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“Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma”


(Do Padre António Vieira, no "Sermão da Terceira Quarta-Feira da Quaresma", na Capela Real, ano 1669. Lembrado pelo ex-furriel milº Patoleia Mendes, dirigido-se aos ex-combatentes da guerra colonial.).

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"Ó gentes do meu Batalhão, agora é que eu percebi, esta amizade que sinto, foi de vós que a recebi…"

(José Justo)

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“Ninguém desce vivo duma cruz!...”

António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente

referindo-se aos ex-combatentes da guerra colonial

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Eles,
Fizeram guerra sem saber a quem, morreram nela sem saber por quê..., então, por prémio ao menos se lhes dê, justa memória a projectar no além...

Jaime Umbelino, 2002 – in Monumento aos Mortos na Guerra Colonial, em Torres Vedras


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EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

RECONHECIMENTO

ESTES SÃO OS EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART. FALTAM AQUI OS EMBLEMAS DAS UNIDADES DA ARMADA E DA FORÇA AÉREA QUE TANTAS VEZES FORAM AO ENXUDÉ, A TITE, A NOVA SINTRA E OUTROS AQUARTELAMENTOS, PARA ENTREGA E LEVANTAMENTO DE CORREIO, REABASTECIMENTOS DE GÉNEROS E MATERIAL BÉLICO E OUTRO DIVERSO, OU PARA EVACUAÇÃO DE MORTOS E FERIDOS E TAMBÉM PARA FLAGELAÇÃO DO IN. E AINDA VÁRIAS UNIDADES DE INTERVENÇÃO RÁPIDA TAIS COMO PARAQUEDISTAS, FUZILEIROS, COMANDOS E OUTRAS COMPANHIAS, PELOTÕES OU SECÇÕES, PARA AJUDA EM MOMENTOS MAIS DIFICEIS.

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domingo, 16 de junho de 2013

A cabaça da Guiné/Bissau



Diz-se que a cabaça ou simplesmente “cabaz” foi um dos primeiros instrumentos musicais da Guiné-Bissau e é usado de uma forma extremamente rápida, produzindo sons que também provocam danças, tradicionais e modernas.
“Numa utilização mais artística, a cabaça pode ser um instrumento musical de percussão (a seco ou com água à volta). Pode ser utilizada para fazer fantoches, bonecos, esculturas ou como diversos objetos decorativos. Pode também ser trabalhada e os resultados são fascinantes. É das poucas peças de artesanato tipicamente guineense e há diversas técnicas para as trabalhar. Pode-se queimar num processo semelhante a pirogravura, pode-se pintar ou então escavar e fazer gravura”.


José Alberto Gonçalves (meu amigo de infância)


1 comentário:

Albertina Granja disse...

É muito interessante a "Cabaça Guineense"...
Já conhecia o instrumento musical, mas nada sabia àcerca das suas características específicas .....
É sempre bom "passar" por aqui....!!!
Há sempre qualquer coisa para conhecer.., para aprender...!!!
Obrigada pela partilha de conhecimentos....
Albertina Granja