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“Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma”


(Do Padre António Vieira, no "Sermão da Terceira Quarta-Feira da Quaresma", na Capela Real, ano 1669. Lembrado pelo ex-furriel milº Patoleia Mendes, dirigido-se aos ex-combatentes da guerra colonial.).

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"Ó gentes do meu Batalhão, agora é que eu percebi, esta amizade que sinto, foi de vós que a recebi…"

(José Justo)

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“Ninguém desce vivo duma cruz!...”

António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente

referindo-se aos ex-combatentes da guerra colonial

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Eles,
Fizeram guerra sem saber a quem, morreram nela sem saber por quê..., então, por prémio ao menos se lhes dê, justa memória a projectar no além...

Jaime Umbelino, 2002 – in Monumento aos Mortos na Guerra Colonial, em Torres Vedras


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EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

RECONHECIMENTO

ESTES SÃO OS EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART. FALTAM AQUI OS EMBLEMAS DAS UNIDADES DA ARMADA E DA FORÇA AÉREA QUE TANTAS VEZES FORAM AO ENXUDÉ, A TITE, A NOVA SINTRA E OUTROS AQUARTELAMENTOS, PARA ENTREGA E LEVANTAMENTO DE CORREIO, O SPM, REABASTECIMENTOS DE GÉNEROS E MATERIAL BÉLICO E OUTRO DIVERSO, OU PARA EVACUAÇÃO DE MORTOS E FERIDOS E TAMBÉM PARA FLAGELAÇÃO DO IN. E AINDA VÁRIAS UNIDADES DE INTERVENÇÃO RÁPIDA TAIS COMO PARAQUEDISTAS, FUZILEIROS, COMANDOS E OUTRAS COMPANHIAS, PELOTÕES OU SECÇÕES, PARA AJUDA EM MOMENTOS MAIS DIFICEIS, NÃO ESQUECENDO AS ENFERMEIRAS PARA-QUEDISTAS.

domingo, 10 de junho de 2018

O 10 de Junho em Bissau - homenagem aos Combatentes falecidos, Portugueses e Guineenses, na Guerra Colonial.





"O líder do PSD, Rui Rio, acompanhado do Presidente da Liga dos Combatentes, homenageou neste domingo no cemitério de Bissau, Guiné-Bissau, os militares portugueses e guineenses vítimas da guerra colonial, sublinhando que todos foram vítimas de um conflito que ninguém desejava.
"Também por ocasião do 10 de Junho faz sentido homenagear os militares mortos durante a guerra colonial e esta homenagem aos militares portugueses mortos é extensiva naturalmente também aos militares da Guiné que faleceram na mesma guerra. Não foi uma guerra entre povos, foi uma guerra de um país que queria a sua libertação contra um regime, contra o qual a maior parte dos portugueses também estavam contra como se verificou em 1974", afirmou.
Rui Rio falava aos jornalistas no primeiro dia de visita a Bissau, onde se deslocou para assinalar o 10 de Junho, dia de Portugal, de Camões e das Comunidades.
"São vítimas de uma guerra que nenhum de nós desejava, se tivesse havido diálogo teria sido bem diferente e bem melhor para todos. Foi como foi a história e estamos aqui naturalmente para prestar esta homenagem, particularmente no dia dos Camões que é o principal expoente da língua portuguesa que a todos nos une", afirmou.
Questionado sobre os encontros que vai ter com as autoridades guineenses e os líderes dos dois maiores partidos do país, Rui Rio explicou que pretende levar da Guiné-Bissau uma "fotografia muito exacta" sobre a actual situação do país.
"Particularmente dos caminhos que a Guiné-Bissau tem em mente e que podemos ser úteis, particularmente dos caminhos em termos de desenvolvimento do país, já que a nossa história comum nos obriga a sermos solidários com um país que tem direito ao desenvolvimento como os demais", afirmou.
Durante a sua estada em Bissau, que termina na terça-feira, o líder do PSD vai também realizar visitas ao Hospital Nacional Simão Mendes em Bissau, a um orfanato, à faculdade de Direito de Bissau, bem como participar num encontro com empresários portugueses."
in: Publico, online.

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