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Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma! (Patoleia Mendes ).

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"Ó gentes do meu Batalhão /

Agora é que eu percebi /

Esta amizade que sinto /

Foi de vós que a recebi…"

(José Justo)


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terça-feira, 30 de julho de 2013

Dia internacional da amizade


"Hoje é o dia de lembrar aqueles que não se esquecem de nós"
E no nosso caso é a amizade que nos une.
Um abraço amigo para todos!
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Poema da Amizade
"Que me olhe nos olhos quando falo.
 Que ouça as minhas tristezas e neuroses com paciência.
 Preciso de alguém, que venha brigar ao meu lado sem precisar ser convocado; alguém Amigo o suficiente para dizer-me as verdades que não quero ouvir, mesmo sabendo que posso odia-lo por isso.  Neste mundo de céticos, preciso de alguém que creia, nesta coisa misteriosa, desacreditada, quase impossivel de encontrar: A Amizade.  Que teime em ser leal, simples e justo, que não vá embora se algum dia eu perder o meu ouro e não for mais a sensação da festa.  Preciso de um Amigo que receba com gratidão o meu auxílio, a minha mão estendida.  Mesmo que isto seja pouco para as suas necessidades.  Preciso de um Amigo que também seja companheiro, nas farras e pescarias, nas guerras e alegrias, e que no meio da tempestade, grite em coro comigo:  "Nós ainda vamos rir muito disso tudo"  Não pude escolher aqueles que me trouxeram ao mundo, mas posso escolher o meu Amigo.  E nessa busca empenho a minha própria alma, pois com uma Amizade Verdadeira, a vida se torna mais simples, mais rica e mais bela..."  
Charlie Chaplin"

domingo, 28 de julho de 2013

Faria cem anos...


um trabalho do José Justo
O Pai

Terra de semente inculta e bravia,
terra onde não há esteiros ou caminhos,
sob o sol minha vida se alonga e estremece.

Pai, nada podem teus olhos doces,
como nada puderam as estrelas
que me abrasam os olhos e as faces.

Escureceu-me a vista o mal de amor
e na doce fonte do meu sonho
outra fonte tremida se reflecte.

Depois... Pergunta a Deus porque me deram
o que me deram e porque depois
conheci a solidão do céu e da terra.

Olha, minha juventude foi um puro
botão que ficou por rebentar e perde
a sua doçura de seiva e de sangue.

O sol que cai e cai eternamente
cansou-se de a beijar... E o outono.
Pai, nada podem teus olhos doces.

Escutarei de noite as tuas palavras:
... menino, meu menino...

E na noite imensa
com as feridas de ambos seguirei.

Pablo Neruda, in "Crepusculário"
Tradução de Rui Lage
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Se fosse vivo meu Pai faria hoje cem anos.
As pessoas e as lembranças, acompanham-nos toda a vida...

sábado, 27 de julho de 2013

Ainda o almoço em casa do Mestre

 
Conforme prometido, fizemos uma apresentação das fotos que o Costa nos enviou. Ela aqui está e basta clicar em cima da seta da imagem.
Agradecemos mais uma vez ao Mestre, sua Esposa e Filha, o imenso trabalho que tiveram para que nada faltasse neste belo almoço.
Um abraço sincero. Muito obrigado

domingo, 21 de julho de 2013

Convivio em casa do Mestre


Como sempre, o António Mestre e sua família nos recebeu como “Lord’s”!
À medida que ia chegando algum dos convivas, era “obrigado” a beber um copo do seu vinho caseiro e comer queijo ou salpicão, feito pela esposa e filha do Mestre.

Reunidas as “tropas” o Mestre foi-nos mostrando os currais dos seus animais e aproveitando para os alimentar e dar de beber.
De volta à sua casa, lá estava o cozinheiro António Luíza, amigo de longa data do Mestre ás voltas com os tachos de onde saia um odor próprio para abrir ainda mais os apetites dos convivas.

Tocada a sineta a mandar reunir á volta da mesa, eis que chegam do lado da cozinha os tachos a fumegar com uma caldeirada de borrego. Estava uma delícia de tempero e cozedura. Dos dois tachos, um deles ficou logo vazio. Que venha o outro, dizia um dos “comedores” alfacinhas! E veio… e quase ficou vazio.
Enquanto se tomava um cafezinho, foi redigido uma “ordem de serviço” que foi lida por mim em voz alta. E que diz assim:

“Monte Fialho 20 de Julho 2013 – ORDEM DO DIA – Louvor ao António Mestre e sua Esposa e Filha pelo  encontro e repasto em sua casa de doze dos seus camaradas de armas que prestaram serviço em Tite Guiné 1967/1969.
Louvo o cozinheiro António Luíza pelos seus bons dotes de cozinheiro. Louvo também o sr António Sotero e todos os funcionários do Lar dos Montes Altos pelo inestimável apoio que prestam do nosso camarada Pedro.

Determino e mando publicar
O Comandante: ……………….. (assinatura ilegível)”
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Ola amigo.
Eis o pessoal  que esteve no almoço:
Contige e esposa Ana.

Carlos Leite (reguila)e esposa Lucinda.
Hipolito e esposa Fernanda
Carlos Azevedo

Palma.
Marinho.
Zé Manuel(Alcantara).
José Costa.
José Pedro.
Sr. Sotero.
Motorista
Família do mestre (Mestre, Esposa e Filha) 

Cozinheiro
um srº que será da amizade do mestre.
Se não me falha a memoria é tudo, um abraço
José Costa
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Olá amigo Guedes
espero que tudo esteja bem contigo e com a tua família e sobretudo com os teus netinhos foi com grande tristeza que vi que não pudeste ir ao convívio em casa daquela família Mestre que são de uma cordialidade e bem receber quem os visita mas tu não pudeste ir por motivos óbvios espero que para a próxima onde quer que seja a tua presenta se faça sentir.
O teu trabalho no blog está muito bom.
Envio-te um abraço do teu afilhado Pedro pois o gajo está porreiro e com bom aspecto o sr. Sotero trata bem dele. 

 Um abraço deste amigo para ti e tua família até á próxima.


Carlos Marinho
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O gingarelho da internet, que me encatrafiaram, está, preciselmente, como o meu. Umas vezes, engata, outras, já não.
Presenças:
O Costinha (Mestre), esposa, filha e neto (anfitriões);
Um cunhado, irmão da esposa;
Um cozinheiro, de estalo, por sinal e cujo nome consta da ordem de serviço:
O senhor Sotero, director do Centro Social de Montes Altos, e o seu motorista;
O José Pedro, com um aspecto de fazer inveja e que me surpreendeu, na positiva, pela, ainda, sua lucidez e memória;
O Amadeu (não o Strauss, mas o padeiro Contige) e sua esposa;
O Carlinhos (Reguila), teu ex-afilhado, com a esposa;
O Carlos Azevedo, carpinteiro em Tite;
O Marinho, da tua inócua, diga-se, secção de reabastecimentos;
O Zé Manel (Alcântara), sozinho e abandonado;
O Palma, mais conhecido por "morcon", também só e, por isso, feliz;
O Costinha, artista e troca-tintas de Ovar (desta, sem qualquer brasilleira à perna ou que se visse);
O Hipolitinho, sacristão de saudosa memória, que não falha, nem esgazeia em ponto morto, atrelado com sua exmª esposa.
Faltas (anotadas, sentidas e com desculpas esfarrapadas):
Menino Leandro Guedes;
Menino Pica Sinos:
Menino Ramos, de Moura;
Menino Vítor Barros.
Menino Traquino;
Menino Amador:
Menino Carlos Pires;
Menino capitão Paraíso Pinto (este com alguma desculpa, na medida que chegaram e sobejaram os dois anos em que aturou esta matula de jagunços.)
 
Nota: estes últimos ficaram a constar da lista negra, mandada arquivar no Torre do Tombo;
Por estas falhas, o Mestre, zangado, ameaçou já não fazer, mais, os 69 (isto é, comemorar o sexagésimo nono aniversário, com os amigos).
Com um bj. na testa
Hipólito
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Excelente amigo Hipólito.
Eu sabia que ias apresentar os convidados com bom e fino humor!
Um abraço!
Costa
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os primeiros convivas, chegaram por volta das 8,30 da manhã



O Mestre e o Contige



Contige, Zé Manel, Carlos Azevedo e Carlos Reguila





















O Pedro e o Marinho
























o Pedro também esteve presente, acompanhado pelo sr. Sotero, dos Montes Altos











o Guedes não foi ao almoço, mas telefonou!