Batalhão de Artilharia 1914
“Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma”
(Do Padre António Vieira, no "Sermão da Terceira Quarta-Feira da Quaresma", na Capela Real, ano 1669. Lembrado pelo ex-furriel milº Patoleia Mendes, dirigido-se aos ex-combatentes da guerra do Ultramar.).
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"Ó gentes do meu Batalhão, agora é que eu percebi, esta amizade que sinto, foi de vós que a recebi…"
(José Justo)
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“Ninguém desce vivo duma cruz!...”
"Amigo é aquele que na guerra, nos defende duma bala com o seu próprio corpo"
António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente
referindo-se aos ex-combatentes da guerra do Ultramar
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“Aos Combatentes que no Entroncamento da vida, encontraram os Caminhos da Pátria”
Frase inscrita no Monumento aos Heróis da Guerra do Ultramar, no Entroncamento.
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"Tite é uma memória em ruínas, que se vai extinguindo á medida que cada um de nós partir para “outra comissão” e quando isso nos acontecer a todos, seremos, nós e Tite, uma memória que apenas existirá, na melhor das hipóteses, nas páginas da história."
Batalhão de Artilharia 1914, Tite/Guiné
Não
voltaram todos… com lágrimas que não se veem, com choro que não se ouve… Aqui
estamos, em sentido e silenciosos, com Eles, prestando-Lhes a nossa Homenagem.
Ponte de Lima, Monumento aos Heróis
da Guerra do Ultramar
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domingo, 3 de julho de 2011
Joaquim Caldeira
Faz-me o favor. Publica isto
Já fui ver quem é o Hipólito. Confesso que não faço ideia dele. Pudera! Passados tantos anos e tantas Anas!
Mas não é importante eu poder lembrar-me dele. Basta saber que ele se aventurou, tal como eu e nós, acrescentando um pouco de história a este pobre Portugal.
E, ainda por cima, é generoso. Teve uma gentileza para comigo. Enviou-me uma lembrança.
Agradeço a ele e a todos os que deram alma ao BLOG que foi um impulsionador de reencontros daqueles que, doutro modo, nunca mais estariam por perto.
Ao Hipólito, o meu obrigado. Aos restantes um até sempre e o meu abraço.
Com amizade
Joaquim Caldeira
Ex-Furriel Milic. C.CAÇ 2314
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Hipolito disse...
O seu, a seu dono . . .
Fui apenas o "despachante" das lembranças, "roncos", ideia que, em boa hora, o Pica Sinos, vai levando a bom porto.
E não perde nada em não se lembrar desta linda prenda, olhe para o que lhe digo . .
sábado, 2 de julho de 2011
Hoje comemora-se mais uma vez, o aniversário do Zé Pedro, nos Montes Altos
Companheiros
Cerca das 11:30 devem chegar à Mina de S.Domingos, alguns companheiros nossos e esposas, num total de 17 pessoas.
Vão comemorar com o Pedro e os funcionários do Centro Social dos Montes Altos e seu director Sr. Diogo Sotero, o aniversário que ocorreu a 29 de Junho (dia de S.Pedro).
São nossos votos que tenham um bom almoço e que façam boa viagem.
E mais uma vez os nossos parabens ao Pedro.
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Rotundas
“Dê 30 voltas à rotunda”
“E depois”?
“Chumbê”
Diz o primeiro:
“atã, contaste mali?”
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Do Hipólito, acerca dos anos do Pedro...
Já vi !, na ausência de encómios à veia poética, que antevia laudatórios (nem um, pr’ámostra!), não vingou esta minha reciclável vocação serôdia . . .
Deus, nosso senhor, é que sabe ! Escreve, muitas das vezes, direito, por linhas tortas . . .
De futuro hipotecado, nas artes, como nas letras, ligo à terra, isto é, arreio (de largar, de anacar), para minha frustração.
Mas, o caso, o do arreio, é que embarrilo, ao perorar, nestas subtilezas do português.
Até tenho receio de ser mal traduzido, como, parece, o venho sendo.
Reparem: arreio (de burro), arriar (de largar), arriar a bandeira, a giga e, até (uma desfaçatez!), arriar o calhau ! . . .
E até, o meu pai, dizia: “põe-te a pau, não faças indecente e má figura, que ainda te arreio”.
É bem capaz de me ser congénita esta propensão, a dita, indecente e má figura.
E é, está na cara, areia, de mais, pr’á minha camioneta, intrometer-me nestas “charlas linguísticas”.
Por isso, adiante . . .
quarta-feira, 29 de junho de 2011
O Pedro faz anos hoje, dia de São Pedro
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No próximo Sábado dia 2 de Julho, deslocam-se aos Montes Altos, cerca de 17 mastigantes, alguns deles acompanhados pelas respectivas companhias, a fim de comemorarem com um lauto almoço, o aniversário do Pedro.
Parece que o almoço vai ser COZIDO DE GRÃO, que já fez as delicias de outros amigos que há um ano foram também comemorar com o Pedro, o seu aniversário.
Para todos bom almoço e que façam boa viagem.
E mais uma vez o nosso agradecimento ao Sr. Diogo Sotero e respectiva equipa, sempre tão prontos e simpácticos para estes acontecimentos.
Aqui vai a
EMENTA:
Sopa de legumes
Gaspacho com peixe frito
Borrego assado no forno
Fruta da época (Ameixas/Figos/Melancia
arroz doce.
Bom apetite para os que vão.
segunda-feira, 27 de junho de 2011
domingo, 26 de junho de 2011
Pôr do Sol em Santa Cruz
sábado, 25 de junho de 2011
Voluntariado na Guiné-Bissau
É uma noticia interessante que mostra a força de vontade que anima muita gente em favor de melhores condições de vida para as pessoas daquele país.
sexta-feira, 24 de junho de 2011
ex-alf. Moreira da CART 1690, leva Estado a tribunal
É mais uma causa deste advogado de Torres Vedras e que pertenceu a uma Companhia do nosso Batalhão.
Com a devida vénia publicamos o artigo do Badaladas que faz referencia ao facto.
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Noite de São João - no Porto.
Cerca da meia noite começa o fogo de artificio na Ribeira, junto à Ponte D.Luiz, frente a Vila Nova de Gaia.
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Raul Pica Sinos disse...
Finalmente, alguém do norte, angariou coragem para escrever sobre as festividades do S. João no Porto. Creio ser deveras gratificante para a cidade e para aqueles milhares de pessoas que por esta ocasião a visitam, com o intuito de com os naturais comemorarem a data em honra do santo e não só.
Bom em jeito de bricadeira quero dizer ao Guedes, que quem no Porto ou arredores quizer vir passar o S. João a Almada, o horário dos comboios é o mesmo, só que em sentido contrário, com ligação directa da estação do Oriente ao Pragal, sendo esta uma das freguesias mais tipica de Almada. E Viva o S. João
Pica Sinos
24 de Junho de 2011 12:05
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Hipólito disse...
Desta, estiveste muito bem, Guedes ! Aleluia !
E, não te apoquentes lá c’o (S. João) de Almada.
Esse, não é (João)) Baptista.
É o (S. João) de Latrão.
Que, como sabes, latrão, na evolução do latinório pr’ó português, deu, nada mais, nada menos, que ladrão ! . . .
S. João de Almada ?!!! Só cá faltavam esses ! . . . e os comboios pr'ó Pragal ! . . .
Um abraço
Hipólito.
quarta-feira, 22 de junho de 2011
"Quem vai à guerra"
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Hipólito, o "salotra"...
Acusa-me, aquele “lingrinhas”, do costume, passe a blasfémia, de me “baldar” ao blog, não dando à “pena” . . ., como na adolescência e, ora, gostaria, ainda, . . ., ele, como eu . . .
Uma “infelismência”, a olho nu, logo detectada pelo urologista, que consultei e que, imaginem, me receitou muito namoro e amor ! . . .
Agora ?! . . . olhem-me este pastorinho da Cova da Moura, vá diagnosticar lá pr’ós quintos do . . . etc. !!
É que, desmotiva um “home”, o passar, decididamente, ao lado de uma brilhante carreira.
E, por via disso, ficar fosquinhas e resiliente, pior (não prior) que os compadres . . .
Um ou outro guerreiro, ali, confessadamente, em primeiras núpcias, e muitos, presumidamente, em segundas ou terceiras, se tanto, atentando nos trejeitos, à “alonso pasmado”, que transpareciam das suas ascéticas posturas.
Ao invés, em Tite, esfalfava-me para ter meia dúzia, mal medida, de gatos pingados, na capelinha e, sobretudo, na limpeza das teias de aranha da imagem protectora dos abstrôncios das transmissões.
Admito, não me caem os parentes na lama.
Já sem arcaboiço para arcar com tamanha responsabilidade (de ajudar a guiar-vos no bom caminho) !
Vamos lá ver se me safo, ao menos, na poesia.
Castrado de fusível para a prosa, permitam, vos veicule, aqui, a veia poética assolarpada, que desconheceis, mas que, desde o berço, se me colou, emergiu, ora, à tona, felizmente, digo eu, e, com vossa permissão, vos passo a mimosear:
Não vos dizia ?!! . . .
Hipólito
domingo, 19 de junho de 2011
Parabens ao bébé Hipólito, o ajudante eclesis...
Sabemos, por experiencia própria que é uma idade um pouco conflituosa, tal qual a da adolescencia...
Mas daí até o nosso Hipó ter deixado de escrever para o blog, vai uma distancia muito grande.
Por isso neste dia de aniversário desejamos-lhe tudo de bom, principalmente saúde, na companhia da esposa e restante familia e que lhe surja do além alguma inspiração na pena para nos deliciar com os seus escritos, por todos admirados.
Um abraço caro amigo e companheiro e até breve, esperemos!.
Parabens.
LG.
Acrescentar que quando for oportuno, a placa agora publicada, lhe será entregue pessoalmente e, do momento será feito um filme. Ficamos na espectativa do nome do restaurante e morada, do respectivo menú, é o que esperam os convivas/mastigantes assistentes.
E o Hipólito disse:
E o José Costa - Ovar disse:
Amigos!
Por isso me lembrei de colocar aqui estas fotos de selos, que há época eram os que circulavam nas cartas oriundas da Guiné-Bissau e por ele, Hipólito, vendidos lá em TITE.
Abraço-vos, mas que me desculpem os restantes, um especial ao Hipólito!
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Mais um guerreiro encontrado... pelo Hipólito, Cabito e Barbosa!
Para integrares na lista do pessoal a convocar para o próximo convívio, hoje mesmo, o cabito, o Barbosa e eu, fomos à demanda de um guerreiro que sabíamos viver em Castelo de Paiva e encontrámo-lo vivinho da silva, de ótima saúde e com uma memória prodigiosa.
Trata-se do
António Moreira Pinto
Sapador
Casal- Sobrado
508-213 Castelo de Paiva
tel. 255688405
Lembrou ele que o Monteiro (seu furriel nos sapadores), que tinha a mania que sabia de boxe, muitas levou para contar naquela arte . . .
Um abraço
Hipólito
terça-feira, 14 de junho de 2011
HOJE, Dia 15 de Junho, a seguir ao Telejornal, na RTP 1
Quarenta anos depois do fim da guerra do Ultramar, ainda existem ex-militares africanos a viver em quartéis portugueses. Alguns estão ilegais, outros perderam a nacionalidade e todos esperam o momento de poder regressar aos seus países. Numa situação de pobreza extrema aguardam pela resolução do moroso processo para obter uma pensão como deficiente das Forças Armadas.
ESQUECIDOS PELA PÁTRIA
"Esquecidos pela Pátria" é uma Grande Reportagem da autoria do jornalista Jorge Almeida, imagem de Jaime Guilherme, edição de Luís Vilar, pós-produção áudio de Rui Soares e produção de Amélia Gomes Ferreira.
Jorge Almeida
Jornalista RTP
Cell - +351 919004240
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Repatriamento de militares mortos em combate na Guiné
Segundo noticias vindas a publico, a Liga dos Combatentes reuniu num unico cemitério em Bissau, 51 camaradas Portugueses mortos em combate na Guiné e que estavam espalhados por vários locais do território.
Agora, se os familiares tiverem dinheiro e pagarem, vêm para Portugal, senão ficam lá.
Entretanto a TAP e a LIGA DOS COMBATENTES, chegaram a acordo para repatriarem os corpos, cujas familias sejam carenciadas, a preços reduzidos ou mesmo gratuitamente.
Mas não foi a TAP nem a LIGA DOS COMBATENTES que nos mandaram para lá - foi o ESTADO PORTUGUÊS...
Discursos são importantes, mas são precisas obras e que se assumam as responsabilidades...
domingo, 12 de junho de 2011
Faleceu D. Cecilia Supico Pinto
Cecília Supico Pinto
(fazia 90 anos de idade, no dia 30Mai2011)
Esta noticia chegou-nos pela mão do nosso amigo José Parente:
Cecília Maria de Castro Pereira de Carvalho Supico Pinto (Lisboa, 30 de Maio de 1921 — 25 de Maio de 2011), conhecida popularmente como Cilinha, foi a criadora e presidente do Movimento Nacional Feminino, uma organização de mulheres que durante a guerra do Ultramar prestou apoio moral e material aos militares portugueses. Nesse cargo atingiu grande popularidade e uma considerável influência política junto de Oliveira Salazar e das elites do Estado Novo. Visitou as tropas em África e promoveu múltiplas iniciativas mediáticas para angariação de fundos.
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O Movimento Nacional Feminino (MNF)
O Movimento Nacional Feminino foi fundado no dia 28 de Abril de 1961. Foi uma iniciativa de Cecília Maria de Castro Pereira de Carvalho Supico Pinto, organização apolítica e patriótica, destinada a unir as mulheres portuguesas no apoio aos militares em serviço no Ultramar.
Cecília Supico Pinto conhecida por Cilinha, foi escolhida para presidir ao Movimento. A primeira sede do Movimento a que aderiram mães, esposas, irmãs e madrinhas de guerra, nasceu num pequeno quarto no Largo Luís de Camões, em Lisboa. Do grupo inicial fizeram parte, entre outras, Maria Luísa Bobone, Teresa Mónica, Maria da Glória Barros e Castro, Madalena Câmara Fialho. Maria Antónia Torres Pereira e a enfermeira Deolinda Santos. O número de mulheres aderentes foi crescendo chegando a mais de 80 000.
O apoio moral e material aos nossos militares foi-se traduzindo em múltiplas coisas, das quais há a destacar os famosos aerogramas, isentos de franquia, um disco long-play, distribuído no Natal de 1971, reunindo interpretações de vários artistas nacionais e as visitas às frentes de combate da Cilinha e de muitas outras dirigentes do MNF. Vestida de camuflado, dormiu em tendas de campanha, esteve debaixo de fogo e embrenhou-se na mata com os militares, chegando a sofrer um acidente que a obrigou a andar de muletas com um pé engessado. Nada a deteve na sua campanha. O seu lema era "Por Deus e pela Pátria".
Ruy Miguel
sábado, 11 de junho de 2011
A PROPÓSITO DOS SANTOS POPULARES E DO SEU SANTO PADROEIRO
Ou ela não usa calças
Stº António, diz-se, que é conhecido como o protector dos pobres, do auxílio na busca de pessoas ou objectos perdidos e, amigo nas causas do coração, nomeadamente no auxílio às moças solteiras a encontrar noivo. Nasceu, em Lisboa, no dia 15 de Agosto de 1195, e morreu, em Pádua (Itália), aos 36 anos de idade.
Se eu fosse o cravo vermelho
As festividades da cidade desenvolvem-se por vários dias, mas é na noite de 12 para o dia 13 de Junho, o feriado municipal em honra do Santo, que se verifica maior frequência da população nos arraiais montados pelos bairros populares, onde os vasos com os manjericos enfeitados com pequenas bandeiras de papel, ostentam frases/rimas bem populares, que se esgotam nas mãos das vendedeiras.
Contam os entendidos que as Marchas Populares no País têm como exemplo, as marchas que o povo francês, no final do sec. XVIII, realizava em Junho. A estas marchas que chamavam “marche aux falambeaux” tinham como objectivo celebrar a tomada da Bastilha. O povo francês, transportando archotes acessos na mão, dançava ao som das fanfarras. Com as invasões napoleónicas – a Marche aux Flambeaux – o povo português assumiu o costume e, passou a chamar-lhe a - Marcha ao Flambó -. Só que em vez de archotes acesos usava balões de papel enfiados num pau. No ano de 1932, em Lisboa, foram incluídas nas festividades em louvor de Santo António.
Cravo, manjerico e vaso
Pica Sinos
Bom dia Raul
Já tenho saudades das marchas e das quadras dos Santos Populares.
Vamos ver se este ano aí vou dar uma saltada.
Obrigado e
Bom fim de semana
Raul Soares
Hipolito
Estás com uma pedalada, Arraul ! . . .
Excelente narrativa sobre o santo Antoninho de Pádua . . .
Sobre o S. João, está quieta, Rosa . . .
A primeira e última vez que lá fui, ao S. João, sejamos claros, já lão vão uns quarenta aninhos, apanhei uma gastro-enterite, com uma “murraça” de vinho, que me impingiram. Vai daí, jurei, nunca . . ., nunca . . ., nunca mais . . .
De maneiras que . . ., quanto a este assunto, estamos conversados . .
Leandro Guedes
Santo António e o sacristão
senhores de fados e hinos
arranjaram uma namorada
ao amigo Pica Sinos
Casaram e são felizes
dançam nos bairros de lisboa
comem boa sardinha assada
salada, pimentos e broa
(autor desconhecido)
Com o rabo de fora
sexta-feira, 10 de junho de 2011
A mutilação genital feminina na Guiné-Bissau
Guiné-Bissau: Parlamento aprova legislação que proíbe mutilação genital feminina
O parlamento da Guiné-Bissau aprovou segunda-feira a legislação que proíbe a mutilação genital feminina no país, disse esta quarta-feira Fatumata Baldé, presidente do Comité Nacional para o Abandono de Práticas Tradicionais Nefastas à Saúde da Mulher e da Criança.
A legislação foi aprovada com 64 votos a favor, três abstenções e um contra. Segundo Fatumata Baldé, "foram décadas de luta" que se "concretizou com a adopção daquela medida legislativa", mas o trabalho "começa agora".
"O trabalho para nós começou mesmo agora porque tendo em conta que é uma prática secular não podemos pensar que a adopção de uma lei automaticamente irá pôr fim a essa prática", afirmou.
Para Fatumata Baldé, a partir de agora é preciso "arregaçar mais as mangas e ir ao terreno" para se começar "novamente com as acções de sensibilização e informação" das comunidades.
"É importante nós continuarmos com as nossas sessões de formação e informação das nossas comunidades para se abandonar a prática", disse.
Fatumata Balde disse também que vai continuar a trabalhar no sentido de o Governo incluir no currículo escolar informação para o abandono de práticas tradicionais nefastas e envolver as religiões islâmica, católica e evangélica no combate contra a mutilação genital feminina.
A lei aprovada pelo parlamento guineense prevê penas de prisão que variam entre um e cinco anos para as pessoas que façam mutilação genital feminina e para as que levam as crianças à 'fanateca'.
Correio da Manhã, 9 de Junho de 2011, 01h25
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Concurso de Poesia (continuação)
1º Prémio
JANELA ABERTA
Numa casinha perdida
Feita de porta e janela
Abriu os olhos à vida
Uma flor muito bela
Meu botãozinho de rosa
Meu brinquinho de princesa
Chamava-lhe a mãe, vaidosa
Ao pôr a sopa na mesa.
Passaram as estações
O estio, o frio, a geada
O vento trouxe ilusões
E a flor alvoroçada
Voou com novas paixões
Pra lá da curva da estrada.
Colheu perfeitos-amores
Em varandas coloridas
Bailou em ramos de flores
Com rosas e margaridas
De repente vacilou
Ao ver-se numa lapela
Com emoção recordou
Ser uma flor à janela.
Teresa Sarzedas -
2011
(Pseud. Tejo)
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Tema Livre
2º Prémio
TALVEZ
Olhaste-me um dia
Eu perdi-me nesse olhar
Sereno todo de céu
Intenso todo de mar.
Perdi-me não me encontrei
E ainda hoje à deriva
Sou uma escrava cativa
De uns olhos que logo amei.
E quando a hora é tardia
Na prisão desta saudade
Eu grito p´la liberdade
P´ra te ver mais uma vez
E se a palavra for vadia
Talvez que um olhar de céu
Talvez que um olhar de mar
Me abrace no outro dia
Talvez...
Maria do Espírito Santo -
2011
(Pseud.- Noite Branca)
terça-feira, 7 de junho de 2011
Almoço anual da CART 1743 - em Tancos
ANDRADARTE
Como estamos no fim do ano lectivo venho aconselhar-vos uma visita ao blog do meu amigo Andrade.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Concurso de Poesia
Vamos trazer-lhes três poemas escritos por colegas da Universidade de T.Vedras, que foram presentes ao Concurso de Poesia da Universidade da Terceira Idade de Abrantes. Estas três poesias ganharam o 1º., o 2º. e o 3º. prémios
Vamos hoje publicar aquela que ficou em terceiro lugar:
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FAZES-ME
FALTA
Fazes-me falta, VIDA
Nem me fales em partida
Que isso me faz doer
Quero-te bem atrevida
Bem-disposta, divertida
Para me proteger.
Adoro se de manhã
Vens com pezinhos de lã
E me puxas o lençol
Com as torradas já na mesa
Barradas com a surpresa
De mais um dia de Sol.
Talvez mereça castigo
Se já me zanguei contigo
E te fiz entristecer
Mas sempre ficaste a meu lado
Deste-me força e afago
Não partas!Que posso morrer!
Teresa Sarzedas -
2011
(Pseud.- Pomar)
domingo, 5 de junho de 2011
A PROPÓSITO DO DIA DA ESPIGA NA MARINHA GRANDE
Tem um bom dia amigo
Obrigado, disse.
Bom dia Raul Pica Sinos
Como nasci e vivo relativamente perto da Marinha Grande e o meu Pai fornecia madeira para as Fábricas de vidro, conheço esta história. Aqui na minha zona também se faz este tipo de “festa”.
Um abraço
Raul Soares













