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“Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma”
(Do Padre António Vieira, no "Sermão da Terceira Quarta-Feira da Quaresma", na Capela Real, ano 1669. Lembrado pelo ex-furriel milº Patoleia Mendes, dirigido-se aos ex-combatentes da guerra colonial.).
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"Ó gentes do meu Batalhão, agora é que eu percebi, esta amizade que sinto, foi de vós que a recebi…"
(José Justo)
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“Ninguém desce vivo duma cruz!...”
"Amigo é aquele que na guerra, nos defende duma bala com o seu próprio corpo"
António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente
referindo-se aos ex-combatentes da guerra colonial
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“Aos Combatentes que no Entroncamento da vida, encontraram os Caminhos da Pátria”
Frase inscrita no Monumento aos Mortos da Guerra Colonial, no Entroncamento.
RECONHECIMENTO
domingo, 29 de novembro de 2009
NO "TIA ALICE" EM FÁTIMA
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Almoço em Fátima, dia 28
No próximo Sábado, dia 28, temos almoço no Restaurante Tia Alice, em Fátima.
Estão inscritos 18.
Boa viagem para todos.
Um abraço.
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Baltar - a terra do Hipólito.
domingo, 22 de novembro de 2009
Almoço anual de 2010, já mexe.
Por falar em almoços . . .
Lembram, com certeza, do “cabito”, um pastel desnatado, nosso consorte de desdita e residente em Penafiel?
Pois bem. Acompanhou-me, há dias, na prospecção de restaurante para o n/almoço/convívio.
- Oh pá. Ali, no hotel, é mais em conta, alvitrou ele.
- Hein!? . . . porquê ? ... interrogo, incrédulo.
- Têm aquele esquema do “pega e anda” . . . não sei como se diz . . .
- Hã !? . . . cogito . . . Deixa cá ver . . . Pega e anda?! . . .
- Sim . . . sim . . , reafirma ele . . ., não sei é o palavrão . . .
- Ah! . . . não será “self-service”? . . . indago.
- Isso, . . . isso mesmo.
sábado, 21 de novembro de 2009
terça-feira, 17 de novembro de 2009
domingo, 15 de novembro de 2009
RECUPERAÇÃO DOS RESTOS MORTAIS NA GUINÉ
sábado, 14 de novembro de 2009
Malan Baldé
Companheiros
Com a devida vénia, trago-vos hoje um artigo que espelha bem o desprezo a que foram votados os ex-combatentes, sejam eles portugueses ou nativos.
Este artigo é escrito por António Moreira, hoje advogado em Torres Vedras, e que foi alferes miliciano na cart 1690, que pertencia ao BART 1914, que esteve em Tite pouco tempo e depois marchou para a região de Empada, onde teve várias baixas, incluindo o seu capitão. Após a morte deste, o Alf. Moreira foi comandante da Companhia durante muito tempo.
Foi uma companhia que sofreu bastante e daí o valor que este nosso companheiro dá à lealdade e ao respeito devido a quem se entregou de alma e coração às causas em que acreditava. Não interessam as razões.
Neste caso, Malan Baldé, um nativo integrado nas nossas tropas de então, um bravo, um herói e que agora vive em Lisboa em condições miseráveis e de grande necessidade.
Os ex-Combatentes foram mandados para o Ultramar pelos politicos e pelos políticos têm sido humilhados, desprezados e esquecidos.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Cavaleiro, boa ideia !!!
Amigos
Responsável que me sinto por democraticamente e por opção não frequentar "bares e bordeis" é com a mesma e fervorosa intenção que já tinha a Madre Teresa de Calcutá que eu faço uma promessa de aproximação destas duas alminhas, que dizendo-se amigos são, para já, incapazes de passar de mão dada "à porta da mariquinhas" como dizia a Amália. Tentar não custa! Façam um "esforçozinho", tá bem?!!! Farei tudo pela vossa beatificação!
É por isso que vos proponho um encontro no centro (Fátima pela afinidade) ou mais a norte, no queijo do castelo, na loja do costa da pinto numa "almoçarada" bem regada com "muralhas" e. a(meias), em ambiente despoluído e belo, com paisagem natural, gastronomicamente rico, e com........a neve, a bater leve, levemente, branca e pura.....
Aqui não há artificialismos. Aqui há muitas alminhas (sabem o que são, não sabem?), há muitas capelas, muitas igrejas, enfim, muitos locais ideais para se penitenciarem e purificarem as vossas almas (se ainda forem a tempo!).
Não proponho um encontro a sul. Justificação? Embora reconheça que os "moiros" dispõe de lugares/instalações bastante aprazíveis, luxuosas e faraónicas, também reconheço que todas elas estão viciadas e extremamente poluídas!!!!!! Cheiram mal.. Não nos esqueçamos que é de lá que nos impingem o OE (gostei dessa Hipólito!), é lá que desvirtuam os processos Casa Pia, Freeport, Portucale, BPN..Sporting!!!!, a avaliação dos professores. Bolas já me esquecia da licenciatura do nosso 1º.!!! Cheira mal! É certo que todos nós já contribuímos para isso! E que gozo me deu e dá satisfazer as minhas necessidades cágado/fedorentas num qualquer buraco de hotel em Lisboa. Mas atenção! "a couve para ser leve no olho carece de um bom adubo!!". Também gostei dessa Hipólito!
E não proponho, receando também, não encontrar canil ou pocilga com acústica apropriada para satisfazer a vasta audiência, pese embora reconheça os vossos belíssimos dotes vocais. A vossa fina e requintada voz associada à vossa soberba capacidade de síntese merecem outro lugar.
Poderia ser ainda mais a sul, lá para o meio do monte, mas....coitado do nosso amigo Mestre! Ele que ainda hoje acabou de regressar de uma consulta psiquiátrica, consequência das invasões sulistas de que foi alvo por um grupo de malfeitores que o espoliaram e só não lhe levaram a cabritinha porque nessa altura andava em digressão pelo norte, cabeça de cartaz do nosso querido autor, compositor e interprete de música clássica/brejeira, de seu nome "Cim Barreiro's"!
Ainda bem que o Mestre, inteligente que é,.. à socapa....já tratou de "benzer" a casa e manda dizer que o porco...já morreu de gripe com o seu nome"!
Além disso..a sul a neve, não bate fria; bate quente, com odor etílico de teor alcoólico demasiado elevado, conforme já me foi dado constatar pelas reportagens que me vão chegando.
Por isso deixemos o nosso amigo Mestre em paz e sossego.
Bom, agora a sério. Entendam-se!!!!!!!!!
Abram o ficheiro que anexo, gritem, esperneiem, batam com a cabeça contra a parede, mas................ouçam a beleza da melodia.
De quando em vez é bom brincar. Por isso gosto das brincadeiras do Pica e do Hipólito. Aguardo pela prometida resposta do Pica.
Não se esqueçam que eu sou um homem do Norte! E.......tenho muitos amigos em Lisboa e arredores!! Se não digo isto ainda sou crucificado!!!!
Passem um bom fim de semana.
Cavaleiro,
(ex-Ranger e Boina Verde c/ Cruz de Guerra de 1ª. Classe por actos heróicos, enquanto responsável pelo ccripto, no combate à indisciplina, abuso do podere bandalheira por parte dos seus subordinados, op criptos/Lisboetas de gema,e por um malfeitor, pretensioso sacristão)
Rede Nacional de Apoio aos Veteranos de Guerra
Amigos
Com a devida vénia, junto uma publicação que li num dos jornais regionais de Torres Vedras, o Badaladas, e que pode ter interesse.
É um trabalho da Jornalista Inês Costa
Um abraço.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Um sacristão confessa-se...
Picando os sinos...
domingo, 1 de novembro de 2009
QUEM BATE, ASSIM LEVEMENTE, COM TÃO ESTRANHA LEVEZA
eno. Só em condições muito particulares é que os naturais das outras regiões a sul, têm a possibilidade de contemplar tal fascinio.
Também nas ilhas dos Açores (Ilha do Pico) e na Madeira (Picos: Ruivo, Torres e Areeiro) com regularidade cai neve nas partes mais elevadas. Mas em Lisboa são necessárias condições atmosféricas de frio muito adversas para que os lisboetas tenham a oportunidade de apreciarem tal encanto.
A história que
vou contar decorreu à 55 anos, no ano de 1954, foi tal forma marcante a surpresa que ainda hoje recordo em pormenor. Foi na manhã do dia primeiro de Fevereiro, quando o meu bairro em Lisboa, e o país acordou coberto por um manto de neve.
afazeres profissionais saía muito cedo e chegava já com as ruas iluminadas pela luz dos candeeiros. Morava na mesma rua onde eu morava, na Rua dos Plátanos lá pró princípio, no nº 4, mesmo ao lado da casa da Maria do Carmo. No nº 2, a primeira casa da rua morava o Emílio, companheiro do arco e do peão, na casa da frente morava o “Pisco”. Com estes e com outros, para aprender as primeiras letras, me sentei nos bancos da escola. Nunca mais os vi, não sei das suas sortes.
musicas ou garrafas quebradas nos cascos, mas não pensem que não faltaram acontecimentos nas aguas das picotas das hortas plantadas junto das linhas dos comboios, são outras histórias que um dia contarei. Até lá esperemos que este inverno a neve volte a cair em Lisboa.
sábado, 17 de outubro de 2009
Lusoceram - revista de Setembro.
A Lusoceram teve a gentileza de publicar na sua revista de Setembro uma simpáctica referencia ao nosso blog.
Aos responsáveis da revista Dra. Claudia Palhais, Dr. Carlos Pinheiro, D.Ana Constanço e D.Fátima Neto os meus (nossos) sinceros agradecimentos.
E quando quiserem participar no blog teremos sempre muito gosto.
Muito obrigado.
Bem hajam.
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Circuncisão Feminina na Guiné-Bissau
Relatório do governo apresentado à Cedaw revela que 44% de mulheres e raparigas são vítimas de mutilação genital feminina no país; documento indica também que vários tabus culturais contribuem para a discriminação das mulheres.
Carlos Araújo, da Rádio ONU em Nova Iorque.
O governo da Guiné-Bissau disse que quer reduzir para metade, até 2015, os casos de mutilação genital feminina no país.Um relatório apresentado na segunda-feira, 3 de Agosto, à Comissão da ONU para Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra Mulheres, Cedaw, indica que 44% de mulheres e raparigas na Guiné-Bissau são vítimas de circuncisão feminina.
Violência Doméstica
Além da mutilação genital, o relatório nota o aumento assustador de outras formas de violência contra mulheres, incluindo a escravatura e violação sexual e a violência doméstica.
Segundo o governo guineense, a cultura e tradição são factores que continuam a afectar o pleno exercício dos direitos fundamentais das mulheres.
Elas limitam o acesso das raparigas à educação, discriminam as mulheres em questões de divórcio e herança e têm um impacto negativo na sua saúde.
Vida Política
A presidente do Instituto da Guiné-Bissau para a Mulher e Criança, Iracema do Rosário, que apresentou o relatório do governo, disse à Rádio ONU que a discriminação das mulheres na área da educação impede a sua participação efectiva na vida política do país.
"Sabemos que existem tabus que dizem que as mulheres devem ficar em casa para fazerem os trabalhos domésticos.
Esses tabus ajudam o processo de discriminação impedindo as mulheres de alcançarem postos de decisão.
Outros tabus culturais que impedem o avanço da mulher guineense são a mutilação genital feminina e o casamento precoce e forçado" afirmou.
Lei Tradicional
A ONG guineense, Liga dos Direitos Humanos, participou também na reunião da Cedaw. O presidente do órgão, Luís Vaz Martins, disse à Rádio ONU que a discriminação das raparigas começa na própria casa.
"É no lar familiar que começa a discriminação.
Os rapazes são autorizados a frequentar a escola enquanto as raparigas ficam em casa.
Existem outras tarefas domésticas que acabam por ser impostas às raparigas, afectando o seu rendimento escolar.
O próprio relatório do governo reconhece uma alta taxa de desistência das raparigas da escola" disse.
Iracema do Rosário realçou que a luta contra a discriminação passa por uma mudança de mentalidades no país.
"Sabemos que na Guiné-Bissau há quadros femininos capazes de ocupar postos de decisão. Mas factores culturais atrasam o seu avanço.
É necessário haver uma equidade.
Havendo uma equidade sabemos que a mulher pauta pela paz, pela estabilidade e pelo desenvolvimento.
Acho que a Guiné-Bissau vai ter esse previlégio de ter mulheres nos postos de decisão" afirmou.
Luís Vaz Martins disse à Rádio ONU que as mulheres continuam também a ser vítimas da lei tradicional, particularmente nas regiões rurais.
"Na Guiné-Bissau, as mulheres na sua grande maioria, salvo situações de mulheres urbanas, não têm o direito de herdar os bens dos maridos no caso de morte.
A mulher ou aceita uma nova relação, um novo casamento, com um dos familiares do falecido marido ou é expulsa do lar familiar" indicou.
In: Rádio das Nações Unidas
Google
Zé Justo
sábado, 10 de outubro de 2009
FOMOS COMEMORAR A REPÚBLICA AO ALENTEJO
No dia 5 de Outubro de 2009, fomos comemorar a Republica, na casa do Mestre, no Alentejo! Esperávamos a presença mais companheiros, mas por vicissitudes diversas não nos deram por ora essa alegria. O fim-de-semana era grande, naturalmente aproveitado, por uns, para visitar
familiares há muito distantes das vistas, por outros infelizmente por insuficiência física, própria ou de familiares chegados, não deixando de referirem, ao justificarem as faltas, que o ano tem 365 dias e a vontade de confraternizarem com o Mestre e demais camaradas não se esgotou!
Comigo o Carlos Leite e o Marinho. Se bem que já tenha feito esta viagem por duas vezes, na saída da A2, em Castro Verde, o meu velhinho “GPS” não encontrou, por diversas vezes, as “coordenadas” do Monte Fialho. Momentos em que o condutor do veículo (Carlos Leite), não se inibiu de me catalogar de “caduco”, não porque o dissesse expressamente, mas não me foi despercebido aquele olhar de interrogado e de gozo.
Mestre!
Sim? “dize”…
É pá estamos aqui….
Aqui, ooonde?
Na estrada!
Escuta Pica, és nabo, volta para trás e no cruzamento telefona novamente!
Creio que a nossa chegada foi por volta das 10,30 da manhã. O Mestre e sua mulher, D. Conceição, recebem-nos com grande satisfação e alegria. Como sempre a mesa estava “pronta” com
a produção caseira…Paio, Presunto de porco preto, Queijo, fresco e seco, Pão e Vinho. A conversa na mesa desenvolve-se muito animada e, mais animada se torna na medida em que o tempo passa e os produtos se “consomem”, sobretudo nos copos que o Mestre não se cansava em encher.
Enquanto a D. Conceição se esmerava na cozinha, nós com as barrigas pançadas do melhor e bem bebidos, chegava a hora de distorcer as pernas! O anfitrião brinda-nos com uma visita à sua “herdade”. Visitamos a sua produção hortícola e as obras da sua casa. “Chapéu” novo, garagem em novo estilo, tudo muito bem pintado. Parabéns Mestre, que a gozes com saúde e demais família.
Na visita à adega, vejo que o desengaçador/esmagador das uvas e a prensa hidráulica com uma rosca sem fim, já estão devidamente arrumados. As “pipas” estavam cheias e tapadas, ocorre o processo da fervura/fermentação. O cheiro é específico.
O Mestre desenrola os saberes da sua produção e, para meu espanto, desenvolve-se franca e animada discussão entre os enólogos Mestre e Reguila, atributos que desconhecia neste último camarada.
Com o desenrolar das opiniões e dos saberes, não tenho dúvidas se o camarada Hipólito estivesse presente viria engrandecer tal cavaqueira. Experimentado que foi, em Tite, no saque, engarrafamento e prova de produtos
etílicos, destinados às prelecções apostólicas, hoje já bem especialista, tal como o Mestre e o Carlos Leite, na discussão da ciência que estuda todos os aspectos relativos ao vinho, desde o plantio, escolha do solo, vindima, produção, envelhecimento, engarrafamento e por último o “escoamento”, certamente ficaríamos (ainda mais), eu e o Marinho, de boca aberta por espanto de tais saberes. Óh Correia, Guedes, Cavaleiro, Contige, Barros, Zé Manel e Ramos, não sabem o que perderam!
Obviamente que na adega não houve prova, já tinha acontecido antes e
…longas. Fogo, os gajos não se calavam com o processo do melhor fazer. O Leite dizia que devia existir uma torneira no fundo da “pipa”, o Mestre era de opinião contrária! Um dizia…isto é assim! O outro dizia-se discordante! Estes dois enólogos não se entendiam, que falta se fez sentir a terceira opinião. Já junto das cabras ainda se discutia o fazer do vinho, só na presença da já famosa cabra “menina”, os gajos mudaram de assunto. Os porcos pretos, já estão gordos, bem bonitos, quase prontos para a matança.
Ao almoço a D. Conceição brinda-nos com uma tachada de guisado de galinha do campo, logo seguida de uma outra com feijoada de porco preto. “Chi rapazes”! Momentos depois fomos brindados com a presença do João e da Graça, neto e filha do Mestre. Falámos de muit
a coisa e fizemos mais uns exercícios de informática, não sendo possível visitar desta vez o blog, por esgotado o carregamento.
Antes da partida ainda deu tempo para visitarmos uma aldeia ali bem perto. O Carlos Leite queria levar uns “mimos” caseiros, tais como pão, chouriça e queijo, sendo que o melhor estava para vir. O Mestre ofertou-nos, para além de uns queijinhos frescos e secos, um frasco de mel e uma lebre. Obrigado grande Mestre e D. Conceição, é sempre uma grande felicidade visitar estes amigos, até à próxima!
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Hipólito disse... Estás a topar estes zac-sarapantões, António?! Os porcos estão já quase prontos . . . É necessária uma terceira opinião, avalizada e científica . . . Até à próxima . . . etc., etc. e coisa e tal . . . Cá pr'a mim, estão os magalas a perfilar-se para um próximo golpe de mão. Ainda bem que nem sequer faço a mínima ideia onde fica o Monte Fialho, mas que a pintura e obras de tua casa estão a precisar de bênção e sequente molhadela, lá isso estão. E, para tal (só na parte relogiosa), penso que serei indispensável . . . Um grande abraço a todos.
13 de Outubro de 2009 11:32
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Presença Portuguesa na Guiné/Bissau - pelo Pica Sinos.
domingo, 4 de outubro de 2009
Implantação da República - comemorada ao mais alto nivel em Mértola...



