Batalhão de Artilharia 1914
“Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma”
(Do Padre António Vieira, no "Sermão da Terceira Quarta-Feira da Quaresma", na Capela Real, ano 1669. Lembrado pelo ex-furriel milº Patoleia Mendes, dirigido-se aos ex-combatentes da guerra do Ultramar.).
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"Ó gentes do meu Batalhão, agora é que eu percebi, esta amizade que sinto, foi de vós que a recebi…"
(José Justo)
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“Ninguém desce vivo duma cruz!...”
"Amigo é aquele que na guerra, nos defende duma bala com o seu próprio corpo"
António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente
referindo-se aos ex-combatentes da guerra do Ultramar
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“Aos Combatentes que no Entroncamento da vida, encontraram os Caminhos da Pátria”
Frase inscrita no Monumento aos Heróis da Guerra do Ultramar, no Entroncamento.
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"Tite é uma memória em ruínas, que se vai extinguindo á medida que cada um de nós partir para “outra comissão” e quando isso nos acontecer a todos, seremos, nós e Tite, uma memória que apenas existirá, na melhor das hipóteses, nas páginas da história."
Batalhão de Artilharia 1914, Tite/Guiné
Não
voltaram todos… com lágrimas que não se veem, com choro que não se ouve… Aqui
estamos, em sentido e silenciosos, com Eles, prestando-Lhes a nossa Homenagem.
Ponte de Lima, Monumento aos Heróis
da Guerra do Ultramar
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quarta-feira, 8 de abril de 2020
Poema do Costa - A vida Militar
O Duque nos Bombeiros de Almada
53 anos (8 de Abril de 1967)
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Comentários surgidos no nosso Facebook:
segunda-feira, 6 de abril de 2020
A propósito do cozido à portuguesa...
sexta-feira, 3 de abril de 2020
quinta-feira, 2 de abril de 2020
Parabéns Carlos Azevedo
Carlos Azevedo
Desejamos-te um feliz dia de aniversário e que tenhas muita saúde.
Tudo de bom para ti.
Um abraço.
Leandro Guedes.
sexta-feira, 27 de março de 2020
Mais um amigo que partiu!
quinta-feira, 26 de março de 2020
Os telefonemas do nosso capitão
Luis Manuel Dias
terça-feira, 24 de março de 2020
Histórias de Guerra - furriel Bernardino da 1743
Faleceu o Furriel Enfermeiro Bernardino.
Contra o "verme"
segunda-feira, 23 de março de 2020
domingo, 22 de março de 2020
sábado, 21 de março de 2020
Parabéns António Cavaleiro
quarta-feira, 18 de março de 2020
Parabéns Raul Soares
segunda-feira, 16 de março de 2020
Parabens Serafim
Leandro Guedes.
Parabéns José Ruivo
terça-feira, 10 de março de 2020
Adiamento do almoço anual
domingo, 8 de março de 2020
A Guiné foi "incontestavelmente" o cenário mais difícil na guerra colonial
Tudo tinha de ser “muito bem calculado”, por forma a ir com
a maré e regressar com a maré. Leiria Pinto comandava um grupo dividido por
duas lanchas. “Os patrões das lanchas eram peritos na zona. Sabiam exatamente
onde se encontravam os bons locais para desembarcar”, referiu.quinta-feira, 5 de março de 2020
Parabéns Francisco Ferreira
terça-feira, 3 de março de 2020
Família Oulman, Amália Rodrigues e o José Justo
Aliás não é só esta Estória, mas sim todo o blog que vale a pena ler. Obrigado companheiro.
segunda-feira, 2 de março de 2020
A propósito do abandono dos militares mortos em combate
domingo, 1 de março de 2020
A Marinha Americana não deixa ninguém para trás...
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020
Pelotão de Morteiros 1039
terça-feira, 4 de fevereiro de 2020
BISSASSEMA, 52 anos depois...!
A tragédia ocorreu numa acção militar na região de
Bissassema, tabanca situada na península a sul do rio Geba, em frente de
Bissau. Alferes Rosa comandava uma força, composta por um pelotão de europeus e
três africanos, ali instalada, no dia 31 de Janeiro, para subtrair o apoio
logístico, manter a segurança afastada e impedir qualquer flagelação sobre
Bissau pelo PAIGC. Num ataque violento de 250 guerrilheiros, penetraram no
dispositivo e obrigaram a força portuguesa a abandorar em pânico, apressada e
desornamente a tabanca para salvar a vida. A fuga foi trágica, com
consequências imprevistas, a que assisti e que, ainda hoje, está no meu subconsciente. Fazia parte da força que, saída de Tite, nessa madrugada, e que foi impotentemente em seu auxílio. Após uma tentativa fracassada de fuga do cativeiro, Alferes António Rosa e mais 25 prisioneiros portugueses, seriam libertados da prisão 'Montanha' na República da Guiné-Conakry, numa acção militar "Operação Mar Verde" pelas Forças Armadas Portuguesas, realizada em 22 de Novembro de 1970, concebida e executada pelo fuzileiro capitão-tenente Alpoim Calvão, com o apoio do Comandante Chefe e Governador da Província Portuguesa da Guiné, brigadeiro António de Spínola.
Passados que foram estes 52 anos, a visão dolorosa do estado
dos militares em fuga para Tite, as lágrimas que corriam nas suas faces, os
olhos cobertos de lama, a maioria descalços, ou mesmo nus, parecendo figuras de
terror, apenas com forças para agarrarem, desesperadamente, a arma, a sua única
salvação para manter a vida, em redor da morte, hoje, podemos questionar-nos:
"será que valeu a pena o sacrifício e a vida destes jovens de ambos
intervenientes na guerra…?"...........................................
Lembro com saudade o amigo Furriel Manuel Nunes Reis Cardoso
bem como 2º. sargento Milicia Manga Colubali, ambos falecidos em combate nessa
noite. Lembro ainda os companheiros que foram aprisionados nessa noite e também
aqueles que tiveram de fugir para Tite para não serem mortos ou capturados e o que
tanto sofreram nessa noite. Leandro Guedes...................................



































