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Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma! (Patoleia Mendes, furriel milº Angola ).

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"Ó gentes do meu Batalhão /

Agora é que eu percebi /

Esta amizade que sinto /

Foi de vós que a recebi…"

(José Justo)

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"NINGUÉM DESCE VIVO DUMA CRUZ!..."

António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente

referindo-se aos ex-combatentes da guerra colonial


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EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

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quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

FELIZ NOVO ANO

Que o Novo Ano seja de Paz, Saúde e Esperança, são os votos dos ex-combatentes do Bart 1914, para todos os nossos familiares, amigos e visitantes.
Um abraço.
Leandro Guedes


domingo, 28 de dezembro de 2014

Mais um companheiro encontrado - o ex-furriel MAGRO

Companheiros
No facebook do Bart está a seguinte mensagem do Monteiro:

"Amigos falei com o furriel Magro hoje...
Contacto do Magro... 936414074"

Sendo assim, solicito ao Monteiro que envie foto do Magro, ou a algum companheiro que as possua, pois eu não me lembro dele e a maior parte dos nossos amigos não se lembrará também. 
Uma foto do tempo de Tite e outra actual. 
E além disso saber qual a especialidade dele e qual a Unidade a que pertencia, bem como a morada dele.
Ficamos à espera.
____________________________ 
Segundo as ultimas informações do Monteiro, o furriel Magro era sapador e foi substituir o Silva que tinha sido evacuado por questões psicológicas.
O Francisco Magro é o primeiro em pé, a contar da direita, de camisa branca

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

O Natal não é uma história de faz-de-conta


Quando uma família vive a generosidade que é própria do amor cristão, o Natal não é uma história faz-de-conta, nem uma mera evocação, mas algo encantador que acontece. Santo Natal!
Quando o João passou pela esquadra do bairro, o subchefe, baixote e barrigudo, como a função exige, apresentou-lhe o Manuel, um rapaz de cinco anos.
A sua história era breve, como breves são sempre as desgraças. Órfão de mãe, vivia com o pai, conhecido traficante de drogas que, apanhado em flagrante delito, recolhera, por ordem do juiz, ao calabouço, deixando só aquele único filho, que também não tinha parentes próximos que o pudessem acolher.
Era já a antevéspera do Natal e, como depois se metia o fim de semana, o subchefe não tinha tempo para, antes das festas, pedir à segurança social que providenciasse o destino do menor.
João, pai de numerosa e barulhenta prole, teve então uma feliz ideia:
– Pois olhe, subchefe, se quiser, eu levo o miúdo para casa, porque, onde estão dez, também cabem onze e depois logo se vê para onde vai o rapaz. Assim, pelo menos passa estes dias em família, enquanto se arranja melhor solução.
Ao agente da autoridade a ocorrência pareceu óptima, sobretudo porque assim ficava aliviado daquele imbróglio. Por outro lado, sendo o João um bom médico e excelente pai, o Manuel não poderia ficar em melhores mãos.
Dito e feito. Era já hora de jantar e o João ligou pelo telemóvel para a sua mulher, para a advertir da demora e do novo comensal. Mal chegou a casa, apresentou o Manuel à Luísa e aos filhos:
– Este é o Manuel e vai ficar connosco uns dias. É como se fosse um presente de Natal para toda a família! Como só tem um ano a menos que o Miguel, o mais novo cá de casa, fica no seu quarto.
O benjamim ficou radiante com a responsabilidade de acolher o Manuel e fez questão de que se sentasse ao seu lado, na ampla mesa da casa de jantar. Para o Manuel toda aquela algazarra era algo insólito, pois nem sequer os nomes deles conhecia. Mas, como todos o tratavam com tanta naturalidade, parecia que se conheciam desde sempre.
Foi preciso improvisar uma cama, o que se conseguiu armando um divã que estava no sótão, e arranjar um pijama e uma escova de dentes para o Manuel, que não trazia nada com ele. Para vestir no dia seguinte, a Luísa foi buscar algumas roupas antigas do Miguel, que já não lhe serviam e que tinha guardado para dar na paróquia.

Os dias foram passando e Miguel continuava a ser o seu mais próximo amigo, com quem partilhava o quarto, a roupa e os brinquedos. A integração do Manuel era tão perfeita que era difícil distingui-lo dos filhos: todos conviviam em absoluta igualdade.
A bem dizer, era mais do que perfeita, ou perfeita demais, porque parecia quase irreversível, tal o apego de parte a parte. Por isso, João aproveitou uma saída da Luísa com o Manuel, para se reunir com os filhos, a quem explicou a situação. Depois de recordar que o levara para casa porque o pai dele fora detido e depois se evadira, advertiu que era provável que o Manuel tivesse de ir para alguma instituição, ou fosse entregue a algum seu familiar. Terminada a exposição, só o Miguel fez uma observação, com uma não contida raiva:
– O pai – disse – é pior do que o pai dele!   
Dito isto, saiu porta fora, com cara de poucos amigos. Os outros filhos sorriram com aquela atitude do mais novo, que tinha tido a coragem de dizer, em alto e bom som, o que todos, de algum modo, intuíam. Ninguém se lembrou de que já eram muitos, que o espaço era escasso e remediada a economia familiar. O Manuel era da família, ponto final parágrafo.
Esta história verídica, com já mais de dez anos, aqui transcrita com nomes e circunstâncias fictícias, teve um final feliz: o Manuel foi adoptado por aqueles pais, que já o tinham como seu, e pelos filhos deles, que já eram, de facto, seus irmãos.
Quando uma família vive a generosidade que é própria do amor cristão, o Natal não é uma história faz-de-conta, nem uma mera evocação, mas algo encantador que acontece. 
Santo Natal!

P. Gonçalo Portocarrero de Almada

Sacerdote católico
in Observador
enviado por Nuno Martins

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Parabens ao Costa, pelos seus 69...



Para o nosso amigo Costa, que hoje faz 69 anos, um grande abraço de parabens votos de boa saude e muitas viagens.
Que contes muitos companheiro. Até breve.

Dia de Natal - Madre Teresa de Calcutá

O dia mais belo: hoje
A coisa mais fácil: errar
O maior obstáculo: o medo
O maior erro: o abandono
A raiz de todos os males: o egoísmo
A distração mais bela: o trabalho
A pior derrota: o desânimo
Os melhores professores: as crianças
A primeira necessidade: comunicar-se
O que traz felicidade: ser útil aos demais
O pior defeito: o mau humor
A pessoa mais perigosa: a mentirosa
O pior sentimento: o rancor
O presente mais belo: o perdão
o mais imprescindível: o lar
A rota mais rápida: o caminho certo
A sensação mais agradável: a paz interior
A maior proteção efetiva: o sorriso
O maior remédio: o otimismo
A maior satisfação: o dever cumprido
A força mais potente do mundo: a fé
As pessoas mais necessárias: os pais
A mais bela de todas as coisas: O AMOR!

Madre Teresa de Calcutá

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Boas Festas - para o Pica Sinos

Querem melhores votos de Feliz Natal???


"Parabéns Pai!!! 
Aqui vai um miminho para ti da tua família que te Ama Muito.
Catarina Pica Sinos."
in blog do Pica Sinos

Boas Festas - familia Grazina




Caros amigos
Não resisto a partilhar convosco, este belo Presépio ao "vivo integral". 
Na. Sra é interpretado por uma sobrinha neta de 6 anos; São José por outra sobrinha neta um pouco mais velha, prima da primeira; O Menino Jesus é um bébé irmão desta última, com apenas meses de vida e os burrinhos e vaquinhas, claro está, tinham que ser interpretados pelos avós delas e pelas mamãs, por quem havia de ser??? Os pais estavam a trabalhar. Tudo encenado lá em casa.
Uma delicia, uma maravilha.
A todos Feliz Natal, Boas Festas, Bom Ano 2015.

Boas Festas - do Carlos Oliveira

O Carlos Oliveira envia a todos os companheiros um abraço fraterno com votos de Feliz Natal.
Para o Ano Novo deseja que a "malta" continue unida e com saúde e a reencontrar-se sempre que seja possível, para que não se perca o espírito de "amigos na guerra, amigos para sempre".!


Boas Festas - do José Justo

De Ary dos Santos

Tu que dormes a noite na calçada de relento
Numa cama de chuva com lençóis feitos de vento
Tu que tens o Natal da solidão, do sofrimento
És meu irmão amigo
És meu irmão

E tu que dormes só no pesadelo do ciúme
Numa cama de raiva com lençóis feitos de lume
E sofres o Natal da solidão sem um queixume
És meu irmão amigo
És meu irmão

Natal é em Dezembro
Mas em Maio pode ser
Natal é em Setembro
É quando um homem quiser
Natal é quando nasce uma vida a amanhecer
Natal é sempre o fruto que há no ventre da Mulher

Tu que inventas ternura e brinquedos para dar
Tu que inventas bonecas e combóios de luar
E mentes ao teu filho por não os poderes comprar
És meu irmão amigo
És meu irmão

E tu que vês na montra a tua fome que eu não sei
Fatias de tristeza em cada alegre bolo-rei
Pões um sabor amargo em cada doce que eu comprei
És meu irmão amigo
És meu irmão

Natal é em Dezembro
Mas em Maio pode ser
Natal é em Setembro
É quando um homem quiser

Natal é quando nasce uma vida a amanhecer
Natal é sempre o fruto que há no ventre da Mulher

Amigos Artilheiros, Cavaleiros, Infantes e Bombeiros...Um Natal com os odores e espírito do antigamente. Forte abraço para todos e saúde five stars.

José Justo

Queridas Amigas e Amigos
....simplesmente....Saúde cinco estrelas, muita paz de espírito e que consigam realizar todos os vossos desejos.
Bom Natal
Com amizade

Zé Manel Justo

Conto de Natal...


Espírito Natalício,

(Foi há 100 anos).

Em Dezembro de 1914, no auge da I guerra mundial, conta-se  que, na Noite de Natal, os soldados beligerantes (ingleses e alemães), tomaram consciência do significado da noite que viviam, e, nessa tarde de 24 de Dezembro, os alemães começaram a decorar as trincheiras com velas. Por sua vez, os “inimigos” ingleses responderam com canções de Natal.
De repente, em vez de granadas, atiravam-se prendas dum lado para o outro (chocolates, álcool, tabaco…)

As armas calaram-se, os corpos, já sem vida e tombados em ambos os lados, foram retirados e fizeram-se funerais conjuntos….

Homens (inimigos na guerra), que gelavam nas trincheiras, começaram a entoar canções de Natal, que eram cantadas numa mistura de inglês e alemão e, cem mil soldados,   acabaram confraternizando e até mesmo jogando futebol em terra de ninguém…!!!

Foi um verdadeiro milagre de Natal…!!!

Este relato não é apenas “um conto”, pois a existência de alguns testemunhos e fotos da época (recolhidos ainda em vida de alguns intervenientes), fazem prova deste interessante e comovente acontecimento…!!!


Infelizmente nada se aprendeu desde então…!!!

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Boas Festas - de Albertina Granja

Com esta canção de Natal interpretada pela Susan Boyle (O HOLY NIGHT), quero a todos os elementos, amigos e visitantes do BART 1914, desejar um Santo e Feliz Natal e que o Novo Ano seja com muita saúde, paz e alegria...

Albertina Granja


Boas Festas - de Victor Barros


Boas Festas - do Zé Pedro Sousa, dos Montes Altos

Falei há pouco com o Zé Pedro, que ficou muito comovido por me ouvir. Foi ele mesmo quem atendeu o telefone.
Manda um grande abraço para todos os companheiros com votos de Feliz Natal e um Ano Novo cheio de coisas boas, principalmente saúde.

Boas Festas do Artur Camelo

Alberto Camelo               23 de Dezembro de 2014 15:28
Quem é que está agora a navegar no bart? 
Para todo o pessoal do Bart. vai o meu desejo de um Natal muito feliz e um Ano Novo cheio de felicidade.

Boas Festas - do Luis Manuel Dias

A TODOS,
OS MEUS AMIGOS

Aproxima-se, célere, o dia em que comemoramos o Nascimento do Menino Jesus. Será Natal, com certeza, na casa de muitos...
Mas nem todos terão a dita do conchego, do abrigo, da consoada.
E isso, nestes dias mais em particular, DÓI-ME, numa dor cruenta, dilacerante...
DÓI-ME, pois vejo na minha e na pele dos meus ‘irmãos’, o sufoco, a incerteza, a angústia duma vida sem horizontes, nem amanhãs.
Toda a alegria que poderíamos ter, em tempo de paz e harmonia – manifesto pelos quatro cantos do mundo - se esvai, frente às duras, inequívocas, realidades.
Não ignoro - pela chegada do Natal, e de quanto representa, em particular no imaginário fértil dos mais novos – quanto, para uma vasta parcela de nós, trará a soma de desilusões, o confronto com a áspera e irónica realidade.

Para o povo crente, dado aos afectos do espírito, o Natal vai ser do Menino que nasceu, nas palhinhas duma mangedoura.

Para os demais, servir-se-ão do gentil voto de Boas Festas, sincero, augurando algo mais numa mesa, composta e familiarmente animada...

A TODOS, amigos meus, A TODOS, os votos de que a época festiva vos cumule, após o ano de trabalhos, do que bem achais preciso.

UM SANTO NATAL, em paz e sossego familiar.
E o augúrio de que o Vindouro 2015, mais mau se não configure, do que o presente, já no termo.

Beijos às Meninas - de todas as idades.
Aquele abraço, aos rapazes.

do vosso Amigo 
Luís

Luís Manuel Dias
tm 918346325

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Boas Festas do Joaquim Caldeira

QUE O NATAL SEJA UM DIA MUITO QUENTINHO, CHEIO DE AMIGOS E FAMÍLIA.
QUE O NOVO ANO TRAGA ESPERANÇA.

SÃO OS VOTOS DE

Joaquim Caldeira e Família.

Boas Festas do nosso capitão Paraiso Pinto

O nosso capitão envia a todos votos de BOAS FESTAS, um Feliz Natal e que o Novo Ano traga a todos muita saúde e bons convivios entre todos nós.

Boas Festas do Botas

O Botas manda um forte abraço para todos os companheiros, desejando a todos UM FELIZ NATAL E QUE O NOVO ANO TRAGA A TODOS MUITAS ALEGRIAS E SAÚDE.
DIZ QUE SE ENCONTRA MELHOR E QUE ESTÁ À ESPERA DE INICIAR TRATAMENTOS ADEQUADOS AO SEU PROBLEMA.

Boas Festas do Cavaleiro

BOM NATAL. BOM ANO DE 2015. ... 
 A minha prenda de Natal !!!!!!!

Boas Festas do Andrade


Boas Festas - do alf. Vaz Alves


Boas Festas de Jacinto Borges


Boas Festas - Ana Pires.


Boas Festas - do Francisco Silva, pelotão Daimler


Francisco Silva  
Francisco Silva   14 de Dezembro de 2014 14:17
CAMARADAS E AMIGOS NESTAS DATAS NATALICIAS, OS VETERANOS UNIDOS PELO CORDÃO DA AMIZADE ACABAMOS POR NOS JUNTAR PARA RELEMBRAR O PASSADO.TABANCA DOS MELROS 13/12/2014
VALDEMAR ALVES ESTEVE EM JABADÁ 63/65.
FRANCISCO SILVA ESTEVE EM JABADÁ 72/74.

VALDEMAR ALVES ACARINHADO POR DOIS CAMARADAS .EU E ANTERO SANTOS O RESPONSAVEL E ADMINISTRADOR DA PAGINA DOS COMBATENTES DE AVINTES.TAMBEM CALCOU AS PICADAS DA GUINÉ.

Boas Festas - do Claro


Boas Festas - do Marinho


Boas Festas - do Santos Oliveira


sábado, 20 de dezembro de 2014

O ex-furr. Sousa fez anos dia 16 de Dezembro...

O Sousa é o quarto em pé, da esquerda para a direita, entre o Marinho e o Guedes

Companheiros
O ex-furriel Sousa, do Conselho Administrativo, fez anos no passado dia 16 deste mês.
Mas ainda vamos a tempo de lhe enviar UM GRANDE ABRAÇO DE PARABENS, COM VOTOS DE BOA SAÚDE.

Saudações e desculpa o atraso, companheiro.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Guerra do Ultramar - por Joaquim Cosme


"Nos anos sessenta e seteta do século passado, Portugal viveu e sofreu com a Guerra Colonial em Angola, Guiné e Moçambique onde nos finais de 1973 combatiam cerca de 148 mil homens. 
Durante aqueles anos (de 1961 a 1974) morreram 8290 militares nas três frentes de combate. Se não tivesse surgido o 25 de Abril, onde é que este número chegaria?
Monumento Nacional aos Mortos da guerra colonial, em Belém
Em Janeiro de 1994 foi unaugurado em Lisboa no Forte do Bom Sucesso na zona de Belém, o Monumento aos Combatentes do Ultramar.
E em 2002, Torres Vedras prestou homenagem aos 49 torrienses  mortos nessas guerras, erigindo um Monumento em frente ao tribunal e onde constam os nomes desses 49 militares.
E nesse monumento ainda se pode ler este poema da autoria de Jaime Umbelino:
Monumento aos Torrienses Mortos, na Guerra colonial
"ELES
FIZERAM GUERRA SEM SABER A QUEM
MORRERAM NELA SEM SABER PORQUÊ...
ENTÃO, POR PRÉMIO, AO MENOS SE LHES DÊ
JUSTA MEMÓRIA A PROJECTAR NO ALÉM"

Joaquim Cosme
__________________ 
Curiosidades...
Nos Lusiadas, Luis de Camões, fala essencialmente do descobrimento do caminho marítimo para a Ìndia por Vasco da Gama e conta muitos factos da história de Portugal. Para tanto cita os nomes de vários países, mares, deuses, navegadores, reis, amores e tantas outras coisas.
Das mais de trezentas cidades e vilas portuguesas cita o nome de apenas vinte e tal. Entre as cidades está Torres Vedras o que poderemos considerar ser uma verdadeira memória para a nossa terra.
Vejamos o que diz a estância 61 do canto terceiro:

"Que cidade tão forte porventura
Haverá que resista, se Lisboa
Não pôde resistir à força dura
Da gente cuja fama tanto vôa?
Já lhe obedece tôda a Estremadura,
Óbidos, Alenquer, (por onde soa
O tom das frescas águas entre as pedras,
Que mormurando lava) e Torres Vedras.""

Joaquim Cosme

in Revista Caminhar, da AUTITV, com a devida vénia.

domingo, 14 de dezembro de 2014

Desafio - conclusão

Torre sineira

Mosteiro da Serra do Pilar e Torre sineira da Igreja do Mosteiro

Bom dia amigos
Finalmente acabamos esta saga. Quem venceu foi o Hipólito, embora por escassos minutos em relação à nossa amiga Albertina Granja.
Na verdade a foto refere-se à torre sineira do Mosteiro da Serra do Pilar, fotografada durante o recente Roteiro Fotográfico ao Porto, organizado pela disciplina da Oficina da Fotografia, da nossa escola sénior, devidamente anunciado no respectivo blog: http://actividadesenior.blogspot.com

Parabéns ao sr ex-comandante dos Bombeiros de Baltar, que vai receber em casa, livre de impostos,  uma caixa com meia dúzia de pasteis de feijão.
Só espero que desta vez consigas comer alguma coisa.
Abraço e obrigado a todos os participantes.
__________________
Hipolito deixou um novo comentário na sua mensagem "Desafio": 
.
Incrível, senhores ouvintes! 
O maior "básico" e "morcon" da companhia, alambazou os "fajões"! . . . Quem diria! . . . 
Qual 1/2 dúzia?!!! . . . Meia dúzia, para a D. Albertina Granja, que também acertou; Meia dúzia para o sr. João Godim, que abriu as hostilidades; e pelo menos, uma dúzia para o mais que justíssimo vencedor. S. f. f. 
E não será demais, atendendo a que me desloquei 5 vezes ao local, a última das quais, acompanhado de um topógrafo para aferir as coordenadas. 
E não digas que vais daqui, forreta! . . 
________________ 
Esclarecendo devidamente, informo que a Torre sineira pertence à Igreja do Mosteiro da Serra do Pilar e não ao Mosteiro.
______________ 

Chegaram os 4 (quatro) pastelitos, como se pode ver, dos doze a que tinha direito e que o Guedes tinha prometido..
Estou desconfiado que os oito em falta foram surripiados pelo SPM de Tite, no que, ao que consta, era useiro e vezeiro . . .


Mais uma vez, nem sequer vou provar . . .
Hipólito

Afiambraste-os à chegada... fizeste bem senão nem o cheiro lhes sentias!
LG.

sábado, 13 de dezembro de 2014

PARABENS AO PICA SINOS


O nosso companheiro Pica Sinos faz hoje 69 anos.
Parabéns amigo, que contes muitos com saúde junto dos teus familiares.
Mais logo, ao partires o bolo e ao beberes uma champanhota, não esqueças de o fazer também por todos nós.
Um abraço e que passes um dia bem disposto e alegre.
Um abraço.

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Desafio





Amigos e companheiros
Ao jeito de comemoração, deixo-vos aqui um desafio:
O primeiro a adivinhar qual o local onde se encontra esta bela "torre sineira", aqui retratada, terá direito a receber em casa, sem mais despesas, uma surpresa gastronómica daquelas que além de fazer crescer água na boca, faz também subir o colesterol...
Basta que comente neste artigo, ao fundo, em "comentários" e acerte, ou então mande por email para lg.tvedras@gmail.com



Abraços e saudações.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

O Botas teve alta


Fui hoje ao Curry Cabral com a intenção de visitar o Botas.
Qual não foi o meu espanto ao dizerem-me que ele tinha tido alta por voltas das 16 horas.
Foi uma boa noticia. E no momento liguei para ele.
Está animado e com a sua boa disposição.
Em casa vai continuar a fazer os tratamentos recomendados e entretanto foi para análise a biopsia que lhe foi feita.
Continuamos a desejar as tuas melhoras companheiro.
Um abraço.
Leandro Guedes.

domingo, 7 de dezembro de 2014

O primeiro carro do Pica Sinos - parte II

O PRIMEIRO CARRO (II)
A VIDA É UM RASCUNHO DE SAUDADES

Corria o mês de Janeiro de 1971. Dou comigo, ao volante do “carocha”, a subir a Av. da Liberdade em Lisboa. O tempo estava chuvoso, chuva tipo “molha-tolos”. Oiço o “cantar” do carro e acelero, entusiasmado ao verificar que toda a avenida tinha luz verde nos semáforos. Reparo que deixo para trás, alguns dos “borrados” condutores com receios das condições do tempo e do asfalto.

Num ápice surge a rotunda do Marquês de Pombal. Dou com todos os meus companheiros “de route” parados e perplexos, a assistir ao bailado do “Carocha” que ostentava ainda na traseira um “ovo” amarelo indicativo de velocidade máxima de 90 km que me era permitida e avisador para os demais…… “aqui vai um piriquito”. Qual bailado de cisne em tempo de acasalamento.


O “meu”, ou melhor o “bailado” do meu “Pablo”, foi de tal forma que ainda hoje estou para saber como fui parar ao jardim que circundava a estátua do Conde de Oeiras, Primeiro-ministro e Marquês de Pombal. Atolado no meio das flores, não fora a ajuda do jardineiro e de um polícia sinaleiro, creio que ainda lá estaria especado e com os pés lameados perante o riso de gozo dos energúmenos condutores que pelo local passavam.

Esta rotunda dava-me “galo”. Uma outra vez, não muito distante no tempo, vindo da direcção do Saldanha e querendo cortar à direita, em direcção às Amoreiras, ao sair da faixa do meio, um táxi levou-me o guarda-lamas direito, sendo, por mim, recuperado mais à frente, perante todo o trânsito parado, espectáculo desta vez “brindado” com multa e “recheado” de sorrisos dos passantes, gozo que me levou a retirar para sempre o malfadado “ovo” amarelo.

Também quem não gostava muito destas e outras brincadeiras resultantes em amachucadelas, era o Artur bate-chapas e o Arnaldo pintor, amigos de infância que possuíam uma oficina no Bairro da Graça. Bem dizia o Arnaldo (que comigo em miúdo roubava parte das hóstias ao padre do Bairro quando lhe fazíamos o recado à senhora que as confeccionava): Oh Pica dizia ele… de tantas vezes nos “visitares” é melhor mudares de emprego e vires para cá trabalhar.

Na verdade o “defeito não era meu”, à falta de visibilidade do guarda-lamas do lado direito, o carro andava quase sempre batido, ao ponto de sair da garagem com o “Carocha” como um “brinco” e junto ao Miradouro de Santa Luzia, para aí mais mil metros à frente, ainda na região do Bairro da Graça, bater na traseira de um outro carro, tal a distracção ao admirar uma flausina lisboeta. Já era azar!

No entanto, convencido continuava a não haver melhor “volante” em Lisboa e arredores. Vaidoso, lá continuava a buzinar ao som do rugir da vaca.
Como era boa a vida de Lisboa. Quem me dera ter outra vez vinte anos…

Não fui capaz de segurar as lágrimas, dois anos depois, quando por 10 contos (cinquenta euros) me desfiz do primeiro carro.

in blog do Pica Sinos, publicado em Agosto de 2008.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

O Botas já foi operado

Falei há pouco com o nosso amigo Botas. 
Diz que a operação correu bem.
Esta no 

  • Hospital Curry Cabral, 
  • 4º. piso, 
  • cirurgia A, 
  • cama 6


As tuas melhoras companheiro

5 de Dezembro de 2014.
O Zé Manuel foi hoje ver o Botas ao Curry Cabral e achou-o animado e pronto para enfrentar a convalescença.
Um abraço para o Botas, de todos os seus companheiros.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Uma carta de França, do Fernando Santos.


"Com bastante prazer e muitas saudades de entrar em contato com vocês,furriel Guedes .
Eu apresento-me Fernando Santos mecanico da CCS 1914 e eu jà estive dois anos com voces em Macedo de Cavaleiros e Penafiel e depois tive vários problemas.  
Acontece que eu jà enviei uma mensagem  ( Mail ) ao Picasinos no dia 26 de Novembro porque ele me conhece bem e até agora nào tive resposta nenhuma por isso eu pensei pedir-lhe este favor a voce? 
Era para saber novidades do Beselga que éra mecanico como eu e muito amigos e depois do azar da minha mulher nunca mais tive novidades do Beselga.
Deus queira que nào lhe tenha acontecido nada e agora penso a mesma coisa para o Picasinos. Porque jà comecei a pensar a me juntar a voces para o ano 2015 se nào houvér problémas. E um grande favor que vos peço e ao mesmo tempo me falar da festa da CCS. 
O Beselga é de Gondomar.  
Obrigado e saude para voce e toda a sua familia.
Boas Festas e bom Natal a todos . 
Eu penso que vocès se lembram da minha diréçào, que é:   


Santos Fernando 5 Rue Henri Wallon--- Le Cendre  63670   FRANCE."
_____________ 
Fernando
Obrigado pela tua carta.
Claro que me lembro bem de ti e falei contigo ao telefone em Abril por causa do nosso almoço. Disseste-me na altura que não podias vir por problemas de saúde.
Mandaste um abraço para todos os companheiros o que eu transmiti.
Quanto ao Bezelga, não soube mais nada dele depois do almoço. O telefone dele é o 224645107, se lhe quiseres ligar.
Quanto ao Pica Sinos está bem felizmente e ao que sei os seus familiares mais próximos, também.
Quem foi operado ontem dia 2 de Dezembro, foi o Botas, a um problema gástrico. Se quiseres ligar para ele é o 933721550.
Cá te esperamos para o ano, em Lamego, no almoço que será organizado pelo Ferreira dos Morteiros.
Quando quiseres contactar com os teus companheiros podes escrever para o meu email como fizeste agora ou ainda vires à internet, ao blog ou ao facebook do BART 1914, cujos endereços são:
http://bart1914,blogspot.com
https://www.facebook.com/profile.php?id=100003476119416
Um grande abraço para ti, com votos de boa sáude.
Leandro Guedes.




segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

200.000 visitas


Caros companheiros, familiares, amigos e visitantes
Passamos hoje a barreira das 200.000 visitas.
E o Justo puxou dos galões e aprimorando-se fez este excelente trabalho comemorativo.
Para ele os nossos agradecimentos.
200.000 visitas e quase sete anos de vida deste blog. 
Tanta coisa aqui escrita, tantas histórias, imagens, videos, comentários, está aqui um pouco da história do nosso Batalhão, pelo menos da CCS e outras Unidades aquarteladas em Tite e restantes destacamentos da sua jurisdição.
São 1.944 artigos dos mais diversos temas, onde nem só se fala de guerra..., os quais geraram 1.560 comentários. É certo que estatísticas valem o que valem, mas sempre são uma maneira de avaliarmos o trabalho feito até hoje.
Artigos que agradam mais a uns que a outros, mas que, estou certo, têm dado imenso prazer a quem os escreveu e escreve. E também a quem os lê.
Mas de todos os apontamentos aqui descritos, perdoem-me escolher, aqueles que relatam o reencontro de companheiros, são para mim os mais gratificantes, os que me dão mais prazer ler e reler.
No conjunto acho que o nosso blog não desmerece o objectivo a que se propôs e continua a servir para o convívio de todos nós (pelo menos na leitura, já que não nos comentários), mostrando-se permanentemente uma janela aberta a quem nele quer participar e dar as suas opiniões.
Cabe aqui lembrar a pessoa que nos meteu nesta aventura, o nosso saudoso prof Carlos Silva.
Agradecemos a todos os comentários e atenções que nos são dispensadas e vamos continuar.
Bem hajam!

A operação "Botas"

Há pouco falei com o Botas.
Já está no hospital Curry Cabral, em cirurgia A e pareceu-me bem disposto, pronto para aguentar esta sentinela... 
Já tem uma enfermeira muito preocupada em informá-lo dos trâmites da operação, disse ele...
Será a primeira pessoa a ser operada amanhã.
Força companheiro, do lado de cá estamos todos nós a torcer por ti.
Que corra tudo bem, amigo!



domingo, 30 de novembro de 2014

O primeiro carro do Pica Sinos - parte I

O PRIMEIRO CARRO (I)
SAUDADES SÓ AS TEM QUEM DAS SAUDADES NÃO ESQUECE

Chegado da Guiné em Março de 1969, das “lecas” que a “miúda” (hoje minha mulher) tinha conseguido amealhar, era minha intenção tirar a carta de condução e comprar um carro, diria mesmo que a vontade era inversa.“Flipado”, dava-me gozo o BMW Iseta de dois lugares, com uma única porta à frente, motor com 569 c.c., atingindo 85 quilómetros de velocidade. À época muito “IN”, com a agravante de um vizinho meu, com um disponível para comigo fazer negócio. Mas qual quê as “isetas” foram outras e as vontades cortada…“ela”, a miúda, não foi em “pancadas”, optando por me convencer no casamento, que três meses depois se realizou.

Querendo refazer a vida, faço-me vendedor de uma fábrica em Vila Nova de Gaia, do ramo das tintas e vernizes, cuja área da minha actuação era, fundamentalmente, a região de Lisboa.Contudo, entregar latas de tintas de variadas dimensões, utilizando os transportes públicos incluindo táxis, não era propriamente o meu forte.

Retomo com muita força a ideia de possuir um carro após o exame de condução e, em Agosto de 1970 finalmente adquiri o primeiro carro…….um “Carocha”.Rapaz de 25 anos, sem dúvidas, convencido de não haver melhor “volante” em, Lisboa e arredores!Como eu ficava bem neste meu carro.

Vaidoso, não me cansava de buzinar (com o som do mugir da vaca), quando as garinas se cruzavam com o meu olhar. Era um fartote de riso, confrontado com os rostos ruborescidos das miúdas.

O carro comprado em terceira mão, arranjado, primorosamente, por um mecânico/bate chapas que trabalhava nas oficinas da peugeot, situadas no Bairro Santos ao Rêgo.

O “Carocha”, veículo salvado, custou-me cerca de 20 contos (100 euros), a cor era azul, a marca volkswagen com motor de 1200 c.c., podendo atingir 140 quilómetros por hora. As rodas estavam colocadas ao contrário para parecerem as jantes, mais largas e dois brutos tubos de escapes, fazendo inveja a qualquer “engenheiro” de tuning à data, o carro estava um espectáculo!
Que bem cantava o “Pablo”, nome que lhe dei, mesmo a baixa velocidade, fazia um “bonito” “roooooommmm”, ao contrário pensavam os “cotas”, ao acordarem pelas duas da manhã, hora habitual do recolher cá do rapaz, no Calhariz de Benfica junto ao Ferro-de-Engomar.


Mas este primeiro carro tinha dois grandes defeitos: o primeiro derivado da “mocada” que certamente levou, tinha o chassis “pescoço de cavalo”, ligeiramente empenado, dando origem, nas travagens, a guinar para a esquerda. Deveras perigoso, em dias de chuva. O segundo, mas este comum a todos, o condutor não conseguia ver o “guarda-lamas” direito, mas os acontecimentos e aventuras, que daí derivaram, são outras histórias.

in blog do Pica Sinos, publicado em 2008.

Os radares do tempo dos nossos pais




Neste domingo não temos os artigos do Justo.
Mas quem não tem cão, "caça como um gato"...
Por isso aqui vos trazemos uma curiosidade, dos tempos das grandes guerras.
À falta de coisa melhor e mais sofisticada, a tropa ia-se servindo de invenções que para a época eram uma verdadeira maravilha e que visavam detectar os primeiros aviões que cruzavam os ares.
São equipamentos que têm mais de 70 anos e que deram inicio às tecnologias precisas que hoje temos e que tanto servem a militares como à aviação civil.

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Parabens ao Botas

O nosso amigo Botas faz hoje 69 anos.
Muitos parabens companheiro.
Desejamos que a operação na próxima 3ª. feira corra bem.
Um grande abraço de todos nós.

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Cante Alentejano - Serpa de Guadalupe





Em homenagem aos nossos amigos, companheiros e visitantes alentejanos.

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Do Hipólito... só podia ser!


"Alembrou-me", mesmo agora . . .
Atendendo a que o duo de cromo-especialistas da Veiga Beirão, como o especialista no salto ao galho que, em miúdo, exercitou na árvore sobrevivente na escola de Paranhos- city, não atam nem desatam o imbróglio da foto-cabeçalho do blog;
Não seria de lançar mão do apurado sentido de observação do Cavaleiro, outrora, destemido e aguerrido combatente, ora, peregrino cosmopolita dos quatro costados, e que deverá, inúmeras vezes, ter calcorreado esta estrada?
Como também do operacional "pecador" Monteiro, de seu nome artístico Dmssantos Santos;
Do Reguilóide, do Tourel; (não será Lourel?)
Do "pilha-galinhas" do Cabito;
Do "papa-açordas" do Mestre; e
Doutros ditos operacionais (o trinca-espinhas da Marinha, emitiu a sua opinião, habitual, de que nada sabe, nem nada viu - nem sequer distingue quilos de toneladas!)
Do Cavaleiro, antevejo uma não resposta, do género:
- vai t'a ph. . . (malcriadote!), Hipolitinho. Pr'a mim, vens de carrinho . . . a que porta vens tu bater. Vai dar banho ao cão. . .
Dos outros, sarrafuscada, a norte, borrasca, ao centro e caldeirada ou chavascal, do sul . . .

Enquanto isso, "boue buber uma maurga" de vinho novo, ao s. martinho de Penafiel.

domingo, 23 de novembro de 2014

Mais um companheiro da CART 2314


Quim Queiros   22 de Novembro de 2014 18:38
Para o Bart Tite 1914. Guiné Bissau.
Os meus sinceros agradecimentos pelo envio do contacto do camarada Esmoriz,com o qual já contatei.
Falámos de certas passagens das quais ele se lembra.Uma passagem muito engraçada. Um certo dia colocamos uma lata com agua na por cima da ombreira da porta da padaria, para os que andavam sempre a pedir os maravilhosos cacetes, sabem quem apanhou com a agua? Sim, foi mesmo a Alferes, responsável pela padaria. Se ele ler este comentário pode ser que se lembre. Mais uma vez muito obrigado, em breve irei fazer uma visita ao Esmoriz para pormos a conversa em dia. 
Um abraço a todos os combatentes
Quim Queirós

Cart 2314

A camisa do José Justo... parte 3

3ª. parte desta interessante publicação do nosso companheiro Justo.