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Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma! (Patoleia Mendes, furriel milº Angola ).

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"Ó gentes do meu Batalhão /

Agora é que eu percebi /

Esta amizade que sinto /

Foi de vós que a recebi…"

(José Justo)

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"NINGUÉM DESCE VIVO DUMA CRUZ!..."

António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente

referindo-se aos ex-combatentes da guerra colonial


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EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

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domingo, 30 de novembro de 2014

Os radares do tempo dos nossos pais




Neste domingo não temos os artigos do Justo.
Mas quem não tem cão, "caça como um gato"...
Por isso aqui vos trazemos uma curiosidade, dos tempos das grandes guerras.
À falta de coisa melhor e mais sofisticada, a tropa ia-se servindo de invenções que para a época eram uma verdadeira maravilha e que visavam detectar os primeiros aviões que cruzavam os ares.
São equipamentos que têm mais de 70 anos e que deram inicio às tecnologias precisas que hoje temos e que tanto servem a militares como à aviação civil.

3 comentários:

Albertina Granja disse...

Muito interessantes estas fotos...!!!
AG

José Justo disse...

Amigo, tenho que preparar mais fotos, mas tenho andado com outros afazeres. Logo que possível, envio OK
Gostei do provérbio correto "como o gato" é assim mesmo!! Abraço

leandro guedes disse...

Obrigado amigos pelos vossos comentários.
LG.