terça-feira, 30 de junho de 2026

Mais um artigo do Luis Manuel Dias

 


''A Matilha''…

Há 9 anos - 25Fev17 – partilhei convosco, Amigos e Ledores, o que abaixo está.

Hoje, torno a publicá-lo, pelo encanto, graça, originalidade e ironia, tão precisos no tempo que percorremos, que vamos vivendo…

Lêde, então:

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Ao jeito de chiste, basta ironia, humor satirizante, para quem fazia mister na época os ouvir, eis o que lhes ’deixaram’ Antero de Quental, Oliveira Martins, Ramalho Ortigão, Eça de Queirós e Guerra Junqueiro um dia, à mesa de restaurante (onde se saciavam e refrescavam com 'licor da lusa vinha', q. b.):

-- ''Quem muito ladra, pouco aprende'' - Antero de Quental;

-- ''Escritor que ladra não morde'' - Oliveira Martins;

-- ''Dentada de crítico cura-se com pêlo do mesmo crítico'' - Ramalho Ortigão;

-- ''Cão lírico ladra à lua; cão filósofo aboca o melhor osso'' - Eça de Queirós;

-- ''Cão de letras - cachorro!'' - Guerra Junqueiro.

E, ‘peça final' dos cinco amigos e comensais:

- ''São cinco cães, sentinelas - De bronze e papel almaço; - De bronze para as canelas, - De papel para o regaço.'' --- ''A Matilha''.

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(Minha Nota: Os parêntesis, como observarão, reproduzem fidedignamente o 'original' - dos cinco magníficos e predilectos Poetas e Escritores Portugueses meus. Deles, com frequência e em ordem a correctamente nos expressarmos, deveríamos compulsar as obras.

LÊ-LOS será, no modesto, sincero, meu entender, a MELHOR, quiçá a MAIOR HOMENAGEM que podemos prestar-lhes!

Leiam-nos, pois!)

(LMD, 25Jun26)

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