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“Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma”


(Do Padre António Vieira, no "Sermão da Terceira Quarta-Feira da Quaresma", na Capela Real, ano 1669. Lembrado pelo ex-furriel milº Patoleia Mendes, dirigido-se aos ex-combatentes da guerra colonial.).

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"Ó gentes do meu Batalhão, agora é que eu percebi, esta amizade que sinto, foi de vós que a recebi…"

(José Justo)

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“Ninguém desce vivo duma cruz!...”

"Amigo é aquele que na guerra, nos defende duma bala com o seu próprio corpo"

António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente

referindo-se aos ex-combatentes da guerra colonial

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Eles,
Fizeram guerra sem saber a quem, morreram nela sem saber por quê..., então, por prémio ao menos se lhes dê, justa memória a projectar no além...

Jaime Umbelino, 2002 – in Monumento aos Mortos na Guerra Colonial, em Torres Vedras
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“Aos Combatentes que no Entroncamento da vida, encontraram os Caminhos da Pátria”

Frase inscrita no Monumento aos Mortos da Guerra Colonial, no Entroncamento.


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EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

RECONHECIMENTO

ESTES SÃO OS EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART. FALTAM AQUI OS EMBLEMAS DAS UNIDADES DA ARMADA E DA FORÇA AÉREA QUE TANTAS VEZES FORAM AO ENXUDÉ, A TITE, A NOVA SINTRA E OUTROS AQUARTELAMENTOS, PARA ENTREGA E LEVANTAMENTO DE CORREIO, O SPM, REABASTECIMENTOS DE GÉNEROS E MATERIAL BÉLICO E OUTRO DIVERSO, OU PARA EVACUAÇÃO DE MORTOS E FERIDOS E TAMBÉM PARA FLAGELAÇÃO DO IN. E AINDA VÁRIAS UNIDADES DE INTERVENÇÃO RÁPIDA TAIS COMO PARAQUEDISTAS, FUZILEIROS, COMANDOS E OUTRAS COMPANHIAS, PELOTÕES OU SECÇÕES, PARA AJUDA EM MOMENTOS MAIS DIFICEIS, NÃO ESQUECENDO AS ENFERMEIRAS PARA-QUEDISTAS.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Os ultimos dias em Nova Sintra

Meu Caro Raul Sinos
Devido a uma série de circunstâncias só agora me foi possível produzir uma pequena crónica sobre o dia 17 de Julho de 1974. - o dia em que deixámos definitivamente Nova Sintra. Tanto esforço da vossa parte para acabar da maneira como acabou.
Gostava de ter os teus comentários aos factos que descrevo. Afinal eles são parte da história da desgraçada guerra em que nos meteram.
Um abraço amigo do
Fernando Teixeira
2ª C. Art. do B. Art 6520/72
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Para perceber os últimos dias de Nova Sintra como posição do exército português é preciso recuar alguns meses para perceber o contexto em que se deu a entrega do aquartelamento ao PAIGC. Nestas notas, todas as ideias que exporei representam, antes de mais, a maneira como eu vi e vivi os acontecimentos. Provavelmente outros companheiros terão outros pontos de vista. O que vos exporei é aquilo que eu penso volvidos trinta e seis anos após os acontecimentos.
Um ponto que me parece crucial para a análise dos factos é o estado psicológico em que se encontrava a 2ª C.Art do B.Art 6520/72, a última companhia de Nova Sintra. Tudo será mais fácil de compreender quando se perceber que a Companhia que tinha sido mobilizada para uma comissão de 18 meses no CTIG, esteve no teatro de operações durante 26 meses. O resultado da incapacidade de recrutamento suficiente que se vivia já na altura. Eu próprio, um simples aspirante graduado em alferes, a meio da minha comissão em Nova Sintra fui “convidado” para ser graduado em capitão para poder ir comandar uma companhia algures no teatro operacional. A Metrópole já não tinha capacidade para fornecer os capitães necessários ao comando das companhias. Felizmente não me foi difícil evitar tão “benevolente” promoção a oficial de três riscos.
Os vinte seis meses passados neste teatro operacional pela 2ª C.Art do B.Art 6520/72 fizeram mossa em quase todo o pessoal. Felizmente a Companhia era comandada por um capitão-miliciano, em regime de rendição individual, personalidade madura e fortemente compreensível para com o pessoal que tinha à sua responsabilidade. Não fosse a sua postura e os últimos meses em Nova Sintra poder-se-íam ter tornado muito mais complicados para a 2ª C.Art.
O pessoal encontrava-se física e animicamente extremamente depauperado. As operações sucediam-se e muitos dos homens já tinham tal repugnância às rações de combate Mod. E20 que praticamente não lhes tocava. Os fatos de combate há muito tinham ultrapassado o prazo de duração. De tal maneira que quando fomos visitados pelo general governador e mandámos abrir fileiras para a tradicional revista às tropas em parada, o senhor não se coibiu de tecer fortes críticas pois aquilo com que se deparou era um bando de maltrapilhos. Refira-se que, dois dias depois, chegaram fatos de combate novos para toda a companhia. Afinal General é General.
Nunca pretendi perceber nada de guerra pois esse nunca foi o meu objectivo de vida. Limitei-me a saber o mínimo indispensável para trazer sãos e salvos os homens que me estavam confiados, coisa que nem sempre consegui. Contudo, durante a citada visita de pompa e circunstância do senhor general, apercebi-me que havia quem percebesse muito menos de condução de tropas do que eu. O referido senhor, do alto da sua pesporrência, sai-se com este conselho-ordem do mais ridículo que eu já vi: “ – A tropa deve fazer todos os dias pelo menos meia hora de ordem unida para manter a disciplina!”. Sim, mandar fazer ordem unida a homens que dia sim, dia não, faziam uma operação de 24 horas. Pura e simplesmente inacreditável. Afinal não estava a tropa disciplinada? Disciplinadíssima, digo eu! Como é que uma tropa que já tinha ultrapassado largamente o seu período de mobilização ainda ia atrás de mim para o mato, para mais uma operação de combate, quando eu lhe dava a voz de comando “ – Está a andar” se não estivesse disciplinada?
Outro aspecto da nossa tropa que me impressionou desde o dia em que aterrei em Nova Sintra foi o nível de escolaridade dos nossos homens. Dos 162 efectivos da Companhia, dos quais vinte eram quadros, cinquenta eram analfabetos. Sim, um terço da Companhia, não sabia ler, nem escrever, nem contar. Estávamos em 1973 e o pessoal tinha entre 21 e 22 anos de idade. Que me perdoem os mandantes da guerra ávidos de sangue e vitórias quixotescas mas, a partir dessa constatação, um dos meus principais objectivos nestas “férias” tropicais passou a ser o ensino dos mais elementares rudimentos escolares que o pessoal não tinha adquirido enquanto criança. Neste particular, a guerra saldou-se por uma vitória para eles. Os cinquenta fizeram o seu exame da quarta classe depois de muita luta.
Como refiro acima, a permanência naquele teatro operacional causou forte mossa na maior parte do pessoal. Outra coisa não seria de esperar. Para que melhor se perceba este estado não resisto a citar alguns dos casos que mais me impressionaram por demonstrarem bem aonde o estado anímico tinha chegado. Meros exemplos tirados ao acaso.
Um dos nossos companheiros porque queria telefonar à família, um dia resolve fardar-se, fazer a mala e sub-repticiamente sai sozinho do aquartelamento, pelo mato fora, rumo a S.João. Antes de chegar a este destacamento pisou uma mina ficando mutilado. Valeu-lhe um caçador que, pegando nele às costas, conseguiu fazê-lo chegar a S. João donde foi evacuado.
Outro, depois duma quezília sem importância, resolve vingar-se defecando para dentro do poço que abastecia de água a Companhia. Depois de umas centenas de comprimidos de Halazone, esses comprimidos desinfectantes que tão bem conhecemos, deitados para o poço e largos dias a beber água da bolanha, lá se voltou a utilizar a água desta nossa fonte habitual.
Um dos nossos cozinheiros, porque lhe passou uma coisa má pela cabeça, resolve confeccionar o café da manhã (já de si de péssima qualidade) com uma das suas botas dentro do caldeiro.
Outra vez, no meio de uma operação de emboscada nocturna reparo que um grupo de combatentes não tinha mais nada para nos comprometer a todos do que fazer uma fogueira no meio da mata. Queixavam-se de frio no calor tórrido da Guiné.
Por fim, já em Bissau, uns dias antes da Companhia regressar a Portugal, um dos homens do meu próprio grupo de combate, num acto absolutamente tresloucado resolve atirar com duas granadas para dentro de um recinto onde decorria um baile, matando, assim, várias pessoas. Era um homem absolutamente problemático que há muito tempo deveria ter sido evacuado.
Meros relatos ao acaso que, em meu entendimento, dão uma pálida ideia do estado psicológico de muitos dos efectivos.
Foi no meio deste ambiente, em que todos, de uma maneira ou de outra, se entreajudavam que um dia, estando eu na Enfermaria da unidade, a observar uma partida de xadrez entre dois camaradas, oiço qualquer coisa que me pôs todo arrepiado. Havia um rádio sintonizado na Rádio Conakry de onde falava a célebre “Maria Turra”. De repente percebo que a dita “Maria” dá a notícia que tinha ocorrido uma revolução em Portugal e que os principais objectivos dos vencedores era a deposição do governo do Estado Novo e o fim da guerra colonial. Eram oito da noite. Corria o dia 25 de Abril de 1974. Corro ao encontro do comandante da Companhia abraçando-o esfuziantemente. Para nós era o fim daquele inferno em que tantos dos nossos camaradas ficaram estropiados ou morreram.
A seguir vem a angústia da espera pelo noticiário da BBC, essa fonte de verdade que nos ligava ao mundo civilizado. Rodeámos no mais sepulcral silêncio esse enorme receptor Philips preto, multibanda, propriedade do Comandante da Companhia. E, à hora do costume, lá vem a notícia com todos os pormenores do que se havia passado nesse dia em Portugal. As lágrimas correram-me pela cara abaixo tanta era a alegria. Depois o pânico pelo receio de poder ocorrer um contragolpe e tudo poder voltar ao mesmo ou ainda pior. Só quando percebemos a monstruosa demonstração cívica que tinham sido as comemorações do primeiro 1º de Maio, descansámos. Percebemos finalmente que o processo era irreversível. Agora era a angústia por conseguir adivinhar como iria decorrer todo o processo do fim da guerra no terreno.
Todas as noites, qual ritual, rodeávamos o rádio preto para ouvir a BBC relatando a evolução dos acontecimentos no nosso País. Foi com especial atenção que ouvimos a notícia de que o avião do Presidente Léopold Senghor, logo a seguir à tomada de posse do primeiro Governo, tinha transportado Mário Soares, o então novel ministro dos Negócios Estrangeiros, para dar início às conversações de cessar-fogo com o PAIGC. O brilho da luz da Paz ia aumentando.
As conversações andavam para trás e para diante. O pessoal tinha perdido aquela tensão que caracteriza o estado de guerra. Uma situação que poderia permitir uma abertura perigosa da defesa. Lembro-me das conversas que tive nessa altura com o nosso Capitão, conversas, estas em que trocávamos os nossos receios de que, para forçar um acordo de Paz, o PAIGC fizesse um último esforço ofensivo para forçar os acontecimentos. Nunca me senti tão preocupado no mato. Comandava, agora, um grupo de homens que já não eram soldados em combate mas, antes, um grupo de pessoas que, definitivamente, já só tinha o pensamento na Metrópole.
O estado psicológico da tropa tinha feito uma rotação de 180 graus. As negociações, essas, evoluíam.
A certa altura, eu que nunca tinha usado galões no meu fato de combate para não ser reconhecido, recebo instruções para que, sempre que fosse para o mato, passasse a usar os meus galões dourados de alferes. Uma maneira de ser facilmente reconhecido e poder dialogar com as tropas do PAIGC se, por acaso, nos encontrássemos. Afinal as desconfianças ainda eram mútuas o que fez com que nunca houvesse nenhum encontro.
A certa altura vamos tomando conhecimento que se iam finalmente abandonando as posições do Exército Português, das fronteiras para o interior, rumo a Bissau. As notícias vão chegando mas nada em relação a Nova Sintra. Afinal quem olhasse para uma carta militar perceberia que nós constituíamos a defesa Sul imediata da capital e, fatidicamente, seriamos dos últimos. E assim veio a acontecer. Não fomos a última companhia do Batalhão. Por acaso, fomos a primeira. Depois Fulacunda. A seguir Gã Pará e, finalmente, Jabadá. Tite havia de permanecer mais três meses como sede do COP 6.
Um dia chegaram as instruções do modo como deveriam decorrer as formalidades com o PAIGC para lhe fazermos a entrega daquele aquartelamento denominado Nova Sintra.
No dia aprazado deveria um oficial dirigir-se à Primeira Bolanha para se encontrar com os Comissários Políticos que se faziam acompanhar pela respectiva tropa. Depois deste encontro protocolar deveriam dirigir-se ao aquartelamento entrando no arame junto ao 4º Grupo de Combate. Foi escolhido o alferes mais antigo que tinha a particularidade de falar crioulo o que poderia facilitar as coisas. Finalmente, íamos ficar frente a frente com o inimigo. Decorria o dia 16 de Julho de 1974.
Percebemos que o PAIGC ainda desconfiava do Exército Português. Rodearam-se de todos os cuidados e mais algum neste encontro. Dentro do aquartelamento a ansiedade ia aumentando à medida que o tempo ia passando e ninguém aparecia na vereda que ligava a Primeira Bolanha ao arame. Finalmente, surgiram lá ao fundo o nosso oficial encarregue de receber as tropas do PAIGC acompanhado pelos Comissários e, finalmente, a tropa.
Garanto que foi uma visão muito estranha. Afinal eram aqueles os nossos inimigos com quem nos guerreávamos até à uns meses atrás. À entrada do arame fazem-se as apresentações e as continências da praxe em tais ocasiões. Finalmente estava frente a frente com o IN. Nesse momento percebi que não havia ódio nos seus olhos. Percebi que afinal só tínhamos estado em lados opostos de uma mesma guerra.
Depois, dentro do arame veio o convívio entre todos. Aqueles homens que todos pensávamos serem uns seres estranhíssimos eram homens iguais a nós.
Nova Sintra na actualidade
Nessa tarde ainda discuti com o oficial artilheiro do PAIGC o último ataque que ele nos tinha feito. Com uma precisão de se lhe tirar o chapéu, diga-se em abono da verdade. Afinal apanhámos 50 rabos de granadas de canhão sem recuo dentro de um quadrado de 30 x 30 metros. Para nossa sorte, a uns 70 metros do meu grupo de combate. Comparando as nossas cartas militares verificámos que elas tinham diferente precisão. Em matéria de topografia saímos a ganhar com bastante pena dele. Lastimou-se dizendo-me que se tivesse as nossas cartas enfiaria as granadas todas dentro do arame. Uma mera conversa técnica. Uma conversa entre oficiais do mesmo ofício sem qualquer ódio ou rancor.
Depois do jantar acabámos a noite a jogar à sueca com o “inimigo”. Que partidas nos prega a vida. A meio do jogo, eu que detesto jogar às cartas, dei comigo a filosofar. Vista agora à distância, aquela guerra assemelhava-se muito à guerra do Solnado, não fossem os nossos companheiros mortos ou estropiados. De lado a lado, não nos esqueçamos. Sempre pensei no ódio figadal que deveria existir entre os combatentes de ambos os lados. Posto perante o “inimigo” percebi que não havia nenhum ódio ou rancor. Tudo tinha-se desvanecido. Acabei por ficar envergonhado pelos pensamentos que, durante muito tempo, me ocorreram sobre o modo como lidaria com o inimigo se algum dia fosse posto perante algum. Ainda hoje me envergonho, apesar de os compreender esses maus pensamentos.
A confraternização das NT com o IN
Depois da sueca dormi a última noite em Nova Sintra no meu buraco semi-subterrâneo. No dia seguinte, depois da cerimónia solene do arrear da bandeira perante a 2ª Cart. do B.Art. 6520 e a tropa do PAIGC formadas lado a lado, arrancámos para Tite.
Assim terminava a saga de Nova Sintra. Corria o dia 17 de Julho de 1974.
Fernando Teixeira
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Meu bom Amigo e Camarada Fernando Teixeira
Obrigado pelo teu artigo sobre Nova Sintra e não só.
Nesta hora já o li por duas vezes e não deixei de me emocionar.
Vou mandar o teu texto para o Guedes a fim de ser publicado no nosso Blog
São depoimentos iguais aos teus que fazem história
Obrigado Amigo Pica Sinos --------------------------------------------- do Hipólito: .
Ficamos emocionados, certamente. São, efectivamente, relatos destes, pelo seu realismo e simplicidade, que calam bem fundo a quem conheceu e viveu toda a problemática da guerra no sector de Tite. Como diz, e muito bem, o Fernando Teixeira para quê tanto esforço, sangue, suor e lágrimas de todos nós para acabar assim a desgraçada guerra em que nos meteram. Faltará que alguém nos conte, igualmente, a transmissão de poderes em Tite, propriamente dito, para se escrever mais uma página da nossa história. Um abraço e um bem haja, pela sua disponibilidade, ao Fernando Teixeira. Hipólito .

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

A escolha do restaurante - atenção Hipólito...

A ESCOLHA DO RESTAURANTE Um grupo de amigos de 40 anos discutiam e discutiam para escolher o restaurante onde iriam encontrar-se para jantar. Finalmente decidiram-se pelo Restaurante Tropical porque as empregadas usavam mini-saias e blusas muito decotadas. 10 anos mais tarde, aos 50 anos, o grupo reuniu-se novamente e mais uma vez discutiram e discutiram para escolher o restaurante. Finalmente decidiram-se pelo Restaurante Tropical porque a comida era muito boa a havia uma óptima selecção de vinhos. 10 anos mais tarde, aos 60 anos, o grupo reuniu-se novamente e mais uma vez discutiram e discutiram para escolher o restaurante. Finalmente decidiram-se pelo Restaurante Tropical porque ali podiam comer em paz e sossego e havia sala de fumadores. 10 anos mais tarde, aos 70 anos, o grupo reuniu-se novamente e mais uma vez discutiram e discutiram para escolher o restaurante. Finalmente decidiram-se pelo Restaurante Tropical porque lá havia uma rampa para cadeiras de rodas e até um pequeno elevador. 10 anos mais tarde, aos 80 anos, o grupo reuniu-se novamente e mais uma vez discutiram e discutiram para escolher o restaurante. Finalmente decidiram-se pelo Restaurante Tropical. Todos acharam que era uma grande ideia porque nunca lá tinham estado antes... ---------------------- Hipólito Esta simpática sugestão veio do Victor Barros. Aproveita a ideia antes que cheguemos todos aos 90... .

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Relembrando...

Há uns tempos atrás, havia um camarada que se dedicava à profissão, muito bem conseguida, de toca discos. Esse camarada, Pica Sinos de seu nome, despediu-se sem aviso prévio. E as músicas não tocam quando abrimos o blog... para nosso mal. Então companheiro?. "Bota" música...!!!
Trio de músicos que actuavam em Tite, agora já velhotes. Quem serão?

no "Tavares Rico", comm´il faut...

Restaurante Tavares Rico, em Lisboa.
Em defesa do bom nome Determino e mando publicar (para a posteridade junto do colega Fernando Pessoa) Desculpem a insistência resingona, mas Palpita-me, sugestionado pelo feed-back da subrreptícia inserção da estátua ao Hipólito Mendes Pinto, famigerado mentiroso, com tradição nas praças de Almada e Seixal, de que pretendem, a todo o transe, conotar-me com inventonas. Nem o escorreito relato do Zé Manel pode infirmar a minha cristalina, quão verídica, narrativa sobre o almoço do cozido. Meras efabulações gratuitas daqueles caramelos, capitaneados pelo Pica e mancomunados para denegrir a minha imaculada imagem, meus caros. Avisei, de que, daqueles quadrantes, para bem da n/sanidade mental, se não podia acreditar, nem numa vírgula, não avisei? E, assim, é, como vereis. Com relutância e a devida vénia, receando, desnecessária e, porventura, ingloriamente, imiscui-lo neste imbróglio de lana caprina, terei de lançar mão dum testemunho, se não ocular de vista, pelo menos, de inquestionável probidade. Ao almoço, fome de rato, como já referi. Ao jantar, aprazado, há já algum tempo, para o dia do tal cozidinho com todos, derreado com tamanha desconsideração, redimi-me, graças ao amigão Justo. Jantar, a dois, no “Tavares Rico”, comm'il faut . . . Sim, precisamente o Justo. Alguma objecção? Incrédulo (ao ver a factura do almoço da tasca do Estrela D' Alva, que lhe exibi) e, ao ver-me tão pesaroso, da minha triste sina, fez irredutível questão de pagar os míseros 140 euros do jantar, contra minha vontade, claro. Se duvidarem, queiram fazer o favor de perguntar ao Justo que aí está, vivinho da silva, para tirar dúvidas. Pergunta: Aquela perninha marota na foto sobre o Gentil (a quem auguro rápidas melhoras), é do Cavaleiro, não é? Um xi do Hipólito

Fernando de Almeida

Meus amigos A seguir publico a carta e fotos que recebi do nosso companheiro Fernando de Almeida, da CCAÇ 2314.:
Em Tite, na pista de Tite, junto com paraquedistas na operação "pária", numa operação com para-quedistas, na picagem da pista de Tite, na estrada de Nova Sintra, com colegas em Tite (onde já havia sinais de transito),
Na oficina auto onde se vê o saudoso Alf. Rodrigues, pessoal da oficina auto tanto da CCS como da CCAÇ 2314 e em Jabadá no abrifo do furriel Mendes.
No Enxudé
Armamento dos "Páras", héli na op dos Páras, saindo no unimog para a picagem da pista de Tite e em Jabadá com o furriel Mendes.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

simpatia do Victor Barros

Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá a falência. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios,incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma . É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um 'não'. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta. Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo... (Fernando Pessoa)

domingo, 31 de janeiro de 2010

Visita ao Gentil, no Hospital.

Meus amigos Fui hoje visitar o nosso amigo Gentil, no Hospital Santa Maria em Lisboa, Serviço de Hematologia, elevador 12, piso 7, cama 30. Achei-o com bom aspecto e confiante que as coisas vão continuar a melhorar. Para todos envia o seu abraço fraterno e a promessa de estar em forma a tempo de nos fazer companhia no próximo almoço. Assim esperamos e desejamos. Um abraço Gentil. telemovel do Gentil - 96 735 66 17 ..

ex-furriel Júlio Garcia

Meus amigos Recebi há pouco uma mensagem deste companheiro. Se alguém se lembra dele, principalmente o Cavaleiro, Pica e Justo, agradeço que façam comentário. E se tiverem alguma foto em que ele esteja presente, seria bom para publicarmos: . Olá antigos camaradas, Sou o ex-furriel Júlio GARCIA da CCAÇ 2314 e tinha a especialidade de Transmissões, a mesma do CAVALEIRO e LUIS SILVA DIAS. Em Tite travei conhecimento com quase todos, mas com o LEANDRO GUEDES falava bastante. Para já não vou inserir foto pois não tenho à mão, mas qualquer coisa eu estou em V.N. de Gaia e no email jmbg.1945@gmail.com Breve darei noticias. Abração Júlio Garcia -------------------------------------- Boa noite Leandro Guedes Foi com agrado que recebi a tua resposta e só tenho pena que tenha sido tão tarde, mas vale. Como disse anteriormente as melhores fotos estão em local que neste momento não posso aceder pois estou aqui em casa numa pequena alteração. No entanto encontrei 3 que poderão dar uma ideia. Segue também uma na actualidade. Curioso,curioso é que eu tinha ainda há bem pouco tempo um cartão pessoal teu que me deste em Tite. Não sei dele e espero que esteja junto das fotos. Breve darei noticias sobre isto. Nós na 2314 temos organizado encontros de há uns anos para cá. O último foi em Castelo Branco e o próximo vai ser aqui na zona do Grande Porto. Normalmente é no primeiro fim de semana de Outubro e no principio fui eu e um colega também ex-furriel Caldeira que começamos mas agora deixa-se que haja outros a fazê-lo par trazer novas maneiras e locais apetitosos. Espero que me reconheças, mas se por acaso isso não acontecer pode ser que um dia nos encontremos pois vou algumas vezes a casa dum meu ex-radiotelegrafista que tem casa na Vermelha, Cadaval, só que também tem na zona de Paris para onde emigrou logo que regressou da Guiné. Mas ele vem em Abril e vai estar até Novembro e depois certamente dará oportunidade. Próximo domingo não irei passar muito longe pois vou a Lisboa com minha mulher e vamos sempre pela A-8,mas o tempo vai ser mais que contado. Um grande abraço. Júlio Garcia - telef 933 626 930 PS._ Na 1ª foto estou entre bananeiras junto ao quartel de Tite Na 2ª foto é em Bissássema. Por ordem da esquerda para a direita estão o Sargento Carita (já falecido), Alferes Barros,Capitão Neves hoje Coronel na reserva, eu de garrafa na boca, Alferes Reis hoje Coronel e Furriel Estanqueiro, vaguemestre (já falecido). Atrás o "puto" Diogo e outro camarada de que não recordo o nome. Na 3ª foto eu em Fulacunda junto à porta de armas Na 4ª foto eu na actualidade

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Almoço na tasca do Silva? Não, na Estrela dÁlva...

A tarde estava bonita, o frio não apertava. O “pelotão” foi almoçar num restaurante (tasca) que dá pelo nome de Estrela D’Alva.

A (capelinha) fica no Pragal, em Almada, mesmo por detrás do Cristo Rei. O menu, cozidinho à portuguesa. O tinto de Pegões. Que espectáculo! Uma particularidade: esta tasca foi o primeiro posto de recolha do “Euromilhões” em Portugal a dar o 1º prémio, mas nenhum de nós se lembrou de jogar! Ginjas!!

Estávamos nós (Contige, Palma, Zé Manel e eu) numa de trinchar a chouriçada, as carnes de vaca e de porco, quando alguém se lembra do Hipólito, e diz:

…. É pá, o Hipo devia gostar muito de estar aqui.

….De estar connosco.

….Ele anda sempre a falar para quando da caldeirada em Peniche que o Guedes ficou de organizar pela ocasião do 2º aniversário do Blog e, nada.

…. Diz outro:

…. De certo que ele não deixaria de fazer uma visita ali ao seu “compadre”.

De telefone na mão, falámos com o amigo, não só para lhe fazer inveja, mas também para “em estilo cunha” ver da possibilidade do nosso almoço “assembleia geral”, algures em terras do Condado de Portucale, ser realizado no mês de Abril.

A ver vamos…foi a resposta!

Depois de mais umas garfadas e de uns copos de tinto, foi a vez de mandarmos uma msg ao Justo. Faz largos meses que o amigo se comprometeu a encontrar-se com alguns de nós, mas que ainda não lhe foi possível. Que saudades Justo!

Não parámos de conversar, lembrámo-nos de muitos camaradas, sobretudo daqueles que há muito não vemos e, de uma ou outra peripécia passada causadoras de risos de satisfação, foi um encontro agradável.

Depois lá foram ao encontro do Gentil que está internado no Hospital de Stª Maria e, segundo os camaradas relataram, em franca recuperação e na certeza que um dia destes lhe dão alta. Comprometendo-se a abraçar os demais camaradas no nosso próximo almoço (Abril/Maio), em terras do Entre-o-Douro-e-Minho.

Pica Sinos

E O HIPÓLITO DISSE.....

Corro, na certa, o risco de passar por “trampolineiro” ou quejando epíteto.Mas, a verdade, para mim, é sacratíssima, quer creiam ou não, e tem de ser reposta, ainda que, a final, me julguem de parolo.

Então, foi assim, e não como foi postado:

Verdade que, por mero acaso, deparei com um quarteto de peso - Pica, Zé Manel, Contige e Palma -, lá pr'ós lados do Pragal e em tempo de crise, a alambasarem um lauto cozido e boa vinhaça, a que cheguei, para mal dos meus pecados, a desoras.

Os quatro bem “aviados” - enquanto petiscava uma costelazita e umas batatas já frias, que, por vergonha, sobejaram na travessa -, saíram da tasca, à socapa, a modos de quem vai ao WC.- Vamos ali, ao Cristo-Rei, pedir perdão de comer e beber como abades e, ao mesmo tempo, treinar para a missinha do almoço de confraternização (em princípio, e a pedido do Pica, a 25 de Abril), e já regressamos, segredaram, os quatro, em uníssono, com aquele lânguido tique de lisboetas reguilas.

Alma pura e gentil, como é meu timbre, não desconfiei, apesar de os ver abalar com um risinho de p. . . .Comi a míngua que me deixaram, esgotado que estava o cozido na tasca, . . . esperei . . ., esperei . . . e dos quatro “gandulos” . . . nem sombra . . .

Envergonhado e de contas, como é meu apanágio, lá procurei, na algibeira, uns troquitos e há que arrotar com a dolorosa, minha e daqueles lateiros.Assim, é que foi, queiram ou não acreditar.Ingénuo provinciano . . . porque não foste só ao Cristo-Rei, teu compadre, como tinhas em mente?Com amigos destes, pr'a quê inimigos?

Por artes e tralhas desta jaez, é que o Guedes, avisadamente, não se aventurará na marcação da famigerada caldeirada . . . ou, se o fizer, há-de sê-lo, não vá o belzebu tecê-las, com restrição selectiva de inscrições.

O-la-rilas . . .

Um abraço

Hipólito

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Amigo Guedes vou tentar descrever o dia de hoje. Foi um pouco em cima da hora que foi combinado um almoço c/ Palma -Pica -Contige e eu. Como é habitual fomos ter ao local de trabalho do Pica e fomos almoçar a um restaurante que ele indicou. Almoçamos um cosido e durante o almoço relembramos alguns episódios e o Pica ligou ao Hipólito a fazer comentários sobre o nosso encontro e almoço. Depois das despedidas rumamos a Lisboa direitos a Santa Maria a visitar o Gentil, eu, Palma e Contige. Gostamos de o ver, está animado ,um pouco bacilento mas é natural. Entretanto chegaram familiares dele e também a mulher. Como já estava c/ companhia despedimo-nos e ele ficou grato pela nossa visita. Ele pensa que terça-feira regressa a casa. É tudo amigo Guedes uma boa noite para todos, c/ um abraço Zé Manuel.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Boas noticias para a Guiné

Do Expresso, recolhi esta noticia, com a devida vénia.

Parabens ao blog - pelo Pica Sinos

Quem eventualmente pensasse que eu me tinha esquecido de vir à estampa para felicitar os 2 anos de vida do Blog do Bart 1914, enganou-se! Não fora a preguiça….que um dia destes passará….voltarei à carga! Dizer, hoje, que apesar de tudo, nestes 2 anos de vida, a média por semana das publicações foi de 6 novas situações, quase uma por dia. É obra! Podia ser mais, mas meus amigos, como dizia o poeta, “isto vai meus amigos isto vai” Pica Sinos

Quem se lembra?...

o companheiro que procuramos é o da direita, de calça branca e camisa às riscas verticais.
Alguém se lembra quem é este nosso companheiro? O seu nome, a sua morada? Era furriel e, ou pertencia aos obuses ou à 1743 ou talvez à 2314. Nós viemos embora e eles ficaram lá. Dão-se alvissaras... Abraços bloguistas.

Fernando Almeida

Foto tirada no Enxudé - Do lado direito, de óculos e quico está o Fernando, depois o Raul Soares, eu e um alferes de quem não me lembro o nome e que até me parece o cabito....
Mais um companheiro que apareceu. Era da 2314 e esteve connosco em Tite. Depois de virmos para a Metrópole a Companhia dele foi para Fulacunda, tendo alguns meses mais tarde regressado a Tite. Aguardo fotos e um texto dele. Um abraço para o Fernando.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Parabens ao blog - Beijinhos e abraços

Beijinhos e abraços para todos aqueles que escreveram um texto sobre o aniversário e também para aqueles que os leram. E foram muitos... Bem hajam.
...um bombom para os meninos que fazem hoje aninhos... José Justo

Parabens ao blog - do Cavaleiro

O BLOG E EU 25 de Janeiro de 2010 2º. Aniversário O Guedes convidou-me. Eu? Porquê? Perguntei!!...... Então, tanta gente a escrever bem, porquê Eu? Só pode ser vingança! E então, lembrei-me de muita coisa. Recordei o almoço último na Tia Alice que o Guedes organizou. Não gostei da ementa e até achei caro, mas…..como não disse a ninguém......não podia ser por aí! Recordei o nosso convívio em Ovar que gostei e onde até me “portei” bem! Tenho a certeza absoluta que não lhe dei nenhum pontapé por baixo da mesa! Mas então porque terá sido? Passei noites diabólicas a pensar no assunto!! E eis quando……………JÁ DESCOBRI! O Guedes quer violentar-me! Quer que eu escreva qualquer coisa para o nosso BLOG! Parabéns Guedes, foi uma forma elegante de me desafiares. Ganhaste! Por muito trôpego que esteja jamais seria capaz de beliscar a nossa amizade a troco de umas palavrinhas de circunstância. Aceitei o desafio, vamos lá ver o que vai sair! Já lá vão 2 anos em que, se bem me recordo, sem ter sido aluno nem professor, aprendi e aconselhei (colaborei fica mal!) um fantástico grupo de trabalho na forma organizativa da aproximação das pessoas que connosco conviveram fazendo parte de uma família chamada CCS/BART 1914. Com todas as insuficiências mas com a vontade férrea na aproximação de toda a família “TITEANA”, do dar a conhecer duras e agradáveis realidades, na descoberta de personalidades e talentos inimagináveis, na crueza dos relatos da morte e da vida, na descrição dos belos momentos de camaradagem, conseguiu o GUEDES inicialmente, seguido do PICA e do JUSTO dar vida e movimento a uma iniciativa “bloquista”, hoje vista e lida em todos os cantos do mundo. Para ELES a minha sincera admiração. ELES merecem a nossa gratidão. Para ELES o nosso reconhecimento pelo trabalho desenvolvido. Votos sinceros para que não parem. É terrível, frustrante quando diariamente acedemos ao blog e………não vemos nada de novo. O “sumário”………sempre o mesmo, ou seja “revisão da matéria dada no dia anterior” e quantas vezes de semanas anteriores! O imobilismo definha-nos. Penitencio-me. Assumo que irei colaborar mais assiduamente. Vocês, os outros que como eu diariamente lá vão e não se manifestam, prometam que também irão saborear o prazer de participar. Entendo que há quem, talvez por julgar não ter formação adequada ou por uma educação amputada ou distorcida, pense que é impossível escrever sem transmitir toda essa carga ou ainda fazer notar as suas raízes ou ideologias, ou que para merecer ser envolvido passa, no essencial por uma transmissão de sábios saberes técnicos. Errado! Todos os saberes, experiências e ideologias são sempre bem recebidas. Sei que estamos a atravessar um período em que esta visão cinzenta da informação parece predominar. O conhecimento das nossas histórias ajudar-nos-á a saber por onde andamos, para onde queremos ir, em relatos gratificantes e noutros bem mais dramáticos que ainda não foram apagados da nossa memória. Isto é um apelo à vossa imaginação e à vossa criatividade. É um encorajamento à resistência e à acção para acelerarem a mudança do nosso BLOG que eu desejo seja um instrumento de progresso e não necessariamente de conservação. Gostaria também de ver o nosso BLOG como um espaço multicultural, valorizando a riqueza da identidade das nossas regiões, do nosso país e do mundo. Desejo que o nosso passado histórico e a nossa vivência recente, reflicta a coerência de toda uma memória que nos encha de orgulho. A nossa modéstia é a nossa riqueza do pensamento e do querer. O QUERER que o Guedes, o Pica e o Justo tiveram. Foi esse o vosso espírito de missão, contribuindo não só para um espaço aberto a todas as mentalidades e correntes, ciosos da contribuição de todos para que passe a existir uma maior diversidade de temas. Como dizia o filósofo “A pérola forma-se a partir de um simples grão de areia”. Precisamos de muitos grãos de areia para fazer um colar. Compete a todos nós carregar os fardos de grãos de areia necessários para manter viva a nossa aproximação. Parabéns BLOG pelos teus 2 anos de existência. Cavaleiro ----------------------------- Das palavras do Cavaleiro, tenho que evidenciar as seguintes, por serem actuais e um alerta: . "É terrível, frustrante quando diariamente acedemos ao blog e………não vemos nada de novo. O “sumário”………sempre o mesmo, ou seja “revisão da matéria dada no dia anterior” e quantas vezes de semanas anteriores! O imobilismo definha-nos. Penitencio-me. Assumo que irei colaborar mais assiduamente. Vocês, os outros que como eu diariamente lá vão e não se manifestam, prometam que também irão saborear o prazer de participar." .

Parabens ao blog - do Zé Justo.

....Dois anos !!!

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Como que surgindo do nada, e por lauta paternidade do nato vivo, eis que vê a luz do dia a 25 de Janeiro de 2008 um novo Blog na primeira rede social da Net.

Seu principal mentor, o nosso amigo Leandro Guedes.

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Segundo narrou, foram as aulas de informática da sua Universidade Sénior que lhe deram a ideia e o empurrão para tal evento.

Em boa hora o fez, e a passos pequeninos mas seguros, o juvenil foi passando dos hesitantes passinhos iniciais, ao passo mais largo e acelerado até atingir uma corrida desenfreada até um pico notável de dezenas de milhares de visitas, coloridas com o arco-íris das várias bandeiras deste nosso planeta.

Coadjuvando o meritório trabalho, entrou para a “administração” um outro nosso companheiro Pica Sinos.

Aquisição esta, na categoria de pesos pesados, pois é senhor de várias valências, desde a incansável busca dos antigos irmãos de armas da Guiné, até aos contactos directos e almoçaradas de confraternização.

Realço os seus textos, muitos de eleição, o trabalho gráfico/fotográfico com que tem polvilhado o Blog e muitas mais valências.

Por simpatia, o Guedes lá me inclui na “direcção”...a mim...que pouco jeito tenho para o arrastar da pena ao longo do branco papel !!

O Divino (leia-se meu pai) só me deu algumas capacidades, essas, para a retórica e bonecada!!

De qualquer modo, fiz por colaborar com imenso prazer no que podia e sabia.

54 000 visitas em dois anos, é prova mais que evidente do interesse que o Blog tem suscitado por todo o mundo, e isto sem exagero, pois se ainda existe algum país que não visitou este trabalho, é porque decerto não existe.....

Revejo muitas vezes as páginas atrasadas desta enciclopédia de vivências nossas, naquela maldita Guerra da Guiné, que tanta dor e morte causou aos dois lados da barricada.

Fazem esquecer os mares encapelados de antanho, o mar chão, dos actuais convívios almoçaristas com centenas de companheiros e seus familiares.

Adoro pesquisar, nos seus actuais rostos de vidas vividas, já pais e avós, os outros, aqueles de hà 40 anos, de calções verdes, chinelos nos pés e “quico” na cabeça, com quem convivi dois longos anos.

Passamos por mais peripécias nesses anos que quase pelo resto nas nossas vidas.

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É muito bom haver o Blog do BART 1914 na internet.

É bom para nós que estamos estampados dentro dele, mas para quem nos vê e lê.

Só tenho uma grande pena, e que já por várias vezes a frisei; A pouca colaboração dos camaradas.

Se chegam a juntar-se mais de 200 convivas nos almoços, por que raios e coriscos, só uns 4 ou 5 dão um ar da sua graça ? francamente não tenho genes para tal entender.

É muito importante, e ajuda este trabalho, um texto, mesmo breve, um narrativa, também breve, umas fotos de momentos da Guiné ou da própria vida actual, da família, do trabalho etc....enfim uma ajuda preciosa aos que muito tem dado ao Blog, em troca de nada.

Reparem que a vossa permanente ausência, desmotiva “os sempre os mesmos” a fornecer material didáctico, pois quase não há retorno, e isso custa.

Contra mim falo, pois ultimamente não tenho colaborado “Mea Culpa”.

Disso me penitencio e imploro aos amigos a sua benevolência nos juízos que decerto sobre mim congeminarão.

Vai longa a prosa, e por aqui me fico.

Os meus parabéns pelo 2º aniversário aos grandes Guedes, Pica Sinos, Hipólito, Cavaleiro, Costa, Zé Manel, e outros amigos que embora pouco, lá deram um arsinho da sua graça.

Cá estaremos para comemorar o 25 de 2011.

José Justo

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é justo evidenciar este trecho do artigo do Justo...

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É muito bom haver o Blog do BART 1914 na internet.

É bom para nós que estamos estampados dentro dele, mas para quem nos vê e lê.

Só tenho uma grande pena, e que já por várias vezes a frisei - a pouca colaboração dos camaradas.

Parabens ao blog

25 de Janeiro - longa vida ao blog e seus leitores, colaboradores e editores.

Parabens blog - do Hipólito

Encarregou-me S. Exª o n/blogueiro-mor, de seu nome nobre Guedes (não vos dirá nada este cognome?), hoje em dia, com a inflação dos últimos 40 anos, já, talvez, major-general, de produzir um arrazoado evocativo do 2º aniversário do n/blogue. Para o que, desde já, confirmo não ter jeitinho nenhum, aliás, como para coisíssima alguma. Ainda hoje, não vislumbro como é que um cidadão, nado e criado em Portugal de Cima, ora exilado na zona saloia, teve, em boa hora e talvez por inspiração de alguma mítica musa, a felicíssima ideia de parir o n/blog que, a muitos de nós, tão querido é, a ponto de, confesso, fazer já parte do nosso ritual quotidiano e acervo sentimental. E, músico como é (e sempre foi), teve a perspicácia e lucidez de se fazer coadjuvar de dois excelentes elementos (o Pica e o Justo), a quem, logo de início, apelidei de “os três Mosqueteiros”. E com propriedade, diga-se em abono da verdade, quer se concorde, ou não, com o que vêm tentando, afincada e frutuosamente, para manter viva a chama das nossas memórias (boas e más), enquanto combatentes. A eles se deve, na quase totalidade, todo o vigor que, ao longo destes dois últimos anos, vem o n/blogue demonstrando, para além de propiciador de um reatar de amizades interrompidas há mais de 40 anos. E não se pense que é tarefa fácil. Não é, concerteza. Basta atermo-nos na pouca colaboração que, de todo o outro pessoal (e éramos cerca de 200 bicos), se tem recebido, apesar dos constantes apelos nesse sentido. Pena é, pecador me confesso. Uma ou outra (descabida, quão injusta) crítica, não maculará o ciclópico trabalho que, os três, desenvolveram, ao longo destes dois últimos anos que se completam neste dia 25 (e, pelos vistos, sem a famigerada caldeirada). Do exposto, se concluirá que, estando todos nós de parabéns com o blog, é de propor que as duas velinhas sejam sopradas, muito merecidamente, pelos três mosqueteiros, a quem, sem favor, daqui lanço um valente e estrondoso “U R R A!” (o bolo e a bebida são por minha conta). Hipólito

Parabens ao blog - do Zé Manuel (Alcantara)

Olá companheiro, vou bem. recebi o teu convite mas infelizmente, não tenho aptidões para a escrita o que deveras lastimo. Mas seguramente terás outros que o farão, mantendo o padrão que leva tantos companheiros a visitá-lo com regularidade, espero que por muitos mais anos. A minha opinião pessoal, sobre o blog. É que nos mantém sempre em contacto de certa maneira recordando pessoas e lugares, que nos deixa sempre recordações. Um obrigado, pela tua ideia e iniciativa. E um obrigado, também a todos os que trabalham para que o nosso blog se mantenha, com este espírito de camaradagem. Bem hajam. Um grande e forte abraço para esta grande família Zé Manuel (Alcântara)

Parabens ao blog - do José Costa

FELIZ ANIVERSÁRIO

Dois anos? 104 semanas? 730 dias? 17520 horas? 1051200 minutos?……

O Blog BART 1914, veio ao mundo há dois anos!

Uma menina calminha, que dormia muito, comia pouco e se mostrou muito esperta desde o primeiro dia da sua existência!

Começou a falar precocemente. Logo no primeiro dia já apareceu na tela dos computadores de todo o mundo a lembrar as suas origens GUINÉ 1967/1969 e a lembrar-nos a paternidade dos Bloguistas Leandro, Pica, Justo e outros..

O bebé cresceu e se transformou na nossa menina querida, e com apenas dois anos já nos habituou a diariamente a fazer-lhe uma visita. Quantas palavras já aqui foram escritas? quantos sentimentos revelados e escondidos nas entrelinhas? Quantos momentos partilhados? Quantos amigos encontrados? Etc.

Graças a este bebé, o país relembrou o papel importante das Madrinhas de Guerra na vida de milhares e milhares de soldados e que muitas das vezes era a única carta que recebiam periodicamente.

Também graças a este bebé, alguns “pesquisadores” de internet nos procuram para defenderem teses de doutoramento.

E graças a este bebé, que alguns dos nossos colegas lá fora no estrangeiro, aproveitam para “matar” saudades e relembrar alguns amigos e companheiros dessa desdita.

O que eu desejo, é que o bebé continue a “berrar” por muitos e longos anos e que todos possamos amamentá-lo!!

José Costa

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publicamos a seguir uma msg recebida pelo nosso amigo Costa, duma sua amiga. Para ambos os nossos agradecimentos:

Amigo José. Antes de qualquer outra coisa quero agradecer o privilégio do convite para conhecer o mais novo filho do Batalhão de Artilharia 1914 - Tite, Guiné/Bissau - blog de inestimável valor histórico justamente no dia em que comemora dois anos de existência. Parabenizo-os pelo aniversário e principalmente pela iniciativa em criá-lo dando forma e expressão a um tema que foi o marco na vida de todos vocês e que será para sempre lembrado e relembrado. Como filha de militar e ex-combatente na II Guerra Mundial estou acostumada ao ambiente de caserna e por isso me sinto muito à vontade com o tema e vibro por vocês como se comigo fosse. Tenho absoluta certeza que este bebé está muito bem apadrinhado José e desde já tomo a liberdade de me "alistar" como madrinha também, agora não mais da guerra, mas deste promissor bebé que seguramente terá que estar muito forte para tantas histórias contar. Meus cumprimentos e respeitos à todos vocês valorosos soldados, honra e glória de Portugal. Angélica Beraldo - Brasil

domingo, 24 de janeiro de 2010

O Gentil está internado

Amigos Falei há pouco com o Gentil. Está internado há 3 semanas no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, no Serviço de Hematologia, piso 7, cama 30. Se alguém lhe quiser telefonar, ele atende - o nº. é 96 735 66 17 Votos de melhoras para o nosso amigo Gentil. Um abraço.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Allô planeta terra

Por onde andam os bloguistas do bart1914 que não aparecem? Será que se passaram para os irmãos mais novos - facebook ou tweeter? Escrevam amigos, digam coisas, digam mal disto ou daquilo mas digam. Beijinhos e abraços. .

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

do Centro Social dos Montes Altos

Caro amigo Leandro De facto com a vossa alteração de endereço electrónico perdi a forma de vos contactar, ainda bem que o meu amigo nos torna a contactar. Quanto a nós, refiro-me a mim ao Zé Pedro e nossa comunidade, tudo vai indo bem, embora com as dificuldades de uma Instituição como a nossa atravessa, quando a situaçâo do País está tão por baixo. Não me refiro a nossa situação económica que felizmente é boa, pois somos bastantes orientados e desde sempre temos uma politica de pensar no dia de amanhã. Sentimos todavia o peso da crise através da comunidade concelhia onde o desemprego e dificuldades fazem com que sejamos assediados com mais pedidos.Mas tentamos dar resposta criando e recriando soluções. O nosso Natal foi excelente tivemos muita comida, saúde e convívio, todas ou quase todas as pessoas de Montes Altos aqui jantaram, numa ceia entre mais novos e mais velhos se incluiu o Zé Pedro que depois de beber os seus copinhos lá foi para a cama curtir. Com ele tudo vai bem, continua protegido por esta casa, fala sempre nos camaradas de tropa e esta ansioso de vos ver, pelo que a vossa vinda aqui é muito desejada por todos nós. Quanto a trabalho, vai cuidando de 10 ovelhas que temos,um recado ou outro e nada mais. Já foi suficientemente massacrado pelo destino, esta no tempo de viver o tempo perdido... Vou pedir ao meu assessor informático que lhe mande umas fotos de nós. Para si e todos os vossos colegas um abraço forte meu e do Zé Pedro. Diogo Sotero. -------------------- "Saudamos todos os associados e amigos do Centro Social de Montes Altos, que fez 15 anos dia 31 de Agosto passado. Pedimos desculpa por durante algum tempo estarmos sem página, por razões de pirataria informática. Estamos de novo junto de todos neste planeta que é tão grande e tão pequeno que num minuto podemos estar a comunicar com todos e em particular com os nossos conterrâneos que estão na emigração, de quem aguardamos nos enviem a vossa comunicação opinando sobre o nosso site. . Até breve. Diogo Sotero." ---------------------------- Como sabem é no Centro Social dos Montes Altos, no Alentejo, que se encontra a morar o nosso amigo Pedro. Para ele e para os seus amigos, funcionários e direcção, o nosso abraço, com votos de Bom Ano e muitos sucessos. Quem quiser ver fotos do aniversário e outras ou quiser fazer algum comentário, deve entrar no site http://www.csma.pt .

domingo, 10 de janeiro de 2010

10 de Janeiro de 1966.

foto do Quartel das Caldas da Rainha - simpatia do Jornal das Caldas.
Meus amigos, bom dia. Faz hoje 44 anos que assentei praça no quartel das Caldas da Rainha, para iniciar a recruta. Comigo também o Serafim tendo mais tarde ido ambos para a Póvoa de Varzim tirar a especialidade. E muitos outros amigos que ao longo da vida tenho encontrado: O Daniel, homem da discografia, amigo desde a primeira classe da instrução primária e que comigo viajou de comboio do Porto para as Caldas. Que viagem atribulada. O Daniel após a recruta foi para as contabilidades. O Carlos Miguel, actor de teatro, que conseguia ser ainda mais magro que eu. O Carlos Miguel naquela altura já era divorciado e por isso motivo de espanto de todos aqueles pacóvios, que nós éramos. O Emanuel, também amigo da instrução primária, que depois enveredou pela Força Aérea e que mais tarde reencontrei como piloto de helicópteros das FAP, numa missão em Tite. O Almeida, alto, nariz grande, boca e queixo em bico, que era o palhaço da Companhia e que fazia rir toda a gente. O Esbarbalhado (de quem não me lembro o nome), que também foi para a Póvoa e que gozava com tudo e com todos. Quando fazíamos marcha, tinha a mania de escarranchar as pernas o que provocava o riso geral. Mais tarde também e por acaso num almoço de casamento dum familiar, encontrei o Cap. da nossa Companhia, Horta Marques, militarista em excesso, mas agora amaciado pelos anos. Recordo também dois levantamentos de rancho - um deles já no fim da recruta, motivado por ter aparecido uma grossa corda com cerca de meio metro, dentro duma terrina de arroz de peixe encarnado.Foi o caos. Recordo ainda o dia em que nós, todos alinhados lado a lado, tomamos a chamada "vacina de dose de cavalo" em que vinha um enfermeiro espetava as agulhas no ombro de cada um e logo a seguir outro enfermeiro com as seringas a dar injecções. Alguém se lembra se eram desinfectadas???... . Neste dia, 10 de Janeiro de 1966, outros amigos assentaram praça em Tavira, Mafra e muitas mais Unidades por esse pais, e recordarão concerteza esta data como o inicio da sua vida militar. Para todos um grande abraço.

sábado, 9 de janeiro de 2010

BCAV 2867 - que rendeu o BART 1914 em Março de 1969.

Fonte de Tite - simpatia do blog rumoafulacunda .

Recebemos esta msg que divulgamos para conhecimento dos interessados:

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Bat. Cav. 2867 – Tite, Guiné/Bissau – 1969/1970.

Ex-Libris - Fonte de TITE e respectivo Brasão da Vila

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Batalhão de Cavalaria nº 2867

Unidade Mobilizadora: RC 3 Estremoz

Comandante: Ten Cor Cav José Luís Trinité Rosa

2º Comandante: Maj. Cav Francisco José Martins Ferreira

OfInf OperAdj: Maj Cav Carlos Dias Antunes

Companhias: CCS; CCav. 2482; CCav. 2483 e CCav. 2484

Divisa: “Somos Como Somos”

Partida: Embarque em 23Fev69; desembarque em 1Mar69

Regresso: Embarque em 23Dez70

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Síntese da Actividade operacional:

Em 3Mar69, rendendo o BART 1914, assumiu a responsabilidade do Sector S1, cuja sede em Tite e abrangendo os subsectores de Tite, Nova Sintra, Jabadá e Fulacunda.

As suas subunidades mantiveram-se sempre integradas no dispositivo e manobra do Batalhão.

Desenvolveu intensa actividade operacional de patrulhamento, reconhecimento, batidas e emboscadas, de controlo dos itinerários e comandou e coordenou a actuação das subunidades do sector em várias operações realizadas na sua zona de acção.

Coordenou e impulsionou a implantação de elementos e a promoção sócio-económica das populações, bem como a sua segurança e defesa contra vários ataques desencadeados pelo inimigo aos aquartelamentos e aldeamentos.

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Ao fim destes quarenta anos, solicita-se a todos os companheiros ainda não contactados, que o façam através deste blog do BART 1914, enquanto não tivermos o nosso próprio blog, ou para Francisco Feio 212 050 161 - 919 097 586

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Saudações a todos.

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Bart 6520 - o apelo surtiu efeitos...

Ao Cabo Silva e aos Cmdts do Bart 1914 Relativamente ao apelo feito, de imediato tenho por Contactos para o Encontro Anual o do Augusto Rocha: 938 581 537 Poderá, eventualmente ser tentado o Mail do Capitão Miliciano Luis Marcelino ljfmarcelino@gmail.com e estou a tentar o Contacto do Armando Gonçalo Silva Oliveira que participou do Congresso de Guileje.

No momento é o que posso dar de ajuda.

Felicidades, é o que desejo.

Abraço, do

Santos Oliveira

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este convite de 2007, a seguir transcrito, pode dar uma ajuda na procura de contactos: ""março 22, 2007

BArt 6520 (Guiné) convive a 14 de Abril em Lousada

Os ex-militares do Batalhão de Artilharia 6520, que estiveram na Guiné, em 72/74, realizam o Convívio, dia 14 de Abril, em Lousada. Contacto: Augusto Rocha 938 581 537

Publicado por Jorge Santos - Op.Cripto, em março 22, 2007.

BART 6520 Augusto Rocha 938 581 537

Armando Gonçalo Silva Oliveira, BART 6520 Pimentel, etc Guilege…

Capitão Miliciano Luis Marcelino ljfmarcelino@gmail.com""

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de Tite, em 1972.

Meus amigos: Estive em Tite integrado no bart 6520/72, era o cabo SILVA da arrecadacão de sapadores. Gostaria de ter contactos com antigos companheiros. O meu imail é: tite1950@portugalmail.pt .

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

do Francisco Silva, em França

UM abraçâo a todos com os desejos de Bom Ano e de boa saúde para todos vós. Do vosso amigo Silva. (França)

Meus amigos, para levantar o ego...

de Nicolau Santos, Director - adjunto do Jornal Expresso, In Revista "Exportar"
Eu conheço um país que tem uma das mais baixas taxas de mortalidade mundial de recém-nascidos, melhor que a média da UE. Eu conheço um país onde tem sede uma empresa que é líder mundial de tecnologia de transformadores. Eu conheço um país que é líder mundial na produção de feltros para chapéus. Eu conheço um país que tem uma empresa que inventa jogos para telemóveis e os vende no exterior para dezenas de mercados. Eu conheço um país que tem uma empresa que concebeu um sistema pelo qual você pode escolher, no seu telemóvel, a sala de cinema onde quer ir, o filme que quer ver e a cadeira onde se quer sentar. Eu conheço um país que tem uma empresa que inventou um sistema biométrico de pagamento nas bombas de gasolina. Eu conheço um país que tem uma empresa que inventou uma bilha de gá> muito leve que já ganhou prémios internacionais. Eu conheço um país que tem um dos melhores sistemas de Multibanco a nível mundial, permitindo operações inexistentes na Alemanha, Inglaterra ou Estados Unidos. Eu conheço um país que revolucionou o sistema financeiro e tem três Bancos nos cinco primeiros da Europa. Eu conheço um país que está muito avançado na investigação e produção de energia através das ondas do mar e do vento. Eu conheço um país que tem uma empresa que analisa o ADN de plantas e animais e envia os resultados para os toda a EU. Eu conheço um país que desenvolveu sistemas de gestão inovadores de clientes e de stocks, dirigidos às PMES. Eu conheço um país que tem diversas empresas a trabalhar para a NASA e a Agência Espacial Europeia. Eu conheço um país que desenvolveu um sistema muito cómodo de passar nas portagens das auto-estradas. Eu conheço um país que inventou e produz um medicamento anti-epiléptico para o mercado mundial. Eu conheço um país que é líder mundial na produção de rolhas de cortiça. Eu conheço um país que produz um vinho que em duas provas ibéricas superou vários dos melhore vinhos espanhóis. Eu conheço um país que inventou e desenvolveu o melhor sistema mundial de pagamento de pré-pagos para telemóveis. Eu conheço um país que construiu um conjunto de projectos hoteleiros de excelente qualidade um pelo Mundo. O leitor, possivelmente, não reconheceu neste país aquele em que vive... PORTUGAL. Mas é verdade..Tudo o que leu acima foi feito por empresas fundadas por portugueses, desenvolvidas por portugueses, dirigidas por portugueses, com sede em Portugal, que funcionam com técnicos e trabalhadores portugueses. Chamam -se, por ordem, Efacec, Fepsa, Ydreams, Mobycomp, GALP, SIBS, BPI, BCP, Totta, BES, CGD, Stab Vida, Altitude Software, Out Systems, WeDo, Quinta do Monte d'Oiro, Brisa Space Services, Bial, Activespace Technologies, Deimos Engenharia, Lusospace, Skysoft, Portugal Telecom Inovação, Grupos Vila Galé, Amorim, Pestana, Porto Bay e BES Turismo. Há ainda grandes empresas multinacionais instalada no País, mas dirigidas por portugueses, com técnicos portugueses, de reconhecido sucesso junto das casas mãe,como a Siemens Portugal, Bosch, Vulcano, Alcatel, BP Portugal e a Mc Donalds (que desenvolveu e aperfeiçoou em Portugal um sistema que permite quantificar as refeições e tipo que são vendidas em cada e todos os estabelecimentos da cadeia em todo o mundo). É este o País de sucesso em que também vivemos, estatisticamente sempre na cauda da Europa, com péssimos índices na educação, gravíssimos problemas no ambiente e na saúde (e na Justiça digo eu)... do que se atrasou em relação à média UE...etc Mas só falamos do País que está mal, daquele que não acompanhou o progresso. É tempo de mostrarmos ao mundo os nossos sucessos e nos orgulharmos disso.

aerogramas de Nova Sintra

A seguir transcrevemos algumas notas trocadas entre o Pica Sinos e o Fernando Teixeira, acerca de Nova Sintra. Ficamos a aguardar próximos desenvolvimentos por parte do Fernando. ------------------------------------ Boa tarde Amigo e Camarada Fernando Teixeira Mais uma vez renovo os agradecimentos do texto e fotos que nos enviou sobre Nova Sintra, onde já tivemos a oportunidade de publicar no nosso Bloog. Mais agradecia, com o mesmo objectivo da publicação, que nos fosse relatada a cerimónia do acto da entrega que fala. Aceite os meus agradecimentos Raul PSinos -------------------------------------------------- Meu Caro Raul Sinos, Depois de uma estadia temporária nos Açores para as Festas, regressei esta semana a Lisboa. O assunto da “entrega” de Nova Sintra ao PAIGC ou aos Guineenses, como se queira, não está de modo algum esquecido. Tem estado em constante construção mental e à espera de uma oportunidade de passagem a escrito o que me foi impossível dadas as festividades. Para relatar a “entrega” vou ter que relatar um pouco mais atrás visto que a situação da 2ª C.Art. do B. Art. 6520 (“Os Mais”) estava muito anormal. A minha Companhia foi mobilizada por 18 meses, como era costume no CTIG, mas acabou por lá estar 26 meses. A capacidade de mobilização do Exército Português estava perfeitamente esgotada. Como o Raul deve acreditar o estado psicológico do pessoal estava abaixo de tudo o que se possa pensar e, isso, teve fortes reflexos nos momentos que antecederam e sucederam à “entrega” do aquartelamento. Assim, prometo para muito breve enviar-lhe um “escrito” com a minha visão daquilo que aconteceu naqueles tempos de 73/74 na nossa Companhia. Queria ainda pedir-lhe que me enviasse o endereço do Bloog pois não consegui voltar a encontrá-lo. Um abração Fernando Teixeira ------------------------------------------- Meu Caro Fernando Obrigado por ter respondido Ficamos à espera do seu texto Tenha uma boa tarde Raul PSinos O endereço do blog é http://bart1914.blogspot.com .

domingo, 3 de janeiro de 2010

do Raul Soares (cart 1743)

FELIZ ANO DE 2010

Olá!

Está alguém em casa?

Foi aqui que encomendaram...?

Seis camiões carregados para todos vós.

''''''''''''''''-- - '''''''||_ |................*AMOR*...........|||'|''__ |________________ _ |||_|___|) !(@)'(@)''''**!(@)(@)***!(@)'' |''''''''''''''''-- - '''''''||_ |............*CARINHO*.........|||'|''_ |________________ _ |||_|___|) !(@)'(@)''''**!(@)(@)***!(@)'' |''''''''''''''''-- - '''''''||_ |............*ALEGRIA*.........|||'|''__ |________________ _ |||_|___|) !(@)'(@)''''**!(@)(@)***!(@)'' |''''''''''''''''-- - '''''''||_ |............*AMIZADE*.........|||'|''_ |________________ _ |||_|___|) !(@)'(@)''''**!(@)(@)***!(@)'' |''''''''''''''''-- - '''''''||_ |........*FELICIDADE*.......|||'|''__ |________________ _ |||_|___|) !(@)'(@)''''**!(@)(@)***!(@) e agora o sexto, sempre esquecido ''''''''''''''''-- - '''''''||_ |............ * SAÚDE*.........|||'|''__ |________________ _ |||_|___|) !(@)'(@)''''**!(@)(@)***!(@)''

Está entregue!

Com um abraço do

Raul Soares

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Gentil já respondeu

Anónimo Do Gentil:

Olá companheiros Obrigado pelo apoio e solidariedade.

Vou recuperar e estar convosco no próximo encontro. Um bem haja a todos. Gentil