quinta-feira, 25 de junho de 2026

Poemas apõs a operação ao coração - Luis Manuel Dias

 

Luis Manuel Diaspublicou noBart Tite - Guiné



Há 4 anos publiquei ‘’Quisera Ser… Assim’’, este soneto.

Hoje, relendo-o, sinto o mesmo que então, um ímpeto vero.

Assim, o reponho, para releitura duns e, decerto, prima leitura de muitos!

Abraço, a todos vós, Meus Amigos e Ledores, com suma amizade.

(LMD, 25.06.26)

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HOJE, POESIA!

Dela me direis, Amigos Meus, quanto vos tocar.

Bjs e abraços, como uso vo-los distribuir.

À leitura, pois então:

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QUISERA SER… ASSIM!

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‘’Uma mão cheia de nada… outra de coisa nenhuma!’’

(ditado popular)

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Quisera servente ser da fresca lusa língua

Quisera da fala bela outrossim mui amar

Quisera do fadário porventura ser livre

Quisera neste mundo – oh sim! – ir e errar

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Pudesse ao invés mudava tudo do visto

Pudesse ficava lá nada como previsto

Pudesse um aranzel armava estrídulo

Pudesse parado no ar ficava-me acídulo

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Pois sim, me perturba e me agrada a vida

Pois sim, comovido ouço canto e belo som

Pois sim, combato, luto, resisto por bom

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Assim, me sirvo e uso com amor a Pátria

Assim, lhe canto com prazer, endereço loas

Assim e por fim cá resido, na ditosa Mátria!

LMD, 25.06.22.

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N.B.: Não rima, na mór parte, este meu versejar.

Contudo, de mim brotou como o sinto, franco, verdadeiro.

LMD. Ver menos

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