideração), não me facilitou a vida e fiz má figura.




Peço desculpa ao nosso capitão, pedido que já expressei pessoalmente.
MUITOS PARABÉNS, VOTOS DE BOA SAÚDE.
Um abraço.
Leandro Guedes.
5/maio

segunda-feira, 4 de maio de 2020

domingo, 3 de maio de 2020

MOVIMENTO CAIXA SOLIDÁRIA


MOVIMENTO CAIXA SOLIDÁRIA
“A ideia surgiu neste contexto de pandemia, pensei e falei com a minha esposa sobre como poderíamos ajudar. Ambos continuamos a trabalhar, temos um filho pequeno por isso voluntariado não era possível fazermos. Então pensei que nesta fase deveria haver muita gente a passar por dificuldades. Tinha uma caixa cá em casa em desuso e lembrei-me: porque não usar a caixa, colocá-la aqui perto de casa com bens alimentares e ajudar desta forma? Depois foi passar à ação. Coloquei a caixa com os bens lá dentro e com um papel a dizer “caixa solidária — leve o que precisar, deixe o que quiser”. Rapidamente, os vizinhos começaram a ajudar e outros a levar bens. Divulguei no meu Facebook pessoal e depois uma vizinha divulgou no dela, começou a crescer o número de partilhas e criei a página de grupo @caixa.solidaria a desafiar as pessoas a fazerem o mesmo no seu bairro.
A primeira caixa foi colocada em Sassoeiros a 4 de abril e, neste momento, a iniciativa ganhou asas e está espalhada pelo continente e ilhas. Contamos com mais de 1800 caixas solidárias.
Nuno Botelho

Carlos Alberto Ferreira



O homem que subiu sozinho a Avenida da Liberdade e que ficou duas vezes na história do 25 de Abril.
Há 46 anos, Carlos Alberto Ferreira integrou a coluna de Salgueiro Maia que deteve Marcelo Caetano no Quartel do Carmo. No Hotel Tivoli, onde trabalhou 30 anos, serviu  Sá Carneiro e Fidel Castro, Jorge Amado, Vitorino Nemésio e tantos outros e nunca deixou de comemorar a Liberdade na rua, nem neste ano em que um vírus mandava ficar em casa. Isolado, protagonizou a fotografia que se tornou um ícone deste 25 de Abril
No último sábado, logo após o almoço, Carlos Alberto Ferreira, de 71 anos, tirou do armário o melhor fato, guardado com zelo para as ocasiões especiais. Frente ao espelho na sua casa em Barcarena, vestiu o casaco branco, calçou as luvas a condizer e ajeitou ao pescoço um laçarote preto. Por fim, segurou a enorme bandeira de Portugal com cravos vermelhos e brancos presos à haste e saiu…
Cresceu sem pai nem mãe, criado na Casa do Gaiato do Padre Américo, tem o único filho emigrado e a mulher internada com Alzheimer.
“O vírus não me mete medo, não me importo de morrer”, diz. Sozinho, representou um país inteiro, agora preso em casa, que há 46 anos ajudou a libertar.

(Joana Bastos, Tiago Miranda e José Sena Goulão – Expresso, com a devida vénia)

ESTATISTICAS DO BLOG


ESTATISTICA DO BLOG DO BART1914, ATÉ HOJE:
INICIO DO BLOG – 28 de Janeiro de 2008.


Desde sempre - 466.880 visitas
Hoje – 158 visitas
Ontem – 44 visitas
Este mês - 338 visitas
Mês Anterior – 4.501 visitas



19 de Julho de 1967

"Naquele tempo, tínhamos por hábito após o jantar ficarmos um pouco na conversa sobre os mais diversos assuntos, que nos tinham prendido a atenção nos tempos mais recentes. Mas havia sempre alguém, que se entretinha a jogar ás cartas, ou ao dominó, enquanto outros se juntavam ao balcão do bar, bebendo um whisky ou um gin, até chegar a hora de irem para a cama descansar. Também havia quem fosse para a camarata ouvir música ao seu gosto, (alguns tinham gravadores), enquanto se escrevia um aerograma à namorada, à esposa ou aos pais. Só que naquela noite tivemos visitas indejejáveis por volta das 23 horas. De repente soaram uns tiros, seguidos de rebentamento de granadas de morteiro, de bazucas e rocketes. Foi a confusão geral e cada um fugiu para seu lado, procurando chegar ao local que lhe estava destinado, em caso de ataque ao aquartelamento. O pessoal dos Morteiros foi para os seus abrigos, para dar resposta imediata ao ataque do inimigo, o pessoal das Daimeler fugiu para as respectivas viaturas, para saírem do aquartelamento e irem reforçar os postos de sentinela avançados, a Companhia de intervenção foi reforçar as defesas ao longo do perímetro do aquartelamento, o pessoal de medicina e de transmissões foram ocupar os seus postos, preparando-se para os piores cenários, e alguns desorientados procurando refúgio debaixo das mesas mais próximas. Lá fora, as balas tracejantes cruzavam o céu, por cima das instalações do aquartelamento, parecendo fogo de artifício. Só visto!...um horror! O pessoal do Bart 1914 nunca tinha passado por uma situação destas, mas os pelotões de Morteiros e das Daimelers, já com alguns meses de comissão, já tinham algum traquejo destes cenários.. Durante sensivelmente 3 quartos de hora foi resistir o melhor possível, para defendermos as nossas posições, pois sendo noite, só com o nascer do Sol poderíamos ver, as consequências do ataque inimigo. Havia naquela altura que verificar apenas, se teria havido baixas da nossa parte. De memória, penso que não. Com o nascer do Sol, fomos fazer o levantamento dos estragos e entre muitos, que os houve, encontrámos esta relíquia, que pertencendo ao que foi um roquete destruiu grande parte da cobertura da minha camarata, com muita sorte para mim que na altura escrevia um aerograma. Tivesse caído 4 ou 5 metros mais para o meu lado e possivelmente não estaria agora aqui a escrever estas linhas. Foi por isso que a guardei e mandei prepará-la numa base de madeira, com as inscrições, que se podem ver. É por isso uma relíquia, para todos nós, e por isso deve ser lembrada e partilhada por todos. 
Augusto Antunes
Alf. Milº"






"A respeito desta imagem também tenho um episódio para contar, vou procurar ser breve.
Tinha ido montar a emboscada noturna na saída para Nova Sintra. A dado momento, apercebi-me que havia movimentos estranhos à nossa frente. O guia, experiente, diz que o IN se estava a instalar para atacar o quartel (Tite). Foi dado conhecimento de tal facto, via rádio, e a todo o custo, houve autorização para levantar a emboscada e regressar. Com cuidado e segurança lá tentámos regressar, mas quando estávamos a passar o arame farpado, foi desencadeado o ataque. Ficámos entre os dois fogos, conseguimos abrigar-nos sem consequências.
Depois disto, foi a hora do meu jantar. E como tivesse havido deficiências com o fogo do morteiro 81, procedeu-se a experiências pelo facto de as cargas suplementares estarem húmidas e não deflagrarem como era desejável.
Nunca mais me esquerei!.
Eram favas gisadas, vinha o militar a servi-las quando houve um rebentamento do nosso morteiro. Um ruído no telhado de zinco da messe, a abertura de um buraco na corticite do teto e cai um objeto na tavessa das favas. Ficámos petreficados, eu, o cabo da messe e o Alf. Reis que me fazia companhia, à espera de saber o resultado... Felizmente não rebentou!
Uma noite feliz e de sorte... não era esse o nosso dia!
João Trabulo"
Online agor

Bill Gates: A próxima epidemia? Não estamos preparados

sexta-feira, 1 de maio de 2020

Pelotão Daimler 1131


O alf. Antunes das Daimler, enviou-nos algumas fotos de Tite. Juntamos as suas às do Leal, do Jorge Gouveia e do Sargento Madaleno e fizemos este video. Um grande e sincero abraço ao pessoal do Pelotão Daimler 1131, que com todos nós "comeu o pão que o diabo amassou..."
Leandro Guedes.

quarta-feira, 29 de abril de 2020

Inauguração de ecola primária em Tite, em 1968


Inauguração da Escola Primária em Tite, em Novembro de 1968.
Este video foi feito pela RTP e está disponível na net em https://shar.es/1L2dVz. Os nossos agradecimentos à RTP.


Este video compreende: Vista da aldeia; individualidade desembarca de avioneta; parada e desfile da Mocidade Portuguesa; soldados e população assistem à cerimónia; monumento em memória dos mortes em combate; fachada da escola; individualidades militares discursam; descerramento de brasão de Batalhão de Artilharia; hastear da bandeira; individualidades militares nas salas de aula; colocação de insígnias a membros da Mocidade Portuguesa; desfile da Mocidade Portuguesa.


Entre outras pessoas, vêm-se o cap. Vicente de costas a andar, o alf. Trovisco, o Major Vaz Guedes, o Tenente-Coronel Rebelo, o alf. Vaz Alves, o chefe da Tabanca Abdulai, o Pedro, o Costa,  os falecidos alf. Mec auto Rodrigues e o  Luis Filipe que foi o professor nesta escola durante algum tempo, o Guedes de fotógrafo, etc etc.


Se não conseguires ver o video, copia este endereço e cola-o no google:

https://shar.es/1L2dVz?fbclid=IwAR00djtugG3bFeSS5sW5kUHf-VQY5z_m7CTS6QSLnvQH6fQDovClfvfcZUc


terça-feira, 28 de abril de 2020

O Luis Dias teve um enfarte


ESTOU VIVO!
Momentos dos últimos dias, em que vi a vida sumir-se-me, aqui reproduzidos, sinteticamente, em estranho soneto!
Lêde-o, CAMARADAS E AMIGOS MEUS.
Do coração restabelecido, forte abraço a TODOS!
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Contra o infarte atroz, na estranha vida

De quinta última a esta parte, a vida se me tornou mui diferente.
Não que algo me desmoreça, que impeça de ir em frente!
Ao invés mais fortalecido, confiante em mim sim e vivente,
Muito mal tenha aparecido, súbita, a dor atroz… num repente!

Vieram-me lágrimas, silenciosas, amargas, escorridas em fio
Cara abaixo amargurada, mas repensadas, num corropio!
Me vou desta, para mim digo!, mas outros, amigos e até querido tio,
Sorte símil tiveram… e anos sobreviveram, para seu-meu alívio!

Já sei! Tantas vos estão interrogações do havido, as perguntas…
Apesar de forte, destemida compleição, abaixo me fui, às tantas,
Findo ía o dia! Quem sonharia, se augurava metido em tais bolandas?

Agudo enfarte de miocárdio insidioso, opressivo, deveras extremo,
De me acometer se lembrou! E, segundos após, viro trapo rastejante…
A ânsia do viver - luta desigual – fincaram-me. Venci o estoque supremo!

LMD, 28.04.20
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Após esta noticia de rompante, falei com o Luis Dias. Contou-me que teve um enfarte  na ultima 5ª feira, foi para o Hospital da Feira e dali para o de Gaia. Fizeram-lhe uma intervenção e ontem voltou para sua casa. Está bem, aparentemente. Fala bem e manda um grande abraço para todos desejando de igual modo boa saúde aos companheiros de outras lutas. Porque esta ele já ultrapassou. As tuas melhoras companheiro, votos de boa saúde.  
Leandro Guedes.

Pandemia - máscaras Comunitárias


3. Comunitárias
Sobram as outras máscaras, cuja utilização pela população a diretora-geral da Saúde sublinha ser “um ato de altruísmo”. A utilização deve ser feita “por qualquer pessoa em espaços interiores fechados com múltiplas pessoas (supermercados, farmácias, lojas ou transportes públicos)”.


COMERCIALIZADAS Tendo em conta a possibilidade de serem produzidas por fabricantes em Portugal, o Infarmed descreve dois tipos de máscaras têxteis, um de nível 2 (com filtragem de 90%) e outro de nível 3 (com filtragem de 70%). Dá como referência várias normas europeias sobre permeabilidade ao ar e capacidade de retenção de partículas. No caso das máscaras de nível 3, com filtragem mais baixa, o Infarmed indica que podem ser destinadas a “profissionais que não estejam em teletrabalho ou população em geral para as saídas autorizadas em contexto de confinamento”.


CASEIRAS O nível de filtragem das máscaras pode variar muito, consoante o material usado. Segundo o CEMP, os sacos de aspirador são o material que tem maior filtragem (86%), mas as T-shirts 100% de algodão oferecem melhor equilíbrio entre filtragem, respirabilidade e conforto.

segunda-feira, 27 de abril de 2020

Pandemia - Máscaras cirurgicas

2. Cirúrgicas


Servem para evitar que o utilizador da máscara contamine as pessoas à sua volta. Num documento sobre o uso de máscaras produzido pela diretora-geral da Saúde, Graça Feitas define-as como “um dispositivo que previne a transmissão de agentes infecciosos das pessoas que utilizam a máscara para as restantes”. A DGS recomenda estas máscaras “a todos os profissionais de saúde, a pessoas com sintomas respiratórios e pessoas que entrem e circulem em instituições de saúde”. Idosos com doenças crónicas e estados de imunossupressão devem colocá-las “sempre que saiam de casa”.
O Infarmed identifica três tipos de máscaras cirúrgicas: tipo I, tipo II e tipo IIR. Mas não diz nada sobre as diferenças que existem entre elas.
Segundo um documento divulgado pelo Conselho de Escolas Médicas Portuguesas (CEMP), as máscaras cirúrgicas impedem a saída de 95% das partículas emitidas pelo seu utilizador. Mas filtram, em sentido inverso, apenas 80% a 90% das partículas que entram. Não protegem de forma adequada quem as usa contra os aerossóis. Sendo que o coronavírus, segundo alguns estudos científicos preliminares feitos na China, está presente em aerossóis.

domingo, 26 de abril de 2020

Máscaras Respiradores (continuação)


    1- Respiradores
FFP2 Estão classificados como de eficiên­cia média. Filtram 92% das partículas, o que significa que podem deixar passar até 8% das mesmas para o interior. Indicados para quem está em contacto com doentes. Não reutilizáveis.
FFP1 Não constam na lista de máscaras para uso médico discriminadas. A sua eficiência é baixa. Filtram 78% das partículas.
N95 Esta é uma classificação americana para um tipo de máscara que fica a meio caminho entre os respiradores de classificação europeia FFP2 e FFP3. Oferecem 95% de filtragem.




sábado, 25 de abril de 2020

Pandemia - os tipos de máscaras


PANDEMIA – Uma vez que o uso de máscaras vai ser generalizado, publicamos aqui um pequeno guia sobre o tipo de máscaras e seus objectivos. Será publicado um tipo de máscara por dia, para não cansar muito os leitores. Partilhamos esta informação do jornal Expresso e do seu colunista MICAEL PEREIRA, a quem agradecemos.

Miniguia essencial sobre máscaras de proteção
Que tipos de máscaras existem? Que diferenças há entre elas? Qual é a informação oficial disponibilizada pelo Estado? Agora que o seu uso vai ser generalizado, ainda vai a tempo de saber tudo
Este pequeno guia serve para explicar de forma sucinta, e com base na informação do Infarmed e da Direção-Geral da Saúde (mas não só), do que estamos a falar quando falamos de máscaras de proteção no combate à covid-19, incluindo as que não são indicadas para uso médico, mas para uma “utilização comunitária”, em que o princípio é proteger os outros e, com isso, protegermo-nos a todos, numa altura em que a oferta das versões mais seguras ainda é limitada.



1. Respiradores
Oferecem a proteção máxima que é possível encontrar no mercado. Servem para evitar que o utilizador seja contaminado e, ao mesmo tempo, que ele contamine os outros. São especialmente indicados para profissionais de saúde. Também são chamados, tecnicamente, “semimáscaras de proteção respiratória”. Seguem a norma europeia EN 149:2001 e, em Portugal, a norma 007/2020, da DGS. Existem respiradores de três tipos, com diferentes níveis de proteção: FFP1, FFP2 e FFP3. FFP significa Filtering Face Piece.
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FFP3 Estes são os filtradores que apresentam maior proteção para quem os usa. Estão classificados como de eficiência alta. Filtram, no mínimo, 98% das partículas. Isto é, só deixam passar para o interior até 2% das partículas. São especialmente indicados em caso de risco de exposição a aerossóis (micropartículas muito mais pequenas do que gotículas — podem ser 200 vezes menores do que um milímetro). São recomendados, por exemplo, para as unidades de cuidados intensivos, em todos os procedimentos que envolvam os doentes. Não reutilizáveis.

25 de Abril de 1974 - Salgueiro Maia


25 de Abril de 1974– Salgueiro Maia (1944/1992)
Salgueiro Maia quis ser sepultado no cemitério da sua terra natal,  Castelo de Vide, e descer à terra ao som de Grandola Vila Morena.
Existe no castelo desta cidade de Castelo de Vide, uma Casa Museu da Cidadania Salgueiro Maia, em sua honra, onde está referenciado o seu percurso de vida.
Leandro Guedes



ex-alferes miliciano Augusto Antunes






“Olá amigos e camaradas de outras caminhadas em terras da Guiné. A todos sem excepção, um grande e forte abraço com votos de boa saúde, nestes tempos bem difíceis que atravessamos. Esta perigosa pandemia colocou-nos a todos de quarentena e eu sendo um curioso destas novas tecnologias, para ocupar o tempo meti-me nisto, mas ainda tenho algumas dificuldades nesta matéria. Vamos ver como me desenrasco. Se cometer algum erro espero, que não levem a mal.
Augusto Antunes, comandante do pelotão Daimler 1131.”




25 de Abril 1974, 46 anos depois... - imagens, simbolos!






sexta-feira, 24 de abril de 2020

Parabéns Francisco Ramos, de Moura

Parabéns amigo Ramos, pela passagem de mais um aniversário.
Que tenhas muita saúde e bem estar.
Um grande abraço.
Leandro Guedes.




sábado, 18 de abril de 2020

Parabéns Luis Manuel Dias





Bom dia meu caro Luis Manuel Dias. Parabéns pelo teu aniversário que hoje se verifica. Que tenhas um dia repleto de boas surpresas e que vás tendo saúde neste tempo de confinamentos.
Um grande abraço.
Leandro Guedes.

quinta-feira, 16 de abril de 2020

"O Amor a Portugal"


"O Amor a Portugal", pelas vozes da Orquestra Ligeira do Exército.
A Força de uma Nação vem do seu Povo. Juntos somos mais fortes!

Hoje, assinalamos o Dia Mundial da Voz, que visa alertar para a importância da voz e dos cuidados necessários para a preservar.

Ao serviço dos Portugueses.

"O Amor a Portugal", de Dulce Pontes.

quarta-feira, 15 de abril de 2020

Parabéns Alfredo Alves




Passa hoje mais um aniversário o nosso amigo Alfredo Alves.
Votos de boa saúde, bem confinado.
Um dia bem passado com alegria.
Abraço.
Leandro Guedes.

segunda-feira, 13 de abril de 2020

Carta à Minha Terra!

Texto de Bento Rodrigues, enviado pelo Joaquim Caldeira.

quinta-feira, 9 de abril de 2020

Como era bonito o Compasso, em Domingo de Páscoa, no meu velho Bairro das Furnas


"COMO ERA BONITO O COMPASSO, EM DOMINGO DE PÁSCOA, NO MEU VELHO BAIRRO DAS FURNAS

…Era pela manhã que se ouvia o som constante da sineta a anunciar o compasso, acionado pelo Sr. José – o jardineiro -. Com uma opa vermelha vestida.
…As casas, cujos donos as queriam ver abençoadas, tinham as portas abertas, Era o sinal que era dado ao sacristão, para o sacerdote entrar.

Como era bonito o compasso (andamento), no domingo de Pascoa, no meu velho Bairro das Furnas!
Era uma semana antes que começavam os preparativos do povo. Os muros e as escadas das velhas casas de lusalite eram caiados. Os ripados dos quintais, virados para a frente das estreitas ruas, eram arranjados e pintados quanto bastasse. Aproveitava-se para podar as flores. Tudo que era restolho ou lixo era retirado.
Ao tempo, todos primavam por vestir o que de melhor conservavam. Aproveitando para estrear, nesse domingo, uma ou outra peça de roupa quiçá, a custo, ao rol comprada. As janelas eram engalanadas com modestas colchas e outras coberturas das camas, garridas por preferência. Os crentes, tudo bem tratavam para receberem nas suas casas o Jesus pregado na cruz.
Era pela manhã que se ouvia o som constante da sineta, a anunciar o compasso, acionada pelo Sr. José – o jardineiro - trazendo vestida uma opa vermelha.
A atrás, de traje igual, - o sacristão -, o Sr. Cristóvão, homem alto e de voz forte. Carregando na sua frente, de dimensão modesta, a cruz com o Jesus pregado.
O padre vinha logo atrás acompanhado de 2 miúdos. Estes, vestidos com trajes em acordo com a cerimónia. Um transportava o incensário, o outro, transportava o balde da água benta, tendo dentro o espargidor.
O sacerdote apresentava-se de batina branca, com as mãos escondidas pela estola, de cor verde, colocadas sobre a barriga.
Adultos e miúdos, estes, felizes e irrequietos, finalizavam o cortejo.
As casas, cujos donos as queriam ver abençoadas, tinham as portas abertas, Era o sinal que era dado ao sacristão, para o sacerdote entrar.
No seu interior, sobre a mesa, havia sempre um prato com algum dinheiro, amêndoas ou um pequeno monte de bolachas.
Aleluia, Aleluia… dizia o padre. Estendendo a cruz para permitir que o crente beijasse os pés do Senhor.
Aleluia, Aleluia… repetia o sacristão.


Seguia-se então a bênção, ao mesmo tempo que o seu ajudante movimentava o incensário, purificando o lar com o incenso queimado, proveniente de uma qualquer árvore aromática.
Por fim, o dinheiro era recolhido pelo padre. Na rua, as amêndoas e as bolachas oferecidas, eram atiradas aos miúdos que, se empurravam para as apanhar.
Nem todas as portas das casas se encontravam abertas a este costume religioso, dando aso a criticas por alguma vizinhança:
…Olha aquele não é crente…
…Aqueles ali são contra a igreja…
E ainda outras
…Caramba, a porta abre-se a toda a gente…
…Olha aquele, não deixa a mulher e a filha beijar o Jesus…
Creio que uma boa parte das gentes que não abria as portas, neste domingo de Páscoa, era fundamentalmente por vergonha da sua pobreza.
Estou convencido, por aquilo que assisti, que tais famílias não tinham sequer dinheiro para comer, quanto mais para dar dinheiro e amêndoas ao padre, que com elas, durante o ano nada repartia.
Assim era, o compasso no Domingo de Pascoa, no meu velho Bairro das Furnas.
Raul Pica Sinos"

quarta-feira, 8 de abril de 2020

Centro Social dos Montes Altos




Sr. Sotero, director do Centro

Desejamos que todos os Utentes e funcionários do CENTRO SOCIAL DOS MONTES ALTOS, nas Minas de S.Domingos se encontrem bem.
Votos de boa saúde para todos e o nosso abraço.
É lá que se encontra internado o nosso amigo Pedro.
Leandro Guedes.