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“Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma”


(Do Padre António Vieira, no "Sermão da Terceira Quarta-Feira da Quaresma", na Capela Real, ano 1669. Lembrado pelo ex-furriel milº Patoleia Mendes, dirigido-se aos ex-combatentes da guerra colonial.).

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"Ó gentes do meu Batalhão, agora é que eu percebi, esta amizade que sinto, foi de vós que a recebi…"

(José Justo)

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“Ninguém desce vivo duma cruz!...”

António Lobo Antunes, escritor e ex-combatente

referindo-se aos ex-combatentes da guerra colonial


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EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART

RECONHECIMENTO

ESTES SÃO OS EMBLEMAS DAS UNIDADES OPERACIONAIS ESTACIONADAS EM TITE E AINDA DAS COMPªS DO INICIO DO BART. FALTAM AQUI OS EMBLEMAS DAS UNIDADES DA ARMADA E DA FORÇA AÉREA QUE TANTAS VEZES FORAM AO ENXUDÉ, A TITE, A NOVA SINTRA E OUTROS AQUARTELAMENTOS, PARA ENTREGA E LEVANTAMENTO DE CORREIO, REABASTECIMENTOS DE GÉNEROS E MATERIAL BÉLICO E OUTRO DIVERSO, OU PARA EVACUAÇÃO DE MORTOS E FERIDOS E TAMBÉM PARA FLAGELAÇÃO DO IN. E AINDA VÁRIAS UNIDADES DE INTERVENÇÃO RÁPIDA TAIS COMO PARAQUEDISTAS, FUZILEIROS, COMANDOS E OUTRAS COMPANHIAS, PELOTÕES OU SECÇÕES, PARA AJUDA EM MOMENTOS MAIS DIFICEIS.

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domingo, 28 de abril de 2013

1º. Pelotão da Companhia de Caçadores Paraquedistas 122

Caros Companheiros
Veio hoje publicado na revista "Domingo" do Correio da Manhã, uma entrevista da autoria da jornalista Marta Martins da Silva, ao Caçador Paraquedista José do Vale Pinto, daquela companhia.
E resolvemos publicá-la no blog, porque nesta entrevista é feita referencia a Tite, e aos dias posteriores ao desastre de Bissassema, em que, como se lembram, o inimigo sofreu pesadas baixas em pessoal e material, com a intervenção entre outras, das Unidades aquarteladas em Tite.
O pessoal destas nossas Unidades, apesar de bastante sofridos e com a moral de rastos, após o falecimento e desaparecimento de alguns dos nossos companheiros, bem como o rapto de três dos nossos camaradas, na fatídica noite de 2/3 de Fevereiro de 1968, avançaram na esperança de encontrar os desaparecidos/mortos e até recuperar os camaradas feitos prisioneiros, mas em vão, factos estes que têm sido exaustivamente relatados neste nosso blog.
Aqui fica esse depoimento, com a devida vénia ao Correio da Manhã e sua Jornalista.





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