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“Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma”


(Do Padre António Vieira, no "Sermão da Terceira Quarta-Feira da Quaresma", na Capela Real, ano 1669. Lembrado pelo ex-furriel milº Patoleia Mendes, dirigido-se aos ex-combatentes da guerra colonial.).

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"Ó gentes do meu Batalhão, agora é que eu percebi, esta amizade que sinto, foi de vós que a recebi…"

(José Justo)

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“Ninguém desce vivo duma cruz!...”

António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente

referindo-se aos ex-combatentes da guerra colonial

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Eles,
Fizeram guerra sem saber a quem, morreram nela sem saber por quê..., então, por prémio ao menos se lhes dê, justa memória a projectar no além...

Jaime Umbelino, 2002 – in Monumento aos Mortos na Guerra Colonial, em Torres Vedras


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EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

RECONHECIMENTO

ESTES SÃO OS EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART. FALTAM AQUI OS EMBLEMAS DAS UNIDADES DA ARMADA E DA FORÇA AÉREA QUE TANTAS VEZES FORAM AO ENXUDÉ, A TITE, A NOVA SINTRA E OUTROS AQUARTELAMENTOS, PARA ENTREGA E LEVANTAMENTO DE CORREIO, REABASTECIMENTOS DE GÉNEROS E MATERIAL BÉLICO E OUTRO DIVERSO, OU PARA EVACUAÇÃO DE MORTOS E FERIDOS E TAMBÉM PARA FLAGELAÇÃO DO IN. E AINDA VÁRIAS UNIDADES DE INTERVENÇÃO RÁPIDA TAIS COMO PARAQUEDISTAS, FUZILEIROS, COMANDOS E OUTRAS COMPANHIAS, PELOTÕES OU SECÇÕES, PARA AJUDA EM MOMENTOS MAIS DIFICEIS.

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quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Ramalho Eanes


apenas um comentário, o de Rogério Martins:
"Este Homem tem tanto de sério como de ingénuo. Deveria dizer: primeiro mostrem-me que cortam nos rendimentos de quem se serve do Estado em vez de cortar a quem serve ou, como eu, serviu o Estado. Mostrem-me que cortam nos juros aos agiotas internacionais e recuperam o que foi metido na banca falida; mostrem-me que cortam nas rendas garantidas às concessionárias das PPP e às empresas em monopólios ou oligopólios como as fornecedoras de combustíveis e de energia, privadas; mostrem-me que cortam nos gestores de empresas públicas, presidentes de institutos e acabam com as fundações públicas ou com as privadas que não resultam da morte do fundador; etc. É que com este discurso lamecha está a justificar o assalto a quem serve ou serviu o Estado. E, pior, aos mais qualificados, em quem o Estado investiu mais e mais investiram na sua própria formação. Convidando a que os melhores vão para o privado ou emigrem e contribuindo assim para a mais acelerada destruição do Estado."
Rogério Martins

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