Batalhão de Artilharia 1914

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“Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma”


(Do Padre António Vieira, no "Sermão da Terceira Quarta-Feira da Quaresma", na Capela Real, ano 1669. Lembrado pelo ex-furriel milº Patoleia Mendes, dirigido-se aos ex-combatentes da guerra do Ultramar.).

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"Ó gentes do meu Batalhão, agora é que eu percebi, esta amizade que sinto, foi de vós que a recebi…"

(José Justo)

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“Ninguém desce vivo duma cruz!...”

"Amigo é aquele que na guerra, nos defende duma bala com o seu próprio corpo"

António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente

referindo-se aos ex-combatentes da guerra do Ultramar

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Eles,
Fizeram guerra sem saber a quem, morreram nela sem saber por quê..., então, por prémio ao menos se lhes dê, justa memória a projectar no além...

Jaime Umbelino, 2002 – in Monumento aos Heróis da Guerra do Ultramar, em Torres Vedras
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“Aos Combatentes que no Entroncamento da vida, encontraram os Caminhos da Pátria”

Frase inscrita no Monumento aos Heróis da Guerra do Ultramar, no Entroncamento.

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Sem fanfarra e sem lenços a acenar, soa a sirene do navio para o regresso à Metrópole. Os que partem não são os mesmos homens de outrora, a guerra tornou-os diferentes…

Pica Sinos, no 30º almoço anual, no Entroncamento, em 2019
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"Tite é uma memória em ruínas, que se vai extinguindo á medida que cada um de nós partir para “outra comissão” e quando isso nos acontecer a todos, seremos, nós e Tite, uma memória que apenas existirá, na melhor das hipóteses, nas páginas da história."

Francisco Silva e Floriano Rodrigues - CCAÇ 2314


Batalhão de Artilharia 1914, Tite/Guiné

Não voltaram todos… com lágrimas que não se veem, com choro que não se ouve… Aqui estamos, em sentido e silenciosos, com Eles, prestando-Lhes a nossa Homenagem.

Ponte de Lima, Monumento aos Heróis da Guerra do Ultramar


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sexta-feira, 8 de março de 2013

Dia Internacional da Mulher


Neste dia que se comemora mundialmente, um bem haja às mulheres que fazem parte das nossas vidas.
Para todas elas a nossa homenagem!

segunda-feira, 4 de março de 2013

Bissassema


Caros Companheiros
Mais um ano se passou sobre o desastre de Bissassema, que como sabem ocorreu na madrugada de 3 de Fevereiro de 1968.
Dirão alguns, para quê estar a reviver tudo o que se passou.?
É verdade, mas também é verdade que não podemos deixar de lembrar aqueles companheiros que heroicamente morreram nessa noite ou foram feitos prisioneiros, comendo o pão que o diabo amassou.
Não querendo alongar-me e tendo como unica intenção não deixar passar em claro tão triste data, vou transcrever aqui a "Introdução" ao livro "Memórias de um Prisioneiro de Guerra", escrito pelo Alferes António Júlio Rosa, da CART 1743, que aconselho vivamente a lerem, os que ainda não o fizeram, edição do "Campo das Letras":
 
"INTRODUÇÃO
Os motivos que me levaram a escrever este livro foram, acima de tudo, transmitir as experiências e os factos vividos durante a minha juventude e, em particular, o sofrimento duma guerra colonial de má memória.
Foram momentos notóriamente dificeis que, muitas vezes, revivo quando encontro velhos amigos, ou me encontro só, ou mesmo antes de adormecer.  
Não afirmo que, ao escrever este livro, esteja a recordar alguma faceta ambicionada da minha vida, já que foram quatro anos dum viver acabrunhado pelo desespero de não mais ser lembrado por quem me levara a uma guerra que nunca desejei. É um livro que escrevo a partir do que a memória guardou para dá-lo a conhecer aos meus contemporâneos e vindouros.
Esta decisão não me foi fácil de tomar. Várias vezes ponderei, pois sei que, ao concretizá-la, reviverei momentos muito dramáticos. Todavia, estou decidido a "carregar" as minhas memórias indo assim ao encontro dos anseios de muitos familiares e amigos.
Os factos que vou apresentar reportam-se ao período compreendido entre Janeiro de 1967 e o final de Dezembro de 1970. São relatos baseados na memória, mas tentarei ser o mais preciso possivel.
Em Memórias de um Prisioneiro de Guerra quero, sobretudo, transmitir à juventude o modo de pensar e sentir dum jovem de vinte anos, que após concluir o curso liceal se viu obrigado a cumprir o serviço militar, para poder encontrar um trabalho digno e uma vida futura minimamente estável.
Aconteceu imensas vezes, desde essa época até ao tempo presente, encontrar familiares e amigos a pedirem-me para contar como tudo aconteceu. Só ficaram a saber alguns pormenores e, por vezes, nem acreditavam em mim quando lhes afirmava que isso levaria muito tempo a narrar. Se, por acaso, lerem este livro, chegarão à conclusão que eu tinha razão, pois, como poderão verificar, há imensas atribulações dessa época para relatar.
Ao escrever, o meu estado de espirito foi passando pelas diferentes situações anteriormente vividas: angústias, tristeza, nervosismo, incerteza, rancor, medo e alegria por ter sobrevivido e cumprido, dignamente, a minha função de cidadão!...
António Júlio Rosa"

Desaparecido em combate nesta noite:
- Furriel Mil. Manuel Nunes Reis Cardoso - Pelot. Morteiros 1208
- Soldado Milicia Manga Colubali, da CMIL 7

Capturados pelo IN, nesta noite, todos da CART 1743:
- Alferes Mil. António Júlio Rosa
- 1º. Cabo Geraldino Marques Contino
- Soldado Victor Manuel Jesus Capítulo

 

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

"Toque" a doentes!

 
Carlos Reguila - Tem andado a fazer exames vários e encontra-se melhor.
Manda abraços para todos os companheiros.

Gentil - Está muito melhor desde que fez o transplante. Tem ido a exames de rotina que continuam a ter valores aceitaveis.
Manda um abraço para todos.

Hipólito - Também está melhor da vista e dos dentes, embora agora esteja mal da coluna.
Manda também um abraço para todos.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Mariana Leal, um apontamento acerca do seu trabalho, sobre a Guerra Colonial Portuguesa - pelo José Justo





Bom trabalho da Mariana Leal.
É de admirar e louvar o interesse de jovens, mais propriamente de uma jovem, por um pedaço triste da nossa história, que durante pelo menos trinta anos esteve esquecido. Os treze anos da guerra, e o pós revolução, com o grande drama acrescido que foi a inevitável descolonização (o filme refere os países ex-colonialistas em África).
Nunca consegui compreender o porquê de um país tão pequeno – p. ex. 14 vezes menor que Angola – que teimava obstinadamente em não arranjar solução política para o conflito, mesmo com abalizadas opiniões nacionais e internacionais no contrário.
Este doloroso drama do nosso ultramar, bem escondido (não havia guerra, as NT limitavam-se a fazer policiamento) foi alimentando pequenos (ou grandes) ódios: Os portugueses das colónias não suportavam com agrado os militares, por vezes com razões para isso, e os militares não suportavam comportamentos e situações graves de certos apoios logísticos reais e escondidos, de fazendeiros do interior, às forças dos movimentos nacionalistas de guerrilha.
Os civis viam de certa maneira, nos militares intrusos destabilizadores da antiga ordem estabelecida, e era corrente que as filhas dos colonos brancos, serem instruídas, para que só deveriam “ter olhos” para os militares oficiais??!!
Verdade seja dita, que o isolamento, as privações, os medos, as saudades...tudo isto levava por vezes a refúgios no alcool que não raras vezes levavam as tristes episódios.
Não era por acaso que no quartel muitas vezes faltam frescos (legumes) e outros alimentos, mas não me lembro de falta de tabaco e cerveja!!...
Já dizia alguém: Se na guerra faltasse bebida e droga a guerra seria outra...
No entanto estes ódios renasceram e tudo se agravou, aquando do regresso a Portugal de milhares de pessoas. Muitas injustiças aconteceram de parte a parte!!
É fácil calcular como se sentiriam aquelas famílias, despojadas de tudo para que tinham trabalhado uma vida inteira. Basta imaginar e tentar mentalmente inverter a situação.
Numa retrospeção, poderemos perguntar: que ficou de todo este drama??
A resposta é evidente e igual a todos os outros dramas idênticos, passados e dos nossos dias...muita dor e sofrimento e milhares de mortos e estropiados que pela lei natural das coisas vão desaparecendo, até mais ninguém, a não ser os historiadores, se lembrar.
Gostei, passados 40 anos voltar a ouvir as vozes de dois camaradas de quem lembro muito bem: o “pintassilgo” que em parceria com o Contige, lá nos arranjavam “umas côdeas” para os petiscos.
O camarada Leal, do grande Pelotão Daimler. Bastante admirava este pelotão, sempre os primeiros a sair, estrada fora, no começo dos ataques, e que está ligado a um episódio comigo, numa noite de mais um ataque ao quartel, em que saímos porta de armas fora, eu como atirador de “desenrascanço” agarrado á velha metralhadora Dreyse, o condutor a mandar-me disparar, eu numa atrapalhação total, sem conseguir encaixar o carregador na arma, e finalmente os invólucros dos disparos em brasa a caírem na cabeça do condutor (que pena já não lembrar o nome) ele aos gritos, pois não tinha posto o capacete de aço...
Episódio que ficará para sempre na minha memória e que já tive oportunidade de “postar” num dos meus escritos no Blog do BART.
Renovo os meus parabéns à jovem Mariana Leal, por este documento.
Muito sucesso profissional e familiar para si.
Tudo de bom para todos.

José Justo


segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Guerra Colonial Portuguesa - um valioso e Histórico trabalho de Mariana Leal

A Neta do Alexandre Leal (pelotão Daimler) realizou este apontamento sobre a guerra colonial que vos envio a seu pedido.

Diz ela:

Finalmente o meu trabalho de História está concluído :) Quem quiser ver a minha obra de arte, espero que gostem!!! Obrigado a todos os que me ajudaram a realizar este trabalho.

http://youtu.be/ww4Vq7vpCRY
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O Pica Sinos, respondeu:
Dizer que gostei muito e agradeço o teu empenho que fica para a história. Foi um trabalho bem conseguido. Parabéns Mariana. Um Bejo para ti.
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Na mensagem que mandou ao Pica, disse:

Boa tarde, já terminei o trabalho sobre a Guerra Colonial, obrigado pela ajuda prestada e se quiser pode visualizar o vídeo e dizer o que acha :) Se quiser publicar no blog Bart 1914 está a vontade. Cumprimentos, Mariana Leal
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Responde o Pica, novamente:
Obrigado Mariana, já está publicado na página do facebook e logo que possivel o Guedes vai publicar no bloog da Bart1914

Raul PSinos
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O Guedes escreveu à Mariana:
Boa noite Mariana Leal
Venho agradecer-lhe reconhecido, por este seu excelente trabalho sobre a Guerra Colonial.
Gostei imenso. É mesmo uma verdadeira obra de arte.
É a primeira descendente dum companheiro nosso, a interessar-se pelo tema e a fazer um filme que abrange transversalmente a guerra desde o seu inicio.
Espero que este seu trabalho para História, seja devidamente valorizado.
Para nós tem a nota máxima.
Muito obrigado.
O seu trabalho vai ser agora publicado no nosso blog.
Bem haja.
Leandro Guedes.
 
Mariana Leal deixou um novo comentário na sua mensagem "Guerra Colonial Portuguesa - um valioso e Históric...":

Obrigado por todos os elogios feitos ao meu trabalho, para mim é um orgulho pesquisar e elaborar trabalhos sobre quem fez muito pelo nosso país!
Mariana Leal

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Parabens ao Marinho!

Ao nosso companheiro Marinho, enviamos um forte abraço de Parabens, neste dia do seu aniversário, com votos de boa saúde.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Meu querido, meu velho, meu amigo

 
Belo video enviado pelo Jorge Claro, relembrando nossos Velhos Pais, uns ainda vivos, outros infelizmente já desaparecidos!

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

5 anos de blog - Parabens ao Blog...

Companheiros
Mais um ano se passou, desde a inauguração deste grande meio de comunicação e de encontros entre todos nós, que é o nosso blog.
Para relembrar estes anos, publicamos a seguir os "parabens" que entretanto recebemos, palavras simpáticas que ajudam esta nossa equipa a prosseguir:


um trabalho do José Justo

 Caro Guedes
Vamos celebrar 5 anos com o Blog do Batalhão...Uáuuu!!
O texto deste boneco é principalmente dedicado a ti, e leva apenso um obrigado especial.
Só pretendo expressar de forma simples, a minha admiração pelo teu trabalho e dedicação a esta causa.
Por tempestades e marés altas, por opiniões com ventos contrários, e tantas vezes, simplesmente só para criticar...tens resistido às intempéries e continuado estóica e persistentemente a dar os balões de soro que sustentam a longevidade desta ideia desde 2008.
Garanto-te que eu tal não conseguiria.
Todos os anos repito com pena este comentário, porque todos os anos se repete a falta de material para alimentar este teu/nosso trabalho.
Viajando pela net, tropeço frequentemente com fotos de almoços de dezenas de camaradas de outros batalhões e de outras Áfricas que não a Guiné, e na actualidade o número de convivas é sempre inferior ao que vejo nos nossos almoços!!??.
Sei que tu o Pica o Costa o Hipólito, e vários outros camaradas, todos tem realçado no pessoal, quando se juntam, no interesse de fotos e se possível comentários...mas muito pouco se tem visto.
Enfim!!...eu por mim, e muito fracamente, lá vou dando umas migalhas, modestas, eu sei, mas sempre será alguma coisa.
Se todos dessem um pouquinho que fosse...outras trombetas soariam, e a música seria mais alegre.
Mesmo assim “vale sempre a pena, quando a alma não é pequena”.
Muitos abraços para todos, mas para ti, um pouquinho mais aconchegado.
Desejo que o teu apelo de colaboração para estes cinco anos, desta vez dê alguns frutos.
Parabéns...Continua companheiro!!


Justo


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Caros Amigos
Amigo Guedes:
Em nome do Zé Pedro e do Centro Social dos Montes Altos, desejo associar-me ao aniversário do vosso blog, porque o pessoal do vosso Batalhão é um exemplo de camaradagem e solidariedade, que o vosso Blog, ajuda a manter com o contacto entre os militares do vosso batalhão.

Coube-me a mim, tomar conta de um de vós (o Zé Pedro) vontade de Deus?, só pode. Com isso tive também o privilégio de conhecer alguns de vós, para os quais renovo o convite para virem a Montes Altos, almoçar um borrego a pastora, com um bom vinho nosso.
E só avisar uns dias de antecedência e dizer quantos são.

Um abraço a todos,
Diogo Sotero e
José Pedro Conceição e Sousa (O Zé das vacas em Tite/Guiné)
__________________

 
Caríssimo L.Guedes,

Perdoa, mas passou-me a data.
Também tive alguns contratempos com temporal que por aí estragou muito, eu sei.
Mas isso, apesar de tudo, era de somenos... tendo em conta, isso sim, o teu esforçado trabalho por manter vivo um lugar de convívio, de recordação, até, porque não, de saudade(s)...
Pois, todo o lugar que, em que época for, tivermos já calcorreado, esse mesmo sítio é momento de peregrinação mental, de rememorização, logo saudoso!
É um ponto de vista meu, certamente, e não pretendo com ele fazer escola, isto é, deste modo de sentir e reagir ter seguidores.
Voltando ao início, tem paciência com escribas como eu... é que, a vontade de te ajudar é real... os talentos são-no, contudo, diminutos.
Segue em frente.
Tens o meu aplauso, o meu bem-haja, o meu apoio.

Abraço do camarada e amigo,

Luís Manuel Dias
tm 918346325

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Embora com alguns dias de atraso, aqui estou hoje para dar os meus Parabéns ao "BART1914" pelo seu 5º aniversário.....!!!!

JÁ PASSARAM 5 ANOS....!!!!

E quanto já se escreveu....???
E quanto já se disse sobre tanto do que há tanto se passou...????
E quantas oportunidades de reencontro este espaço já proporcionou....???

Quando se é visitante assíduo do "Bart1914", facilmente se percebe a dedicação e o empenho desmedidos que têm sido dados a esta causa....!!!!
Reconheço que não é fácil...., mas o resultado revela-se fabuloso e é certamente muito gratificante para quem contribui para o desenvolvimento deste grandioso trabalho....!!!
Parabéns a todos.....!!!!

Albertina Granja
http://diversidadesquecidas.blogspot.com
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DO FACEBOOK DO BART 1914, TRANSCREVEMOS ESTES COMENTÁRIOS...


Te Martins Parabéns Bart Tite Guine Bissau

  • Natércia Guedes Leite PARABENS ao autor, aos co-autores,aos recordados,aos referenciados,às vossas vivencias e recordaçoes, às tristezas e emoçoes, às alegrias e ao interesse que todos mantem na construçao deste blog e sobretudo no "oxigenio" permanente...um abraço a todos em especial ao meu irmao (LG...)ahahahah!!:)

  • Jorge Claro PARABENS AMIGO!

  • Vitor Serafim UM ABRAÇO PARABENS

  • Raul Pica Sinos Parabens ao Blog

  • Joaquim Caldeira Parabéns ao BART 1914

  • Maria Albertina Granja Parabéns.., outra vez....!!!!

  • Carlos Justo Muitos parabens ,ao blog e muita saude e alegria ,para os que acompanham,este blog
  • ____________________
    de Joaquim Cosme  

    Só conheço o Leandro Guedes de quem sou muito amigo mas envio parabéns para todos.
    Fui soldado antes da Guerra do Ultramar pelo que não passei por aquilo que vocês passaram.
    Um abraço.

    Joaquim Cosme

    Boinas Negras - apêlo!

    Bom dia,

    Estou a tentar fazer uma colectânea de fotos e demais material acerca dos boinas negras que estiveram na Guiné, em Fulacunda, Tite, Bissau... entre o período de 1969 e 1971.
    Tem fotos que me possa disponibilizar?
    Sou filha de um um furriel - Daniel Oliveira e conhecida do tenente Morais.
    Aguardo expectante noticias!!
    Cumprimentos,
     
    Ana Oliveira
    aoliveirira@gmail.com
    _____________________
    nota-
    Companheiros.
    Se alguém tiver elementos que possa facultar a esta nossa visitante, agradece-se que lhos forneça, se assim o entender..

    quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

    ... aqueles que por obras valorosas, se vão da lei da morte libertando...

    "Quadro de Honra"

    Caros companheiros
    Após uma leitura superficial da lista de ex-combatentes Mortos na guerra colonial, na Guiné-Bissau, publicada na revista de Domingo passado do CORREIO DA MANHÃ, verificámos que não fazem parte dessa lista, alguns companheiros de algumas Unidades militares que Tombaram durante a nossa estada em Tite.
    São eles:
    -
    • Victor Manuel Carvalho Amaral
    • Soldado - CART 1743
    • Falecido em Tite, a 3/3/1967
    -
    • António Maria Ferreira Soares
    • Furriel Miliciano - CCAÇ 1567
    • Falecido no rio Geba, a 14/5/1967
    -
    • Bacar Injai
    • Soldado Milícia - CMIL 6
    • Falecido em Tite, a 3/6/1968
    -
    Se algum de vós tiver registo credível e completo acerca das Unidades estacionadas em Tite,  agradecemos seja conferido a referida lista e nos comuniquem o que estiver em falta ou a necessitar de rectificação.
    Abraços cordiais.
    LG.

    quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

    Vitor Barros e o temporal

    No passado fim de semana, o tremendo temporal que se abateu no nosso País, também afectou o Vitor Barros. Conforme se pode ver pelas imagens que ele nos enviou, o seu prédio, que fica na Marinha Grande,  foi muito danificado. 
    Um abraço ao Vítor Barros.







    domingo, 20 de janeiro de 2013

    23 de Janeiro de 1963 - A guerra na Guiné começou em Tite, há 50 anos.

    pags 30 e 31 da referida revista

    Caros companheiros
    Através do "alerta" do amigo Joaquim Cosme, fui à procura da revista do CORREIO DA MANHÃ
    de hoje, domingo dia 20, a qual trás um extenso artigo sobre a guerra colonial na Guiné/Bissau.
    Descreve vários episódios, entre eles o inicio da guerra, que como sabem aconteceu em Tite, em 23 de Janeiro de 1963, faz agora 50 anos. Sobre isto, transcrevemos este pequeno excerto:
    São feitos vários relatos, nomeadamente da operação Mar Verde, que libertou os nossos companheiros presos em Conakry.
    É também referenciado o trágico encontro dos Majores, que resultou na morte dos mesmos e de um Alferes, por elementos afectos ao IN sob as ordens de André Gomes, Pedro Pires, Luis Cabral e Nino Vieira, como tem sido largamente noticiado através de vários programas vindos a publico na televisão e jornais.
    É também publicada a lista completa dos companheiros mortos na Guiné, entre os quais aqueles que fizeram parte da CCS e das restantes Unidades aquarteladas em Tite, e das companhias que faziam parte do nosso Batalhão, mas que foram para outras paragens. A este respeito é dito a certa altura:

    "A listagem dos militares das Forças Armadas Portuguesas mortos durante o período de guerra na Guiné, entre 1963 e 1974, é um trabalho em aberto. A preservação dos registos e informações foi negligenciada com a independencia dos novos paises africanos de língua Portuguesa. A recolha que adiante apresentamos, com 3046 nomes de militares idos da Metrópole e recrutados localmente, foi cedida pela Liga dos Combatentes, que faz trabalho importante pela preservação da memória."

    É ainda exibida a foto que assinala o ultimo arrear da bandeira nacional, em Mansoa.
     
    Vale a pena ler esta revista de hoje do CORREIO DA MANHÃ, A QUEM, COM A DEVIDA VÉNIA, AGRADECEMOS TÃO IMPORTANTE E HISTÓRICO ARTIGO.

    terça-feira, 15 de janeiro de 2013

    Momento de poesia - pelo Luis Dias


    Anjo Meu Lindo

                (a propósito … duma inspiração)
     
    Rompem-se-me as teias, aqui sozinho,
    mau grado a triste e lúgubre noitada.
    Posto ao vento, duro, seco, escarninho,
    ao frio e à neve sem fim, endoidada.

     Amor, da longa vida e perturbada,
    na angústia, só teu, quisera ser
    e, em ti, enovelar-me… acoitado.
    Oh, este destino, vívido e terno!...

    Postou-se-me, agora, o contentamento
    fútil de ondas, num largo turbilhão…
    Prestes, nas agruras, sim, lamento,

    De ti, de teu corpo em of’recimento
    Lúdico, querer…, anjo lindo, em vão,
    A ti, meigo ser, em deslumbramento.
     

    LM, “insónias”, 31DEZ2012 [02h50]

    segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

    Costa, antes e depois

    Deambolando pelo "face" do BART 1914, não é que vou lá encontrar estas duas excelentes fotos do nosso Costa.
    Separam-nas 40 anos, já que na primeira tinha 27 e agora tem 67. Mas as diferenças não são nenhumas... Sempre elegante, e bem apessoado!
    Os nossos votos são para que continues bem companheiro..
    Abraços.
    LG.

    "Eu me sinto abençoado por receber tanto amor...de pessoas tão especiais.
    Pessoas normais existem muitas à nossa volta....agora especiais, são raras...
    E eu sou um privilegiado...pois tenho muitas pessoas especiais na minha vida.
    Não tenho palavras para
    agradecer tanto o amor da minha filha.... como,
    as minhas antigas e novas amizades aqui do facebook. Quando coloquei estas duas fotos, nada mais me motivou que não fosse uma brincadeira para comparar a diferença de 40 anos na vida de uma pessoa. Para as “meninas” vai daqui um abraço caloroso e obrigado por gostarem de mim.
    Para o “menino” que diz que estou velho caquético, eu respondo:
    “Vade retro” Rrriissooss!"

    José Costa

    domingo, 13 de janeiro de 2013

    Dois artigos do alf. Moreira, da CART 1690.

    O Justo enviou-nos este artigo do alf. Moreira da CART 1690, que como sabem pertencia ao nosso Batalhão, artigo este datado de 1995, publicado no Jornal Badaladas e que o Justo encontrou nas suas pesquisas. Relata as dificuldades e a bravura dos homens desta Companhia.

     
     
    Há duas semanas atrás, saiu no Badaladas mais um artigo do alf. Moreira sobre a sua Companhia, que aqui transcrevemos, com a devida vénia.
     
    

    sábado, 12 de janeiro de 2013

    Fernando Pessoa - uma proposta do Zé Justo.


     
    “Um dia a maioria de nós irá separar-se.
    Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora,
    das descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos,
    dos tantos risos e momentos que partilhamos.
    Saudades até dos momentos de lágrimas, da angústia, das
    vésperas dos finais de semana, dos finais de ano, enfim...
    do companheirismo vivido

    Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre.
    Hoje não tenho mais tanta certeza disso.

    Em breve cada um vai para seu lado, seja pelo destino ou por algum desentendimento, segue a sua vida. Talvez continuemos a nos encontrar, quem sabe... nas cartas que trocaremos.
    Podemos falar ao telefone e dizer algumas tolices...
    Aí, os dias vão passar, meses... anos... até este contacto se tornar cada vez mais raro.
    Vamo-nos perder no tempo...

    Um dia os nossos filhos verão as nossas fotografias e perguntarão:
    "Quem são aquelas pessoas?"
    Diremos... que eram nossos amigos e... isso vai doer tanto!
    -"Foram meus amigos, foi com eles que vivi tantos bons anos da minha vida!"
    A saudade vai apertar bem dentro do peito.
    Vai dar vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente...
    Quando o nosso grupo estiver incompleto... reunir-nos-emos para um último adeus de um amigo.
    E, entre lágrima abraçar-nos-emos.
    Então faremos promessas de nos encontrar mais vezes daquele dia em diante.
    Por fim, cada um vai para o seu lado para continuar a viver a sua vida isolada do passado.
    E perder-nos-emos no tempo...
    Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo: não deixes que a vida passe em branco, e que pequenas adversidades sejam a causa de grandes tempestades...

    Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!"

    Fernando Pessoa

    Curiosidade àcerca do Emblema dos Montes Altos, a casa do Pedro.


     

    Caro amigo Sr. Diogo Sotero
    Como tem passado?
    Há dia, quando passava pelos Bombeiros de Torres Vedras, encontrei lá um galhardete do Centro Social dosMontes Altos.
    Gostava de saber qual a ligação que houve, ou há, entre o Lar e os Bombeiros de Torres Vedras.
    Um abraço e votos de Bom Ano.
    --
    Leandro Guedes.
    __________________________
    Caro amigo,
    Bem gostaria de lhe dar uma resposta, mas não faço a mínima ideia da razão desse galhardete nos bombeiros de torres vedras.
    Posso adiantar que a nossa relação de solidariedade com o País é muito diversificada, temos muitos amigos em vários lugares do País, sendo que torres vedras tem lugar de destaque, pois temos amigos do coração nesse concelho, nomeadamente a povoação de cambelas, de onde é natural o criador do nosso emblema, de seu nome Fernando Rodrigues.
    Será que algum familiar dele é bombeiro e levou o emblema?
    Também estou curioso.

    Abraço amigo
    Diogo Sotero

    Vamos procurar saber.