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“Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma”


(Do Padre António Vieira, no "Sermão da Terceira Quarta-Feira da Quaresma", na Capela Real, ano 1669. Lembrado pelo ex-furriel milº Patoleia Mendes, dirigido-se aos ex-combatentes da guerra colonial.).

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"Ó gentes do meu Batalhão, agora é que eu percebi, esta amizade que sinto, foi de vós que a recebi…"

(José Justo)

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“Ninguém desce vivo duma cruz!...”

António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente

referindo-se aos ex-combatentes da guerra colonial


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EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

RECONHECIMENTO

ESTES SÃO OS EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART. FALTAM AQUI OS EMBLEMAS DAS UNIDADES DA ARMADA E DA FORÇA AÉREA QUE TANTAS VEZES FORAM AO ENXUDÉ, A TITE, A NOVA SINTRA E OUTROS AQUARTELAMENTOS, PARA ENTREGA E LEVANTAMENTO DE CORREIO, REABASTECIMENTOS DE GÉNEROS E MATERIAL BÉLICO E OUTRO DIVERSO, OU PARA EVACUAÇÃO DE MORTOS E FERIDOS E TAMBÉM PARA FLAGELAÇÃO DO IN. E AINDA VÁRIAS UNIDADES DE INTERVENÇÃO RÁPIDA TAIS COMO PARAQUEDISTAS, FUZILEIROS, COMANDOS E OUTRAS COMPANHIAS, PELOTÕES OU SECÇÕES, PARA AJUDA EM MOMENTOS MAIS DIFICEIS.

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sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

A guerra convencional e a guerra de guerrilha, pelo José Costa


"Caros colegas e ex-combatentes da Guiné-Bissau!
Há uns dias estava numa conversa de café com dois amigos, um de 45 anos e outro de 60. Eles foram “tropas”. Um de seis meses e outro um pouco mais mas, não fizeram comissão nenhuma em lado nenhum nem nunca estiveram em situações de fogo real como foi a maioria da rapaziada de 1961 a 1974, visto que no tempo deles a guerra tinha acabado. A determinado momento falou-se do tipo do nosso fardamento e do armamento que usávamos. O mais novo dizia que se fosse hoje, iriamos vestidos como os “marines” americanos com coletes á prova de bala, capacete em vez co “quico” etc… Eu falei que o tipo de missão do Iraque é uma guerra diferente da de guerrilha feita no mato do esconde e foge como era a quer fazíamos na Guiné. E portanto eu não estava a ver nos dias de hoje, mesmo se essa guerra existisse, haver militares vestidos assim como eles, debaixo daquele calor e humidade, ou em tempo das chuvas com lama por todo o lado e a fazer patrulhas e ter de atravessar a bolanhas. O mais certo era haver insulações devido ao peso do material de armas e munições que teríamos de transportar ao ombro e certo seria afogamentos nessas bolanhas, visto na época e se calhar ainda hoje haver a ausência de pondes e estradas. No Iraque eles viajam de carros de combate, o campo é aberto, e se vão passar revista casa a casa, antes os aviões fizeram os ataques para limpar. E neste cenário o inimigo está identificado pela posição que ocupa, ao contrário do mato. Então aqui sim o equipamento deles é acertado. Bom no fim, perdi eu… esta “juventude” desconhece totalmente a diferença entre uma guerra de mato e uma a céu aberto. Penso eu ou, estarei errado? Digam de vossa justiça, comentem….

José da Costa"

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