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Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis e ela, o que costuma! (Patoleia Mendes ).

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"Ó gentes do meu Batalhão /

Agora é que eu percebi /

Esta amizade que sinto /

Foi de vós que a recebi…"

(José Justo)


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terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

"Toque" a doentes!

 
Carlos Reguila - Tem andado a fazer exames vários e encontra-se melhor.
Manda abraços para todos os companheiros.

Gentil - Está muito melhor desde que fez o transplante. Tem ido a exames de rotina que continuam a ter valores aceitaveis.
Manda um abraço para todos.

Hipólito - Também está melhor da vista e dos dentes, embora agora esteja mal da coluna.
Manda também um abraço para todos.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Mariana Leal, um apontamento acerca do seu trabalho, sobre a Guerra Colonial Portuguesa - pelo José Justo




Bom trabalho da Mariana Leal.
É de admirar e louvar o interesse de jovens, mais propriamente de uma jovem, por um pedaço triste da nossa história, que durante pelo menos trinta anos esteve esquecido. Os treze anos da guerra, e o pós revolução, com o grande drama acrescido que foi a inevitável descolonização (o filme refere os países ex-colonialistas em África).
Nunca consegui compreender o porquê de um país tão pequeno – p. ex. 14 vezes menor que Angola – que teimava obstinadamente em não arranjar solução política para o conflito, mesmo com abalizadas opiniões nacionais e internacionais no contrário.
Este doloroso drama do nosso ultramar, bem escondido (não havia guerra, as NT limitavam-se a fazer policiamento) foi alimentando pequenos (ou grandes) ódios: Os portugueses das colónias não suportavam com agrado os militares, por vezes com razões para isso, e os militares não suportavam comportamentos e situações graves de certos apoios logísticos reais e escondidos, de fazendeiros do interior, às forças dos movimentos nacionalistas de guerrilha.
Os civis viam de certa maneira, nos militares intrusos destabilizadores da antiga ordem estabelecida, e era corrente que as filhas dos colonos brancos, serem instruídas, para que só deveriam “ter olhos” para os militares oficiais??!!
Verdade seja dita, que o isolamento, as privações, os medos, as saudades...tudo isto levava por vezes a refúgios no alcool que não raras vezes levavam as tristes episódios.
Não era por acaso que no quartel muitas vezes faltam frescos (legumes) e outros alimentos, mas não me lembro de falta de tabaco e cerveja!!...
Já dizia alguém: Se na guerra faltasse bebida e droga a guerra seria outra...
No entanto estes ódios renasceram e tudo se agravou, aquando do regresso a Portugal de milhares de pessoas. Muitas injustiças aconteceram de parte a parte!!
É fácil calcular como se sentiriam aquelas famílias, despojadas de tudo para que tinham trabalhado uma vida inteira. Basta imaginar e tentar mentalmente inverter a situação.
Numa retrospeção, poderemos perguntar: que ficou de todo este drama??
A resposta é evidente e igual a todos os outros dramas idênticos, passados e dos nossos dias...muita dor e sofrimento e milhares de mortos e estropiados que pela lei natural das coisas vão desaparecendo, até mais ninguém, a não ser os historiadores, se lembrar.
Gostei, passados 40 anos voltar a ouvir as vozes de dois camaradas de quem lembro muito bem: o “pintassilgo” que em parceria com o Contige, lá nos arranjavam “umas côdeas” para os petiscos.
O camarada Leal, do grande Pelotão Daimler. Bastante admirava este pelotão, sempre os primeiros a sair, estrada fora, no começo dos ataques, e que está ligado a um episódio comigo, numa noite de mais um ataque ao quartel, em que saímos porta de armas fora, eu como atirador de “desenrascanço” agarrado á velha metralhadora Dreyse, o condutor a mandar-me disparar, eu numa atrapalhação total, sem conseguir encaixar o carregador na arma, e finalmente os invólucros dos disparos em brasa a caírem na cabeça do condutor (que pena já não lembrar o nome) ele aos gritos, pois não tinha posto o capacete de aço...
Episódio que ficará para sempre na minha memória e que já tive oportunidade de “postar” num dos meus escritos no Blog do BART.
Renovo os meus parabéns à jovem Mariana Leal, por este documento.
Muito sucesso profissional e familiar para si.
Tudo de bom para todos.

José Justo
 


segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Guerra Colonial Portuguesa - um valioso e Histórico trabalho de Mariana Leal

A Neta do Alexandre Leal (pelotão Daimler) realizou este apontamento sobre a guerra colonial que vos envio a seu pedido.

Diz ela:

Finalmente o meu trabalho de História está concluído :) Quem quiser ver a minha obra de arte, espero que gostem!!! Obrigado a todos os que me ajudaram a realizar este trabalho.

http://youtu.be/ww4Vq7vpCRY
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O Pica Sinos, respondeu:
Dizer que gostei muito e agradeço o teu empenho que fica para a história. Foi um trabalho bem conseguido. Parabéns Mariana. Um Bejo para ti.
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Na mensagem que mandou ao Pica, disse:

Boa tarde, já terminei o trabalho sobre a Guerra Colonial, obrigado pela ajuda prestada e se quiser pode visualizar o vídeo e dizer o que acha :) Se quiser publicar no blog Bart 1914 está a vontade. Cumprimentos, Mariana Leal
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Responde o Pica, novamente:
Obrigado Mariana, já está publicado na página do facebook e logo que possivel o Guedes vai publicar no bloog da Bart1914

Raul PSinos
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O Guedes escreveu à Mariana:
Boa noite Mariana Leal
Venho agradecer-lhe reconhecido, por este seu excelente trabalho sobre a Guerra Colonial.
Gostei imenso. É mesmo uma verdadeira obra de arte.
É a primeira descendente dum companheiro nosso, a interessar-se pelo tema e a fazer um filme que abrange transversalmente a guerra desde o seu inicio.
Espero que este seu trabalho para História, seja devidamente valorizado.
Para nós tem a nota máxima.
Muito obrigado.
O seu trabalho vai ser agora publicado no nosso blog.
Bem haja.
Leandro Guedes.
 
Mariana Leal deixou um novo comentário na sua mensagem "Guerra Colonial Portuguesa - um valioso e Históric...":

Obrigado por todos os elogios feitos ao meu trabalho, para mim é um orgulho pesquisar e elaborar trabalhos sobre quem fez muito pelo nosso país!
Mariana Leal

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Parabens ao Marinho!

Ao nosso companheiro Marinho, enviamos um forte abraço de Parabens, neste dia do seu aniversário, com votos de boa saúde.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Meu querido, meu velho, meu amigo

 
Belo video enviado pelo Jorge Claro, relembrando nossos Velhos Pais, uns ainda vivos, outros infelizmente já desaparecidos!