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Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma! (Patoleia Mendes ).

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"Ó gentes do meu Batalhão /

Agora é que eu percebi /

Esta amizade que sinto /

Foi de vós que a recebi…"

(José Justo)


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quinta-feira, 27 de abril de 2017

O Narciso está hospitalizado

"Amigos e Amigas .
Tenho a vos informar que me encontro hospitalizado desde a sexta-feira passada, devido a ter dado uma pequena queda que.me causou uma fratura da bola do fémur. Tive de ser operado de urgência. Agora dia à dia estou-me sentindo melhor. Abraços para todos.
Já estou a treinar andar com as canadianas, mas ainda no hospital.

José Narciso Costa."


terça-feira, 25 de abril de 2017

segunda-feira, 24 de abril de 2017

O Ramos de Mértola, passa hoje mais um aniversário



Ramos das transmissões, alentejano dos quatro costados, passa hoje mais um aniversário.

Um grande abraço companheiro que contes muitos com saúde e que estejas bem.

Muitos parabéns.

Leandro Guedes.

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Joaquim Henriques, de Peniche.



O nosso amigo Joaquim Henriques (Cajé) de Peniche, acabou de passar por um mau bocado com um ataque de diabetes, mas já está em casa. Para ele os nossos votos de rápidas melhoras.

Um abraço companheiro.

Leandro Guedes.

terça-feira, 18 de abril de 2017

Luis Manuel Dias - passa hoje mais um aniversário

O Luis com o Costa


O Luis com o Alberto Camelo

O Luis com vários amigos

O nosso amigo Luis Manuel Dias, passa hoje mais um aniversário.
Para o nosso companheiro um grande abraço de parabens, com votos de boa saúde e bem estar.
Um abraço Luis.

Leandro Guedes.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Cidadãos sem abrigo


O Presidente de República, Marcelo Rebelo de Sousa, advertiu que a resolução do problema das pessoas em situação de sem-abrigo não pode “esperar pela aceleração do crescimento”.
Em entrevista à TVI, que será divulgada hoje na íntegra, Marcelo Rebelo de Sousa alertou mais uma vez para a questão dos sem-abrigo, sublinhando que “a função do Presidente da República é chamar a atenção para os problemas e pressionar para que aquilo que depende do poder executivo seja acelerado”.
“Eu penso que o Presidente da República ao mesmo tempo que puxa pelo crescimento, que puxa pelo investimento – porque isso é essencial -, tem de olhar para aqueles problemas do imediato, que estão aí e que não podem esperar pela aceleração do crescimento”, defendeu na entrevista, que acompanha uma reportagem sobre esta população.
Marcelo Rebelo de Sousa apelou ainda para que não se esqueçam destas pessoas que vivem nas ruas das cidades ou em centros de acolhimento.
“Supondo que começa mesmo o crescimento e o emprego não se esqueçam dos que ficaram para trás”, disse, vincando: “Há muitos que ficam para trás e ficam irremediável e definitivamente para trás. Não se esqueçam deles”.
No início do mês, Marcelo Rebelo de Sousa pediu que a nova estratégia do Governo de combate à situação dos sem-abrigo seja aplicada já este ano, para que este problema esteja erradicado em 2023.
Questionado na altura se o Governo tem atuado com eficácia neste domínio, o chefe de Estado sublinhou que o horizonte de aplicação da anterior estratégia terminou em 2015 e que “2016 foi um compasso de espera” para que o executivo apresentasse a nova estratégia 2017-2023.
Na entrevista à TVI, Marcelo Rebelo de Sousa afirma que “O Governo está a preparar esse plano para o médio e o longo prazo”, para ver “como se pode fazer funcionar melhor a articulação e a coordenação”.

noticia do Observador, partilhada pela nossa amiga Albertina Granja, a quem agradecemos.

ver também reportagens sobre este mesmo tema, no Jornal da noite da TVi nos dias 15 de Abril, sábado e 16 de Abril, domingo.

domingo, 16 de abril de 2017

Sem abrigo - a promessa do Senhor Presidente da Republica


Ex-combatentes sem abrigo
Na senda daquilo que o Senhor Presidente da Republica prometeu ser sua bandeira até 2021, vimos publicar novamente um artigo já publicado em 2014, neste blog. O seu autor é o alf. Moreira que foi comandante da CART 1690, após o falecimento do seu comandante de companhia, capitão Sarmento Ferreira.
O tema são os ex-combatentes sem-abrigo.
Neste tempo de Páscoa é bom que os responsáveis reflitam sobre este tema grave e triste e que se arrasta há demasiados anos.


sábado, 15 de abril de 2017

Parabens Alfredo



Parabens Alfredo pela passagem de mais um aniversário.
Que contes muitos mais anos com saúde e bem-estar e que a gente se vá vendo.
Até para o mês que vem em Vilar Formoso.
Um grande abraço.
Leandro Guedes.

quinta-feira, 13 de abril de 2017

CART 1690

 Com a devida vénia ao Jornal Badaladas e ao alf. Moreira, publicamos mais um artigo de sua autoria sobre a CART 1690, Companhia que fazia parte do nosso Batalhão 1914.
O alf. Moreira foi durante bastante tempo comandante desta Companhia, após o falecimento em combate do seu capitão.


quarta-feira, 12 de abril de 2017

domingo, 9 de abril de 2017

"Marcelo quer acabar com sem-abrigo em meia dúzia de anos"




"Marcelo quer acabar com sem-abrigo em meia dúzia de anos
Presidente quer ver problema erradicado em Portugal até 2021 e apela ao Governo para apresentar novo plano estratégico. "É, no fundo, aplicar a Constituição", no entender do Chefe de Estado".
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A constituição já o exige há 40 anos, dizemos nós...
...
Esta luta agora iniciada pelo Presidente da Republica, é a mesma que nós vimos travando há alguns anos, nas páginas do nosso blog e facebook..
Esperamos que no caso particular dos ex-combatentes, isso ainda seja possível, já que a idade não dá grandes folgas. Muitos de nós teremos 80 anos em 2021 e os sem abrigo, mais sujeitos às agruras do tempo, mais frágeis estão.
Oxalá isto seja verdade e todos os partidos se convençam da tarefa que têm
pela frente.

Não se esqueça da promessa Senhor Presidente.

50 anos depois - o poster do Justo.



50 ANOS
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A propósito do cinquentenário da nossa partida para a Guiné, o Justo enviou-nos hoje este magnifico poster, que em poucas linhas traduz o nosso percurso.
Ao Justo o nosso muito obrigado.
Leandro Guedes.

sábado, 8 de abril de 2017

Carta recebida em Novembro de 2008, do filho dum nosso companheiro já falecido - ANTÓNIO ANDRADE JUNIOR


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ANTÓNIO ANDRADE JUNIOR - CART 1692

Faziam parte do Batalhão de Artilharia 1914, as companhias de Artilharia 1690, 1691 e 1692, que embarcaram também há 50 anos, no dia 8 de Abril de 1967. É a carta que em 2008 recebemos de Gonçalo Andrade, filho do nosso companheiro António Andrade Júnior, que a seguir transcrevemos:
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"Caros Amigos (espero não me ter esquecido de ninguém), O sentimento de gratidão é imenso perante tanta vontade em ajudar e espiríto de companheirismo. Ver a divulgação nos blogues foi o pico! Tenho recebido fotografias, mapas, informações e tudo em pouco mais de 1 semana! A persistência compensa e os meus amigos apontaram TODOS na direcção certa, nomeadamente os Srs José Martins e António José Costa (perdoem-me não pôr as patentes militares) através da informação da companhia, mapas e fotografias, dado que, após intensa procura, apareceu ontem a caderneta militar (e que anexo). Efectivamente, o meu pai, António Andrade Juniór, esteve na Guiné entre 08 Abril de 1967 (data de embarque) e 03-03-1969 (data de embarque em Bissau). Serviu na CART 1692 e no BART 1914 (Sem Temor!!) - RAL 1. O seu N. Mecanográfico foi 19 01758066 Classe 1966/3.ºt. Nas fotos vi referências a um Nunes Engenharia e a um Espadinha e o Sr António José Costa, também já me identificou alguns dos locais das fotos e, confirma-se assim que serviu com o meu pai. Dado este importante primeiro passo, tomo a liberdade de pedir que me continuem a fazer chegar informação, nomeadamente fotos, filmes, história e episódios da BART 1914 e tudo quanto relaccione o meu pai, nomeadamente dos camaradas que com ele privaram. Em busca das memórias perdidas... dado que, uma árvore de grande porte, sem raízer firmes, torna-se frágil. Sei também que, para mim são memórias não contadas e que pretendo recuperar e que, para os meus amigos, poderão ser aquelas que pretendem manter no "baú". Pelo facto peço desculpa. Por fim, caso este BART ou Companhia, organizem confraternizações, gostaria eventualmente de poder participar em representação do meu pai. Gostaria de conhecer os seus camaradas. Seria uma honra, por representação, pertencer a esta família. Anexo a caderneta do meu pai, penso que ajude. Nutro por todos vós, caros amigos, um sentimento de grande respeito, admiração e amizade. Grato por tudo quanto já me fizeram chegar e que ajuda a conhecer o pai que tão cedo perdi e uma parte muito importante da sua vida. Um grande bem haja. Tudo quanto precisarem da minha parte pessoal ou profissionalmente, fico ao vosso dispor. Atentamente
4, Novembro, 2008
Gonçalo Andrade "

Faz hoje cinquenta anos que embarcamos para a Guiné.

Na passagem do 50º aniversário do nosso embarque para a Guiné, transcrevemos este artigo do Pica Sinos, escrito há alguns anos e que é um pouco da vivencia de todos nós:




"A MINHA VIAGEM Á GUINÉ - A PARTIDA
Este parte,
Aquele parte,
E todos,
Todos se vão,
Oh terra ficas sem homens,
Que possam cortar o pão.

Corria o mês de Março de 1967, no Centro Cripto do Quartel-general (QG), em Lisboa, entre três cabos e dois sargentos, quis o destino, que fosse eu a decifrar a mensagem que ditava a minha mobilização para a Guiné, ficando incorporado no Batalhão de Artilharia 1914, composto por três Companhias Operacionais e uma de Comando e Serviços, já em trânsito no Regimento de Artilharia Costa (RAC), em Parede, Carcavelos.
Não me espantou!
A situação era mais que previsível para os jovens militares da minha idade. 
Dou a notícia em casa à minha mãe, à namorada, hoje minha mulher. Com o meu pai, na altura internado no Centro de Saúde do Telhal, despedi-me com um abraço e um beijo, sabendo que era incerto encontrá-lo de novo com vida, por mim, que parto para o incerto, ou por ele, tendo em conta a sua debilitada saúde.
Após o curto período de férias, a 7 de Abril de 1967, um dia antes do embarque, já no quartel em Parede, entre dezenas de militares, procuro o op. cripto Justo, companheiro das noites de Lisboa, também ele mobilizado, na Companhia de Comando no mesmo Batalhão. Conheço o furriel de transmissões de nome Cavaleiro. Aqui, além uma outra cara já conhecida. É-me indicado o Sargento a quem tenho que me apresentar. …Onde andou rapaz? ….Não fez a instrução de aperfeiçoamento operacional (IAO), devia cá estar há um mês…! Pergunte no QG….(Quartel General), foi a minha resposta. Depois, foi arrumar na bagagem o camuflado distribuído e sair para jantar.
Dia 8 de Abril de 1967, no cais de Alcântara, em Lisboa, despeço-me da família que me acompanhou ao embarque. Segue-se a formatura. Um emproado oficial superior e sua comitiva fazem a revista da praxe, o embarque das tropas sucede-lhe.
Ao som da fanfarra militar e do acenar dos lenços, o paquete Uíge largou amarras. A Torre de Belém fica para trás, a ponte sobre o Tejo já não se vê, a terra é coisa sumida, os olhos há muito que estão rasos de água. Tive a sorte de não ser colocado nos lugares do navio que outrora eram destinados às cargas. O meu camarote suportava oito beliches duplos. Não tive preferência da cama, uma qualquer me serviu para descansar e dormir. As refeições foram tomadas em refeitórios, outrora salas de jantar para passageiros em 3ª classe. Os lugares destinados às outras praças, os porões, eram degradantes. As mesas de madeira que tinham lotação para uma vintena de militares, estavam colocadas ao comprimento dos porões. Os beliches, também em madeira, acompanhava-os na altura. Os vomitados do enjoo eram constantes, a limpeza deveras precária, que, em conjunto com a falta do banho diário, o cheiro era nauseante, asfixiante. O barulho dos motores, etc., o ambiente naqueles locais era insuportável. Durante os oito dias (mais três que o normal por avaria num dos motores) que a viagem durou, foi neste contexto que, os jovens militares, fizeram a sua vida no navio. Inconformados com o destino, no convés, uns passeavam, outros conversavam e, ainda outros, jogavam ou viam jogar às cartas. Uma ou duas vezes fizemos exercícios de salvamento em caso de naufrágio. Os peixes voadores, que, quase sempre acompanharam o barco, eram também motivo de entretenimento.
No dia 14 do mesmo mês, chegamos já noite alta e, amedrontados, ao destino para o qual fomos obrigatoriamente mobilizados. O pior estava para vir……a guerra.
Aqui o sofrimento a todos tocou!
Pica Sinos."

sexta-feira, 7 de abril de 2017

CART 1743 - Almoço anual


"Bom dia
Cá estou a enviar a carta para o nosso almoço a comemorar o 50º. Aniversário do nosso embarque  e o nosso 29º. encontro.
Por ser uma data especial, esperamos encontrarmo-nos no próximo dia 22/07.
Até lá despeço-me com um abraço
Raul Soares
CART 1743"




domingo, 2 de abril de 2017

Carlos Azevedo, faz hoje anos.




Amigo Carlos Azevedo.
Desejamos-te muita saúde e enviamos-te um abraço fraterno de parabens.
Que passes este dia muito bem disposto e com alegria, junto dos teus..
Um grande abraço de parabens.
Leandro Guedes.