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Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma! (Patoleia Mendes ).

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"Ó gentes do meu Batalhão /

Agora é que eu percebi /

Esta amizade que sinto /

Foi de vós que a recebi…"

(José Justo)


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EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

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quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Presidenta, essa grande descoberta...!!!


A presidenta foi estudanta?
Existe a palavra: PRESIDENTA? 
Que tal colocarmos um "BASTA" no assunto?
 
No português existem os particípios activos como derivativos verbais.
Por exemplo:
o particípio activo do verbo atacar é atacante, o de pedir é pedinte, o de cantar é cantante, o de existir é existente, o de mendicar é mendicante...
 
Qual é o particípio activo do verbo ser?
O particípio activo do verbo ser é ente.
Aquele que é: o ente. Aquele que tem entidade.
Assim, quando queremos designar alguém com capacidade para exercer a acção que expressa um verbo, há que se adicionar à raiz verbal os sufixos ante, ente ou inte.
 
Portanto, a pessoa que preside é PRESIDENTE, e não "presidenta", independentemente  do sexo que tenha.
Diz-se:
camara ardente, e não camara "ardenta"; estudante, e não "estudanta"; adolescente, e não "adolescenta"; paciente, e não "pacienta".
 
Um bom exemplo do erro grosseiro seria:
 
"A candidata a presidenta se comporta como uma adolescenta pouco pacienta   que imagina ter virado eleganta para tentar ser nomeada representanta.
  Esperamos vê-la algum dia sorridenta numa camara ardenta, pois esta dirigenta política, dentre tantas outras suas atitudes barbarizentas, não tem o direito de violentar o pobre   português, só para ficar contenta".

autor desconhecido

terça-feira, 27 de agosto de 2013

A lingua portuguesa - pelo Luis Dias

O QUE É UM PALÍNDROMO?


SABE O QUE É UM PALÍNDROMO?

NÃO?!
Um palíndromo é uma palavra ou um número que se lê da mesma maneira nos dois sentidos, normalmente, da esquerda para a direita e ao contrário.

Exemplos: OVO, OSSO, RADAR. O mesmo se aplica às frases, embora a coincidência seja tanto mais difícil de conseguir quanto maior a frase; é o caso do conhecido:

SOCORRAM-ME, SUBI NO ONIBUS EM MARROCOS.

Diante do interesse pelo assunto (confesse, já leu a frase ao contrário), tomei a liberdade de seleccionar alguns dos melhores palíndromos da língua de Camões...

ANOTARAM A DATA DA MARATONA

ASSIM A AIA IA A MISSA

A DIVA EM ARGEL ALEGRA-ME A VIDA

A DROGA DA GORDA

A MALA NADA NA LAMA

A TORRE DA DERROTA

LUZA ROCELINA, A NAMORADA DO MANUEL, LEU NA MODA DA ROMANA: ANIL É COR AZUL

O CÉU SUECO

O GALO AMA O LAGO

O LOBO AMA O BOLO

O ROMANO ACATA AMORES A DAMAS AMADAS E ROMA ATACA O NAMORO

RIR, O BREVE VERBO RIR

A CARA RAJADA DA JARARACA

SAIRAM O TIO E OITO MARIAS

ZÉ DE LIMA RUA LAURA MIL E DEZ

E já agora

E sabe o que é tautologia?

É o termo usado para definir um dos vícios, e erros, mais comuns de linguagem. Consiste na repetição de uma ideia, de maneira viciada, com palavras diferentes, mas com o mesmo sentido.
O exemplo clássico é o famoso ' subir para cima ' ou o ' descer para baixo ' . Mas há outros, como pode ver na lista a seguir:
- elo de ligação
- acabamento final
- certeza absoluta
- quantia exacta
- nos dias 8, 9 e 10, inclusive
- juntamente
com

- expressamente proibido
- em duas metades
iguais

- sintomas indicativos
- há anos atrás
- vereador da cidade
-
outra
alternativa
- detalhes
minuciosos

- a razão é porque
- anexo
junto
à carta
- de sua
livre
escolha
- superávit
positivo

- todosforam unânimes
- conviver
junto

- facto real
- encarar
de frente

- multidão de pessoas
- amanhecer
o dia

- criação nova
- retornar de novo
- empréstimo temporário
- surpresa inesperada
- escolha
opcional

- planear antecipadamente
- abertura inaugural
- continua a permanecer
- a
última
versão definitiva
-
possivelmente
poderá ocorrer
- comparecer
em pessoa

- gritar bem alto
- propriedade característica
- demasiadamente excessivo
- a seu critério
pessoal

- exceder em muito .

Note que todas essas repetições são dispensáveis.
Por exemplo, ' surpresa inesperada ' . Existe alguma surpresa esperada? É óbvio que não.
Devemos evitar o uso das repetições desnecessárias. Fique atento às expressões que utiliza no seu dia-a-dia.

Luis Dias.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Aniversário do Monumento aos antigos Combatentes, da Lourinhã

A Associação dos Veteranos e ex-Combatentes do Oeste, organizou no passado domingo, dia 25, as comemorações do 8º. aniversário da inauguração do Monumento aos antigos Combatentes do concelho da Lourinhã.
Esta iniciativa foi amplamente anunciada, tendo assim sido convidada toda a população bem como antigos Combatentes naturais ou não do concelho.
A concentração junto ao Monumento foi por volta das 9 da manhã, com o inicio das cerimónias civis e militares.
às 11,30 houve Missa na Igreja do Castelo, seguida de homenagem no cemitério.
Mais tarde teve lugar o animado almoço de confraternização num restaurante do Vimeiro.

domingo, 18 de agosto de 2013

Pensamentos (III)... por Luis Manuel S.Dias

Achegas I     
Maiorias, ou não?
O Senhor Dom António Ferreira Gomes já, em 1985 (!) - e à vista de infelizes factos recentes, clarificadores - por antecipação  previa”, e  prevenia, que “dar às maiorias o direito de definir o bem e o mal, o justo e o injusto, seria o dogmatismo político, o absolutismo do Estado na sua pior expressão.”
Comentando – o : é bom não olvidarmos a democracia implicar – como condição “sine qua non” (i. é, necessária), para a sua total realização – o exercício quotidiano da humildade, da adequação ao “realbem comum do povo. Sem tal atitude / exercício, o poder vigente torna –se, amiúde, sobranceiro, arrogante, orgulhoso de si, narcísico, ditatorial, indialogante, em suma anti-democrático, particularmente com as para si desnecessárias formações oposicionistas minoritárias, a quem não concede sequer estatuto de existência … destarte ferindo um dos pilares básicos do que afirma defender – a mais cara expressão do homem – ser livre, autónomo, embora responsável logicamente nos seus limites e limitações, de modo a não ferir terceiros nem lhes invadir a sua natural esfera de acção!…
Nunca alguém, com a insuspeita autoridade moral e cívica do falecido Bispo resignatário do Porto – que tanto sofreu no exterior, por imposição do Governo de Salazar (é bom não o esquecermos…) – pôs o dedo, com precisão e anterioridade, na ferida, o mesmo é dizer sobre os factos que motivam, para bom entendedor, estas achegas.
Por agora é tudo.
LM Dias,Set/1987
N.B.: O texto acima, datado, é no entanto carregado de oportunidade, face à conjuntura presente, onde cada vez mais se adequam, as supra afirmações!!! –
. LMDias.Ago2013

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Considerações (II)... por Luis Manuel S.Dias.


Damião d Góis, humanista

Um Homem do Renascimento – Um Humanista
Uma das muitas Vítimas da Inquisição!
Intelectual e homem d acção
Diplomata, historiador {Crónica d Dom Manuel I}, combatente, músico e cantor, erudito e viajante, cidadão da Europa e do Mundo.
Nasceu em Alenquer, em 1502 (no tempo dD.Manuel I), d ascendência flamenga, pela Mãe.
Com D.João III, sucessor do Venturoso, manteve-se a protecção real [mau grado ter sido este mesmo que, em Portugal, introduziu, ou deixou se instalasse, a nefasta Inquisição!!!]
Do seu tempo: Lutero, Melanchton – 2 grandes nomes da Reforma protestante, Wittenberg.
Erasmo ( Desidério Erasmo de Roterdão), Friburgo (Suiça).
“Vício Europeu” : viajar, estudar, instruir-se, conhecer letrados, teólogos, gente d várias culturas.
Em 1548, Damião d Góis é nomeado por D.João III guardador-mor da Torre do Tombo.
Em 1557, um ano após a morte do Soberano, o sucessor – o Cardeal-Infante D.Henrique – futuro rei, encomendou-lhe escreve-se a Crónica do reinado d Dom Manuel I. Foi o “canto do cisne” para o humanista historiador, que, na data, se dedicava já a historiar D.João II.
É que… havia os descontentes, os interesseiros e invejosos: entre estes, Pêro Vaz d Caminha, arqui-inimigo d Luís d Camões; entre os primeiros, o próprio genro d D.Góis, Luís d Castro.
Acima d td - o Pe. Simão Rodrigues d Azevedo, da Companhia d Jesus, (q Góis conhecera em Pádua, qd estudava na Universidade) – um dos primeiros companheiros do tristemente célebre seu fundador Inácio d Loyolla – “alma danada” q sempre perseguiu DG e nunca desistira do ódio {!!!} (como é isto possível num seguidor d Jesus???) – d trinta e mts anos -  com delações atrás d delações, falsas e incongruentes!?...
Desta feita – após 1567? – apareceram as testemunhas (q antes escassearam!) – Luís d Castro, Vaz d Caminha, + alguns fidalgos …
Defendeu-se DG como pode, mas, homem velho – com sessenta e nove anos, idade já avançada para aquela época! – e, sobretudo, doente.
Cedeu, assinando um texto em q abjurava seus supostos erros!...
Condenado a cárcere perpétuo (!!!), pena a cumprir no Mosteiro da Batalha.
Mas… aqui, ocorre o mais obscuro, tenebroso mistério da sua morte. Não no Mosteiro!...
Parece seguro q a pena lhe teria sido comutada!!!
Em 1941, ao transladarem-lhe os restos mortais, da igreja em q se encontravam para a d S. Pedro de Alenquer, foi possível os peritos observarem as ossadas, e – admirados!? – verificarem q o crânio apresentava fracturas – o q torna possível a mais q provável hipótese d agressão e, por conseguinte, do seu assassínio.  

LM,01ABR2012 (revisão/original ñ datado)

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Acções de apoio à Guiné-Bissau...


"Olá boa noite...
Não sei se já tem conhecimento da existência deste livro....

É relacionado com as acções de apoio à Guiné-Bissau, que são feitas através da Fundação João XXIII-Casa do Oeste...

Quaisquer informações são dadas no Secretariado da Fundação, pelo telefone: 261 422 790, ou através do mail: casadooeste@sapo.pt.

Talvez isto tenha interesse para divulgar através do BART1914

Em anexo foto da capa do livro...
 Boa noite

Cumprimentos
Albertina Granja

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Pensamentos/Considerações (I)... por Luis Manuel S.Dias

Ao sabor dos tempos

O que é o Presente?
 
 a. Parecendo questão de somenos, talvez ñ transcendental, ressabiando a escolasticismo balofo, ou fútil debate académico, SE O PRESENTE EXISTE, OU NÃO – o quê, quanto, como, quando -, eis aqui um móbil de especulação e, se calhar, de polémica, bem realista.
Tenho para mim q o objecto deste escrito  – O PRESENTE, temporalmente entendido – apenas e só permanece no instante preciso em q é, se enuncia ou nomeia, originado no insondável, desconhecido e imenso FUTURO, rumo ao imediato PASSADO qual caixa-forte, permanente arquivo, donde, a espaços e segundo as necessidades/ recordações, se extraem gravações mais ou menos fragmentárias/ precisas/ totalizantes, relevando dos arcanos mais secretos e/ou dos arquétipos da Humanidade – em evolução / ebulição constante.
Assim, o que é o PRESENTE?
Tão só o fulgor instantâneo do FUTURO tornado  PASSADO. Sem mais. (O passado ñ  traz o futuro).
[Conforme ideava FPessoa, - na interpretação que lhe fez  (ao estudá-lo) Octavio Paz - :
- O instante é inabitável como o futuro[e,…]
{ - torno eu :}  - O presente já partiu e apenas desponta o que, talvez, venha a serfuturo !!!]
Quanto, como, quando é o Presente?
b. Na sequência do já acima enunciado, verifica-se que:
 b.1.Todo o devir é FUTURO até que, chamado a ser, pelo pensamento criador, se concretiza em PRESENTE durante o instante em que é, quanto necessita, como e quando o quer  o humano / espírito inteligível.
b.2.Concluindo, escrevo em tempo PRESENTE - dum modo pragmático, porquanto em realidade o não é já , senão  PASSADO – considerada a infinitésima parcela temporal que o contempla.
c. O HOJE e AGORA – frequentemente usados – mal acabados de dizer ou escrever, mais não são que futuros instantes de passado, próximos historicamente, mas nem por isso menos passado !
d. FUTURO é, pois, tudo o que não é ainda – o ser em potência, a virtual essência, a imagem ideal, a hipótese possível, toda e qualquer probabilidade.
O futuro é o passado que amanhece  – afirmou, carreando verdades, Teixeira de Pascoaes!…
e.  O PRESENTE, produto do FUTURO, resulta vivo (e sensível) num lapso necessariamente fugaz / breve. Logo sucumbe no imenso “Hades” do PASSADO onde, em querendo, quemquer poderá consultá-lo / revisitá-lo, nas prateleiras sem fim das memórias, consciente / inconscientemente arquivadas no rolar da existência do racional humano, em permanente devir, em contínua construção.
- LM Dias, 16MAI2000
…………………………………………………………………………………………………………………..
+ ainda sobre o tema:
(o olhar fotográfico [duma “Minolta”] capta)
 - Um passado que se manifesta no presente e, porventura, servirá de arquivo para interpretação futura. [… mas q síntese!!!]
+ Quid est ergo Tempus?  - O q é então o Tempo?
-NM, dom.26Ago2012

terça-feira, 13 de agosto de 2013

MUSEU DA GUERRA COLONIAL - V.N.Famalicão


Caros amigos
Venho informá-los de que em Vila Nova de Famalicão, está instalado o MUSEU DA GUERRA COLONIAL.
Diz quem visitou, que é digno de se ver.
Mais abaixo transcrevemos um excerto da página deste Museu e que descreve a maneira como o mesmo está organizado.
O endereço electrónico do Museu é o seguinte:


"O Museu está organizado segundo temas que assentam naquilo a que chamamos “o itinerário do combatente na guerra colonial” e tem um perfil pedagógico de informação histórica e cultural para as gerações do pós guerra e para o público em geral com a intenção de preencher uma lacuna sobre este período recente da História de Portugal.
Os conteúdos dos diferentes temas contêm materiais escritos e iconográficos recolhidos desde 1989 e estão assim organizados:

1.Portugal Continental, Insular e Ultramarino – informações gerais.

2.O itinerário do combatente:

2.1.O embarque – Através de imagens, documentos e objetos dá-se a conhecer a envolvência do embarque, os meios de transporte e as condições vividas nas viagens até ao destino reservado a cada militar;

2.2.O Dia a dia – Retratam-se os momentos da não operacionalidade: os convívios, o tratar da higiene e das roupas, a caça, os passatempos e os momentos de desporto;

2.3.As operações militares – A operacionalidade: situações de guerra, obstáculos, contextos geográficos, os meios de transporte e apoios utilizados e o armamento;

2.4.Os nativos – O relacionamento com as populações e a curiosidade pelas suas culturas. Aqui podem ser observadas fotografias que retratam todos estes aspetos;

2.5.A ação social e psicológica – Observam-se apoios às populações ao nível do ensino básico, construções diversas e no apoio médico. Dá-se a conhecer as comunicações murais entre militares e os panfletos de ação psicológica do exército português para os movimentos de libertação e as populações e dos movimentos de libertação para as tropas portuguesas e populações;

2.6.A religiosidade – As influências da igreja e do capelão militar no contexto de guerra bem como a cultura e as crenças religiosas de cada combatente;

2.7.Os horrores da guerra – Memórias fotográficas e iconográficas;

2.8. Os ferimentos de Guerra. Formas de comunicação com a família. Hospitais e centros de recuperação militar na metrópole e no estrangeiro;

2.9.A morte – Formas de comunicação com a família. O impacto das linguagens. O processo de morte;

2.10.A correspondência – Os postais, as cartas, os aerogramas;

2.11.As madrinhas de guerra – o seu papel e a sua importância;

3.O fim do império – O 25 de Abril de 1974.

4.As consequências da guerra:

4.1.A Associação dos Deficientes das Forças Armadas -ADFA;

4.2.O Anexo Militar;

4.3.O stress de guerra.

Este Museu é e será a memória de um período da Nossa História recente que devemos conhecer, respeitar para Compreender e valorizar a geração de jovens portugueses que se sacrificaram e morreram pela Pátria."
 

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Alberto Sousa

o Sousa fazia parte duma das equipas de futebol existentes em Tite.

Email envia há dias para o Alberto Sousa, ex-furriel do Conselho Administrativo em Tite:
Sousa,  não sei se és o mesmo que esteve em Tite e que trabalhava no CA juntamente com o Ferreira, Oscar, Campos, Marvanejo, Ventura Vaz.
Se és a mesma pessoa, tenho pena que não tenhas comparecido no ultimo almoço na Figueira da Foz.


Mas lembro-te que para o ano será nas Caldas da Rainha, em local a anunciar.
Lembro-te ainda que temos um blog já há cinco anos e cujo endereço é o
http://bart1914.blogspot.com/
e temos também uma página no facebook.
Eu sou o Leandro Guedes que trabalhava nos reabastecimentos com o cap. Vicente e o Marinho.
O meu email é lg.tvedras@gmail.com ou o email do bart é bart1914@gmail.com
Como vês não faltam contactos para não nos perdermos uns dos outros.
Um abraço

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Resposta do Alberto Sousa
Olá amigos companheiros de Tite, sou eu mesmo, foi um prazer poder contactar convosco, espero estar presente no próximo almoço nas Caldas da Rainha.
UM ABRAÇO.
Sousa

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Um militar recebe um louvor...!!!


Um Militar recebe Louvor….!!!
O título, desde logo deixa a quem o lê, uma enorme curiosidade, pois condecorações e louvores a militares achamos que são sempre merecidas e bem atribuídas e por isso mesmo somos levados imediatamente a tentar perceber os dignos motivos que a tal conduziram…

Daí que e sem mais delongas, nos propormos trazer de imediato ao conhecimento de todos, um Video da Sic, do programa “E NÓS POR CÁ”, apresentado por Conceição Lino, ao qual se segue uma mensagem escrita pelo nosso amigo Cavaleiro, que, conforme referiu o nosso amigo Pica Sinos, “é digna de ser lida por todos os veteranos da guerra colonial”…
Então vejamos:

VIDEO DA SIC, a quem agradecemos com a devida vénia



“POIS É..........
ENQUANTO MILHARES DE EX COMBATENTES DA GUERRA COLONIAL, MENDIGAM,  DORMEM PELAS RUAS, SEM QUALQUER APOIO SOCIAL, SEM MEDICAMENTOS, NUMA  VIL TRAIÇÃO AQUILO QUE DESIGNARAM OUTRORA “COMO DEVER DE DEFENDER A  PÁTRIA”. ATUALMENTE ASSISTIMOS A ESTA ......... (NÃO SEI COMO LHE  CHAMAR)  NUM REGIME EM TUDO IGUAL AO ANTERIOR. “CONDECORAÇÕES, LOUVORES” PARA OS INCOMPETENTES QUE SE ENCONTRAM, COMO OUTRORA NOS GABINETES E  MUITO PRÓXIMOS DO PODER OU ATÉ BAJULADORES DO MESMO.

Cavaleiro”
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Também a este propósito é oportuno aqui lembrar que ocorreu há dias, o 186º. Aniversário do Lar dos Militares de Runa, Torres Vedras, actual Centro de Apoio Social de Runa, o qual tem como função “apoiar a família militar” em todas as suas vertentes, cumprindo assim os desejos da Princesa D. Maria Francisca Benedita, que o mandou edificar no ano de 1792 e cuja construção demorou 30 anos, onde ela mandou que se inscrevesse numa lápide o seguinte:
”Estimo ter podido concluir o Hospital que mandei construir para descansardes dos vossos honrosos trabalhos. Em recompensa só vos peço a paz e o temor a Deus”.

Ora o referido edifício (Lar dos Veteranos Militares de Runa, como é designado), é propriedade do Instituto Social das Forças Armadas, tem como missão apoiar a família militar (pois dispõe de Lar, Hospital Militar e dos mais diversos serviços sociais) e encontra-se implantado em terreno, cuja extensão é tão vasta que permitiria (assim houvesse vontade política), uma ampliação do mesmo por forma a poder acolher muitas mais famílias, sobretudo os ex-combatentes da guerra colonial que, como é referido na mensagem do nosso amigo Cavaleiro, “mendigam, dormem pelas ruas, sem qualquer apoio social, sem medicamentos….”
No entanto e apesar do seu actual director ter dito nas comemorações do 186º aniversário que: “A esperança não pode ser perdida em tempo algum e que isso é algo que não podemos perder de vista, pois as dificuldades irão passar”, somos infelizmente levados a pensar que se trata apenas de conversa de circunstância…

O que é facto é que, não há razão para que o governo continue indiferente ao sofrimento de tantos ex-combatentes que vivem dias difíceis como atrás é referido, abandonando HOMENS que na sua juventude tudo deram, incluindo a vida, indo para a guerra obrigados, mas de peito aberto, quando muitos daqueles que actualmente estão a ser protegidos pelos serviços sociais das Forças Armadas, foram salvos por esses mesmos ex-combatentes.
É bom não esquecer que a família militar também inclui os que dela fizeram parte por razões de soberania, como então era entendido e os ex-combatentes não são menos dignos que os militares do quadro.

Mas os responsáveis políticos e militares, têm a sua quota parte no abandono dos ex-combatentes, pois não é com 100 €uros por ano, por ano repito, que se resolve o problema.
Felizmente que nem tudo na vida é mau e ainda existem instituições de solidariedade que, dentro das suas possibilidades (muitas vezes fracas possibilidades), vão também acolhendo e dando apoio a ex-combatentes, como é o caso do Centro Social dos Montes Altos, que acolheu no seu seio, o nosso companheiro José Pedro, que, apesar das deficiências de que padecia (psíquicas e motoras), teve de cumprir serviço militar e foi completamente abandonado quando regressou do Ultramar, pois na desmobilização do RALIS ninguém lhe deu atenção, ninguém lhe perguntou se tinha para onde ir…. Depois a família morreu e ele simplesmente foi esquecido pelas altas patentes militares, Estado, Governo, Assembleia, Partidos….., ninguém se interessou pelo seu futuro…

Senhores de Portugal, sigam o exemplo do Centro Social dos Montes Altos e resolvam de vez o problema dos ex-combatentes e deixem-se de premiar saladas de fruta e sobremesas
Já é tempo !!!