terça-feira, 23 de agosto de 2022

Um desafio do Joaquim Caldeira

 A maioria de vós conhece-me muito bem. Não aceito muitos amigos de amigos porque sinto que não é para mim... quase todos os amigos do FB eu conheci em algum momento da minha vida... não são apenas um número.... mas se estiverem no meu Facebook é porque temos alguma ligação. Adoraria ver se ainda podemos conversar mais do que apenas gostos e escrever algo um para o outro.

Decidi participar de uma experiência chamada ′′ Encontro entre pão."

A ideia é ver quem lê publicações sem foto.

Estamos tão consumidos com tecnologia que esquecemos a coisa mais importante: boas amizades. Se ninguém estiver a ler esta mensagem, será uma pequena experiência social. Mas se acabares isto até ao fim, adoraria que comentasses numa palavra sobre nós. Por exemplo: um lugar, um objeto, um sentimento, uma pessoa, um momento em que te lembras de mim.

Então copia este texto e publica-o na tua página (não partilhes) e irei à tua página deixar uma palavra que me lembra de ti. Por favor, não comentem se não tiverem tempo para copiar o texto. Isto vai destruir a experiência. Vamos ver quem passou o seu tempo para ler e responder de acordo com a história comum fora do Facebook!

Joaquim Caldeira .





Amigo Caldeira. Excelente ideia. Já copiei e colei o teu texto. Vamos lá então ao conteúdo.

Para começar sabes que uma imagem vale mais que mil palavras por isso é tao importante nos pequenos textos do facebook. No blog tambem. Para te arreliar vou-te mandar uma imagem. Quantos às amizades fizemo-las sem dar por isso, criadas em ambiente dificil. Viemos embora e esquecemos tudo, mas nao todos, nem as tragédias. Ficaram em banho maria. E de repente, passados alguns anos, começámos a ter necessidade de nos procurarmos uns aos outros e assim nasceu "Amigos na guerra amigos oara sempre", como diz o nosso amigo José Justo . Nao nos reconhecemos no primeiro encontro pós ultramar, mais gordos,mais magros, com bigode,  mas depois, passamos palavra e vieram mais cinco, mais cem ... e nasceu esta imensa familia. E é sempre uma alegria quando nos encontramos.

O lugar que a todos nos une é  Tite na Guiné. Eras furriel e nós,  uns furrieis, outros soldado, cabos, alferes. 

Uma das Pessoas que nos liga é o capitao Paraiso Pinto. Contas o episódio que te sensibilizou, quando a tua companhia chegou a Tite, já noite. Estava ali um civil que prontamente vos orientou, alferes vão para ali, furrieis para acolá,  soldados  cabos para o outro lado. No dia seguinte procuraste saber quem tinha sido o civil que vos tinha ajudado e tiveste a surpresa de saber que era o capitão comandante da CCS. Mais tarde vieste a saber que ele faz anos no mesmo dia que tu. 

Quanto ao sentimento que nos une, baseia-se nas tragedias humanas que se viveram em Tite. Mortos, Feridos, Amputados, desaparecidos, Prisioneiros de guerra são os nossos sentimentks que estao plasmados nesrts tragédias. 

A chegada ao raiar do dia, dos nossos militares a Tite, depois da fuga de Bissassema, é inesquecivel.

Um abraco companheiro, que a gente se vá vendo, as tuas melhoras e que estejas bem junto dos teus.


Leandro Guedes 

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